Category: Reflexão do Dia

Reflexões e pensamentos.

  • Reflexão Diária: 26 de Fevereiro

    Pensamento do dia 26 de Fevereiro de 2023

    “Atrás de cada grande homem há uma mulher revirando os olhos.”

    Jim Carrey

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    Caçula de quatro irmãos, Jim Carrey sempre foi muito extrovertido desde pequeno. Dessa forma, fazia pequenas performances para quem estivesse disposto a assistir. Carrey cresceu em Toronto e aos oito anos, ele começou a fazer caretas diante de um espelho e, afinal, descobriu um talento para fazer impressões. Depois de deixar a escola em 1978 para ajudar a apoiar sua família, Carrey trabalhou por dois anos como zelador de uma fábrica.

    Ele fez sua estreia profissional como um comediante de stand-up em um clube de Toronto aos 15 anos e, em 1979, ele conseguiu ganhar a vida como comediante. Quando as coisas melhoraram um pouco, decidiu tentar a sorte em clubes de comédia até criar a coragem de se mudar para Los Angeles.

    História de Jim Carrey

    Enfim, na meca do cinema, ele impressionou o comediante Rodney Dangerfield, que o chamou para abrir suas apresentações. Em 1983, estreia nas telonas com Copper Mountain, de David Mitchell. O primeiro sucesso, no entanto, veio anos depois, com Ace Ventura – Um Detetive Diferente (1994).

    Entretanto, 94 pode ser considerado o ano mais importante de sua carreira. Em suma, também atuou em O Máskara e Debi & Lóide – Dois Idiotas em Apuros, e ainda assinou para interpretar o vilão Charada em Batman Eternamente (1995). Após boas participações em O Pentelho e O Mentiroso, Carrey foi chamado para atuar em O Show de Truman, que lhe rendeu seu primeiro Globo de Ouro.

    Voltaria a brilhar nos dramas O Mundo de Andy, Cine Majestic e Brilho Eterno De Uma Mente Sem Lembranças, que mostraram que ele era muito mais que só um cara engraçado. Tentou a sorte no mundo do suspense com Número 23, mas logo voltou para o humor e participou de obras como “Sim Senhor!” O Golpista do Ano e Os Pinguins do Papai.

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    Nascimento: 17 de janeiro de 1962 (idade 61 anos), Newmarket, Canadá

    Foz em Destaque – 26 de Fevereiro

  • Reflexão Diária: 25 de Fevereiro

    Pensamento do dia 25 de Fevereiro de 2023

    “A coisa mais importante na comunicação é ouvir o que não está sendo dito.”

    Peter Drucker

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    Peter Drucker

    Peter Drucker foi um consultor administrativo, analista financeiro, professor, jornalista e escritor austríaco. Ademais, foi considerado um dos maiores especialistas em Administração Moderna.

    Peter Ferdinand Drucker nasceu em Viena, na Áustria, no dia 19 de novembro de 1909. Filho do advogado Adolph Drucker e da médica Caroline Bondi, estudou Direito na Universidade de Hamburgo, na Alemanha. Primeiramente, concluiu o doutorado em Direito Internacional pela Universidade de Frankfurt. Nessa época colaborou com jornais e empresas envolvidas com o comércio internacional. Algumas opiniões desagradaram o governo alemão e em 1933, então mudou-se para a Inglaterra.

    Em 1937, depois de casado, transferiu-se para os Estados Unidos. Foi professor do Sarah Lawrence College. Entre 1950 e 1971 foi professor de Administração da Graduate Business School da New York University. Enfim, a partir de 1972 lecionou Ciências Sociais e Administração na Claremont Graduate University em Claremont, Califórnia. Além disso, foi colaborador de revistas e colunista do The Wall Street Journal, de 1975 a 1995. Proferiu palestras na Harvard University.

    Peter Drucker foi consultor especializado em estratégia e política para as empresas e instituições sem fins lucrativos. Não apenas, trabalhou com várias das maiores corporações, com empreendimentos e empresas de pequeno porte, com universidades, hospitais e serviços comunitários, com órgãos do Governo norte-americano, do Canadá, do Japão, entre outros países.

    Assim como influenciou um grande número de líderes e de organizações em todos os setores da sociedade. Tornou a “gestão” uma disciplina respeitada e acessível. Na sua visão, entretanto, a gestão é uma disciplina prática e humanista. Em síntese, é uma arte que se abastece de ciências como a Economia, Psicologia, História, Matemática, Teoria Política e Filosofia. Drucker foi aclamado pela Business Week como o homem que inventou a gestão.

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    Nascimento: 19 de novembro de 1909, Viena, Áustria

    Falecimento: 11 de novembro de 2005, Claremont, Califórnia, EUA

    Foz em Destaque – 25 de Fevereiro

  • Reflexão Diária: 24 de Fevereiro

    Pensamento do dia 24 de Fevereiro de 2023

    “Essa é a diferença entre eu e você. Você quer perder pouco, eu quero vencer muito.”

    Harvey Specter

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    Harvey Specter

    Harvey Specter, é uma personagem da série Suits, Harvey Specter é um dos protagonistas e é interpretado pelo ator Gabriel Macht. Advogado e sócio do escritório Pearson Specter Litt. Além de conhecido como um dos melhores negociadores de Nova York. E formado pela Universidade de Harvard e trabalhou em outros escritórios de advocacia. 

    Embora, considerado um excelente profissional, um advogado persuasivo e que convence as demais pessoas com facilidade, Harvey Specter é uma pessoa vista como egocêntrica e ambiciosa, que não gosta de perder e conquistou um lugar de destaque em seu escritório devido a essas suas características. 

    Harvey é capaz de ser extremamente charmoso, persuasivo e brincalhão, embora nem sempre demonstre essas características. Sua boa aparência, sorriso fácil, confiança e carisma fazem dele um sucesso tanto com os clientes quanto com as mulheres. No entanto, muitas pessoas não gostam dele, possivelmente porque são expostas regularmente ao seu lado mais implacável. 

    Os colegas de trabalho de Harvey na Pearson Hardman sentem uma combinação de admiração e ressentimento em relação a ele, especialmente Louis Litt. Isso ocorre porque “as pessoas simplesmente não gostam que ele esteja certo o tempo todo”. Isso provavelmente também é incentivado por sua obsessão em sempre vencer, utilizando-se de uma ética de trabalho e métodos pouco ortodoxos para um advogado.

    Um bom resumo da personalidade e do caráter de Harvey Specter está em uma fala dele mesmo, em uma conversa com Sean Cahill: “Toda a minha vida eu fiz o que acho certo, mas sempre há alguém em algum lugar que me odeia por isso, porque acha que estou quebrando as regras. Bem, as regras não são certas ou erradas. Todos os limites que eu já ultrapassei, eu ultrapassaria de novo, porque estou em paz com o que está em minha alma.”

    Foz em Destaque – 24 de Fevereiro

  • Reflexão Diária: 23 de Fevereiro

    Pensamento do dia 23 de Fevereiro de 2023

     “Antes que diga que não consegue fazer alguma coisa, experimente.”

    Sakichi Toyoda

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    Sakichi Toyoda (豊田 佐吉 ) foi um inventor e empresário japonês. Ele nasceu em Kosai, Shizuoka. Filho de um pobre carpinteiro, Toyoda é chamado de “rei dos inventores japoneses” ou “pai da revolução industrial japonesa”. Ele também é o fundador da Toyota Industries Co., Ltd. 

    Ele inventou numerosos Dispositivos de tecelagem. Aliás, sua invenção mais famosa foi o tear mecânico automático no qual ele aplicou o princípio de Jidoka (autonomação). O princípio do Jidoka, significa que a máquina pára automaticamente, toda vez que ocorre um problema, enquanto isso tornou-se, mais tarde, uma das ferramentas chave do Sistema de Produção da Toyota Industries Co., Ltd. 

    A invenção teve tanto êxito à época que a Mitsui, uma companhia exportadora do Japão assinou um contrato para começar a comercializar os teares de Toyoda, já que suas máquinas custavam 1/10 dos fabricados na Alemanha e 1/4 dos fabricados na França.

    Em 1907, Sakichi fundou a Toyoda Loom Works com um capital de ¥1 milhão. Alguns anos mais tarde, Sakichi viaja aos Estados Unidos e, então, se interessa por um novo produto, o automóvel. Ao voltar para o Japão, Sakichi fundou a Toyoda Spinning and Weaving Co. Ltd., começando as bases da corporação Toyota.

    Toyoda desenvolveu o conceito de 5 Porquês: Quando ocorre um problema, pergunte “por que” cinco vezes para tentar encontrar a fonte do problema, em seguida, atua-se na fonte do problema para eliminá-lo de forma definitiva prevenindo que ocorra novamente. Este conceito é usado até hoje como parte da aplicação de metodologias LEAN para resolver problemas, melhorar a qualidade e reduzir desperdícios.

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    Nascimento: 14 de fevereiro de 1867, Kosai, Shizuoka, Japão

    Falecimento: 30 de outubro de 1930, Nagoia, Aichi, Japão

    Foz em Destaque – 23 de Fevereiro

  • Reflexão Diária: 22 de Fevereiro

    Pensamento do dia 22 de Fevereiro de 2023

    Reflexão Diária 22 de Fevereiro

    “Que Deus me defenda dos meus amigos, que dos meus inimigos, me defendo eu.”

    Voltaire

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    François-Marie Arouet, mais conhecido pelo pseudônimo Voltaire, foi um escritor, ensaísta, deísta e filósofo iluminista francês. Afinal, foi um dos grandes representantes do Movimento Iluminista na França. Aliás, foi também ensaísta, poeta, dramaturgo e historiador. Voltaire, Montesquieu e Rousseau foram os três nomes mais significativos do Iluminismo francês.

    Iluminismo

    De temperamento e ideias revolucionárias, Voltaire frequentou a Société du Temple, que reunia libertinos e livres pensadores. Nessa época, os importantes avanços econômicos, culturais e científicos levaram à crença de que o destino da humanidade era o progresso. Além do racionalismo e do liberalismo, outro princípio tipicamente iluminista era o anticlericalismo – posição política contrária ao poder da Igreja.

    Voltaire, ligado à alta burguesia, era um crítico fervoroso do absolutismo, da nobreza e principalmente da Igreja, foi um dos pensadores que melhor encarou o espírito do Século das Luzes. Escreveu versos desrespeitosos, dirigidos ao rei Luís XIV, que lhe valeram a reclusão na Bastilha em 1717. Uma vez libertado, foi exilado em Châtenay.

    Voltaire foi um combativo escritor. Em 1718 escreveu a tragédia “Èdipo”, com o pseudônimo de Voltaire, que lhe abriu as portas dos meios literários. Em 1726, em um desentendimento com o Cavaleiro Rohan, foi novamente preso. Depois de cinco meses, foi exilado na Inglaterra onde permaneceu até 1729.

    Ideias de Voltaire

    Na Inglaterra, Voltaire tomou contato com as ideias de John Locke e influenciado pelo regime de governo parlamentar, instituído após a Revolução Gloriosa de 1688, passou a defender a ideia de que a tolerância religiosa e a monarquia constitucional inglesa deveriam ser adotadas por todas as nações europeias.

    Voltaire condenava o Absolutismo, porém defendia a necessidade de uma Monarquia centralizada em que os reis, assessorados pelos filósofos fossem capazes de fazer reformas de acordo com o interesse da sociedade. Embora afirmasse que “todo homem tem o direito de acreditar ser igual aos outros homens”, Voltaire tinha verdadeiro desprezo pelo povo.

    Voltaire foi atuante propagandista das idéias liberais, defendendo o direito dos indivíduos à liberdade política e de expressão. Criticava a Igreja, mas não era ateu e sim deísta – acreditava que Deus estava presente na natureza e, como nela se encontra o homem, Deus estava presente também no homem, que pode descobri-lo por meio da razão, dizendo que ela guia o homem para a sabedoria.

    Últimos Anos

    Em 1744, voltou para Paris e, dois anos mais tarde, foi eleito para a Academia Francesa e introduzido por Madame Pompadour na corte. Então, em 1749, com a morte da marquesa, e com a perda de prestígio na corte, aceitou o convite de Frederico II o Grande, da Prússia, para viver na corte de Potsdam. Em 1753, depois de se desentender com o rei, retirou-se para uma casa perto de Genebra. Em 1778, viajou para Paris, quando veio a falecer.

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    Nascimento: 21 de novembro de 1694, Paris, França

    Falecimento: 30 de maio de 1778, Paris, França

    Foz em Destaque – 22 de Fevereiro

  • Reflexão Diária: 21 de Fevereiro

    Pensamento do dia 21 de Fevereiro de 2023

     “O sonho é que leva a gente para a frente. Se a gente for seguir a razão, fica aquietado, acomodado.”

    Ariano Suassuna

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    Ariano Suassuna foi um escritor brasileiro. “O Auto da Compadecida”, sua obra-prima, foi adaptada para a televisão e para o cinema. Sua obra reúne, além da capacidade imaginativa, seus conhecimentos sobre o folclore nordestino.

    Foi poeta, romancista, ensaísta, dramaturgo, professor e advogado. Em 1989, foi eleito para a cadeira n.º 32 da Academia Brasileira de Letras. Em 1993, foi eleito para a cadeira n.º 18 da Academia Pernambucana de Letras e em 2000, com efeito, ocupou a cadeira n.º 35 da Academia Paraibana de Letras.

    Durante a Revolução de 1930, seu pai, ex-governador da Paraíba e então deputado federal, foi assassinado por motivos políticos, no Rio de Janeiro. Em 1933, a família muda-se para Taperoá, no sertão da Paraíba, onde Ariano iniciou seus estudos primários. Desde que teve os primeiros contatos com a cultura regional assistindo as apresentações de mamulengos e os desafios de viola.

    O Auto da Compadecida

    Em 1955, Ariano escreve a peça O Auto da Compadecida que se enquadra na tradição medieval dos Milagres de Nossa Senhora, ao mesmo tempo em que numa história mais ou menos profana, o herói em dificuldades apela para Nossa Senhora. Em estilo simples, contudo, o humor e a sátira une-se num tom caricatural, porém com sentido moralizante.

    Ariano traz uma visão cristã sem se aprofundar em discussões teológicas, no entanto, denuncia o preconceito, a corrupção e a hipocrisia. No dia 11 de setembro de 1956 estreou a peça no Teatro Santa Isabel. No ano seguinte, enfim, a peça é levada para o Rio de Janeiro e apresentada no 1.º Festival de Amadores Nacionais.

    Academia Brasileira de Letras

    Ariano Suassuna, em suma, escreveu 15 livros entre romances e poesias e 18 peças de teatro. Não apenas, suas obras A Mulher Vestida de Sol, Romance d’A Pedra do Reino e O Auto da Compadecida, foram transformadas em séries e filmes. Então, em 1989, Ariano foi eleito para a Academia Brasileira de Letras. Em 1990 assumiu a cadeira nº. 32.

    Últimos Anos

    Assim, em 2007, Ariano Suassuna assumiu a Secretaria Especial de Cultura do Estado de Pernambuco, convidado por Eduardo Campos. No segundo mandato do governador, Ariano passou a integrar a Assessoria Especial do governo do Estado.

    Além de dar aulas-espetáculo, Ariano vinha trabalhando na obra “O Jumento Sedutor”, que começou a escrever em 1981. Também fazia as ilustrações do livro e dizia que estava tentando pela primeira vez, fundir seu romance com teatro e poesia. 

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    Nascimento: 16 de junho de 1927, João Pessoa, Paraíba

    Falecimento: 23 de julho de 2014, Recife, Pernambuco

    Foz em Destaque – 21 de Fevereiro

  • Reflexão Diária: 08 de Março

    Pensamento do dia 08 de Março de 2023

    “Que nada nos defina, que nada nos sujeite. que a liberdade seja a nossa própria substância…”

    Simone de  Beauvoir

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    Simone de Beauvoir foi uma escritora francesa, filósofa existencialista, memorialista e feminista, considerada uma das maiores representantes do existencialismo na França. Manteve um longo e polêmico relacionamento amoroso com o filósofo Paul Sartre.

    Com seus romances, ensaios e peças, nos quais transparece uma clara intenção didática, Simone de Beauvoir contribuiu para a expansão da consciência feminina na segunda metade do século XX.

    Simone Lucie Ernestine de Marie Bertrand de Beauvoir, conhecida como Simone de Beauvoir, nasceu em Paris, França, no dia 9 de janeiro de 1908. Filha de um advogado e leitor compulsivo, desde a adolescência já pensava em ser escritora.

    Entre 1913 e 1925, estudou no Institute Adeline Désir, uma escola católica para meninas. Assim, em 1925, Simone de Beauvoir ingressou no curso de matemática do Instituto Católico de Paris e no curso de literatura e línguas no Institute Saint-Marie.

    Entretanto, em seguida, Simone de Beauvoir estudou Filosofia na Universidade de Sorbonne, onde entrou em contato com outros jovens intelectuais como René Maheu e Jean-Paul Sartre, com quem manteve um longo e polêmico relacionamento. Pois em1929 concluiu o curso de Filosofia.

    Como resultado, em 1931, com 23 anos, Simone de Beauvoir foi nomeada professora de Filosofia na Universidade de Marseille, onde permaneceu até 1932. Em seguida foi transferida para Ruen. Enfim em 1943, retornou à Paris como professora de Filosofia do Lycée Molière.

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    Nascimento: 9 de janeiro de 1908, 6º arrondissement de Paris

    Falecimento: 14 de abril de 1986, Paris, França

    Foz em Destaque – 08 de Março

  • Reflexão Diária: 20 de Fevereiro

    Pensamento do dia 20 de Fevereiro de 2023

    “A raça humana exagera em tudo: seus heróis, seus inimigos, sua importância.” 

    Charles Bukowski

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    Charles Bukowski foi um escritor alemão, que viveu e morreu nos Estados Unidos. Poeta, contista, romancista e novelista, bem como considerado o último “escritor maldito” da literatura norte-americana.

    Filho de um soldado norte-americano e de uma jovem alemã, que fugindo da crise instalada na Alemanha depois da Primeira Guerra Mundial, portanto, se mudam para os Estados Unidos, quando Charles tinha três anos. Com 15 anos de idade começou a escrever suas primeiras poesias. Instalados em Baltimore, afinal, mais tarde vão morar no subúrbio de Los Angeles. Em 1939 ingressou no curso de Literatura na Los Angeles City College, se bem que permaneceu durante dois anos.

    Com 24 anos Charles Bukowski escreveu seu primeiro conto, afinal, “Aftermath of a Length of a Rejectio Slip”, que foi publicado na Story Magazine. Dois anos mais tarde, contudo, publica “20 Tanks From Kasseidown”. Depois de escrever durante uma década, se desilude com o processo de publicação de seu trabalho e, inesperadamente, resolve viajar pelos Estados Unidos fazendo trabalhos temporários e morando em pensões baratas.

    Charles Bukowski deixou uma vasta obra marcada por seu humor ferino e seu estilo obsceno, similarmente, sendo comparado com Henry Miller, Louis-Ferdinand e Ernest Hemingway. Assim como, sua forma descuidada com a escrita, onde predominam personagens marginais, como prostitutas, corrida de cavalos, pessoas miseráveis etc. 

    Dessa forma, foi visto como um ícone da decadência norte-americana e da representação niilista característica presente após a Segunda Guerra Mundial. Publicou: “Notas de Um Velho Safado”, “Crônicas de Um Amor Louco”, “Ao Sul de Lugar Nenhum” e “O Amor é Um Cão dos Diabos”, entre outros.

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    Nascimento: 16 de agosto de 1920, Andernach, Alemanha

    Falecimento: 9 de março de 1994, San Pedro Peninsula Hospital

    Foz em Destaque – 20 de Fevereiro

  • Reflexão Diária: 07 de Março

    Pensamento do dia 07 de Março de 2023

    “Faça seus medos terem medo de você.”

    Batman

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    O Batman (inicialmente chamado o Bat-Man) também conhecido pelas alcunhas Homem-Morcego, Cavaleiro das Trevas, Cruzado Encapuzado. É um personagem fictício e super-herói encapuzado da editora norte-americana DC Comics, criado pelo desenhista Bob Kane e pelo escritor Bill Finger. Aparecendo pela primeira vez na história em quadrinhos Detective Comics#27 (maio de 1939) com o nome “O Bat-Man”.

    Em suma, a identidade secreta do Batman é Bruce Wayne, um bilionário americano, playboy, magnata de negócios, filantropo e dono da corporação Wayne Enterprises. Depois de testemunhar o assassinato dos seus pais enquanto criança, Wayne jurou vingança contra os criminosos — um juramento moderado por um ideal justiça. Wayne, então, treina física e intelectualmente e cria uma persona inspirada no morcego para combater o crime.

    Através dos anos, a origem do homem morcego sofreu diversas revisões. Uniformes, parceiros e até a própria personalidade do Batman passaram por mudanças. Outros aspectos, como a morte de seus pais e a sua busca por justiça, permaneceram.

    Constante em todas as versões do Batman é o seu alter-ego: Bruce Wayne. Milionário, ou bilionário (dependendo da época), playboy, empresário e filantropo que optou por combater o crime em Gotham City após o assassinato de seus pais, o médico Thomas Wayne e sua esposa Martha Wayne.

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    Trilogia Cavaleiro das Trevas de Nolan

    A trilogia Cavaleiro das Trevas, do diretor Christopher Nolan, começou com Batman Begins (2005), com Christian Bale no papel do Morcego, enfrentando dois grandes vilões: o Espantalho (Cillian Murphy) e Ra’s Al Ghul (Liam Neeson). 

    A série alcançou seu ápice de sucesso com a continuação, The Dark Knight (2008), que contou com a incrível maquiagem em Aaron Eckhart para criar o Two-Face (Duas-Caras); além da memorável interpretação do Joker (Coringa) feita por Heath Ledger, que rendeu o Oscar póstumo de melhor ator-coadjuvante ao ator. 

    Mas com a morte do ator que deu vida ao maior vilão do Batman, a trilogia de Nolan encerrou com The Dark Knight Rises (2012), apresentando Tom Hardy no papel de Bane e Anne Hathaway no papel de Mulher-Gato.

    Foz em Destaque – 07 de Março

  • Reflexão Diária: 19 de Fevereiro

    Pensamento do dia 19 de Fevereiro de 2023

    “O impossível só vira realidade se você estiver preparado quando a chance aparecer.”

    Oscar Schmidt

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    Mão Santa. Esse foi o apelido que Oscar Daniel Bezerra Schmidt, o maior nome do basquete masculino no Brasil, ganhou por seu talento e dedicação ao basquete brasileiro. Reverenciado até mesmo por mestres da NBA (National Basketball Association), Oscar começou sua história no Rio Grande do Norte, Natal, onde nasceu. Ainda pequeno, entretanto, mudou-se junto à família para Brasília, onde participou pela primeira vez de um jogo de basquete aos 13 anos. Com essa idade, o pequeno Oscar Schmidt já media 1,85m.  E recomendado por seu tio Alonso, treinou no Unidade Vizinhança, clube da cidade. Naquele momento, afinal, Oscar dava seus primeiros passos em direção a uma carreira de grande sucesso. Ademais, foi treinado por Zezão.

    Oscar Schmidt: o jogador

    Em 84, Oscar Schmidt participou novamente das Olimpíadas pelo Brasil, desta vez em Los Angeles. Apesar de um bom desempenho do atleta, que marcou o mesmo número de pontos contabilizados em Moscou, a seleção brasileira ficou em nono lugar. Todavia, sua atuação fez com que o New Jersey Nets, da NBA, se interessasse pelo atleta. Caso fosse contratado, Oscar não poderia mais jogar pela seleção nacional, então continuou jogando na Itália.

    Em 85 Oscar Schmidt venceu o Pan-Americano nos Estados Unidos. Na ocasião, no entanto, o Brasil venceu os EUA pelo placar de 120 x 115 com uma atuação histórica do atleta e da seleção. Três anos depois, nas Olimpíadas de Seul, Oscar sagra-se cestinha do torneio, mas o Brasil ficou novamente em quinto lugar.

    A carreira de Oscar Schmidt continuou deslanchando fora do Brasil com o atleta quebrando recordes e ganhando diversos títulos. Porém, em 95, o jogador voltou a atuar em seu país de origem ao ser contratado por uma equipe de São Paulo, na qual conquistou o oitavo título nacional de sua carreira. Um ano depois, Oscar deixou o campeonato paulista para jogar no Rio de Janeiro. Contratado pelo Flamengo e virou um ídolo do clube das massas.

    Após algum tempo, descontente com a administração do basquete no Brasil, Oscar junta-se a outros grandes ícones do esporte como Magic Paula e Hortência para criar a NLB – Nossa Liga de Basquetebol. Desta forma, organizaram uma competição nacional com estatuto, sede e juízes próprios. Aos 55 anos, Oscar Schmidt foi diagnosticado com um tumor no cérebro e, desde então, luta contra a doença.

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    Nascimento: 16 de fevereiro de 1958 (idade 64 anos), Natal, Rio Grande do Norte

    Foz em Destaque – 19 de Fevereiro