Category: Reflexão do Dia

Reflexões e pensamentos.

  • Reflexão Diária: 02 de Junho

    Pensamento ou Reflexão do dia 02 de Junho 23

    “O interesse e o medo são o princípio da sociedade.”

    Thomas Hobbes.

    Thomas Hobbes foi um teórico político e filósofo inglês. Sua obra de maior destaque é “Leviatã”, um tratado político cuja ideia central é a defesa do absolutismo e a elaboração da tese do contrato social.

    Sua teoria a respeito da origem contratual do estado, exerceu grande influência no pensamento de Rousseau, Kant e dos enciclopedistas.

    Infância e Formação

    Thomas Hobbes nasceu em Westport, Inglaterra, no dia 5 de abril de 1588. Filho de um clérigo anglicano, vigário de Westport, teve uma infância marcada pelo medo da invasão da Inglaterra pelos espanhóis, na época da rainha Elizabeth I.

    Inculto e violento, após uma briga com outro clérigo na frente de sua igreja, seu pai abandonou sua esposa e os três filhos, deixando-os sob a tutela de seu irmão.

    Educado por seu tio, aos quatro anos, Hobbes ingressou na escola da igreja de Westport, em seguida, ingressou em uma escola particular. Aos 15 anos foi matriculado na Magdalen Hall da Universidade de Oxford, onde se formou, em 1608.

    Além disso, Thomas Hobbes teve toda sua vida ligada à monarquia inglesa. Tornou-se preceptor de William Cavendish, que viria a ser o segundo duque de Devonshire, ficando amigo da família por toda a vida.

    Ademais, como era hábito na época, ele viajou com seu aluno para a França e Itália, entre 1608 e 1610. Lá, ele descobriu que a filosofia de Aristóteles, que estudou em Oxford, estava sendo combatida e desacreditada devido às descobertas de Galileu e Kepler.

    Entre 1621 e 1625 secretariou Francis Bacon ajudando-o a traduzir alguns de seus ensaios para o latim.

    Em 1628, com a morte de seu aluno, Hobbes voltou a viajar como preceptor do filho de Sir Gervase Clifton. Durante sua estada na França, entre 1629 e 1631, Hobbes estudou Euclides e despertou o interesse pela matemática. Em 1631 foi chamado como preceptor de outro filho da família Cavendish.

    Além disso, 1634, acompanhado de seu novo aluno, fez a terceira viagem pelo continente, ocasião em que entrou em contato com o matemático e teólogo Marin Mersenne. Em 1636 esteve com Galileu e René Descartes, mas desdenhava do experimentalismo de Galilei como também do de Francis Bacon.

    Leviatã (1651)

    Ainda em Paris, em 1651, Hobbes publicou “Leviatã”, no qual defende a monarquia absolutista. A razão disto vem da visão que ele tinha da sociedade, segundo ele, sempre ameaçada por uma guerra civil, quando todos os seus integrantes vivem em uma situação de permanente conflito: “uma guerra de um contra todos e de todos entre si”.

    O estado da natureza, segundo ele, não tinha nada de harmonioso. O mundo antigo dos primeiros homens era um mundo de feras, onde “o verdadeiro lobo do homem era o próprio homem”.

    Além disso, para se chegar a uma sociedade civil era necessário que todos, por meio de um “contrato social”, concordassem em transferir as suas liberdades naturais a um só homem: o rei, somente ele deveria deter o monopólio da violência. Somente o rei deve ter poderes que lhe permitam impor sua vontade sobre todos para o bem geral da comunidade.

    Ademais, no seu ponto de vista, não existe o direito à propriedade, nem à vida, nem à liberdade, que não sejam garantidos pela autoridade real. Rebelar-se contra ela, significa regredir no reino animal, onde impera sempre a violência, pondo em risco as conquistas da civilização.

    A obra desagradou a Igreja Católica e o Governo Francês, por caracterizar-se radicalista e, sob essa pressão, deixou o país.

    Nascimento: 5 de abril de 1588, Malmesbury, Reino Unido

    Falecimento: 4 de dezembro de 1679, National Trust – Hardwick Hall, Reino Unido

    Reflexão 02 de Junho 23 – Foz em Destaque

  • Reflexão Diária: 18 de Junho

    Pensamento ou Reflexão do dia 18 de Junho 23

    “O paladar é uma extensão da inteligência.”

    Antonin Carême, Chef Francês

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    Marie-Antoine Carême, chamado de Antonin Carême, foi um chef de cozinha francês. Tornou-se conhecido pela simplificação e codificação do estilo de culinária chamado haute cuisine, ou alta gastronomia francesa, que é o centro da culinária da França. Famoso como o “chef dos reis e o rei dos chefs”, é certamente lembrado como o primeiro chef celebridade. 

    Sabe-se apenas que a sua família era muito numerosa, pois o casal tinha 15 a 25 filhos. Antonin viveu na casa paterna até aos 9 ou 12 anos, depois, segundo a tradição, o pai levou-o a um restaurante e, após pagar a conta, despediu-se do filho com estas terríveis palavras: “Este é o último dinheiro que posso gastar contigo.” Nunca mais se voltaram a ver.

    A alta-cozinha

    No auge do caos da Revolução Francesa. Trabalhou como auxiliar de cozinha em um restaurante barato parisiense, em troca de cama e comida. Entretanto, em 1798, tornou-se aprendiz de Sylvain Bailly, um famoso pâtissier, proprietário de uma loja próxima ao Palais-Royal. Bailly logo reconheceu seu talento e ambição.

    Ademais, Carême ganhou fama em Paris por suas pièces montées, composições elaboradas usadas como arranjos de centro, que Bailly exibia na vitrine da pastelaria. Essas peças eram altas e feitas de material comestível como açúcar, marzipã e massa. Pois ele as modelava como templos, pirâmides e ruínas antigas, extraindo referências de livros de arquitetura histórica, que lia na Bibliothèque Nationale.

    Utilizando seu conhecimento de arquitetura, combinado com sua genialidade culinária, alguns de seus trabalhos em açúcar eram tão elaborados que cortesãos podiam dançar sobre eles enquanto entretinham o rei.

    Trabalhou criando arranjos para o diplomata e gourmet francês Charles Maurice de Talleyrand-Périgord, e também para outros membros da alta sociedade parisiense, incluindo Napoleão.

    Embora famoso por sua indiferença com relação à comida, Napoleão entendia a importância das relações sociais no mundo da diplomacia. Em 1804, deu dinheiro a Talleyrand para a compra do Château de Valençay, uma vasta propriedade fora de Paris. O château deveria tornar-se uma espécie de centro de atividades diplomáticas. Quando Talleyrand mudou-se para lá, levou Carême consigo.

    Então, Talleyrand propôs um teste a Carême: criar um menu para o ano inteiro, sem repetição e usando apenas os produtos da estação. Carême passou no teste e completou seu treinamento na cozinha de Talleyrand. Dessa forma, após a queda de Napoleão, Carême foi para Londres e trabalhou como chef de cuisine para o Príncipe Regente, George IV. Retornando ao continente, serviu ao Czar Alexander I em São Petersburgo, antes de retornar à Paris, onde trabalhou como chef para o banqueiro James Mayer Rothschild.

    Nascimento: 8 de junho de 1784, Paris, França

    Falecimento: 12 de janeiro de 1833, Paris, França

    Reflexão 18 de Junho 23 – Foz em Destaque

  • Reflexão Diária: 04 de Junho

    Pensamento ou Reflexão do dia 04 de Junho 23

    “Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim.”

    Chico Xavier

    Chico Xavier foi um médium brasileiro, certamente, reconhecido como o maior psicógrafo de todos os tempos. Com 4 anos de idade já via e ouvia os espíritos e conversava com eles.

    Seu primeiro livro com 256 poemas, atribuídos a poetas mortos, publicado em 1932. Além disso, psicografou mais de 400 livros e doou os direitos autorais para a Federação Espírita.

    Primeira sessão em público

    Uma nova sede do Centro Espírita Luiz Gonzaga, embora construída no local onde se erguia a antiga casa de Maria João de Deus, mãe de Chico Xavier. Em 8 de julho de 1927, Chico Xavier fez a primeira atuação do serviço mediúnico, em público.

    Primeiro livro

    Seu primeiro livro psicografado, “Parnaso de Além-Túmulo”, que reúne 256 poemas, assim atribuídos a poetas mortos, e publicado em julho de 1932. Em 1950, Chico Xavier já havia psicografado mais de 50 livros.

    Mudança para Uberaba

    Sob a orientação dos Benfeitores Espirituais, no dia 5 de janeiro de 1959, Chico Xavier mudou-se para Uberaba, iniciando nessa mesma data as atividades mediúnicas, em reunião pública da “Comunhão Espírita Cristã”.

    Nessa época, teve início a famosa peregrinação. Aos sábados, saindo da “Comunhão Espírita-Cristã”, o médium visitava alguns lares carentes levando-lhes a alegria de sua presença amiga acompanhado por grande número de pessoas. A cidade de Uberaba, transformou-se num polo de atração de inúmeros visitantes das mais variadas regiões do Brasil e até mesmo do exterior.

    Chico psicografou 451 livros, que reproduziam o que os espíritos lhe transmitiam. E seus livros, traduzidos para vários países. Psicografou várias cartas de mortos para suas famílias. Ademais, os direitos autorais de seus livros publicados eram cedidos gratuitamente às editoras espíritas e desde os anos 70, Chico ajudava as pessoas necessitadas.

    Nascimento: 2 de abril de 1910, Pedro Leopoldo, Minas Gerais

    Falecimento: 30 de junho de 2002, Uberaba, Minas Gerais

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    Reflexão 04 de Junho 23 – Foz em Destaque

  • Reflexão Diária: 17 de Junho

    Pensamento ou Reflexão do dia 17 de Junho 23

    “A necessidade natural tem seu limite próprio, enquanto as necessidades artificiais e derivadas do mero prazer não conhecem limites”

    Séneca

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    Sêneca foi um filósofo, escritor e político romano. Mestre da retórica foi o principal representante do Estoicismo durante o Império Romano.

    Lucius Annaeus Sêneca, conhecido como Sêneca o Jovem, nasceu em Córdoba, Espanha, por volta do ano 04 a. C., durante o Império Romano. Filho do célebre orador Lucius Annaeus Séneca (o Velho), ainda criança, foi enviado a Roma para estudar oratória e filosofia.

    Em Roma, Sêneca recebeu ensinamentos de vários mestres que o iniciaram no Estoicismo. Mais tarde, passou uma temporada no Egito, para tratamento da saúde.

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    Senador Romano

    Quando retornou a Roma, por volta de 31 da era cristã, Sêneca iniciou sua carreira de orador e advogado e logo foi nomeado questor e em seguida Senador.

    Ao discursar no foro criticando a instituição da escravidão e as desigualdades sociais do governo de Calígula e, destacando a fraternidade e o amor como fundamento das relações entre os homens, provocou a ira de Calígula que se sentiu ofendido e decidiu mata-lo, porém Sêneca foi salvo por uma das amantes do imperador.

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    Trabalhos Filosóficos

    Em 41, com o assassinato de Calígula, sobe ao poder o imperador Cláudio. Nesse mesmo ano, acusam Sêneca de adultério com a princesa Julia Livilla, sobrinha do imperador. Então o exilam na ilha de Córsega, onde viveu oito anos.

    Ademais, nessa época, Sêneca dedicou-se aos estudos e redigiu seus principais tratados filosóficos, entre eles, “Ad Marciam de Consolationes”, “Ad Helviam” e “Ad Polybium” em que expõe os ideais estoicos clássicos de renúncia aos bens materiais e a busca da tranquilidade da alma mediante o conhecimento e a contemplação.

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    Conselheiro de Nero

    Ao Nero tornar-se imperador, Sêneca se tornou um de seus principais conselheiros e tentou orienta-lo para uma política justa e humanitária. Durante algum tempo, exerceu influência sobre o imperador, mas em 59, decepcionado com os maus instintos de Nero, Sêneca resolve se retirar da vida pública.

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    Últimos Textos

    Além disso, em 62, Sêneca passa a se dedicar a escrever e defender sua filosofia. Entre seus últimos textos estão um trabalho científico intitulado “Problemas Naturais”, os tratados: “Sobre a Brevidade da Vida” e “Sobre o Ócio” e, sua obra mais profunda, as “Epistolai Morales ad Lucilium”, em que reúne conselhos estoicos e elementos epicuristas na pregação de uma fraternidade universal, mais tarde adotadas pela igreja cristã.

    Sêneca deixou também nove peças dramáticas inspiradas nos modelos clássicos e que são de fato estudos das tensões emocionais a que se vêm submetidos os personagens. Entre elas: “Medeia”, “Fedra”, Édipo”, “Hércules” e “Agamenon” .

    Nascimento: 4 a.C., Córdoba, Espanha

    Falecimento: 65 d.C., Roma, Itália

    Reflexão 17 de Junho 23 – Foz em Destaque

  • Reflexão Diária: 16 de Junho

    Pensamento ou Reflexão do dia 16 de Junho 23

    “A injustiça que se faz a um, é uma ameaça que se faz a todos.”

    Montesquieu

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    Montesquieu (1689-1755) foi um filósofo social e escritor francês. É o autor de “Espírito das Leis”. Foi o grande teórico da doutrina que veio a ser mais tarde a separação dos três poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário. É considerado o autêntico precursor da Sociologia Francesa.

    Pensador influente nas áreas da filosofia da história e do direito constitucional, foi também um dos maiores prosadores da língua francesa. Montesquieu foi um dos grandes nomes do pensamento iluminista, junto com Voltaire, John Locke e Jean-Jacques Rousseau.

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    Juventude e formação

    Charles-Louis de Sécondat, conhecido como Montesquieu, nasceu no castelo de La Brède, perto de Bordéus, França, no dia 18 de janeiro de 1689. Filho de aristocratas, estudou no Colégio Juilly, onde fez sólidos estudos humanísticos.

    Além disso, com 16 anos, Montesquieu ingressou no curso de Direito da Universidade de Bordéus. Nessa época, frequentou os círculos da boêmia literária de Paris.

    Além disso, com a morte de seu pai, Montesquieu herdou o título de Barão de La Brède. Mais tarde, herdou de um tio o título de Barão de Montesquieu, e, uma propriedade rural produtora de vinho, que manteve pelo resto da vida.

    Seguindo uma tradição familiar, em 1714, tornou-se conselheiro do tribunal provençal de Bordéus, que presidiu entre 1716 e 1726. Ademais, quando resolveu conhecer de perto as instituições políticas de outros povos, Montesquieu percorreu vários países em viagem de estudos e, atraído pelo modelo político britânico esteve em Londres, entre 1729 e 1731.

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    A Filosofia da história

    Além disso, o humanismo de Montesquieu é o fundamento da obra “Considerações Sobre a Causa da Grandeza dos Romanos e de Sua Decadência” (1734) na qual o escritor procura determinar as causas da grandeza e da queda das nações e dos impérios.

    Ademais, na obra, Montesquieu explica o curso da história por meio de fatos naturais, econômicos, políticos, situação geográfica e amplitude de seus domínios. Além disso, como precursor das ideias de Turgot e Friedrich Hegel, Montesquieu foi um dos fundadores da filosofia da história. Foi o primeiro a usar o termo “decadência”, a propósito de uma nação e de seu destino histórico.

    Nascimento: 18 de janeiro de 1689, Brède, França

    Falecimento: 10 de fevereiro de 1755, Paris, França

    Reflexão 16 de Junho 23 – Foz em Destaque

  • Reflexão Diária: 15 de Junho

    Pensamento ou Reflexão do dia 15 de Junho 23

    “Viverás a mais bela das vidas se fores indiferente às coisas indiferentes.”

    Marco Aurélio

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    Marco Aurélio (Imperador romano) foi imperador romano entre os anos de 161 e 180, o quarto imperador da dinastia dos Antoninos. Ficou conhecido como imperador-filósofo, pois cultivava ideias de justiça e bondade.

    César Marco Aurélio Antonino nasceu em Roma, Itália, em abril de 121. Ao nascer, sua família gozava de grande prestígio. Seu avô paterno era cônsul e prefeito de Roma.

    Sua avó materna herdou uma grande fortuna, fazendo Marco Aurélio conviver com a riqueza e o poder. Recebeu de mestres gregos esmerada educação humanística.

    Uma tia paterna casou com Antonino Pio que veio a ser imperador, sucedendo Adriano. Ao ficar órfão ainda jovem, Marco Aurélio foi adotado pelo tio, Antonino Pio.

    No ano 136, o imperador Adriano anunciou como seu sucessor, Lúcio Cômodo, que morreu dois anos depois. Adriano escolheu então Antonino Pio para suceder-lhe., porém, teria Antonino Pio o compromisso de adotar como filho o jovem Lúcio Vero, filho de Cômodo.

    Com a morte do Imperador Adriano em 138, Antonino Pio tornou-se imperador. Nessa época, Marco Aurélio foi três vezes cônsul e casou-se, em 145, com Faustina a filha do imperador.

    Em 147, Marco Aurélio recebeu o “Imperium” e a “Tribunicia potestas”, os maiores poderes formais do império.

    Imperador Romano

    Com a morte de Antonino Pio, em 161, Marco Aurélio, assumiu o trono juntamente com Lúcio Vero.

    Entre 162 e 166 Marco Aurélio e Lúcio Vero guerrearam contra os partos, que invadiram a Síria. Os romanos voltaram vitoriosos, mas trouxeram a peste, que dizimou muitas vidas.

    Em 168, enquanto os imperadores estavam em uma expedição ao longo do Danúbio, hordas germânicas invadiram a Itália e sitiaram Aquiléia. Os dois se voltaram contra os invasores e saíram vitoriosos.

    Em 169, Lúcio Vero morreu subitamente, deixando assim Marco Aurélio como único imperador de Roma.

    Marco Aurélio continuou a luta para restaurar a fronteira do Danúbio e saiu vitorioso. Tratou de pacificar as províncias do Oriente.

    Uma estátua equestre em bronze de Marco Aurélio, encontra-se na Piazza del Campidoglio, em Roma, em frente ao Palácio de Latrão.

    Marco Aurélio visitou a Antioquia, Alexandria e Atenas. Durante essas viagens, sua esposa Faustina faleceu.

    Em 177, seu filho Cômodo passou a governar junto com o pai. E foi com ele que as guerras do Danúbio foram retomadas.

    Seu governo foi marcado por sangrentas batalhas e graves problemas internos, porém, Marco Aurélio é citado como um excelente administrador, um homem misericordioso com os inimigos e justo nas suas decisões.

    Nascimento: 26 de abril de 121 d.C., Roma, Itália

    Falecimento: 17 de março de 180 d.C., Sírmio

    Reflexão 15 de Junho 23 – Foz em Destaque

  • Reflexão Diária: 14 de Junho

    Pensamento ou Reflexão do dia 14 de Junho 23

    “O meu desejo é que conseguisse eliminar todos os pensamentos que envenenam a minha felicidade, mas eu tiro uma espécie de prazer ao ser indulgente com eles.”

    Frederic Chopin

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    Frédéric Chopin, foi um músico polonês, radicado na França, considerado um dos mais importantes compositores para piano. 

    Essencialmente pianístico, é autor  de prelúdios, noturnos, sonatas, baladas, concertos, sendo admirado no mundo inteiro.

    Frédéric François Chopin (Frederyk  Franciszek Chopin, em polonês) nasceu em Zelazowa Wola, na Polônia, provavelmente no dia 22 de fevereiro de 1810. Apelidado pela família de “Fricek.”

    Seu pai, Nicolas Chopin, neto de imigrantes franceses, era capitão do exército rebelde e professor de francês. Sua mãe, a pianista polonesa Tekla Justina, era de origem aristocrática.

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    Chopin em Paris

    Chopin resolveu seguir para a França. No caminho, passou por Linz, Salzburgo, na Áustria. Demorou-se em Munique e seguiu para Stuttgart na Alemanha, onde saube que na Polônia o levante não teve êxito, e diversas pessoas foram levadas para as prisões na Sibéria.

    Sob o impacto desse desgosto e quase sem dinheiro, ele escreveu o “Opus 10”, posteriormente conhecido como “Revolucionário”.

    Ademais, ao chegar em Paris, o pianista traduziu seu nome para Frédéric François Chopin. Com uma carta de apresentação que levara para Ferdinand Paer, logo apresentado aos mais destacados músicos da cidade.

    Kalkbrenner, apesar de lhe indicar mais três anos de estudo, o levou para uma das mais famosas salas de concerto de Paris.

    Com a colaboração do pianista Hiller e o violoncelista Franchomme, Chopin organiza sua primeira apresentação pública na França. Assim, em fevereiro de 1832, Chopin se apresenta em um concerto coletivo com mais cinco pianistas.

    Depois, Chopin demonstrou seu estilo, sutil e delicado. O público explodiu em aplausos, e artistas como Franz Liszt e Mendelssohn o cumprimentaram efusivamente.

    Além disso, chopin volta aos salões aristocráticos e passa a dar aulas para as pessoas mais ricas de Paris. Depois da penúria, instala-se em um luxuoso apartamento, compra carruagem, contrata cocheiro e criados.

    Em 1833, publica numerosas criações, mas muitas ficam na gaveta, por cobrar preços exagerados. Essas obras só foram publicadas após sua morte.

    São desse período as “Cinco Mazurcas, Opus 7”, o “Trio para Piano, Violino e Violoncelo” e os “Três Noturnos, Opus 9”.

    Nascimento: 1 de março de 1810, Żelazowa Wola, Polônia

    Falecimento: 17 de outubro de 1849, Paris, França

    Reflexão 14 de Junho 23 – Foz em Destaque

  • Reflexão Diária: 13 de Junho

    Pensamento ou Reflexão do dia 13 de Junho 23

    “Nada é permanente, exceto a mudança”

    Heráclito

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    Heráclito foi um filósofo pré-socrático da Ásia Menor. Escreveu com extrema complexidade a respeito da ciência, da teologia e das relações humanas. Foi considerado o precursor da dialética e um dos fundadores da metafísica.

    Heráclito nasceu em Éfeso, antiga colônia grega, na Ásia Menor (atual Turquia), no ano de 540 a.C. Filho de tradicional família de sacerdotes, abriu mão de seus direitos em benefício do seu irmão.

    Dedicou-se ao estudo e reflexões em busca da explicação natural do universo.

    Heráclito tentava encontrar o “physis” – o princípio gerador e regulador de todas as coisas da natureza sem recorrer às divindades.

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    Teoria filosófica de Heráclito

    Heráclito considerava que a natureza estava em constante “devir” (transformação), e o fogo era a substância original, ou seja, o primeiro elemento na composição da matéria.

    Para Heráclito, o fogo é a matéria fundamental, o substrato de todas as metáforas e conexão universal. Era definido como mobilidade e inquietação.

    Para ele, tudo está em constante movimento, o mundo passa por criações e destruições perpétuas, porque tudo flui, tudo muda.

    Tais mudanças, porém, não se fazem ao acaso. A marcha e a ordem dos acontecimentos são guiadas pelo “logos”, essência racional do Universo, expressa pelo fogo.

    O logos de Heráclito não é apenas a razão das coisas, mas o fogo que as ilumina e permite vê-las, não apenas o “sentido” do real, mas o pensamento, a sabedoria.

    Ser sábio consiste em saber que o pensamento governa todas as coisas.

    Conforme Heráclito, uma incessante luta de contrários guia o fluxo das coisas. Tudo aquilo que parece estático, por pouco ou muito tempo, está na verdade em equilíbrio, pela ação recíproca de forças contrárias equivalentes. Apresentava-se assim, como um precursor da metafísica.

    Fragmentos de sua obra

    Em meados de 490 a.C. Heráclito escreveu “Sobre a Natureza”, da qual restam mais de cem fragmentos. Complexa e enigmática rendeu ao filósofo o codinome de “Obscuro”.

    Seus escritos, de extrema complexidade, tratam sobre ciência, teologia e relações humanas.

    Apesar de ter recebido influência de seus antecessores, fazia críticas ao pensamento vigente e chamava os poetas épicos de “tolos” e “Pitágoras” de impostor.

    Nascimento: Éfeso, Turquia

    Falecimento: Éfeso, Turquia

    Reflexão 13 de Junho 23 – Foz em Destaque

  • Reflexão Diária: 12 de Junho

    Pensamento ou Reflexão do dia 12 de Junho 23

    “O amor é a força mais sutil do mundo.”

    Mahatma Gandhi

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    Mahatma Gandhi foi um líder pacifista indiano. Principal personalidade da independência da Índia, então colônia britânica, ganhou destaque na luta contra os ingleses por meio de seu projeto de não violência.

    Além de sua luta pela independência da Índia, certamente, também ficou conhecido por seus pensamentos e sua filosofia. Recorria a jejuns, marchas e à desobediência civil, ou seja, estimulava o não pagamento dos impostos e o boicote aos produtos ingleses.

    Entretanto, as rivalidades entre hindus e muçulmanos retardaram o processo de independência. Contudo, com o início da Segunda Guerra Mundial, Gandhi voltou a lutar pela retirada imediata dos britânicos do seu país. Só em 1947 os ingleses reconheceram a independência da Índia, de fato.

    Morte

    Um ano após conquistar a independência, Gandhi foi assassinado a tiros por um hindu quando se encontrava em Nova Délhi, capital indiana.

    Segundo a tradição, seu corpo foi incinerado. E suas cinzas, jogadas no Rio Ganges, local sagrado para os hindus.

    Pensamento de Gandhi

    A atividade política de Mahatma (grande alma) esteve sempre ligada ao seu pensamento filosófico da não violência, o único caminho para a conquista da igualdade.

    Se opor violência a violência só aumenta o mal. Para ele, a libertação da alma humana em relação à servidão terrestre só pode ser alcançada através de uma disciplina diária. Ou seja, uma rigorosa meditação, jejuns e orações, o que conduz a um completo domínio dos sentidos.

    Considerado uma importante referência histórica para os movimentos pacifistas ocorridos no mundo.

    Nascimento: 2 de outubro de 1869, Porbandar, Índia

    Assassinato: 30 de janeiro de 1948, Birla House, Nova Delhi, Índia

    Reflexão 12 de Junho 23 – Foz em Destaque

  • Reflexão Diária: 11 de Junho

    Pensamento ou Reflexão do dia 11 de Junho 23

    Reflexão Diária 11 de Junho de 2023

    “Qualquer um pode tomar o leme quando o mar está calmo.“

    Públio Siro

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    Públio Siro foi um escritor latino da Roma Antiga, conhecido por sua obra Sentenças. Era nativo na Síria e foi feito escravo e enviado à Itália, mas graças ao seu talento, ganhou o favor de seu senhor, que o libertou e o educou.

    Nasceu na Síria e foi levado como escravo para Roma por Domício na ocasião da conquista da Síria. De reconhecido talento para as artes, libertado e recebeu educação esmerada de seu senhor. Entregou-se, então, à composição de versos.

    Com suas pantomimas ele percorria as cidades italianas e participava dos jogos organizados por Júlio César, no ano 46 a. C. Públio era um grande improvisador e em uma das competições de Júlio César, venceu todos os seus rivais, entre eles o célebre Décimo Libério, recebendo a “palma da cena romana”.

    De suas obras, em torno de 700, chegou até nós, uma coleção de versos e máximas que tratam da moral e de toda a sabedoria antiga. Cada máxima está composta de um único verso e está ordenada alfabeticamente.

    Nascimento: 85 a.C., Antioquia, Turquia

    Falecimento: 43 a.C.

    Reflexão 11 de Junho 23 – Foz em Destaque