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  • Reflexão Diária: 01 de Março

    Pensamento do dia 01 de Março de 2023

    “Eu não estive em todos os lugares, mas eles estão na minha lista.”

    Susan Sontag

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    Susan Sontag foi uma premiada escritora, ensaísta, cineasta, filósofa, professora, crítica de arte e ativista dos Estados Unidos. Escreveu extensivamente, sobretudo, sobre fotografia, cultura e mídia e atuou nas causas anti-guerra, em prol dos direitos humanos e campanhas sobre a AIDS. Além de posicionada ideologicamente no campo da esquerda, Sonstag era bissexual. No entanto, seus ensaios normalmente repercutiram bastante e ela foi descrita como “uma das críticas mais influentes de sua geração”

    Biografia

    Graduou-se na Universidade de Harvard. Escreveu, sobretudo, ensaios, mas também publicou romances. Sua primeira grande obra foi o ensaio “Notes on ‘Camp”, em 1964. Suas obras mais conhecidas são Contra a interpretação (1966), A vontade radical (1968), Sobre a Fotografia (1977), A doença como metáfora (1978), bem como as obras de ficção The Way We Live Now (1986), The Volcano Lover (1992) e In America (1999), pelo qual recebeu em 2000 um dos mais importantes prémios do seu país, o National Book Award.

    Assim como teve intensa participação em periódicos, publicando artigos em revistas como The New Yorker e The New York Review of Books e no jornal The New York Times.

    Também é conhecida por seu ativismo, tendo viajado para áreas de conflito, incluindo a Guerra do Vietnã e o Cerco de Sarajevo. Escreveu extensivamente sobre fotografia, cultura e mídia, AIDS e doenças, direitos humanos. Foi descrita como “uma das críticas mais influentes de sua geração”.

    Em um de seus últimos artigos, publicado em maio de 2004 no jornal The New York Times, Sontag afirmou que “a história recordará a Guerra do Iraque pelas fotografias e vídeos das torturas cometidas pelos soldados americanos na prisão de Abu Ghraib“.

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    Nascimento: 16 de janeiro de 1933, Nova Iorque, Nova York, EUA

    Falecimento: 28 de dezembro de 2004, Nova Iorque, Nova York, EUA

    Foz em Destaque – 01 de Março

  • Reflexão Diária: 02 de Março

    Pensamento do dia 02 de Março de 2023

    “Quem sonha sozinho é apenas um sonho. Quando se sonha juntos é o começo da realidade.”

    Cervantes

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    Miguel de Cervantes foi um escritor, dramaturgo e poeta espanhol, autor de “Dom Quixote”, uma obra-prima da literatura universal, ademais, considerado o precursor do Realismo na Espanha.

    Miguel de Cervantes Saavedra nasceu em Alcalá de Henares, provavelmente em 29 de setembro de 1547. Filho do cirurgião Rodrigo e Leonor de Cortinas, tinha seis irmãos.

    Estudou em sua terra natal, em Valladolid e Madrid. Em 1563, a família foi morar em Sevilha, onde estudou gramática e latim, com padres jesuítas. Nessa época, conheceu o teatro de Lope de la Rueda, de quem recebeu influência.

    Vida Literária

    Em 1584, Miguel de Cervantes estava de volta à Espanha. Enfim, em Madri, conseguiu um cargo público e começou a escrever e publicar sua novela pastoril “La Galatea” (1585). Em suma, estabelece contato com literatos da época, Luís de Gôngora e Lope de Veja. Escreve os poemas dramáticos “Los Tratos de Argel” e “La Mumancia”.

    Miguel de Cervantes casa-se com Catalina de Palácios Salazar. É encarregado, pelo rei, como comissário de víveres destinados às armadas e frotas da Índia, indo morar em Sevilha. Mais tarde, é nomeado coletor de impostos devidos à Coroa dos reinos de Granada, o que o obriga a viajar seguidamente para Andaluzia e La Mancha.

    Por causa dos atrasos na prestação de contas com a Coroa, foi preso três vezes. Contam os historiadores que a primeira parte do livro “Dom Quixote” foi escrito enquanto estava preso em Argamasilla del Alba, entre 1601 e 1603. Tendo sido reconduzido sempre ao seu, Cervantes certamente atestou sua inocência.

    Dom Quixote de La Mancha

    A obra foi difundida em toda parte, até se tornar o mais lido romance em todo o mundo, por crianças e adultos. O personagem Dom Quixote é um pequeno fidalgo castelhano que perdeu a razão pela leitura assídua dos romances de cavalaria e pretende imitar seus heróis prediletos. Envolve-se numa série de aventuras.

    Na primeira série de suas aventuras imaginárias, Dom Quixote fez-se armar cavaleiro pelo proprietário de um albergue e leva consigo seu escudeiro, o pobre camponês “Sancho Pança”, que se deixou atrair pelas miragens do cavaleiro.

    Embora se desenvolva em torno do real e do imaginário, o livro possui episódios em que os dois planos se confundem e em que o imaginário se torna a própria realidade.

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    Nascimento: 29 de setembro de 1547, Alcalá de Henares, Espanha

    Falecimento: 22 de abril de 1616, Madrid, Espanha

    Foz em Destaque – 02 de Março

  • Reflexão Diária: 03 de Março

    Pensamento do dia 03 de Março de 2023

    “Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.” 

    Antoine Lavoisier

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    Antoine-Laurent de Lavoisier foi um nobre e químico francês fundamental para a revolução química no século XVIII, além de ter grande influência na história da química e na história da biologia. Ele é considerado na literatura popular como o “pai da química moderna”. Ademais, foi eleito membro da Royal Society em 1788.

    O que descobriu Lavoisier

    As primeiras pesquisas científicas de Lavoisier se concentravam em determinar as variações de peso sofridas pelos corpos queimados. Por conseqüência, comprovou que essas variações são provocadas por um gás, de aspecto semelhante ao ar atmosférico, que Priestley chamou de “ar perfeito”, e recebeu de Lavoisier o nome de oxigênio.

    Em 1777 conseguiu decompor o ar em oxigênio e nitrogênio, de fato, e depois recompô-lo a partir desses elementos.

    Lavoisier fez diversas experiências nas quais pesava as substâncias utilizadas, antes e depois das reações químicas. Se bem que, também, realizou estudos de Fisiologia e Bioquímica que estabeleceram os métodos das provas de metabolismo basal. Além disso, realizou experiências com cobaias, medindo rigorosamente o oxigênio por elas consumido e o dióxido de carbono desprendido.

    Todavia, foi o primeiro a demonstrar que o calor do corpo humano é produzido por um processo de “queima” que se passa continuamente em nosso corpo e que resulta da combinação de alimento e oxigênio. Antoine Lavoisier tinha forte interesse pela agricultura. Possuía grande fazenda em Le Bourget, onde demonstrou a importância dos fertilizantes na lavoura.

    Condenação e morte

    Em 1793, Lavoisier teve a infelicidade de incorrer na ira de Jean Paul Marat, contudo, um dos chefes do terror que se seguiu à Revolução Francesa, por haver rejeitado um tratado químico submetido por Marat à Academia de Ciência.

    Marat denunciou o cientista e conseguiu a prisão de todos os membros da organização arrecadadora de impostos, como ladrões que roubavam o povo. 

    Embora, todas as petições para libertá-lo por ser um grande cientista foram em vão.

     Antoine Lavoisier foi condenado à morte, e guilhotinado em Paris, no dia 8 de maio de 1794 e jogado em uma vala comum. Em 1796, o governo francês providenciou um funeral de honra, em louvor ao grande cientista.

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    Nascimento: 26 de agosto de 1743, Paris, França

    Falecimento: 8 de maio de 1794, Paris, França

    Foz em Destaque – 03 de Março

  • Reflexão Diária: 04 de Março

    Pensamento do dia 04 de Março de 2023

    “Nunca tenha certeza de nada, porque a sabedoria começa com a dúvida.”

    Sigmund Freud

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    Sigmund Freud foi um médico neurologista e importante psicanalista austríaco. Afinal, foi considerado o pai da psicanálise, que influiu consideravelmente sobre a Psicologia Social contemporânea.

    Sigmund Schlomo Freud nasceu em Freiberg, na Morávia, então pertencente ao Império Austríaco, no dia 6 de maio de 1856. Filho de Jacob Freud, pequeno comerciante e de Amalie Nathanson, de origem judaica, foi o primogênito de sete irmãos.

    Aos quatro anos de idade, sua família mudou-se para Viena, onde os judeus tinham melhor aceitação social e melhores perspectivas econômicas.

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    Complexo de Édipo

    Em 1897, Freud passou a estudar a natureza sexual dos traumas infantis causadores das neuroses e, como resultado, começou a delinear a teoria do “Complexo de Édipo”, segundo o qual seria parte da estrutura mental dos homens o amor físico pela mãe.

    Nesse mesmo ano, já observava a importância dos sonhos na psicanálise. Em 1900 publica “A Interpretação dos Sonhos”, a primeira obra psicanalítica de fato.

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    Freud, o Pai da Psicanálise

    Em pouco tempo, Freud conseguiu dar um passo decisivo e original que abriu perspectivas para o desenvolvimento da psicanálise ao abandonar a hipnose, substituindo-a pelo método das livres associações, passando então a penetrar nas regiões mais obscuras do inconsciente, sendo o primeiro a descobrir o instrumento capaz de atingi-lo e explorá-lo em sua essência.

    Durante dez anos, Freud trabalhou sozinho no desenvolvimento da psicanálise. Em 1906, a ele juntou-se Adler, Jung, Jones e Stekel, que em 1908 se reuniram no primeiro Congresso Internacional de Psicanálise, em Salzburg.

    O primeiro sinal de aceitação da Psicanálise no meio acadêmico surgiu em 1909, quando foi convidado a dar conferências nos EUA, na Clark University, em Worcester.

    Em 1910, por ocasião do segundo congresso internacional de psicanálise, realizado em Nuremberg, o grupo fundou a Associação Psicanalítica Internacional, que consagrou os psicanalistas em vários países.

    Entre 1911 e 1913, Freud foi vítima de hostilidades, principalmente dos próprios cientistas, que, indignados com as novas ideias, tudo fizeram para desmoralizá-lo. Adler, Jung e toda a chamada escola de Zurique separaram-se de Freud.

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    Nascimento: 6 de maio de 1856, Příbor, Tchéquia

    Falecimento: 23 de setembro de 1939, Hampstead, Londres, Reino Unido

    Foz em Destaque – 04 de Março

  • Reflexão Diária: 05 de Março

    Pensamento do dia 05 de Março de 2023

    “É preciso fazer o mundo inteiro cantar. a música é tão útil quanto pão e água.”

    Heitor Villa-Lobos

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    Heitor Villa-Lobos foi um maestro e compositor brasileiro, um dos mais originais do século XX. Graças ao emprego de ritmos brasileiros e de instrumentos de percussão, sua vasta obra inclui concertos, sinfonias, óperas, bailados, suítes sinfônicas e peças isoladas. Inegavelmente, suas peças eram executadas no circuito dos mais prestigiados teatros europeus e americanos.

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    O Trenzinho do Caipira

    O auge da criatividade de Heitor Villa-Lobos se deu na década de 30, conforme deu início à série das nove “Bachianas Brasileiras”, suítes para diversas combinações de instrumentos que expressam a afinidade entre Bach e procedimentos melódicos e harmônicos da música popular instrumental brasileira.

    Então, em 1931, ao excursionar por 54 cidades do interior paulista, inspirou-se para compor “O Trenzinho do Caipira”, parte integrante da peça “Bachianas Brasileiras n.º 2”. Pois, a obra se caracteriza por imitar o movimento de uma locomotiva com os instrumentos da orquestra.

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    Academia Brasileira de Música

    Heitor Villa-Lobos fundou e foi o primeiro presidente da Academia Brasileira de Música, aliás. Era membro da Academia de Belas Artes de Nova Iorque. Além disso, recebeu o título de Doutor Honoris Causa da Universidade de Nova Iorque.

    Villa-Lobos deixou mais de 700 composições, com destaque para as “Bachianas Brasileiras”, em número de nove, entre elas, a de n.º 4 para piano e a de n.º 5 para soprano e conjunto de violoncelos, como também os choros: “Choro n.º 2”, “Choro n.º 5” e “Descobrimento do Brasil, 4 suítes”.

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    Nascimento: 5 de março de 1887, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro

    Falecimento: 17 de novembro de 1959, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro

    Foz em Destaque – 05 de Março

  • Reflexão Diária: 06 de Março

    Pensamento do dia 06 de Março de 2023

    “Quem olha para fora sonha, quem olha para dentro desperta.”

    Carl Jung

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    Carl Gustav Jung foi um psiquiatra suíço, fundador da escola de Psicologia Analítica. Conforme desenvolveu os conceitos da personalidade extrovertida e introvertida, de arquétipos e do inconsciente coletivo.

    Carl Gustav Jung nasceu em Kesswil, na Suíça, no dia 26 de junho de 1875. Filho de um pastor protestante, com quatro anos, mudou-se com a família para a Basiléia, na época, um grande centro cultural da Suíça.

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    Psicologia Analítica

    Carl Gustav Jung procurava entender o significado simbólico dos conteúdos do inconsciente, a fim de fazer a distinção entre a psicologia individual e a psicanálise, deu à sua disciplina o nome de “Psicologia Analítica”.

    Jung seguiu seu caminho e, decerto, destacou-se no uso de técnicas de estudos dos desenhos e dos sonhos. Ambos relacionados ao inconsciente humano.

    Em Tipos Psicológicos (1920), Jung observou que conforme a energia vital se dirigisse para o interior ou para o exterior, resultaria no aparecimento de um dos dois tipos psicológicos fundamentais: a introversão ou a extroversão.

    Assim como outros conceitos centrais da psicologia analítica são os complexos (conjunto de representações psíquicas cuja influência se manifesta sem nenhum controle do eu) e o do inconsciente coletivo.

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    Teoria dos arquétipos

    Segundo Carl Jung, em suma, as sociedades humanas participam de arquétipos comuns a todas elas, que se expressam através dos mitos, da arte, da religião, dos sonhos e também da loucura e das doenças psíquicas.

    A fim de determinar a natureza dos arquétipos, Jung penetrou numa aventura espiritual que foi considerada, em algumas ocasiões, próxima do misticismo, como destacou nos livros: Psicologia e Religião (1939) e Psicologia e Alquimia (1944).

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    Nascimento: 26 de julho de 1875, Kesswil, Suíça

    Falecimento: 6 de junho de 1961, Küsnacht, Suíça

    Foz em Destaque – 06 de Março

  • Reflexão Diária: 07 de Março

    Pensamento do dia 07 de Março de 2023

    “Faça seus medos terem medo de você.”

    Batman

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    O Batman (inicialmente chamado o Bat-Man) também conhecido pelas alcunhas Homem-Morcego, Cavaleiro das Trevas, Cruzado Encapuzado. É um personagem fictício e super-herói encapuzado da editora norte-americana DC Comics, criado pelo desenhista Bob Kane e pelo escritor Bill Finger. Aparecendo pela primeira vez na história em quadrinhos Detective Comics#27 (maio de 1939) com o nome “O Bat-Man”.

    Em suma, a identidade secreta do Batman é Bruce Wayne, um bilionário americano, playboy, magnata de negócios, filantropo e dono da corporação Wayne Enterprises. Depois de testemunhar o assassinato dos seus pais enquanto criança, Wayne jurou vingança contra os criminosos — um juramento moderado por um ideal justiça. Wayne, então, treina física e intelectualmente e cria uma persona inspirada no morcego para combater o crime.

    Através dos anos, a origem do homem morcego sofreu diversas revisões. Uniformes, parceiros e até a própria personalidade do Batman passaram por mudanças. Outros aspectos, como a morte de seus pais e a sua busca por justiça, permaneceram.

    Constante em todas as versões do Batman é o seu alter-ego: Bruce Wayne. Milionário, ou bilionário (dependendo da época), playboy, empresário e filantropo que optou por combater o crime em Gotham City após o assassinato de seus pais, o médico Thomas Wayne e sua esposa Martha Wayne.

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    Trilogia Cavaleiro das Trevas de Nolan

    A trilogia Cavaleiro das Trevas, do diretor Christopher Nolan, começou com Batman Begins (2005), com Christian Bale no papel do Morcego, enfrentando dois grandes vilões: o Espantalho (Cillian Murphy) e Ra’s Al Ghul (Liam Neeson). 

    A série alcançou seu ápice de sucesso com a continuação, The Dark Knight (2008), que contou com a incrível maquiagem em Aaron Eckhart para criar o Two-Face (Duas-Caras); além da memorável interpretação do Joker (Coringa) feita por Heath Ledger, que rendeu o Oscar póstumo de melhor ator-coadjuvante ao ator. 

    Mas com a morte do ator que deu vida ao maior vilão do Batman, a trilogia de Nolan encerrou com The Dark Knight Rises (2012), apresentando Tom Hardy no papel de Bane e Anne Hathaway no papel de Mulher-Gato.

    Foz em Destaque – 07 de Março

  • Reflexão Diária: 08 de Março

    Pensamento do dia 08 de Março de 2023

    “Que nada nos defina, que nada nos sujeite. que a liberdade seja a nossa própria substância…”

    Simone de  Beauvoir

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    Simone de Beauvoir foi uma escritora francesa, filósofa existencialista, memorialista e feminista, considerada uma das maiores representantes do existencialismo na França. Manteve um longo e polêmico relacionamento amoroso com o filósofo Paul Sartre.

    Com seus romances, ensaios e peças, nos quais transparece uma clara intenção didática, Simone de Beauvoir contribuiu para a expansão da consciência feminina na segunda metade do século XX.

    Simone Lucie Ernestine de Marie Bertrand de Beauvoir, conhecida como Simone de Beauvoir, nasceu em Paris, França, no dia 9 de janeiro de 1908. Filha de um advogado e leitor compulsivo, desde a adolescência já pensava em ser escritora.

    Entre 1913 e 1925, estudou no Institute Adeline Désir, uma escola católica para meninas. Assim, em 1925, Simone de Beauvoir ingressou no curso de matemática do Instituto Católico de Paris e no curso de literatura e línguas no Institute Saint-Marie.

    Entretanto, em seguida, Simone de Beauvoir estudou Filosofia na Universidade de Sorbonne, onde entrou em contato com outros jovens intelectuais como René Maheu e Jean-Paul Sartre, com quem manteve um longo e polêmico relacionamento. Pois em1929 concluiu o curso de Filosofia.

    Como resultado, em 1931, com 23 anos, Simone de Beauvoir foi nomeada professora de Filosofia na Universidade de Marseille, onde permaneceu até 1932. Em seguida foi transferida para Ruen. Enfim em 1943, retornou à Paris como professora de Filosofia do Lycée Molière.

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    Nascimento: 9 de janeiro de 1908, 6º arrondissement de Paris

    Falecimento: 14 de abril de 1986, Paris, França

    Foz em Destaque – 08 de Março

  • Reflexão Diária: 29 de Janeiro

    Pensamento do dia 29 de Janeiro de 2023

    “A alma é tingida com a cor dos seus pensamentos.”

    Marco Aurélio

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    Marco Aurélio

    Marco Aurélio foi imperador romano entre os anos de 161 e 180, o quarto imperador da dinastia dos Antoninos. Ficou conhecido como imperador-filósofo, pois cultivava ideais de justiça e bondade.

    César Marco Aurélio Antonino nasceu em Roma, Itália, e ao nascer, sua família gozava de grande prestígio. Pois seu avô paterno era cônsul e prefeito de Roma. Enquanto sua avó materna herdou uma grande fortuna, fazendo Marco Aurélio conviver com a riqueza e o poder. Recebeu de mestres gregos esmerada educação humanística.

    Uma tia paterna casou com Antonino Pio que veio a ser imperador, sucedendo a Adriano. assim, ao ficar órfão ainda jovem, Marco Aurélio foi adotado pelo tio, Antonino Pio.

    No ano 136, o imperador Adriano anunciou como seu sucessor, Lúcio Cômodo, que morreu dois anos depois. Adriano escolheu então Antonino Pio para suceder-lhe, porém, teria Antonino Pio o compromisso de adotar como filho o jovem Lúcio Vero, filho de Cômodo.

    Com a morte do Imperador Adriano em 138, Antonino Pio, portanto, tornou-se imperador. Nessa época, Marco Aurélio foi três vezes cônsul e casou-se, em 145, com Faustina, a filha do imperador.

    Em 147, Marco Aurélio recebeu o “Imperium” e a “Tribunicia potestas”, em suma, os maiores poderes formais do império. Durante seu reinado, Marco Aurélio, contudo se dedicou ao estudo e à reflexão e escreveu diversos pensamentos, em grego. Embora, seus escritos fossem registrados em forma de diário, conhecido como “Meditações”.

    Marco Aurélio ensina que o ideal a ser buscado não é a felicidade, mas a tranquilidade e o domínio das paixões e emoções, que se obtêm pela harmonia com a natureza e a aceitação de suas leis. Seu filho “Cômodo” foi o seu sucessor.

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    Nascimento: 26 de abril de 121 d.C., Roma, Itália

    Falecimento: 17 de março de 180 d.C., Sirmio

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  • Reflexão Diária 26 de Janeiro

    Pensamento do dia 26 de Janeiro de 2023

    “Há quem me julgue perdido, porque ando a ouvir estrelas. Só quem ama tem ouvido para ouvi-las e entendê-las.” (Olavo Bilac)

    Olavo Brás Martins dos Guimarães Bilac (Rio de Janeiro, 16 de dezembro de 1865 — Rio de Janeiro, 28 de dezembro de 1918) foi um jornalista, contista, cronista e poeta brasileiro, considerado o principal representante do parnasianismo no país. Foi membro fundador da Academia Brasileira de Letras, ocupando a cadeira 15 da instituição, cujo patrono é Gonçalves Dias.

    Conhecido por sua atenção à literatura infantil e, principalmente, pela participação cívica, Bilac era um ativo republicano e nacionalista, também defensor do serviço militar obrigatório (codificado à época pela Lei do Sorteio)[1] em um período em que o exército usufruía de amplas faculdades políticas em virtude da proclamação da República em 1889.

    Foi o responsável pela criação da letra do Hino à Bandeira, inicialmente criado para circulação na capital federal (na época, o Rio de Janeiro), e mais tarde sendo adotado em todo o Brasil. Também ficou famoso pelas fortes convicções políticas, sobressaindo-se a ferrenha oposição ao governo militar do marechal Floriano Peixoto.

    Em 1907, foi eleito “príncipe dos poetas brasileiros”, pela revista Fon-Fon. É autor de alguns dos mais populares poemas brasileiros, como os sonetos Ora (direis) ouvir estrelas e Língua portuguesa.

    Nascimento: 16 de dezembro de 1865, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro

    Falecimento: 28 de dezembro de 1918, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro

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