Category: Reflexão do Dia

Reflexões e pensamentos.

  • Reflexão Diária: 10 de Julho

    Pensamento ou Reflexão do dia 10 de Julho 23

    “⁠A vida sem reflexão não merece ser vivida.”

    Sócrates

    Sócrates (470-399 a.C.) foi um filósofo da Grécia antiga, o primeiro pensador do trio de antigos filósofos gregos, que incluía Platão e Aristóteles, a estabelecer os fundamentos filosóficos da cultura ocidental. “Conhece-te a ti mesmo” é a essência de todo seu ensinamento.

    Sócrates nasceu em Atenas, Grécia, no ano de 470 a.C. Filho de um escultor e pedreiro e de uma parteira, da sua infância nada se sabe. Em sua juventude, tomou parte de três campanhas militares.


    Além disso, entre 406 e 405 a.C., integrou o conselho legislativo de Atenas. Em 404 a.C. arriscou a vida por recusar-se a colaborar em manobras políticas arquitetadas pela dinastia dos Trinta Tiranos, que governavam a cidade.

    Homem feito, Sócrates chamava atenção não só pela sua inteligência, mas também pela estranheza de sua figura e seus hábitos. Corpulento, baixo, nariz chato, olhos saltados, vestes rotas, pés descalços, vagava pelas ruas de Atenas.

    Sócrates costumava passar horas, mergulhado em seus pensamentos. Quando não estava meditando solitário, conversava com seus discípulos, procurando ajudá-los na busca da verdade.

    Período Socrático

    Antes de Sócrates surgir no panorama intelectual da Grécia, os filósofos estavam voltados para a explicação natural do universo, período que ficou conhecido como “pré-socrático”.

    Ademais, no final do século V a.C. iniciou-se a segunda fase da filosofia grega, que ficou conhecida como “socrática”, onde a preocupação de maior vulto se relacionava com o indivíduo e a organização da humanidade.

    Esses filósofos passaram a perguntar: O que é a verdade? O que é o bem? O que é a justiça?

    As ideias de Sócrates

    Para Sócrates sua maior ambição era ser não somente um mestre, mas um benfeitor da humanidade. Desejava ver a justiça social estabelecida em todo o mundo.

    Sócrates não tinha propriamente uma escola, mas um círculo de familiares e de discípulos, com os quais se encontrava no ginásio do Liceu. Tratava dos negócios alheios e esquecia os seus. Sua mulher, Xantipa, dizia que ele era um deus para os jovens atenienses.

    Sócrates tinha um meio característico de expressar suas ideias. A fim de transmitir o saber, jamais respondia a perguntas, pelo contrário, fazia perguntas.

    Nascimento: Alópece

    Falecimento: 15 de fevereiro de 399 a.C., Atenas Clássica

    Reflexão 10 de Julho 23 – Foz em Destaque

  • Reflexão Diária: 08 de Julho

    Pensamento ou Reflexão do dia 08 de Julho 23

    “Que nada nos defina, que nada nos sujeite. Que a liberdade seja a nossa própria substância, já que viver é ser livre.”

    Simone de Beauvoir

    Simone de Beauvoir (1908-1986) foi uma escritora francesa, filósofa existencialista, memorialista e feminista, foi considerada uma das maiores representantes do existencialismo na França. Manteve um longo e polêmico relacionamento amoroso com o filósofo Paul Sartre.

    Com seus romances, ensaios e peças, nos quais transparece uma clara intenção didática, Simone de Beauvoir contribuiu para a expansão da consciência feminina na segunda metade do século XX.

    Simone Lucie Ernestine de Marie Bertrand de Beauvoir, conhecida como Simone de Beauvoir, nasceu em Paris, França, no dia 9 de janeiro de 1908. Filha de um advogado e leitor compulsivo, desde a adolescência já pensava em ser escritora.

    Entre 1913 e 1925, estudou no Institute Adeline Désir, uma escola católica para meninas. Em 1925, Simone de Beauvoir ingressou no curso de matemática do Instituto Católico de Paris e no curso de literatura e línguas no Institute Saint-Marie.

    Ademais, em seguida, Simone de Beauvoir estudou Filosofia na Universidade de Sorbonne, onde entrou em contato com outros jovens intelectuais como René Maheu e Jean-Paul Sartre, com quem manteve um longo e polêmico relacionamento. Em 1929 concluiu o curso de Filosofia.

    Além disso, em 1931, com 23 anos, Simone de Beauvoir nomearam-na professora de Filosofia na Universidade de Marseille, onde permaneceu até 1932. Em seguida foi transferida para Ruen. Em 1943, retornou a Paris como professora de Filosofia do Lycée Molière.

    O Segundo Sexo (1949)

    Em 1949, Simone de Beauvoir publicou “O Segundo Sexo”, o principal livro da escritora, que representou uma desconstrução para os padrões impostos pela sociedade e pela igreja da época.

    Ademais, a obra, que alcançou repercussão internacional, serviu de referência para o movimento feminista mundial e marcou toda uma geração interessada, como a autora, na abolição das questões ligadas à opressão feminina e à busca da independência da mulher diante da sociedade.

    Além disso, escrita em dois volumes, o primeiro representa a parte filosófica do pensamento da autora, em que ela apresenta importantes reflexões sobre o existencialismo e o contexto social da época – que trata de maneira desigual os papéis do homem e da mulher.

    Ademais, na segunda parte, Simone traz a célebre frase que explicita a ideia fundamental da filosofia existencialista, segundo a qual a existência precede a essência

    Nascimento: 9 de janeiro de 1908, 6º arrondissement de Paris

    Falecimento: 14 de abril de 1986, Paris, França

    Reflexão 08 de Julho 23 – Foz em Destaque

  • Reflexão Diária: 07 de Julho

    Pensamento ou Reflexão do dia 07 de Julho 23

    “A solidão é a sorte de todos os espíritos excepcionais”

    Arthur Schopenhauer

    Arthur Schopenhauer foi um filósofo alemão do século XIX, fez parte de um grupo de filósofos considerados pessimistas.

    Arthur Schopenhauer nasceu em Dantzig, na Polônia, no dia 22 de fevereiro de 1788. Filho de um bem sucedido negociante e de uma escritora popular.

    Pessimismo de Schopenhauer

    Segundo Schopenhauer a vontade é a origem do mal e da dor. A consciência descobre a vontade como mal, mas é graças a essa descoberta que ela tem o dom de libertar.

    Essa libertação assume várias formas, incluindo a própria rejeição consciente da vida. Caracteriza-se, desse modo, a perspectiva filosófica proposta como essencialmente pessimista.

    Sendo um pessimista sensato, ele evitou a armadilha de otimistas – a tentativa de ganhar a vida escrevendo. Ele havia herdado uma participação na firma de seu pai e vivia com conforto razoável.

    Quando uma das empresas faliu o filósofo alugou dois aposentos em uma pensão e lá viveu os últimos trinta anos de sua vida.

    O reconhecimento da obra de Schopenhauer só veio lentamente. Aos poucos conquistou não só escritores, mas também advogados, médicos, negociantes, artistas e pessoas comuns.

    Todos encontraram nele uma filosofia que lhes oferecia não um mero jargão de irrealidades metafísicas, mas sim um estudo inteligível dos fenômenos da vida real.

    Além disso, a Europa desiludida com os ideais e esforços de 1848, voltou-se para essa filosofia, que interpretava o desespero de 1815.

    As Dores do Mundo

    Em 1850, Schopenhauer escreveu As Dores do Mundo, uma série de reflexões sobre a existência, propondo uma nova forma de pensar a dor e a felicidade.

    A obra reúne os temas que constituem a base do conhecimento humano, como:

    O Amor (I Metafísica do Amor, II Esboços acerca das mulheres), A Morte, A Arte, A Moral (I O Egoísmo, II A Piedade, III Resignação, Renúncia, Ascetismo e Libertação), A Religião, A Política e O Homem e a Sociedade.

    O ataque da ciência à teologia, a denúncia socialista da pobreza e da guerra, a tensão biológica pela sobrevivência, contribuíram para que o filósofo conquistasse finalmente a fama.

    Arthur Schopenhauer faleceu em Frankfurt, Alemanha, no dia 21 de setembro de 1860.

    Nascimento: 22 de fevereiro de 1788, Gdansk, Polônia

    Falecimento: 21 de setembro de 1860, Cidade Livre de Frankfurt

    Reflexão 07 de Julho 23 – Foz em Destaque

  • Reflexão Diária: 06 de Julho

    Pensamento ou Reflexão do dia 06 de Julho 23

    “É necessário que ao menos uma vez na vida você duvide, tanto quanto possível, de todas as coisas”

    René Descartes

    René Descartes foi um filósofo, físico e matemático francês. Autor da frase: “Penso, logo existo”. Considerado o criador do pensamento cartesiano, sistema filosófico que deu origem à Filosofia Moderna.

    Ademais, sua preocupação era com a ordem e a clareza. Propôs fazer uma filosofia que nunca acreditasse no falso, fundamentada na única e exclusivamente na verdade.

    Ademais, René du Perron Descartes nasceu em La Hayne, antiga província de Touraine, hoje Descartes, na França, no dia 31 de março de 1596. Ademais, seu pai, Joachim Descartes, era advogado e juiz, proprietário de terras, com o título de escudeiro, primeiro grau de nobreza. Era também conselheiro no Parlamento de Rennes na vizinha cidade de Bretanha.

    Pensamento Cartesiano

    René Descartes fundou o sistema filosófico denominado “Racionalismo” ou “Pensamento Cartesiano” (o termo vem de Cartesius, nome alatinado de Descartes). Além disso, segundo ele, se o homem pretende investigar a verdade, deve examinar seu próprio intelecto, o conhecimento é o mesmo para todos os objetos e o universo espiritual, contém o universo cognitivo da coisa em si.

    Além disso, Descartes parte do ponto de vista, de que na vida se deve duvidar, por princípio, de todas as opiniões recebidas. O fundamento de que parte não é outro senão a autoconsciência.

    O Discurso Sobre o Método

    Além disso, o principal obra de Descartes, “O Discurso Sobre o Método”, é um tratado matemático e filosófico, publicado na França em 1637 e traduzida para o latim em 1656, na qual apresenta o seu método de raciocínio, “Penso, logo existo”, base de toda a sua filosofia e do futuro “racionalismo científico”. Nessa obra expõe quatro regras para se chegar ao conhecimento:

    • Nada é verdadeiro até que venha a ser reconhecido como tal.
    • Os problemas precisam ser analisados e resolvidos sistematicamente.
    • As considerações devem partir do mais simples para o mais complexo.
    • O processo deve ser revisto do começo ao fim para que nada importante seja omitido.

    René Descartes o consideram o pai do racionalismo e ao mesmo tempo, o fundador da moderna metodologia da ciência em sentido crítico. Em 1649, convidado para trabalhar como instrutor da rainha Cristina na Suécia, já com uma saúde frágil. 

    Nascimento: 31 de março de 1596, Descartes, França

    Falecimento: 11 de fevereiro de 1650, Estocolmo, Suécia

    Reflexão 06 de Julho 23 – Foz em Destaque

  • Reflexão Diária: 05 de Julho

    Pensamento ou Reflexão do dia 05 de Julho 23

    “Não há mais porta, mas também não tenho mais vontade de entrar.”

    Chico Buarque

    Chico Buarque de Holanda (1944) é músico, dramaturgo e escritor brasileiro. Revelou-se ao público quando ganhou com a música A Banda, interpretada por Nara Leão, o primeiro Festival de Música Popular Brasileira. Chico logo conquistou reconhecimento de críticos e público.

    Além disso, compositor e cantor, Chico também é escritor com uma série de livros lançados e traduzidos. Em 2019, ele recebeu o Prêmio Camões (31.ª edição) pelas obras publicadas. 

    Ademais, no universo da música fez parceria com compositores e intérpretes de grande destaque entre eles: Vinícios de Moraes, Antônio Carlos Jobim (Tom Jobim), Toquinho, Baden Powell, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Edu Lobo e Francis Hime.

    Infância e juventude

    Francisco Buarque de Holanda, mais conhecido como Chico Buarque de Holanda, nasceu no Rio de Janeiro. Ele é filho do historiador Sérgio Buarque de Holanda e da pianista Maria Amélia Cesário Alvim.

    Além disso, em 1946, a família muda-se para São Paulo, onde seu pai é nomeado diretor do Museu do Ipiranga.

    Ademais, em 1953, Chico e a família vão morar na Itália, onde Sérgio Buarque vai dar aulas na Universidade de Roma.

    Em 1963, Chico Buarque ingressa no curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, onde participa de movimentos estudantis.

    Ditadura militar

    O cantor e compositor participou da passeata dos cem mil, contra a repressão do regime militar.

    Durante os anos de chumbo teve várias músicas censuradas, ameaçado também, tendo se exilado na Itália em 1969.

    Suas canções denunciavam aspectos sociais e culturais da época. Sua volta ao Brasil, em 1970, comemou-se com manifestações de amigos e admiradores.

    Nascimento: 19 de junho de 1944 (idade 79 anos), Catete, Rio de Janeiro

    Reflexão 05 de Julho 23 – Foz em Destaque

  • Reflexão Diária: 04 de Julho

    Pensamento ou Reflexão do dia 04 de Julho 23

    “A democracia é o governo do povo, pelo povo, para o povo.”

    Abraham Lincoln

    Abraham Lincoln (1809-1865) foi presidente dos Estados Unidos da América. Decretou a emancipação dos escravos. Foi considerado um dos inspiradores da moderna democracia e tornou-se uma das maiores figuras da história americana. Defendia a causa dos pobres e humildes.

    Infância e Juventude

    Abraham Lincoln nasceu em Hodgenville, Kentucky, Estados Unidos, no dia 12 de fevereiro de 1809. Filho dos camponeses Thomas Lincoln e Nancy Lincoln, quando pequeno viveu numa casa de madeira à beira da floresta. Frequentou a escola durante um ano, quando, em 1816, sua família mudou-se para Indiana em busca de melhor condição de trabalho.

    Com sete anos, Lincoln já trabalhava no campo. Ficou órfão de mãe aos nove anos de idade. Seu pai casou-se com Sarah Bush Johnston, viúva e mãe de três filhos, que ficou responsável por sua instrução.

    Além disso, Abraham Lincoln teve vários empregos, foi lenhador, trabalhou numa serraria, foi barqueiro, balconista e chefe dos Correios da Aldeia de Salém em Illinois. Como barqueiro, em 1831, navegava pelos rios Mississipi e Ohio transportando mercadorias.

    Ademais, nas horas vagas, Lincoln se dedicava à leitura de livros que pedia aos amigos e vizinhos. Participou como Capitão voluntário na luta contra os índios no sul do Estado. Foi chefe dos correios e trabalhou na demarcação de terras para o governo.

    Início na Política

    Filiado ao partido conservador (Whig), entre 1834 e 1840, foi eleito quatro vezes para a assembleia estadual, onde defendeu grandes projetos para a construção de ferrovias, rodovias e canais. Em 1836, foi aprovado em exame para o curso de direito. Depois de formado, tornou-se um advogado muito popular, defendendo as causas dos pobres e humildes.

    Em 1837, sua família mudou-se para Springfield, Illinois. Em 1842, casou-se com Mary Todd. Nessa época, embora considerasse a escravidão uma injustiça social, temia que a abolição dificultasse a administração do país.

    Além disso, em 1846, elegeu-se Deputado Federal por Illinois, quando propôs a emancipação gradativa para os escravos, o que desagradou tanto aos abolicionistas quanto aos defensores da escravidão.

    Se opôs a invasão de terras no México, mas no fim do conflito as novas terras anexaram-se aos Estados Unidos. Sua posição o fez perder muitos votos. Lincoln fazia campanha para que essas novas terras ficassem livres da escravidão.

    Concorreu para o senado, mas derrotado, o que o afastou da política durante cinco anos. Seus discursos e debates em torno da escravidão os tornou conhecido e popular. Em 1854, participou da fundação do Partido Republicano e se tornou seu primeiro presidente.

    Nascimento: 12 de fevereiro de 1809, Condado de LaRue, Kentucky, EUA

    Assassinato: 15 de abril de 1865, Casa Petersen, Washington, D.C., EUA

    Reflexão 04 de Julho 23 – Foz em Destaque

  • Reflexão Diária: 03 de Julho

    Pensamento ou Reflexão do dia 03 de Julho 23

    “A melhor maneira de ser feliz é contribuir para a felicidade dos outros.”

    Confúcio

    Confúcio (551- 479 a.C.) foi um filósofo chinês, cujas ideias serviram de norma de comportamento à sociedade chinesa durante mais de dois mil anos e exerceu grande influência sobre toda a cultura da Ásia Oriental.

    Confúcio ou K’ung Fu-tsu nasceu no Estado feudal de Lu (atual província de Shantung), na China, no ano de 551 a.C. Sua família era descendente dos Shag – a segunda dinastia da China antiga – mas viviam sem recursos.

    Órfão aos três anos de idade cresceu em um ambiente de pobreza o que não lhe permitiu ter mestres regulares durante a infância. Demonstrou desde cedo um espírito profundamente religioso e aprendeu sozinho, as letras, a arte dos arqueiros e a música.

    Com 19 anos, Confúcio casou-se e logo depois foi nomeado para um cargo administrativo de seu Estado, destacando-se pelo zelo e eficiência que desempenhou a função.

    As ideias de Confúcio

    Na China do século VI a.C. não havia leis gerais ou autoridades reconhecidas. Prevalecia um estado de constante anarquia, de absoluta falta de segurança.

    O contato diário com a miséria sensibilizava Confúcio e o desejo de ambicionar posições de destaque, vai sendo substituído pelo desejo de ajudar a melhorar a vida de seu povo.

    Dedicou-se então a difundir entre os jovens os princípios filosóficos e morais que tinha elaborado. Criou uma escola para jovens com a finalidade de instruí-los nos princípios da justiça e do bom governo.

    Os primeiros alunos eram seus amigos, muitos de sua própria idade. Fascinados com seus ensinamentos, buscavam novos alunos e aos poucos Confúcio se tornava um mestre famoso e respeitado.

    Nunca rejeitava um aluno, por mais humilde que fosse desde que mostrasse ser inteligente e esforçado. Seu ideal era ver um mundo onde a guerra e a miséria fossem substituídas pela paz, boa vontade e felicidade.

    Seus alunos o chamavam de “K’ung Fu-tsu (o mestre K’ung)”. Posteriormente, o mundo ocidental passou a chama-lo de Confúcio.

    Confúcio pretendia ascender a um cargo administrativo no qual pudesse por em prática suas ideias, mas os governantes as considerava muito perigosas.

    O mestre desenvolve uma técnica de ensino revolucionária para a época. Por meio do diálogo informal, com pequenos grupos, formou numerosos discípulos.

    Nascimento: Qufu, Jining, China

    Falecimento: Lu

    Reflexão 03 de Julho 23 – Foz em Destaque

  • Reflexão Diária: 02 de Julho

    Pensamento ou Reflexão do dia 02 de Julho 23

    “Tua tarefa única na terra é esta: salvar almas.”

    John Wesley

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    John Wesley foi um reverendo anglicano e teólogo britânico. Foi o líder e precursor do Movimento Metodista ocorrido na Inglaterra no século XVIII.

    John Wesley nasceu em Epworth, na Inglaterra, no dia 17 de junho de 1703. Filho de um sacerdote anglicano foi o décimo quinto filho de uma família de dezenove irmãos.

    Estudou durante seis anos na escola de Charterhouse, em Londres. Em 1720 foi para a Christ Church College, em Oxford. Em 1726 elegeram-no membro da Lincoln College.

    John Wesley ordenou-se diácono para o Ministério Anglicano, em 1728, e passou a acompanhar seu pai na direção da Igreja Anglicana.

    Os Metodistas

    Em Oxford, Wesley se reunia com um grupo de estudantes, entre eles, seu irmão Charles Wesley e o pastor Jorge Whitefield, com a finalidade de estudar as Escrituras e praticar a religião com fidelidade.

    Logo John Wesley assumiu a liderança do grupo, no entanto, cujas atividades religiosas incluíam, várias práticas devotas, como comungar uma vez por semana, orar diariamente, além de reservar três horas diárias para estudar a Bíblia. 

    Então, passou a fazer pregações, onde reunia um grande número de pessoas na Inglaterra e na Irlanda. Em suma, fez campanhas para diversas questões sociais, entre elas, a reforma do sistema educacional e prisional.

    Ruptura com a Igreja Anglicana

    Apesar de Wesley ter a intenção de permanecer como membro da Igreja Anglicana, em 1740, o bispo de Londres negou-se a ordenar fiéis para atuarem nos Estados Unidos. Wesley chamou para si essa missão.

    Quando excluiram os seus seguidores da comunhão, ele passou a administrar a comunhão durante as suas reuniões.

    Seus trabalhos logo foram difundidos em vários países. Principalmente nos Estados Unidos e na Inglaterra, reunindo milhares de integrantes, deixando um legado de 300 pregadores itinerantes e mil pregadores locais.

    Só após a morte de Wesley, a Igreja Metodista se organizou como Igreja propriamente formada. Primeiro nos Estados Unidos e depois na Inglaterra.

    Nascimento: 28 de junho de 1703, Epworth, Reino Unido

    Falecimento: 2 de março de 1791, Londres, Reino Unido

    Reflexão 02 de Julho 23 – Foz em Destaque

  • Reflexão Diária: 01 de Julho

    Pensamento ou Reflexão do dia 01 de Julho 23

    “Humor não é um estado de espírito, mas uma visão de mundo.”

    Ludwig Wittgenstein

    Ludwig Wittgenstein (1889-1951) foi um filósofo austríaco que contribuiu com colocações inovadoras para a filosofia moderna, nos campos da lógica, da filosofia da linguagem e da mente.

    Ludwig Wittgenstein nasceu em Viena, na Áustria, no dia 26 de abril de 1889. Filho de rica família, em 1906, ingressou na Techinsche Hochschule de Berlim. Em 1908 entrou na Universidade de Manchester, com o objetivo de estudar engenharia aeronáutica.

    Logo desistiu do curso e por influência de Gottlob Frege, matemático e filósofo alemão e um dos criadores da lógica moderna, inscreve-se no curso do filósofo britânico, Bertrand Russell, no Trinity College, em Cambridge. Em 1913 mudou-se para a Noruega onde se dedicou ao estudo de lógica.

    Ademais, em 1914, quando eclodiu a Primeira Guerra Mundial, alistou-se como voluntário no exército austríaco, sendo enviado para a linha de frente na Rússia e na Itália. Em 1918 foi ferido e preso pelos italianos e só libertado em 1919. Nessa época, escreveu o esboço de sua principal obra, resultado de seus debates com Russel, intitulada “Tratado Lógico-Filosófico”.

    Em 1919, após o falecimento de seu pai, renunciou a herança e assumiu o cargo de professor em uma pequena escola primária na Baixa Áustria. Nessa época, elaborou um dicionário ortográfico para o ensino infantil. Em 1921 publicou “Tractatus Logico-Philosophicus” (Tratado Lógico-Filosófico), em alemão e traduzido para o inglês no ano seguinte.

    Além disso, em 1926, em razão de seu estilo rigoroso, demostrando pouca paciência com as crianças que não conseguiam acompanhar seu raciocínio, os pais dos alunos pediram seu afastamento da escola. Em seguida, trabalhou como jardineiro em um monastério nas proximidades de Viena.

    Doutorado

    Nesse mesmo ano concluiu o doutorado, apresentando como tese o próprio “Tractatus Logico-Philosophicus”, sob a orientação de Ramsey. A partir de 1930 passou a lecionar na mesma universidade.

    No contexto de seus debates com o Círculo de Viana, aos poucos, Ludwig Wittgenstein foi percebendo erros e equívocos graves em sua primeira obra, e começou a escrever “As Investigações Filosóficas”, publicada postumamente em 1953, numa edição bilíngue alemão/inglês.

    Ademais, em 1939, Ludwig Witttgenstein foi naturalizado cidadão britânico. Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) ofereceu-se como voluntário para os serviços de saúde e trabalhou no Guy’s Hospital. Dois anos depois da Guerra, demitiu-se da Universidade, passando a viver entre a Irlanda, Oxford e Cambridge.

    Além disso, a filosofia de Wittgenstein foi dividida em dois períodos: o primeiro, denominado Wittgenstein I, é o período anterior a 1929, que corresponde ao “Tratado Lógico-Filosófico”, e a enorme influência que exerceu sobre o Círculo de Viena.

    Além disso, o segundo, denominado Wittgenstein II, é o período posterior a 1930 e correspondente às “Investigações Filosóficas”, que exerceram grande influência sobre a filosofia analítica em geral, e sobre as escolas de Cambridge e de Oxford.

    Ludwig Wittgenstein faleceu em Cambridge, Inglaterra, no dia 29 de abril de 1951.

    Nascimento: 26 de abril de 1889, Viena, Áustria

    Falecimento: 29 de abril de 1951, Cambridge, Reino Unido

    Reflexão 01 de Julho 23 – Foz em Destaque

  • Reflexão Diária: 14 de Junho

    Pensamento ou Reflexão do dia 14 de Junho 23

    “O meu desejo é que conseguisse eliminar todos os pensamentos que envenenam a minha felicidade, mas eu tiro uma espécie de prazer ao ser indulgente com eles.”

    Frederic Chopin

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    Frédéric Chopin, foi um músico polonês, radicado na França, considerado um dos mais importantes compositores para piano. 

    Essencialmente pianístico, é autor  de prelúdios, noturnos, sonatas, baladas, concertos, sendo admirado no mundo inteiro.

    Frédéric François Chopin (Frederyk  Franciszek Chopin, em polonês) nasceu em Zelazowa Wola, na Polônia, provavelmente no dia 22 de fevereiro de 1810. Apelidado pela família de “Fricek.”

    Seu pai, Nicolas Chopin, neto de imigrantes franceses, era capitão do exército rebelde e professor de francês. Sua mãe, a pianista polonesa Tekla Justina, era de origem aristocrática.

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    Chopin em Paris

    Chopin resolveu seguir para a França. No caminho, passou por Linz, Salzburgo, na Áustria. Demorou-se em Munique e seguiu para Stuttgart na Alemanha, onde saube que na Polônia o levante não teve êxito, e diversas pessoas foram levadas para as prisões na Sibéria.

    Sob o impacto desse desgosto e quase sem dinheiro, ele escreveu o “Opus 10”, posteriormente conhecido como “Revolucionário”.

    Ademais, ao chegar em Paris, o pianista traduziu seu nome para Frédéric François Chopin. Com uma carta de apresentação que levara para Ferdinand Paer, logo apresentado aos mais destacados músicos da cidade.

    Kalkbrenner, apesar de lhe indicar mais três anos de estudo, o levou para uma das mais famosas salas de concerto de Paris.

    Com a colaboração do pianista Hiller e o violoncelista Franchomme, Chopin organiza sua primeira apresentação pública na França. Assim, em fevereiro de 1832, Chopin se apresenta em um concerto coletivo com mais cinco pianistas.

    Depois, Chopin demonstrou seu estilo, sutil e delicado. O público explodiu em aplausos, e artistas como Franz Liszt e Mendelssohn o cumprimentaram efusivamente.

    Além disso, chopin volta aos salões aristocráticos e passa a dar aulas para as pessoas mais ricas de Paris. Depois da penúria, instala-se em um luxuoso apartamento, compra carruagem, contrata cocheiro e criados.

    Em 1833, publica numerosas criações, mas muitas ficam na gaveta, por cobrar preços exagerados. Essas obras só foram publicadas após sua morte.

    São desse período as “Cinco Mazurcas, Opus 7”, o “Trio para Piano, Violino e Violoncelo” e os “Três Noturnos, Opus 9”.

    Nascimento: 1 de março de 1810, Żelazowa Wola, Polônia

    Falecimento: 17 de outubro de 1849, Paris, França

    Reflexão 14 de Junho 23 – Foz em Destaque