“O maior poder da natureza é o da verdadeira transformação.”
Malévola
Malévola
Maleficent (também chamada de Malévola) é a principal vilã do filme da Walt Disney’s, A Bela Adormecida (1959). Caracterizada como a “senhora de todo o mal”. Contudo, após não ser convidada a um batismo, amaldiçoa a princesa Aurora, ainda bebê, a “alfinetar seu dedo no fuso de uma roda de giro e morrer” antes que o sol se ponha em seu aniversário de 16 anos.
Porém, também é um filme estadunidense de aventura, drama e fantasia, dirigido por Robert Stromberg e produzido pela Walt Disney Pictures, a partir de um roteiro escrito por Linda Woolverton. Estrelado por Angelina Jolie como a vilã da Disney, o filme é um remake do clássico da Walt Disney Pictures, A Bela Adormecida de 1959. E certamente retrata a história a partir da perspectiva da antagonista, Malévola, que é considerada uma das mais icônicas e famosas vilãs da Disney.
Filme
Baseado no conto da Bela Adormecida, o filme conta a história de Malévola (Angelina Jolie), a protetora do reino dos Moors. Embora, desde pequena, esta garota com chifres e asas mantém a paz entre dois reinos diferentes, até se apaixonar pelo garoto Stefan (Sharlto Copley). Os dois iniciam um romance, mas Stefan tem a ambição de se tornar líder do reino vizinho, e abandona Malévola para conquistar seus planos. A garota torna-se uma mulher vingativa e amarga, que decide amaldiçoar a filha recém-nascida de Stefan, Aurora (Elle Fanning). Aos poucos, no entanto, Malévola começa a desenvolver sentimentos de amizade em relação à jovem e pura Aurora.
O filme começou a ser filmado em junho de 2012, e foi lançado pela Walt Disney Pictures no Reino Unido em 9 de maio de 2014 e nos EUA em 30 de maio de 2014, nos formatos Disney Digital 3-D, RealD 3D, e IMAX 3D, bem como nas salas de cinema convencionais.
Pinóquio – personagem de ficção do romance “As Aventuras de Pinóquio”, escrito pelo escritor Carlo Collodi. (1826-1890 – Florença, Itália)
PINÓQUIO
Pinóquio (em italiano Pinocchio) é uma personagem de ficção cuja primeira aparição se deu em 1883, no romance As Aventuras de Pinóquio escrito por Carlo Collodi, e que desde então teve muitas adaptações. Esculpido a partir do tronco de uma árvore por um entalhador chamado Geppetto numa pequena aldeia italiana, Pinóquio nasceu como um boneco de madeira, mas que sonhava em ser um menino de verdade. O nome Pinocchio é uma palavra típica do italiano falado na Toscana e significa pinhão (em italiano padrão seria pinolo).
No romance, Geppetto explica que se chama Pinóquio porque é um nome muito conhecido:
“
Que nome lhe darei? — disse para si mesmo — Quero chamar-lhe Pinóquio. O nome dar-lhe-á sorte. Conheci uma família inteira de Pinóquios. Pinóquio o pai, Pinóquia a mãe e Pinóquios os meninos e todos estavam bem. O mais rico deles pedia esmola.
”
A origem do nome não é clara: se é verdade que pinóquio significa pinhão,[1] existem muitos outros nomes similares com pin, que derivam de Pino, alcuna diminutiva de Giuseppino (diminutivo de Giuseppe – José em italiano) como o próprio Geppetto ou também de Filipino (de Filipe) e Iacopino (de Iacopo – Jacó).[2] Por outro lado, Pinóquia indicava, no dialeto toscano antigo, uma galinha ou uma mulher pequena e um pouco gorducha, mas bem proporcionada.[3]
No sentido de pinhão, pode-se resumir simbolicamente as características do personagem, como evidenciou também Gérard Génot: A “semente” como valor “filial, infantil”, no seu próprio ser “de madeira”, enfim “a carne na madeira, a germinação na dureza”.[nota 1]
Outros preferem reclamar algum topônimotoscano que poderia ter sugerido o nome a Collodi. Em Colle di Val d’Elsa, onde foi aluno do seminário episcopal local[nota 2] havia uma fonte chamada “Fonte do Pinóquio”.[nota 3] Segundo alguns poderia ter tomado também do moderno San Miniato Basso, que se chamava na época “Pinóquio”, que é também o nome do rio que corre no meio da vila. Era uma localidade que Collodi conhecia bem: o pai de Carlo Lorenzini, Domenico, tinha morado por muitos anos na zona de Pinóquio trabalhando como cozinheiro em casa de uma rica família do lugar.[4]
“Eu nunca olho para trás, querido. Isso distrai do agora.”
Edna Mode, de “Os Incríveis”
Personagem fictícia do filme de super-heróis de animação Os Incríveis, da Pixar.
(Traduzido do inglês) – Edna “E” Mode é uma personagem fictícia do filme de super-heróis de animação da Pixar Os Incríveis e sua sequência Incríveis 2. Ela é uma estilista excêntrica conhecida por criar fantasias de vários super-heróis famosos, tendo trabalhado particularmente em estreita colaboração com o Sr. de quem ela permaneceu amiga.
“Eu não sou louco. Minha realidade é apenas diferente da sua.”
Alice no País das Maravilhas – Obra infantil de Lewis Carroll, uma das mais célebres do gênero literário nonsense. É também um filme da Disney.
ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
As Aventuras de Alice no País das Maravilhas, frequentemente abreviado para Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland) é a obra infantil mais conhecida de Charles Lutwidge Dodgson, publicada a 4 de julho de 1865 sob o pseudônimo de Lewis Carroll.
O livro conta a história de uma menina chamada Alice que cai numa toca de coelho que a transporta para um lugar fantástico povoado por criaturas peculiares e antropomórficas, revelando uma lógica do absurdo, característica dos sonhos.
Este está repleto de alusões satíricas dirigidas tanto aos amigos como aos inimigos de Carroll, de paródias a poemas populares infantis ingleses ensinados no século XIX e também de referências linguísticas e matemáticas frequentemente através de enigmas que contribuíram para a sua popularidade.
É assim uma obra de difícil interpretação pois contém dois livros num só texto: um para crianças e outro para adultos.
A história segue um robô chamado WALL-E, criado no ano de 2100 para limpar a Terra coberta por lixo.
Ele se apaixona por um outro robô, chamado EVA, que tem a missão de encontrar pelo menos uma planta na superfície do planeta Terra. Ele a segue para o espaço em uma aventura que irá mudar seu destino e o destino da humanidade.
Depois de dirigir Finding Nemo, Stanton achou que a Pixar havia criado simulações críveis de físicas submarinas e estava disposto a dirigir um filme que se passasse em sua maior parte no espaço.
A maioria dos personagens não possui uma voz humana, se comunicando apenas por linguagem corporal e sons que lembram vozes, criados por Ben Burtt.
Além disso, é o primeiro filme da Pixar a ter segmentos com atores reais.
Arrecadou um total de US$ 23.2 milhões em seu primeiro dia, e US$ 63.1 milhões no primeiro fim de semana em 3.992 cinemas, estreando em primeiro lugar nas bilheterias.
Seguindo a tradição do estúdio, o curta-metragem Presto foi anexado as cópias de WALL-E em seu lançamento.
Foi o primeiro filme da Pixar sem a logotipo customizada da Walt Disney Pictures criada especialmente para os filmes da Pixar, já que foi usada nos filmes da Pixar desde Toy Story até Ratatouille.
Retornou a libra esterlina em 1925 ao padrão-ouro em sua paridade pré-guerra, um movimento amplamente visto como criando pressão deflacionária e deprimindo o economia do Reino Unido.
Fora do governo durante seus chamados “anos selvagens” na década de 1930, Churchill assumiu a
liderança ao pedir o rearmamento britânico para combater a crescente ameaça do militarismo na Alemanha Nazista.
Com a eclosão da Segunda Guerra Mundial, ele foi renomeado Primeiro Lorde do Almirantado.
Em maio de 1940, tornou-se primeiro-ministro, substituindo Neville Chamberlain. Churchill formou um governo nacional e supervisionou o envolvimento britânico no esforço de guerra dos Aliados contra as Potências do Eixo, resultando na vitória de 1945.
Em meio ao desenvolvimento da Guerra Fria com a União Soviética, alertou publicamente sobre uma “Cortina de Ferro” da influência soviética na Europa e promoveu a unidade europeia.
Entre seus mandatos como primeiro-ministro, ele escreveu vários livros contando sua experiência durante a guerra pela qual foi premiado com o Prêmio Nobel de Literatura em 1953.
Internamente, seu governo enfatizou a construção de casas e completou o desenvolvimento de uma arma nuclear iniciada por seu antecessor. Com a saúde em declínio,
Churchill renunciou ao cargo de primeiro-ministro em 1955, embora permanecesse como deputado até 1964. Após sua morte em 1965, recebeu um funeral de estado.
Amplamente considerado uma das figuras mais significativas do século XX, Churchill continua popular na anglosfera, onde é visto como um líder vitorioso em tempos de guerra.
Por outro lado, foi criticado por alguns eventos de guerra e também por suas visões imperialistas, comentários racistas e a sua alegada aprovação de violações de direitos humanos,[3] nomeadamente na Índia.[4]
O filme foi inscrito no Festival de Cinema de Cannes de 1953[6] Uma sequência intitulada Return to Never Land foi lançada em 2002, e uma série de prequelas diretas para DVD produzidos pela Disneytoon Studios com foco em Tinker Bell começaram em 2008.
“Se você quer ser original esteja preparada para ser copiada.”
Coco Channel – Estilista e empresária francesa, Fundadora da marca Chanel (19 de agosto de 1883 / 10 de janeiro de 1971)
Coco Channel
Fundadora da marca Chanel, ela foi creditada na era pós-Primeira Guerra Mundial por popularizar um chiqueesportivo e casual como o padrão feminino de estilo. Isso substituiu a “silhueta de espartilho” que era dominante de antemão com um estilo mais simples, muito menos demorado para colocar e remover, mais confortável e mais barato, tudo sem sacrificar a elegância.
Seu perfume exclusivo, Chanel Nº 5, tornou-se um produto icônico, e a própria Chanel desenhou seu famoso monogramaCC-intertravado, que está em uso desde a década de 1920.[4]
Sua casa de alta-costura fechou em 1939, com a eclosão da Segunda Guerra Mundial. Chanel ficou na França e foi criticada durante a guerra por colaborar com os ocupantes nazistas-alemães e o regime fantoche de Vichy para impulsionar sua carreira profissional. Um dos contatos de Chanel foi com um diplomata alemão, o barão (Freiherr) Hans Günther von Dincklage.[5][6] Após a guerra, Chanel foi interrogada sobre seu relacionamento com Dincklage, mas não foi acusada como colaboradora devido à intervenção do primeiro-ministrobritânicoWinston Churchill.[7] Quando a guerra terminou, Chanel mudou-se para a Suíça, retornando a Paris em 1954 para reviver sua casa de moda. Em 2011, Hal Vaughan publicou um livro sobre Chanel baseado em documentos recentemente desclassificados, revelando que ela havia colaborado diretamente com o serviço de inteligêncianazista, o Sicherheitsdienst. Um plano no final de 1943 era que ela levasse uma abertura de paz da SS a Churchill para encerrar a guerra.[8]
O personagem principal é um elefante semi-antropomórfico chamado Jumbo Jr., que é cruelmente apelidado de Dumbo (um jogo de palavras com o termo em inglês dumb, que significa “estúpido”).
Ele é ridicularizado por suas orelhas muito grandes, mas descobre que pode voar utilizando-as como asas.
Durante a maior parte do filme, seu único amigo verdadeiro, além da mãe, é um rato chamado Timothy — o que parodia a crença popular de que elefantes têm medo de ratos.
A película é baseada na história infantil Dumbo, the Flying Elephant, escrita por Helen Aberson e Harold Pearl e ilustrada por Helen Durney.
Acredita-se que essa obra tenha sido criada inicialmente para o protótipo de um brinquedo do tipo “livro interativo” e posteriormente adaptada para a forma de livro convencional.
O longa-metragem foi dirigido por Ben Sharpsteen e o roteiro foi elaborado por Otto Englander, Joe Grant e Dick Huemer.
A produção ocorreu em pleno advento da Segunda Guerra Mundial, que ocasionou o fracasso de bilheteria dos longas Pinocchio e Fantasia, produzidos a orçamentos muito elevados, levando a uma séria crise financeira na Disney e à deflagração de uma intensa greve de animadores.
Por se tratar de um filme feito para recuperar as perdas financeiras do estúdio, Walt Disney exigiu que Dumbo fosse produzido da forma mais simples e econômica possível e que tivesse potencial suficiente para se tornar um sucesso de bilheteria. Como resultado, o longa-metragem é um dos mais curtos da Disney, com apenas 64 minutos e não apresenta o mesmo aprimoramento técnico de seus antecessores.
Apesar disso, obteve uma ótima arrecadação e conseguiu reerguer a Disney financeiramente, tornando-se um dos maiores sucessos do estúdio na década de 1940 e uma de suas produções mais celebradas até hoje.
Dumbo recebeu o Oscar de Melhor Trilha Sonora, foi aclamado pela crítica na época de sua estreia, teve vários relançamentos nos cinemas e em mídia doméstica ao longo das décadas, originou séries de televisão, histórias em quadrinhos, jogos eletrônicos, inspirou brinquedos em parques temáticos, entre outros produtos derivados.
É objeto de estudos acadêmicos e discussões entre especialistas em cinema, particularmente no que diz respeito a uma controversa sequência, acusada de preconceito racial, envolvendo os corvos que aparecem em certo momento no filme. Em 2017, foi selecionado para preservação no National Film Registry dos Estados Unidos pela Biblioteca do Congresso, sendo considerado “cultural, histórica ou esteticamente significativo”. Uma adaptação em live-action foi dirigida por Tim Burton e lançada em 29 de março de 2019.