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  • Reflexão 28 de Abril 2024

    Reflexão 28 de Abril 2024


    “Rir de si mesmo é amar a si mesmo.”

    Mickey MousePersonagem de desenho animado, ícone e mascote da The Walt Disney Company.

    Reflexão 28 de Abril 2024


    Mickey Mouse

    Reflexão 28 de Abril 2024

    Personagem de desenho animado, ícone e mascote da The Walt Disney Company

    Mickey Mouse (também conhecido como Rato Mickey ou apenas Mickey) é um personagem de desenho animado.

    O personagem foi criado em 1928 por Walt Disney e o desenhista Ub Iwerks.[1][2] Ícone e mascote de longa data da The Walt Disney Company, Mickey é um rato antropomórfico que normalmente usa shorts vermelhos, grandes sapatos amarelos e luvas brancas.

    Inspirado por personalidades do cinema mudo como Charlie Chaplin e Douglas Fairbanks, Mickey é tradicionalmente caracterizado como um oprimido simpático que sobrevive com coragem e engenhosidade diante de desafios maiores do que ele.[3]

    A representação do personagem como um pequeno rato é personificada por sua estatura diminuta e voz em falsete, esta última originalmente fornecida pela Disney. Mickey é um dos personagens fictícios mais reconhecidos e universalmente aclamados do mundo.

    Criado como um substituto para um personagem anterior da Disney, Oswald, o Coelho Sortudo, Mickey apareceu pela primeira vez no curta Plane Crazy, de 1928, que não foi originalmente escolhido para distribuição; sua estreia pública foi em Steamboat Willie do mesmo ano.

    O personagem deveria se chamar originalmente “Mortimer Mouse”, até que Lillian Disney sugeriu “Mickey” durante uma viagem de trem. O personagem apareceu em mais de 130 filmes, incluindo The Band Concert (1935), Brave Little Tailor (1938) e Fantasia (1940).

    Mickey apareceu principalmente em curtas-metragens, mas também ocasionalmente em longas-metragens.

    Dez dos desenhos animados de Mickey foram indicados ao Oscar de Melhor Curta de Animação, um dos quais, Lend a Paw, ganhou o prêmio em 1941. Em 1978, Mickey se tornou o primeiro personagem de desenho animado a ter uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood.

    A partir de 1930, Mickey também apareceu extensivamente em tiras de jornal e revistas em quadrinhos. A tira de Mickey Mouse, desenhada principalmente por Floyd Gottfredson, durou 45 anos.

    Mickey também apareceu em revistas em quadrinhos como Mickey Mouse, Topolino da Disney Itália e MM – Mickey Mouse Mystery Magazine e Wizards of Mickey.

    Mickey também aparece em séries de televisão como The Mickey Mouse Club (1955–1996) e outras.

    Ele aparece em outras mídias, como videogames e também em merchandising, e é um personagem que pode ser encontrado nos parques da Disney.

    Fonte: Wikipédia


    Reflexão 28 de Abril 2024

    Criação & Artes: Ana Carvalho.

    Pesquisa & Entrega: Victor Hugo

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  • Reflexão 29 de Abril 2024

    Reflexão 29 de Abril 2024


    “Viva como se não houvesse meia noite.”

    Cinderela – conto de fadas de  origem com diferentes versões, principalmente sendo um dos contos da The Walt Disney Company.


    Cinderela

    Reflexão 29 de Abril 2024

    A versão da Disney de Cinderela foi baseada no protagonista da versão francesa do conto de Charles PerraultCinderela, escrito em 1634 em Histoires ou Contes du Temps Passé[1]

    A personagem foi animada por Marc Davis e Eric Larson[2] mas os dois animadores não tinham a mesma percepção do personagem, acentuando a elegância de Davis e Larson optando pela simplicidade. [3] Como fez com outros filmes da Disney, Walt Disney contratou a atriz Helene Stanley para executar a referência live-action de Cinderela, que ela começou a desenhar antes dos artistas, fazendo o papel de Cinderela em uma cena em particular, [4] com artistas para desenhar quadros de animação baseados nos movimentos da atriz. [5] Mais tarde, ela fez o mesmo tipo de trabalho para os personagens da princesa Aurora em A Bela Adormecida e Anita Radcliff em 101 Dálmatas[5]

    Fonte: Wikipédia


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    Criação & Artes: Ana Carvalho.

    Pesquisa & Entrega: Victor Hugo

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  • Reflexão 30 de Abril 2024

    Reflexão 30 de Abril 2024


    “Corteje-a, admire-a. Faça-a se sentir a mais sublime das criaturas no mundo.” 

    Gomez Addams  (FAMÍLIA ADDAMS) – Personagem fictício de “A Família Addams”, onde é o patriarca e chefe da família. 


    Gomez Addams é um personagem fictício de “A Família Addams“, criada pelo cartunista Charles Addams para a revista The New Yorker em 1930. Gomez é o patriarca e chefe da família.

    Ele foi interpretado por John Astin na série televisiva americana dos anos 1960. Astin também dublou o personagem em um episódio do “The New Scooby-Doo Movies“, que contou com a família. 

    Na primeira série animada pela Hanna-Barbera, Gomez foi dublado por Lennie Weinrib. 

    Na segunda série animada, também pela Hanna-Barbera, a voz de Gomez foi novamente a de John Astin.

    Gomez foi interpretado por Raúl Juliá nos filmes de Barry Sonnenfeld The Addams Family (1991) e Addams Family Values (1993). Tim Curry assumiu o papel no filme The Addams Family Reunion gravado em 1998 e, em 1999, foi interpretado por Glenn Taranto na série de TV A Nova Família Addams.

    No musical da Broadway, Gomez é interpretado por Nathan Lane (Estados Unidos) e Daniel Boaventura (Brasil). Oscar Isaac dubla Gomez no filme animado de 2019.
    Leia mais no Wikipédia.



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    Criação & Artes: Ana Carvalho.

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  • Reflexão 21 de Março 2024

    Reflexão 21 de Março 2024


    “Tudo evolui, não há realidades eternas, tal como não há verdades absolutas.”

    (Friedrich Nietzsche)

    Filósofo, filólogo, crítico cultural, poeta e compositor prussiano do século XIX (1844-1900)

    Friedrich Wilhelm Nietzsche 

    (Röcken, Reino da Prússia, 15 de outubro de 1844Weimar, Império Alemão, 25 de agosto de 1900) foi um filósofo, filólogo, crítico cultural, poeta e compositor prussiano do século XIX, nascido na atual Alemanha.[1] 

    Escreveu vários textos criticando a religião, a moral, a cultura contemporânea, a filosofia e a ciência, exibindo certa predileção por metáfora, ironia e aforismo.

    Suas ideias-chave incluíam a dicotomia apolíneo/dionisíaca, o perspectivismo, a vontade de poder, a morte de Deus, o Übermensch e o eterno retorno

    Sua filosofia central é a “afirmação da vida”, que envolve o questionamento de qualquer doutrina que drene energias expansivas, não importando o quão histórica e socialmente predominantes sejam essas ideias.[2] 

    Seu questionamento radical do valor e da objetividade da verdade tem sido extremamente debatido e sua influência continua a ser substancial, especialmente na tradição filosófica continental compreendendo existencialismo, pós-modernismo e pós-estruturalismo

    Suas ideias de superação individual e transcendência tiveram um impacto profundo sobre diversos pensadores entre o final do século XIX e o início do século XX, que usaram tais conceitos como pontos de partida para suas próprias filosofias.[3][4] 

    Recentemente, as reflexões de Nietzsche foram recebidas em várias abordagens filosóficas que se movem além do humanismo (por exemplo, o transumanismo).

    Nietzsche começou sua carreira como filólogo clássico — um estudioso da crítica textual grega e romana — antes de se voltar para a filosofia. 

    Em 1869, aos vinte e quatro anos, foi nomeado para a cadeira de Filologia Clássica na Universidade de Basileia, a pessoa mais jovem a ter alcançado esta posição.[5] 

    Em 1889, com quarenta e quatro anos de idade, sofreu um colapso mental. O incidente foi posteriormente atribuído à paresia geral atípica devido à sífilis terciária, mas esse diagnóstico tem sido enfrentado pelos leitores e estudiosos da obra de Nietzsche.[6] 

    Nietzsche viveu seus últimos anos sob os cuidados de sua mãe até a morte dela em 1897. Depois, caiu sob os cuidados de sua irmã, Elisabeth Förster-Nietzsche, até morrer em 1900.

    Como sua cuidadora, sua irmã assumiu o papel de curadora e editora de seus manuscritos. Elizabeth era casada com um proeminente nacionalista e antissemita alemão, Bernhard Förster, e retrabalhou escritos inéditos de Nietzsche para adequá-los à ideologia de seu marido de maneira contrária às opiniões expressas por seu irmão, que estavam forte e explicitamente opostas ao antissemitismo e ao nacionalismo. 

    Através das edições de Förster-Nietzsche, o nome de Friedrich tornou-se associado ao militarismo alemão e ao nazismo, mas, desde o século XX, analistas literários vêm tentando neutralizar esse equívoco das ideias de Nietzsche.[7]

    Fonte: Wikipédia


    Reflexão 21 de Março 2024

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  • Reflexão 22 de Março 2024

    Reflexão 22 de Março 2024

     Reflexão 22 de Março 2024 Foz em Destaque


    “O otimista é um tolo. O pessimista, um chato. Bom mesmo é ser um realista esperançoso.”

    (Ariano Suassuna)

    Intelectual, escritor, filósofo, dramaturgo, romancista, artista plástico, ensaísta, poeta e advogado brasileiro. (1927-2014)

    Ariano Suassuna - Reflexão 22 de Março 2024 Foz em Destaque


    Ariano Suassuna

    Ariano Suassuna - Reflexão 22 de Março 2024 Foz em Destaque

    Ariano Suassuna foi um escritor brasileiro. “O Auto da Compadecida”, sua obra-prima, foi adaptada para a televisão e para o cinema. Sua obra reúne, além da capacidade imaginativa, seus conhecimentos sobre o folclore nordestino.

    Foi poeta, romancista, ensaísta, dramaturgo, professor e advogado. Em 1989 foi eleito para a cadeira n.º 32 da Academia Brasileira de Letras. Em 1993 foi eleito para a cadeira n.º 18 da Academia Pernambucana de Letra e em 2000 ocupou a cadeira n.º 35 da Academia Paraibana de Letras.

    Veja biografia completa…


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  • Reflexão 23 de Março 2024

    Reflexão 23 de Março 2024

    Reflexão 23 de Março 2024 - Foz em Destaque


    “Quando você diz que não tem tempo para algo, é porque aquilo não é prioridade.”

    Mário Sérgio Cortella – Filósofo, escritor, educador, palestrante e professor universitário brasileiro.

    "Quando você diz que não tem tempo para algo, é porque aquilo não é prioridade." Mário Sérgio Cortella
Reflexão 23 de Março 2024 - Foz em Destaque


    "Quando você diz que não tem tempo para algo, é porque aquilo não é prioridade." Mário Sérgio Cortella
Reflexão 23 de Março 2024 - Foz em Destaque

    Mario Sergio Cortella é um filósofo, escritor, educador, palestrante e professor universitário brasileiro. 

    É autor de vários livros, entre os quais Por que Fazemos o que Fazemos?, em que analisa a vida profissional na contemporaneidade. 

    Foi Secretário Municipal de Educação de São Paulo no governo de Luiza Erundina. 

    Nascimento: 5 de março de 1954 (idade 70 anos), Londrina, Paraná

    Formação: PUC-SP – Campus Monte Alegre (1997), MAIS

    Pais: Antonio Cortella, Emília Gonçalves Cortella

    Alma mater: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

    Nome completo: Mario Sergio Cortella

    Período: 28 de maio de 1991 até 1° de janeiro de 1993

    Fonte: Wikipédia


    Reflexão 23 de Março 2024

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  • Reflexão 24 de Março 2024

    Reflexão 24 de Março 2024 Foz em Destaque


    “Em mentes quadradas ideias novas não circulam.” 

    Beatriz Amaral – Poeta, contista,  ensaísta, musicista e crítica literária paulistana.

    "Em mentes quadradas ideias novas não circulam." 
Beatriz Amaral - Poeta, contista,  ensaísta, musicista e crítica literária paulistana.
Reflexão 24 de Março 2024 Foz em Destaque


    "Em mentes quadradas ideias novas não circulam." 
Beatriz Amaral - Poeta, contista,  ensaísta, musicista e crítica literária paulistana.
Reflexão 24 de Março 2024 Foz em Destaque

    BEATRIZ H. RAMOS AMARAL, paulistana,  é poeta, contista,  ensaísta, musicista e crítica literária.  Estreou em Literatura aos 19 anos e já publicou 15 livros em gêneros literários diversos  – romance, conto, poesia,  ensaio, crítica e teoria literária e jurídico.  

    É formada em Direito pela USP Universidade de São Paulo (1983),  premiada como melhor aluna do curso na especialização Direito Penal e Criminologia. Formada em Música pela FASM (1985).  Mestre em Literatura e Crítica Literária pela PUC-SP (2005). 

    Coordenou projetos literários na Secretaria Municipal de Cultura   entre 1994 e 1997, no Centro Cultural São Paulo, na Biblioteca Mário de Andrade e em Casas de Cultura.  

    Também coordenou projetos na Casa das Rosas – Secretaria de Estado da Cultura. Ingressou no Ministério Público do Estado de São Paulo em janeiro de 1986, por concurso de provas e títulos, e foi Promotora de Justiça e Procuradora de Justiça por três décadas, de 1986 a 2016. 

    Foi eleita membro do Órgão Especial do Colégio de Procuradores,  que é um dos órgãos da Administração Superior do MPSP.

    Foi  Secretária Geral da UBE-SP e diretora da entidade entre 1996 e 2005, nas gestões de Fábio Lucas, Henrique L. Alves, Cláudio Willer e Levi Ferrari. Participou de dezenas de coletâneas poéticas no Brasil  e também nos Estados Unidos,  na França e em Portugal.  

    Teve livros analisados e resenhados na Itália, na Alemanha, em Portugal,  na França e na Argentina. 

    Atualmente é Diretora do Departamento Cultural da APMP,  Diretora do MPD, integra a REBRA – Rede de Escritoras Brasileiras. 

    Desde 1995 até o presente momento, tem publicado resenhas, artigos,  contos,  ensaios em jornais de literatura e em revistas de cultura e arte,  entre os quais Revista Ângulo, O Escritor, Dimensão, Germina, Eutomia, Mallarmargens, Archivos Del Sur, Folha de São Paulo, Revista da Biblioteca Mário de Andrade. 

    Tem realizado palestras no Brasil e em Portugal,  desde 2011, sobre sua própria produção literária e sobre a trajetória estética do poeta Edgard Braga, sobre a qual publicou um livro em 2013.

    Leia mais: https://www.divulgaescritor.com/products/beatriz-h-ramos-amaral-entrevistada/

    https://blocosonline.com.br/literatura/poesia/obrasdigitais/saciedigpv/11/beatriz02.php


    Reflexão 24 de Março 2024

    Desing e Artes por Ana Carvalho.

    Pesquisa de texto e postagens por Isabela Ganguilhet

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  • Reflexão 25 de Março 2024

    Reflexão 25 de Março 2024

    Reflexão 25 de Março 2024


    “A força não provém da capacidade física. Provém de uma vontade indomável.”

    Mahatma Gandhi – advogado, nacionalista, anticolonialista e especialista em ética política indiana. (1869-1948)

    "A força não provém da capacidade física. Provém de uma vontade indomável."

Mahatma Gandhi - advogado, nacionalista, anticolonialista e especialista em ética política indiana. (1869-1948)

Reflexão 25 de Março 2024


    Mahatma Gandhi

    "A força não provém da capacidade física. Provém de uma vontade indomável."

Mahatma Gandhi - advogado, nacionalista, anticolonialista e especialista em ética política indiana. (1869-1948)

Reflexão 25 de Março 2024

    Mohandas Karamchand Gandhi (Porbandar, 2 de outubro de 1869Nova Déli, 30 de janeiro de 1948) foi um advogado,[2] nacionalista, anticolonialista[3] e especialista em ética política indiana,[4] que empregou resistência não violenta para liderar a campanha bem-sucedida para a independência da Índia do Reino Unido,[5] e por sua vez, inspirar movimentos pelos direitos civis e liberdade em todo o mundo. 

    O honorífico Mahātmā (sânscrito: “de grande alma”, “venerável”),[6] aplicado a ele pela primeira vez em 1914 na África do Sul,[7] é agora usado em todo o mundo. 

    O aniversário de Gandhi, 2 de outubro, é comemorado na Índia como Gandhi Jayanti, um feriado nacional e em todo o mundo como o Dia Internacional da Não-Violência. Gandhi é comumente, embora não formalmente considerado o Pai da Pátria indiana.[8][9] Gandhi também é chamado de Bapu[10] (Guzerate: carinho por pai,[11] papa[11][12]).

    Nascido e criado em uma família hindu no litoral de Guzerate, oeste da Índia, e formado em direito no Inner Temple, Londres, Gandhi empregou pela primeira vez a desobediência civil não-violenta como advogado expatriado na África do Sul, na luta da comunidade indiana pelos direitos civis. 

    Após seu retorno à Índia em 1915, ele começou a organizar camponeses, agricultores e trabalhadores urbanos para protestar contra o imposto sobre a terra e a discriminação excessiva. 

    Assumindo a liderança do Congresso Nacional Indiano em 1921, Gandhi liderou campanhas nacionais para várias causas sociais e para alcançar o Swaraj ou o autogoverno.[13]

    Gandhi levou os indianos a desafiar o imposto salino cobrado pelos ingleses com a Marcha do Sal, de 400 km, em 1930, e mais tarde pedindo aos britânicos que abandonassem a Índia em 1942. 

    Ele foi preso por muitos anos, em várias ocasiões, na África do Sul e na Índia. Vivia modestamente em uma comunidade residencial autossuficiente e usava o dhoti e o xale indiano tradicional, entrelaçados com fios feitos à mão em um charkha. 

    Comia comida vegetariana simples e também realizou longos jejuns como um meio de auto-purificação e protesto político.

    A visão de Gandhi de uma Índia independente baseada no pluralismo religioso foi desafiada no início da década de 1940 por um novo nacionalismo muçulmano que exigia uma pátria muçulmana separada da Índia.[14] 

    Em agosto de 1947, o Reino Unido concedeu a independência, mas o Império Britânico da Índia[14] foi dividido em dois domínios, a Índia de maioria hindu e o Paquistão de maioria muçulmana.[15] 

    Como muitos indianos, muçulmanos e sikhs deslocados chegaram às suas novas terras, a violência religiosa irrompeu, especialmente em Panjabe e em Bengala

    Evitando a celebração oficial da independência em Delhi, Gandhi visitou as áreas afetadas, tentando proporcionar consolo. 

    Nos meses seguintes, ele realizou várias greves de fome para deter a violência religiosa. 

    O último deles, realizado em 12 de janeiro de 1948, quando tinha 78 anos, também teve o objetivo indireto de pressionar a Índia a pagar alguns ativos em dinheiro devidos ao Paquistão.[16] 

    Alguns indianos pensavam que Gandhi era muito complacente com os muçulmanos.[16][17] 

    Entre eles estava Nathuram Godse, um nacionalista hindu, que assassinou Gandhi em 30 de janeiro de 1948, disparando três vezes contra seu peito.[17]

    Wikipédia


    Reflexão 25 de Março 2024

    Desing e Artes por Ana Carvalho.

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  • Reflexão 26 de Março 2024

    Reflexão 26 de Março 2024


    “Algumas coisas não precisam fazer sentido, basta valer a pena.” 

    Renato Russo – Cantor, compositor, produtor e multi-instrumentista brasileiro, vocalista e fundador da banda Legião Urbana (1960-1996)


    Renato Russo, nome artístico de Renato Manfredini Júnior (Rio de Janeiro, 27 de março de 1960 – Rio de Janeiro, 11 de outubro de 1996), foi um cantor, compositor, produtor e multi-instrumentista brasileiro, célebre por ter sido líder, vocalista e fundador da banda Legião Urbana.[1][2] 

    Antes de fundar a banda, Renato integrou o grupo musical Aborto Elétrico, do qual saiu devido aos constantes desentendimentos com o baterista Fê Lemos.[3] 

    Adotou o sobrenome artístico Russo em homenagem ao inglês Bertrand Russell, ao suíço Jean-Jacques Rousseau e ao francês Henri Rousseau.[4][5][6]

    Renato morreu devido as complicações causadas pela AIDS em 11 de outubro de 1996, na época com 36 anos.[7] 

    Amigos do cantor afirmam que ele se infectou com o vírus após se envolver com uma pessoa portadora do HIV que conheceu em Nova Iorque, em 1989.[7]

     Como integrante da Legião Urbana, Renato lançou oito álbuns de estúdio, cinco álbuns ao vivo, alguns lançados postumamente e diversos contos. 

    Gravou ainda três discos solo e cantou ao lado de Herbert Vianna, Adriana Calcanhotto, Cássia Eller, Paulo Ricardo, Erasmo Carlos, Leila Pinheiro, Biquini Cavadão, 14 Bis e Plebe Rude.

    Em outubro de 2008, a revista Rolling Stone Brasil promoveu a Lista dos Cem Maiores Artistas da Música Brasileira, em que Renato Russo ocupa o 25.º lugar.[8]

    Wikipédia


    Reflexão 26 de Março 2024

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  • Reflexão 27 de Março 2024

    Reflexão 27 de Março 2024

    Reflexão 27 de Março 2024 - Foz em Destaque


    Pessoas extraordinárias são meteoros designados para se incendiar de modo que a Terra possa ser iluminada.

    Napoleão Bonaparte (1769-1821) – Estadista e líder militar francês que ganhou destaque durante a Revolução Francesa.

    Reflexão 27 de Março 2024 - Foz em Destaque - Napoleão Bonaparte


    Napoleão Bonaparte

    Reflexão 27 de Março 2024 - Foz em Destaque - Napoleão Bonaparte

    [nota 1] (Ajaccio, 15 de agosto de 1769Longwood, 5 de maio de 1821) foi um estadista e líder militar francês que ganhou destaque durante a Revolução Francesa e liderou várias campanhas militares de sucesso durante as Guerras Revolucionárias Francesas

    Foi imperador dos franceses como Napoleão I de 1804 a 1814 e brevemente em 1815 durante os Cem Dias

    Napoleão dominou os assuntos europeus e globais por mais de uma década, enquanto liderava a França contra uma série de coalizões nas guerras napoleônicas

    Ele venceu a maioria desses conflitos e a grande maioria de suas batalhas, construindo um grande império que governava grande parte da Europa continental antes de seu colapso final em 1815. 

    Ele é considerado um dos maiores comandantes da história e suas guerras e campanhas são estudadas em escolas militares em todo o mundo. 

    O legado político e cultural de Napoleão perdurou como um dos líderes mais célebres e controversos da história da humanidade.[1][2]

    Nascimento: 15 de agosto de 1769, Ajaccio, França

    Falecimento: 5 de maio de 1821, Longwood House Museum, Longwood, Santa Helena

    Filhos: Napoleão II de França, Eugénio de Beauharnais, MAIS

    Cônjuge: Maria Luísa de Áustria (de 1810 a 1821), Josefina de Beauharnais (de 1796 a 1810)

    Altura: 1,68 m

    Irmãos: Luís I da Holanda, José Bonaparte, Luciano Bonaparte, MAIS

    Filmes: Le mémorial de Sainte-Hélène

    Wikipédia


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