Category: Reflexão do Dia

Reflexões e pensamentos.

  • Reflexão Diária: 05 de Julho

    Pensamento ou Reflexão do dia 05 de Julho 23

    “Não há mais porta, mas também não tenho mais vontade de entrar.”

    Chico Buarque

    Chico Buarque de Holanda (1944) é músico, dramaturgo e escritor brasileiro. Revelou-se ao público quando ganhou com a música A Banda, interpretada por Nara Leão, o primeiro Festival de Música Popular Brasileira. Chico logo conquistou reconhecimento de críticos e público.

    Além disso, compositor e cantor, Chico também é escritor com uma série de livros lançados e traduzidos. Em 2019, ele recebeu o Prêmio Camões (31.ª edição) pelas obras publicadas. 

    Ademais, no universo da música fez parceria com compositores e intérpretes de grande destaque entre eles: Vinícios de Moraes, Antônio Carlos Jobim (Tom Jobim), Toquinho, Baden Powell, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Edu Lobo e Francis Hime.

    Infância e juventude

    Francisco Buarque de Holanda, mais conhecido como Chico Buarque de Holanda, nasceu no Rio de Janeiro. Ele é filho do historiador Sérgio Buarque de Holanda e da pianista Maria Amélia Cesário Alvim.

    Além disso, em 1946, a família muda-se para São Paulo, onde seu pai é nomeado diretor do Museu do Ipiranga.

    Ademais, em 1953, Chico e a família vão morar na Itália, onde Sérgio Buarque vai dar aulas na Universidade de Roma.

    Em 1963, Chico Buarque ingressa no curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, onde participa de movimentos estudantis.

    Ditadura militar

    O cantor e compositor participou da passeata dos cem mil, contra a repressão do regime militar.

    Durante os anos de chumbo teve várias músicas censuradas, ameaçado também, tendo se exilado na Itália em 1969.

    Suas canções denunciavam aspectos sociais e culturais da época. Sua volta ao Brasil, em 1970, comemou-se com manifestações de amigos e admiradores.

    Nascimento: 19 de junho de 1944 (idade 79 anos), Catete, Rio de Janeiro

    Reflexão 05 de Julho 23 – Foz em Destaque

  • Reflexão Diária: 04 de Julho

    Pensamento ou Reflexão do dia 04 de Julho 23

    “A democracia é o governo do povo, pelo povo, para o povo.”

    Abraham Lincoln

    Abraham Lincoln (1809-1865) foi presidente dos Estados Unidos da América. Decretou a emancipação dos escravos. Foi considerado um dos inspiradores da moderna democracia e tornou-se uma das maiores figuras da história americana. Defendia a causa dos pobres e humildes.

    Infância e Juventude

    Abraham Lincoln nasceu em Hodgenville, Kentucky, Estados Unidos, no dia 12 de fevereiro de 1809. Filho dos camponeses Thomas Lincoln e Nancy Lincoln, quando pequeno viveu numa casa de madeira à beira da floresta. Frequentou a escola durante um ano, quando, em 1816, sua família mudou-se para Indiana em busca de melhor condição de trabalho.

    Com sete anos, Lincoln já trabalhava no campo. Ficou órfão de mãe aos nove anos de idade. Seu pai casou-se com Sarah Bush Johnston, viúva e mãe de três filhos, que ficou responsável por sua instrução.

    Além disso, Abraham Lincoln teve vários empregos, foi lenhador, trabalhou numa serraria, foi barqueiro, balconista e chefe dos Correios da Aldeia de Salém em Illinois. Como barqueiro, em 1831, navegava pelos rios Mississipi e Ohio transportando mercadorias.

    Ademais, nas horas vagas, Lincoln se dedicava à leitura de livros que pedia aos amigos e vizinhos. Participou como Capitão voluntário na luta contra os índios no sul do Estado. Foi chefe dos correios e trabalhou na demarcação de terras para o governo.

    Início na Política

    Filiado ao partido conservador (Whig), entre 1834 e 1840, foi eleito quatro vezes para a assembleia estadual, onde defendeu grandes projetos para a construção de ferrovias, rodovias e canais. Em 1836, foi aprovado em exame para o curso de direito. Depois de formado, tornou-se um advogado muito popular, defendendo as causas dos pobres e humildes.

    Em 1837, sua família mudou-se para Springfield, Illinois. Em 1842, casou-se com Mary Todd. Nessa época, embora considerasse a escravidão uma injustiça social, temia que a abolição dificultasse a administração do país.

    Além disso, em 1846, elegeu-se Deputado Federal por Illinois, quando propôs a emancipação gradativa para os escravos, o que desagradou tanto aos abolicionistas quanto aos defensores da escravidão.

    Se opôs a invasão de terras no México, mas no fim do conflito as novas terras anexaram-se aos Estados Unidos. Sua posição o fez perder muitos votos. Lincoln fazia campanha para que essas novas terras ficassem livres da escravidão.

    Concorreu para o senado, mas derrotado, o que o afastou da política durante cinco anos. Seus discursos e debates em torno da escravidão os tornou conhecido e popular. Em 1854, participou da fundação do Partido Republicano e se tornou seu primeiro presidente.

    Nascimento: 12 de fevereiro de 1809, Condado de LaRue, Kentucky, EUA

    Assassinato: 15 de abril de 1865, Casa Petersen, Washington, D.C., EUA

    Reflexão 04 de Julho 23 – Foz em Destaque

  • Reflexão Diária: 03 de Julho

    Pensamento ou Reflexão do dia 03 de Julho 23

    “A melhor maneira de ser feliz é contribuir para a felicidade dos outros.”

    Confúcio

    Confúcio (551- 479 a.C.) foi um filósofo chinês, cujas ideias serviram de norma de comportamento à sociedade chinesa durante mais de dois mil anos e exerceu grande influência sobre toda a cultura da Ásia Oriental.

    Confúcio ou K’ung Fu-tsu nasceu no Estado feudal de Lu (atual província de Shantung), na China, no ano de 551 a.C. Sua família era descendente dos Shag – a segunda dinastia da China antiga – mas viviam sem recursos.

    Órfão aos três anos de idade cresceu em um ambiente de pobreza o que não lhe permitiu ter mestres regulares durante a infância. Demonstrou desde cedo um espírito profundamente religioso e aprendeu sozinho, as letras, a arte dos arqueiros e a música.

    Com 19 anos, Confúcio casou-se e logo depois foi nomeado para um cargo administrativo de seu Estado, destacando-se pelo zelo e eficiência que desempenhou a função.

    As ideias de Confúcio

    Na China do século VI a.C. não havia leis gerais ou autoridades reconhecidas. Prevalecia um estado de constante anarquia, de absoluta falta de segurança.

    O contato diário com a miséria sensibilizava Confúcio e o desejo de ambicionar posições de destaque, vai sendo substituído pelo desejo de ajudar a melhorar a vida de seu povo.

    Dedicou-se então a difundir entre os jovens os princípios filosóficos e morais que tinha elaborado. Criou uma escola para jovens com a finalidade de instruí-los nos princípios da justiça e do bom governo.

    Os primeiros alunos eram seus amigos, muitos de sua própria idade. Fascinados com seus ensinamentos, buscavam novos alunos e aos poucos Confúcio se tornava um mestre famoso e respeitado.

    Nunca rejeitava um aluno, por mais humilde que fosse desde que mostrasse ser inteligente e esforçado. Seu ideal era ver um mundo onde a guerra e a miséria fossem substituídas pela paz, boa vontade e felicidade.

    Seus alunos o chamavam de “K’ung Fu-tsu (o mestre K’ung)”. Posteriormente, o mundo ocidental passou a chama-lo de Confúcio.

    Confúcio pretendia ascender a um cargo administrativo no qual pudesse por em prática suas ideias, mas os governantes as considerava muito perigosas.

    O mestre desenvolve uma técnica de ensino revolucionária para a época. Por meio do diálogo informal, com pequenos grupos, formou numerosos discípulos.

    Nascimento: Qufu, Jining, China

    Falecimento: Lu

    Reflexão 03 de Julho 23 – Foz em Destaque

  • Reflexão Diária: 02 de Julho

    Pensamento ou Reflexão do dia 02 de Julho 23

    “Tua tarefa única na terra é esta: salvar almas.”

    John Wesley

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    John Wesley foi um reverendo anglicano e teólogo britânico. Foi o líder e precursor do Movimento Metodista ocorrido na Inglaterra no século XVIII.

    John Wesley nasceu em Epworth, na Inglaterra, no dia 17 de junho de 1703. Filho de um sacerdote anglicano foi o décimo quinto filho de uma família de dezenove irmãos.

    Estudou durante seis anos na escola de Charterhouse, em Londres. Em 1720 foi para a Christ Church College, em Oxford. Em 1726 elegeram-no membro da Lincoln College.

    John Wesley ordenou-se diácono para o Ministério Anglicano, em 1728, e passou a acompanhar seu pai na direção da Igreja Anglicana.

    Os Metodistas

    Em Oxford, Wesley se reunia com um grupo de estudantes, entre eles, seu irmão Charles Wesley e o pastor Jorge Whitefield, com a finalidade de estudar as Escrituras e praticar a religião com fidelidade.

    Logo John Wesley assumiu a liderança do grupo, no entanto, cujas atividades religiosas incluíam, várias práticas devotas, como comungar uma vez por semana, orar diariamente, além de reservar três horas diárias para estudar a Bíblia. 

    Então, passou a fazer pregações, onde reunia um grande número de pessoas na Inglaterra e na Irlanda. Em suma, fez campanhas para diversas questões sociais, entre elas, a reforma do sistema educacional e prisional.

    Ruptura com a Igreja Anglicana

    Apesar de Wesley ter a intenção de permanecer como membro da Igreja Anglicana, em 1740, o bispo de Londres negou-se a ordenar fiéis para atuarem nos Estados Unidos. Wesley chamou para si essa missão.

    Quando excluiram os seus seguidores da comunhão, ele passou a administrar a comunhão durante as suas reuniões.

    Seus trabalhos logo foram difundidos em vários países. Principalmente nos Estados Unidos e na Inglaterra, reunindo milhares de integrantes, deixando um legado de 300 pregadores itinerantes e mil pregadores locais.

    Só após a morte de Wesley, a Igreja Metodista se organizou como Igreja propriamente formada. Primeiro nos Estados Unidos e depois na Inglaterra.

    Nascimento: 28 de junho de 1703, Epworth, Reino Unido

    Falecimento: 2 de março de 1791, Londres, Reino Unido

    Reflexão 02 de Julho 23 – Foz em Destaque

  • Reflexão Diária: 01 de Julho

    Pensamento ou Reflexão do dia 01 de Julho 23

    “Humor não é um estado de espírito, mas uma visão de mundo.”

    Ludwig Wittgenstein

    Ludwig Wittgenstein (1889-1951) foi um filósofo austríaco que contribuiu com colocações inovadoras para a filosofia moderna, nos campos da lógica, da filosofia da linguagem e da mente.

    Ludwig Wittgenstein nasceu em Viena, na Áustria, no dia 26 de abril de 1889. Filho de rica família, em 1906, ingressou na Techinsche Hochschule de Berlim. Em 1908 entrou na Universidade de Manchester, com o objetivo de estudar engenharia aeronáutica.

    Logo desistiu do curso e por influência de Gottlob Frege, matemático e filósofo alemão e um dos criadores da lógica moderna, inscreve-se no curso do filósofo britânico, Bertrand Russell, no Trinity College, em Cambridge. Em 1913 mudou-se para a Noruega onde se dedicou ao estudo de lógica.

    Ademais, em 1914, quando eclodiu a Primeira Guerra Mundial, alistou-se como voluntário no exército austríaco, sendo enviado para a linha de frente na Rússia e na Itália. Em 1918 foi ferido e preso pelos italianos e só libertado em 1919. Nessa época, escreveu o esboço de sua principal obra, resultado de seus debates com Russel, intitulada “Tratado Lógico-Filosófico”.

    Em 1919, após o falecimento de seu pai, renunciou a herança e assumiu o cargo de professor em uma pequena escola primária na Baixa Áustria. Nessa época, elaborou um dicionário ortográfico para o ensino infantil. Em 1921 publicou “Tractatus Logico-Philosophicus” (Tratado Lógico-Filosófico), em alemão e traduzido para o inglês no ano seguinte.

    Além disso, em 1926, em razão de seu estilo rigoroso, demostrando pouca paciência com as crianças que não conseguiam acompanhar seu raciocínio, os pais dos alunos pediram seu afastamento da escola. Em seguida, trabalhou como jardineiro em um monastério nas proximidades de Viena.

    Doutorado

    Nesse mesmo ano concluiu o doutorado, apresentando como tese o próprio “Tractatus Logico-Philosophicus”, sob a orientação de Ramsey. A partir de 1930 passou a lecionar na mesma universidade.

    No contexto de seus debates com o Círculo de Viana, aos poucos, Ludwig Wittgenstein foi percebendo erros e equívocos graves em sua primeira obra, e começou a escrever “As Investigações Filosóficas”, publicada postumamente em 1953, numa edição bilíngue alemão/inglês.

    Ademais, em 1939, Ludwig Witttgenstein foi naturalizado cidadão britânico. Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) ofereceu-se como voluntário para os serviços de saúde e trabalhou no Guy’s Hospital. Dois anos depois da Guerra, demitiu-se da Universidade, passando a viver entre a Irlanda, Oxford e Cambridge.

    Além disso, a filosofia de Wittgenstein foi dividida em dois períodos: o primeiro, denominado Wittgenstein I, é o período anterior a 1929, que corresponde ao “Tratado Lógico-Filosófico”, e a enorme influência que exerceu sobre o Círculo de Viena.

    Além disso, o segundo, denominado Wittgenstein II, é o período posterior a 1930 e correspondente às “Investigações Filosóficas”, que exerceram grande influência sobre a filosofia analítica em geral, e sobre as escolas de Cambridge e de Oxford.

    Ludwig Wittgenstein faleceu em Cambridge, Inglaterra, no dia 29 de abril de 1951.

    Nascimento: 26 de abril de 1889, Viena, Áustria

    Falecimento: 29 de abril de 1951, Cambridge, Reino Unido

    Reflexão 01 de Julho 23 – Foz em Destaque

  • Reflexão Diária: 30 de Junho

    Pensamento ou Reflexão do dia 30 de Junho 23

    “Não considere nenhuma prática como imutável. Mude e esteja pronto a mudar novamente. Não aceite verdade eterna. Experimente.”

    Burrhus Frederic Skinner

    Burrhus Frederic Skinner foi um psicólogo norte-americano, seguidor do Behaviorismo de J. B. Watson, mas na década de 40, criou o Behaviorismo Radical com uma proposta filosófica sobre o comportamento humano.

    Burrhus Frederic Skinner nasceu em Susquehanna, Pensilvânia, Estados Unidos, no dia 20 de março de 1904. Filho de um advogado e de uma dona de casa desde cedo despertou o interesse sobre o comportamento dos animais.

    Ingressou no Hamilton College em Nova Iorque, com o objetivo de se tornar escritor. Em 1926 concluiu o bacharelado em Literatura Inglesa e Línguas Românicas. Durante dois anos se dedicou a escrever, mas concluiu que lhe faltava habilidades literárias.

    Em 1928, Skinner inscreveu-se no curso de pós-graduação em Psicologia pela Universidade de Harvard, embora nunca tenha estudado psicologia antes. Concluiu o mestrado em 1930 e o doutorado em 1931, permanecendo na Universidade, como pesquisador, até 1936.

    Nesse mesmo ano, casou-se com Yvonne Blue, com quem teve dois filhos. Ainda em 1936 começou a lecionar na Universidade de Minnesota, onde permaneceu durante nove anos. Entre 1945 e 1947 lecionou na Universidade de Indiana, onde se tornou presidente do Departamento de Psicologia. Em 1948 retornou para Harvard como professor titular.

    Teoria Comportamental

    Influenciado pela teoria dos reflexos condicionados de Pavlov e pelo estudo do comportamento de John B. Watson, Skinner acreditou que era possível explicar a conduta dos indivíduos como um conjunto de respostas fisiológicas condicionadas.

    Se dedicou ao estudo das possibilidades que ofereciam o controle científico da conduta mediante técnicas de reforço (estímulo do comportamento desejado). Para ele, a aprendizagem concentra-se na capacidade de estimular ou reprimir comportamentos, desejáveis ou indesejáveis.

    Além disso, seu encontro com o Behaviorismo de Watson o levou ao desenvolvimento de sua própria versão, o “Behaviorismo Radical”, que se definia contra causas internas (mentais) para explicar a conduta humana e negou também à realidade e a atuação dos elementos cognitivos, opondo-se a concepção de Watson. Para ele, o indivíduo era um ser único, homogêneo e não um todo construído de corpo e mente.

    Nascimento: 20 de março de 1904, Susquehanna Depot, Pensilvânia, EUA

    Falecimento: 18 de agosto de 1990, Cambridge, Massachusetts, EUA

    Reflexão 30 de Junho 23 – Foz em Destaque

  • Reflexão Diária: 15 de Julho

    Pensamento ou Reflexão do dia 15 de Julho 23

    “A beleza das coisas existe no espírito de quem as contempla.”

    David Hume

    David Hume foi um filósofo, historiador, ensaísta e diplomata escocês. Tornou-se conhecido por seu radical sistema filosófico baseado no empirismo, ceticismo e naturalismo.

    Considerado um dos mais importantes representantes do empirismo radical e um dos mais destacados filósofos modernos do Iluminismo.

    Acusado de herege pela Igreja Católica, relacionaram suas obras no “Índice dos Livros Proibidos”.

    David Hume nasceu em Edimburgo, Escócia no dia 7 de maio de 1711. Filho de um prestigiado advogado, desde jovem demostrou interesse pela filosofia e pelas artes.

    Além disso, em 1724, com apenas 13 anos, devido a sua precocidade intelectual, foi enviado pela família para cursar Direito na Universidade de Edimburgo. Depois de dois anos deixou a universidade e se viu obrigado a trabalhar.

    Ademais, ingressou no mundo do comércio e empregou-se em uma importadora de açúcar em Bristol, na Inglaterra. Nessa época, se dedicava à leitura de obras literárias, filosóficas e históricas, além de estudar matemática e ciências naturais.

    Em 1734, com o objetivo de se aprofundar nos estudos, David Hume viajou para a França. Entre 1734 e 1737 escreveu grande parte de seu “Tratado”.

    Além disso, em 1737 retornou à Inglaterra. Ademais, nessa época trabalhou como preceptor de um jovem marquês e depois como secretário do general James St. Clair, a quem acompanhou em uma missão diplomática em Viena e Turim.

    Teoria de David Hume

    Influenciado pelo empirismo de John Loock, Hume radicalizou e criou o “fenomenismo” – teoria filosófica que  contraria as crenças naturais e do sentido comum.

    Hume dizia que todo conhecimento só é possível através das percepções da experiência, percepções que podem ser “impressões”, dados diretos dos sentidos ou da consciência interna, ou “ideias”, que resultam da combinação de impressões.

    Segundo ele, existem ideias simples e compostas, essas últimas, produto da generalização, mas todas podem reduzir-se a uma associação de impressões, noções como a relação causa-efeito.

    Além disso, nessa linha de pensamento, Hume questionou a existência da alma. É a generalização de ideias simples que conduz à crença de que existe um “eu” pensante, idêntico a si mesmo.

    Segundo Hume, há somente um conjunto de conteúdos de consciência, sem substância que lhe sirva de suporte.

    A moralidade e a religião, por conseguinte, são apenas o resultado de costumes e hábitos. Devem basear-se no bem comum, que constitui o princípio fundamental da sociedade.

    Últimos anos

    Em 1756, Hume foi acusado de heresia e de ateísmo, sendo alvo de um processo mal sucedido de excomunhão.

    Considerado um herege, os livros de Hume foram condenados pela Igreja Católica, sendo incluídos no “Índice dos Livros Proibidos”.

    Além disso, depois de uma estada de três anos em Londres, em 1769, Hume retirou-se definitivamente para Edimburgo. Dedicou-se à revisão de sua obra e redigiu uma autobiografia, que só foi publicada após sua morte.

    Ademais, apesar da rejeição da Igreja e a recusa do mundo acadêmico, sua influência posterior na teoria do conhecimento influenciou filósofos e pensadores, como Immanuel Kant, John Mill, e Augusto Cont

    Nascimento: 7 de maio de 1711, Edimburgo, Reino Unido

    Falecimento: 25 de agosto de 1776, Edimburgo, Reino Unido

    Reflexão 15 de Julho 23 – Foz em Destaque

  • Reflexão Diária: 29 de Junho

    Pensamento ou Reflexão do dia 29 de Junho 23

    “A natureza deu-nos duas orelhas e uma só boca para nos advertir de que se impõe mais ouvir do que falar.”

    Zenão de Cítio

    A história do Estoicismo nasceu a partir de um naufrágio. Nada como começar a filosofia tendo que encarar um obstáculo, ou no caso uma tempestade, no caminho. 

    Zenão de Cítio (Cítio, por volta de 334 a.C. — Atenas, por volta de 262 a.C.) foi um filósofo da Grécia Antiga. Ele, que tinha origem fenícua, nasceu em Cítio, na ilha de Chipre. Ademais, por volta de 300 a.C., Zenão, que era comerciante, transportava uma carga preciosa: um pigmento púrpura extraído de caramujos marinhos.

    Com a tempestade, Zenão escapou mas viu seus produtos afundarem. Conta a história que após ter perdido tudo, Zenão vai para Atenas e busca conselhos no Oráculo de Delfos, no qual recebe o recado de uma sacerdotisa para “tomar a cor não de moluscos mortos, mas de homens mortos”, como relata Donald Robertson em seu livro sobre Marco Aurélio “Pense como um imperador”.

    Em Atenas

    Em Atenas, buscando entender o significado de tudo que havia ocorrido, segue para uma livraria e em um dos livros começa a ler sobre Sócrates. Zenão, então, entende o recado e decide seguir um homem como aquele, um filósofo. Perguntando ao livreiro onde poderia encontrar um filósofo, Zenão acaba por seguir Crates de Tebas, filósofo Cínico. Após duas décadas, Zenão fundou sua própria escola.

    ALém disso, Cinismo e Estoicismo são duas escolas filosóficas helenísticas. Diógenes de Sinope foi um dos fundadores do Cinismo, por volta de 380 a.C., e um de seus  membros mais conhecidos. Ele vivia em um barril e negava posses e normas da sociedade. Diógenes foi o professor de Crates de Tebas, que por sua vez foi o professor de Zenão de Cítio, o fundador do Estoicismo. Os cínicos defendiam um estilo de vida ascético. Crates foi casado com Hipárquia de Maroneia (350-30  a.C – 280 a.C), uma das mais notáveis ​​filósofas da antiguidade. 

    Nascimento: 334 a.C., Kition

    Falecimento: Atenas, Grécia

    Reflexão 29 de Junho 23 – Foz em Destaque

  • Reflexão Diária: 16 de Julho

    Pensamento ou Reflexão do dia 16 de Julho 23

    “A diferença entre o remédio e o veneno é a dose.”

    Paracelso 

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    Paracelso foi um médico, alquimista e filósofo suíço. Revolucionou a medicina de seu tempo ao anunciar alguns dos princípios que seriam resgatados no século XIX pela homeopatia.

    Médico inovador e criativo, preparou e aplicou muitos novos medicamentos, formados sobretudo de substâncias tóxicas como o arsênio, o mercúrio, o enxofre e o ópio.

    Biografia

    Philippus Aureolus Theophrastus Bombast von Hohenheim, conhecido como Paracelso, nasceu em Einseideln, na Suíça,  entre 10 e 14 de novembro de 1493. Formou-se em medicina em Viena e doutorou-se em Ferrara na Universidade de Basileia.

    Adotou o nome Paracelso, que para muitos significa “superior a Celso” (Aulo Cornélio Celso, famoso médico romano do século I). Para outros, vem do equivalente ao seu sobrenome alemão “Hohenheim”, “lugar alto”. Porém, o prefíxo grego pará ocorre com certa frequência nos escritos de Paracelso como sentido superlativo.

    Após uma estada em Tirol, quando se ocupou em pesquisar a natureza dos minerais, voltou para a Basileia, quando, em 1527, chamaram-no para ocupar uma cadeira no curso de medicina.

    Paracelso, com suas ideias inovadoras, opunha-se à medicina ensinada na época, baseada nas teses de Cláudio Galeno, Avicena e Rhazés. Afastado do cargo e viajou pela Europa, estudando e divulgando suas teorias.

    Precursor da homeopatia

    Paracelso pretendia que houvesse correspondência entre o mundo exterior e as diversas partes do organismo humano, e seguindo as lições dos alquimistas, no entanto, ensinava que o “mercúrio, o sal e o enxofre” eram os elementos principais do nosso corpo.

    Segundo ele, a predominância de um deles causaria determinada enfermidade. De suas observações surgiram métodos inovadores. Em 1530 fez a melhor descrição até então registrada da sífilis e assegurou que a doença podia ser curada com doses de mercúrio.

    Em 1536 publicou “Grande Tratado de Cirurgia”, que lhe trouxe fama e riqueza. Descobriu que a doença dos mineiros era silicose e não castigo divino, como se acreditava, e enunciou alguns dos princípios que seriam, no futuro, resgatados no século XIX por Hahnemann, fundador da homeopatia.

    Sempre perseguido, Paracelso encontrou refúgio em Salzburg onde permaneceu, graças à proteção do arcebispo Ernst, até seus últimos dias.

    Nascimento: Egg SZ, Einsiedeln, Suíça

    Falecimento: 24 de setembro de 1541, Salzburgo, Áustria

    Reflexão 14 de Julho 23 – Foz em Destaque

  • Reflexão Diária: 28 de Junho

    Pensamento ou Reflexão do dia 28 de Junho 23

    “Descubra quem você é, e seja essa pessoa. A sua alma foi colocada nesse mundo para ser isso, então viva essa verdade e todo o resto virá.”

    Ellen DeGeneres

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    A comediante Ellen DeGeneres nasceu em 26 de janeiro de 1958, em Metairie, Louisiana. O pai de Ellen DeGeneres, Elliot, era um vendedor de seguros, e sua mãe, Elizabeth Jane, era agente imobiliária. Eles se divorciaram oficialmente no início de 1974, e sua mãe se mudou para Atlanta, no Texas. DeGeneres se formou na Atlanta High School em 1976.

    Sem Medo da Vida

    Assumindo uma série de trabalhos variados, DeGeneres trabalhou em tudo que se possa imaginar, desde de auxiliar de escritório como em um restaurante que servia ostras, como garçonete. Eventualmente, os trabalhos braçais tornaram-se insatisfatórios, e DeGeneres e decidiu que queria fazer algo mais compatível com seus sonhos, que a realizaria mais pessoalmente.

    Constantemente chamada a realizar pontas para seus amigos, DeGeneres finalmente assumiu a rotina do palco. Ela debutou no Comédia Clyde’s Club, em Nova Orleans, onde obteve êxito em seus quadros. Além disso, durante este período, Ellen passou por uma das fases mais traumáticas da sua vida, quando seu namorado, Kat Perkoff a estava traindo e Ellen terminou o relacionamento. Alguns dias depois Kat veio a Eleen pedir que voltassem a namorar e foi ignorado por Ellen.

    Naquela mesma noite, em seu trajeto de volta para casa Ellen viu um acidente de carro na beira da estrada, mas como jamais pensaria que fosse alguém conhecido, passou direto e foi para casa dormir. No dia seguinte acordou com a notícia de que os destroços da noite anterior eram do carro de seu ex-namorado, Kat, morto no local.

    O Sucesso

    Definindo o seu caminho na televisão, DeGeneres foi caminhando em ascensão, definitivamente. No maior salto de sua carreira, sua marca particular de humor se transformou em sitcom própria, em 1994. Ademais, simplesmente intitulado Ellen, o espectáculo decorreu com sucesso de 1994 a 1998. Outras estrelas notáveis que fizeram parte do seu show incluíam Joely Fisher, Jeremy Piven, Bruce Campbell, e até mesmo Anne Heche, que apareceu em dois episódios.

    Recomeço

    Em setembro de 2003, DeGeneres lançou seu novo talk show, The Ellen DeGeneres Show. Ninguém poderia prever o grande sucesso que se tornaria. A vida pessoal de DeGeneres é incrivelmente devassada em público. Um romance com a atriz Anne Heche foi manchete em todos os tablóides, que custou o fim do namoro.

    Além disso, após o término de seu relacionamento, Ellen namorou, Portia de Rossi, vencedora de um reality show e com quem viria a se casar alguns anos depois.

    Nascimento: 26 de janeiro de 1958 (idade 65 anos), Metairie, Luisiana, EUA

    Reflexão 28 de Junho 23 – Foz em Destaque