Category: Reflexão do Dia

Reflexões e pensamentos.

  • Reflexão Diária: 10 de Março

    Pensamento do dia 10 de Março de 2023

    “Não pode haver ligação de almas onde não exista identidade de ideias, de crenças e de costumes.”

    Eça de Queiroz

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    Eça de Queirós foi um escritor português. “O Crime do Padre Amaro” foi o seu primeiro grande trabalho, um marco inicial do Realismo em Portugal. Foi considerado o melhor romance realista português do século XIX.

    Foi o único romancista português que conquistou fama internacional, nessa época. Assim foi duramente contestado por suas críticas ao clero e à própria pátria. Inegavelmente, a crítica social unida à análise psicológica aparece nos livros O Primo Basílio, O Mandarim, A Relíquia e Os Maias.

    Carreira Literária e diplomática

    Eça de Queirós iniciou sua carreira literária como romântico, conquanto caminhava para a prosa realista através de três fases:

    A primeira fase, contudo, teve início em 1867 com “Notas Marginais” – folhetins publicados na “Gazeta de Portugal” (postumamente reunidos em Prosas Bárbaras). Desse modo, no mesmo ano, dirigiu na cidade de Évora o jornal de oposição “Distrito de Évora”.

    Nas “Conferências Democráticas do Cassino Lisbonense”, Eça de Queirós proferiu a palestra “O Realismo Como Nova Expressão de Arte”. Junto com o escritor Ramalho Ortigão, então, publicou em folhetins a novela policial O Mistério da Estrada de Sintra.

    Ademais, em 1875, teve início a segunda fase de sua obra, quando publicou “O Crime do Padre Amaro”, inspirado na época em que esteve em Leiria. O romance representou o marco inicial do Realismo em Portugal, pois nele, Eça faz uma crítica violenta da vida social portuguesa, denuncia a corrupção do clero e a hipocrisia dos valores burgueses.

    Em 1878, Eça de Queirós foi transferido para o consulado de Bristol, também na Inglaterra. Nesse mesmo ano, publicou O Primo Basílio, no qual coloca como tema o adultério, focalizando a decadência da família burguesa de seu tempo. A crítica social unida à análise psicológica aparece também no romance Mandarim.

    Em 1888 foi nomeado cônsul em Paris, ano que publicou “Os Maias”, iniciando a terceira fase em sua carreira literária, quando o autor se abstrai da sátira contundente e da ironia caricatural da família ou da sociedade burguesa, para conduzir-se à uma trilha construtiva.

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    Nascimento: 25 de novembro de 1845, Praça do Almada, Póvoa de Varzim, Portugal

    Falecimento: 16 de agosto de 1900, Neuilly-sur-Seine, França

    Foz em Destaque – 10 de Março

  • Reflexão Diária: 25 de Março

    Pensamento do dia 25 de Março de 2023

    “A Constituição é a primeira e mais importante voz do Direito aos ouvidos do povo.”

    Ministro Ayres Britto

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    Carlos Augusto Ayres de Freitas Britto GOMM é um professor, escritor, jurista, advogado, magistrado e poeta brasileiro. Foi ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) de 2003 a 2012, tendo sido presidente daquela corte e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em 2012.

    Foi, também, professor da Universidade Federal de Sergipe. Além disso, professor nos cursos de mestrado e doutorado do Centro Universitário de Brasília (UNICEUB) e presidente do Centro Brasileiro de Estudos Constitucionais dessa instituição.

    É autor de diversas obras jurídicas e de poesia. Conferencista requisitado, é membro da Academia Brasileira de Letras Jurídicas e da Academia Sergipana de Letras.

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    Formação e atividade acadêmica

    Carlos Ayres Britto formou-se bacharel em direito (1966) pela Universidade Federal de Sergipe, instituição da qual posteriormente foi professor. Tornou-se mestre (1982) e doutor (1998) em direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, tendo sido orientado no doutorado por Celso Ribeiro Bastos.

    Foi professor da Universidade Federal de Sergipe de 1973 a 1983 e de 1990 até 2003, tendo ali lecionado direito constitucional, direito administrativo, teoria do estado e ética geral e profissional.

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    Advocacia e política

    Desse modo, iniciou sua trajetória profissional na advocacia em 1967 e ocupou, em Sergipe, os cargos de chefe do departamento jurídico do Conselho de Desenvolvimento Econômico do Estado – CONDESE (1970 a 1978), Consultor-Geral do Estado no governo José Rollemberg Leite (1975-1979), Procurador-Geral de Justiça (1983-1984) e Procurador do Tribunal de Contas do Estado (1978-1990).

    Candidatou-se, em 1990, a deputado federal pelo Partido dos Trabalhadores (PT), porém não se elegeu. Em seguida, foi conselheiro federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de 1993 a 1994 e membro da Comissão de Constituição e Justiça do órgão nos períodos de 1995 a 1996 e 1998 a 1999.

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    Supremo Tribunal Federal

    Nomeado, em 2003, pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal, em virtude da aposentadoria do ministro Ilmar Galvão

    Presidiu o Tribunal Superior Eleitoral no período de 6 de maio de 2008 a 22 de abril de 2010. Sucedeu ao ministro Marco Aurélio e sendo sucedido pelo ministro Joaquim Barbosa. Considerado pela revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009.

    O ministro Ayres Britto foi relator de processos de grande repercussão social. Inegavelmente, os julgamentos sobre a constitucionalidade da utilização de células-tronco embrionárias na pesquisa de cura para doenças crônicas. Bem como a proibição do nepotismo, o reconhecimento do casamento entre pessoas do mesmo sexo, a demarcação da Terra Indígena Raposa Serra do Sol e a inconstitucionalidade da Lei de Imprensa.

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    Nascimento: Propriá, 18 de novembro de 1942

    Foz em Destaque – 25 de Março

  • Reflexão Diária: 09 de Março

    Pensamento do dia 09 de Março de 2023

    “Quando eu morrer, quero ser lembrado pela vida que vivi e não pelo dinheiro que gastei.”

    Avicii

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    Tim Bergling, também conhecido pelo seu nome artístico Avicii (estilizado como ΛVICII ou pelo símbolo ◢◤, a fim de representar as letras ‘A’ e ‘V’), foi um DJ, produtor, cantor, compositor e multi-instrumentista sueco. Avicii foi classificado em terceiro lugar no ranking da lista anual Top 100 DJs da revista americana DJ Magazine em 2012 e 2013, além de ter sido nomeado duas vezes para o prêmio Grammy Award, sendo uma vez por seu trabalho em “Sunshine” com David Guetta em 2012, e uma vez com a música “Levels“, em 2013. 

    Considerado um revolucionário para o gênero “EDM” e, certamente, um precursor para a popularização da música eletrônica a nível mundial, algumas de suas canções mais famosas são “I Could Be the One” com Nicky Romero, “Wake Me Up!“, “You Make Me“, “Hey Brother“, “Addicted to You“, “The Nights“, “Waiting for Love” com Martin Garrix, “The Days“, “Without You” e “Lonely Together“.

    Ele lançou seu primeiro álbum de estúdio, True, em 2013. Ao passo que o álbum obteve uma recepção positiva pela crítica especializada e chegou ao top dez em mais de quinze países. Dessa forma, em 2015, Bergling lançou seu segundo álbum de estúdio, Stories. E, afinal em 10 de agosto de 2017 ele lançou um extended play (EP) intitulado AVĪCI (01).

    Vida pessoal

    Sempre discreto, mantinha sua vida pessoal longe dos holofotes. Assim como, Avicii manteve relacionamentos curtos com atrizes, cantoras e modelos. Sua última namorada foi a modelo tcheca Tereza Kačerová. Eles estavam juntos há dois anos, e o relacionamento só veio a público após sua morte, pois não gostava de divulgar sua vida pessoal. Em entrevistas a modelo revelou que o artista era um padrasto amoroso com seu filho Lucca, na época um menino de três anos, e que ambos pretendiam casar e ter filhos, tendo ficado muito abalada com o suicídio dele e sem entender de fato o que o motivou a este ato extremo.

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    Problemas de saúde

    Em janeiro de 2012, Bergling foi hospitalizado por 11 dias em Nova Iorque, então com pancreatite aguda causada pelo alcoolismo. Bem como, em 2014 o cantor foi novamente internado com uma crise de apendicite, tendo sido operado, e seu apêndice e vesícula biliar removidos. 

    Todavia, em 2016 a saúde de Bergling se deteriorou devido ao estresse constante pelo trabalho. O que o fez desenvolver síndrome de burnout, o levando a desenvolver uma forte crise de depressão, síndrome do pânico e ansiedade. E ele subsequentemente se aposentou de suas performances ao vivo, acabando por limitar a sua atividade musical aos estúdios. 

    Nessa época passou por diversos tratamentos psicoterápicos e psiquiátricos, mas acabou desistindo de continuar, e isolou-se em sua casa. Bergling falou publicamente sobre seus problemas de saúde e pressão de sua administração no documentário Avicii: True Stories (2017), no qual ele é mostrado trabalhando em seu leito de hospital, aliás.

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    Nascimento: 8 de setembro de 1989, Estocolmo, Suécia

    Falecimento: 20 de abril de 2018, Mascate, Omã

    Foz em Destaque – 09 de Março

  • Reflexão Diária: 24 de Março

    Pensamento do dia 24 de Março de 2023

    “Ninguém será submetido a tortura nem a tratamento ou castigo cruel, desumano ou degradante”

    Declaração Universal Dos Direitos Humanos

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    Declaração Universal Dos Direitos Humanos

    A Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) é um documento base não jurídico que delineia a proteção universal dos direitos humanos básicos, adotada pela Organização das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948, elaborado principalmente pelo jurista canadense John Peters Humphrey, contando com a ajuda de várias representantes de origens jurídicas e culturais de todas as regiões do planeta.

    Abalados pela recente barbárie da Segunda Guerra Mundial, e com o intuito de construir um mundo sob novos alicerces ideológicos, os dirigentes das nações que emergiram como potências no período pós-guerra, liderados por Estados Unidos e União Soviética, estabeleceram, na Conferência de Yalta, na Rússia, em 1945, as bases de uma futura paz mundial, definindo áreas de influência das potências e acertando a criação de uma organização multilateral que promovesse negociações sobre conflitos internacionais, para evitar guerras e promover a paz e a democracia, e fortalecer os Direitos Humanos.

    Embora não seja um documento com obrigatoriedade legal, serviu como base para os dois tratados sobre direitos humanos da ONU de força legal: o Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos e o Pacto Internacional sobre os Direitos Econômicos, Sociais e Culturais, além de inspirar os artigos de constituições de democracias recentes.Continua a ser amplamente citado por acadêmicos, advogados e cortes constitucionais. Especialistas em direito internacional discutem, com frequência, quais de seus artigos representam o direito internacional usual.

    Segundo o Guinness Book of World Records, a Declaração Universal dos Direitos Humanos é o documento traduzido no maior número de línguas. Em setembro de 2018, o site oficial da Declaração Universal dos Direitos Humanos informou a existência de 525 traduções disponíveis.

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    Data da primeira publicação: 10 de dezembro de 1948

    Autor: Comitê de Redação da Declaração Universal dos Direitos Humanos

    Idiomas originais: Francês, Inglês

    Foz em Destaque – 24 de Março

  • Reflexão Diária: 23 de Março

    Pensamento do dia 23 de Março de 2023

    “O tempo é um ótimo professor. Pena que mata seus alunos.”

    Hector Berlioz

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    Hector Berlioz foi um compositor romântico francês, incluindo-se nas suas obras mais conhecidas a Sinfonia Fantástica, Haroldo na Itália, o Réquiem, Os Troianos e A Danação de Fausto, tendo contribuído significativamente para a orquestração moderna com o seu Treatise on Instrumentation.

    Ele definiu enormes grupos orquestrais para alguns de seus trabalhos, tendo realizado vários concertos com mais de mil músicos. Também compôs cerca de cinquenta canções com acompanhamento de piano e orquestra. Certamente, a sua influência foi fundamental para o desenvolvimento do Romantismo, especialmente em compositores como Richard Wagner, Nikolai Rimsky-Korsakov, Franz Liszt, Richard Strauss e Gustav Mahler.

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    Década produtiva

    Entre 1830 e 1847, Berlioz escreveu muitas de suas obras mais populares e duradouras. Ademais, as mais importantes são a Sinfonia Fantástica (1830), Haroldo na Itália (1834), a Grande Messe des morts ( Requiem ) (1837) e Romeu e Julieta (1839).

    Em 1834, o virtuoso violinista e compositor Niccolò Paganini encomendou a Berlioz um concerto para viola, com a intenção de o estrear como solista. Esta obra tornou-se sinfonia para viola e orquestra Haroldo na Itália. Paganini mudou de ideia quanto a tocar a peça quando viu os primeiros esboços do trabalho, tendo expressado dúvidas sobre a falta de complexidade.

    No mesmo ano em que Roméo estreou, Berlioz foi nomeado Conservador Adjunto (Vice-bibliotecário) da Biblioteca do Conservatório de Paris. Para se suportar e à sua família, continuou escrevendo crítica musical para publicações parisienses, principalmente no Journal des Débats, durante mais de trinta anos, mas também na Gazette musicale e no Le Rénovateur.

    A sua carreira como crítico e escritor proporcionou-lhe uma confortável renda, tendo um talento óbvio para a escrita, mas que acabou por detestar dado o tempo gasto assistindo a performances e à escrita da crítica dos mesmos, ocupação que lhe limitava severamente o tempo disponível para desenvolver os seus próprios trabalhos e produzir mais composições. Apesar de sua posição de destaque na crítica musical, ele não usou os seus artigos para promover as suas próprias obras.

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    Últimos anos 

    Berlioz encontrou Estelle Fornier – o objeto da sua afeição juvenil – em Lyon, pela primeira vez em quarenta anos, tendo começado uma correspondência regular com ela. Berlioz logo percebeu que ainda ansiava por ela, mas ela acabou por informá-lo que, sendo uma mulher casada, não haveria nenhuma possibilidade do seu relacionamento ir além da amizade. Em 1865, concluiu as suas Mémoires que tiveram uma tiragem inicial de mil e duzentos exemplares.

    Em São Petersburgo, Berlioz experimentou um prazer especial em executar com a Orquestra de “primeira linha” do Conservatório da cidade. Retornou a Paris em 1868, exausto, com a saúde abalada devido ao inverno russo. Logo depois, rumou a Nice, para se recuperar no clima ameno do Mediterrâneo. Lá, acabou acidentando-se na beira do mar, talvez devido a um princípio de derrame, o que o obrigou a retornar à capital. De volta, viveu os seus últimos dias como um inválido.

    Em agosto de 1868, fez sua última viagem a Grenoble, onde ele vivera com a sua irmã e a família dela, convidado pelo prefeito Jean Vendre para acompanhar os três dias de festividades para a inauguração de uma estátua de Napoleão, tendo ainda presidido a um festival de música.

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    Nascimento: 11 de dezembro de 1803, La Côte-Saint-André, França

    Falecimento: 8 de março de 1869, Rue de Calais, Paris, França

    Foz em Destaque – 23 de Março

  • Reflexão Diária: 22 de Março

    Pensamento do dia 22 de Março de 2023

    “Seja frágil como a água, mas com capacidade de destruir uma rocha.”

    Bruce Lee

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    Bruce Lee foi um lutador de artes marciais, ator e roteirista norte-americano. Foi o responsável por levar as artes marciais para as telas do cinema na década de 1970. Sua morte prematura o tornou uma lenda do esporte.

    Bruce Lee nasceu em São Francisco, Califórnia, Estados Unidos, no dia 27 de novembro de 1940, na hora e ano do dragão, de acordo com a astrologia chinesa, que denota forte presságio de homem poderoso.

    Filho de integrantes da Ópera Chinesa, nasceu durante a turnê do grupo pelos Estados Unidos. Lee Juan Fann, seu nome de nascimento, recebeu da médica do hospital onde nasceu, o nome Bruce.

    Apesar de quando adolescente, Lee se juntou com uma gangue local e para melhor se defender, começou a aprender Kung fu. Iniciou aulas de dança, o que ajudou no seu equilíbrio.

    Com 18 anos, Lee venceu o torneio de boxe das escolas de Hong Kong, eliminando o campeão Gary Elms. Venceu também o campeonato de Colony Chá-Chá de Hong Kong.

    Em 1964, mudou-se para Oakland, Califórnia, onde abriu sua segunda escola. Logo depois, desenvolveu sua própria técnica que chamou de Jun Fan Gung, uma mistura de kung Fu antigo, esgrima, boxe e filosofia.

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    O ator Bruce Lee

    Em 1966, depois de dar uma demonstração de Kung fu em Los Angeles, no entanto, Bruce Lee chamou a atenção de um produtor de televisão que o escalou como o ajudante de Kato na série de televisão “The Green Hornet” (no Brasil, O Besouro Verde), onde atuou durante um ano.

    Depois de negociar com o Shaw Brothers Studio e a Golden Harvest, Lee assinou um contrato para estrelar em dois filmes produzidos por Golden Harvest.

    Seu primeiro papel principal foi em “The Big Boss” (1971) que se tornou um sucesso de bilheteria. Em seguida foi lançado “Fist os Fury” (1972), que quebrou os recordes de bilheteria em toda a Ásia e mais tarde obteve sucesso nos EUA.

    Aliás, encorajado pelo sucesso dos filmes, Lee fundou sua própria produtora, Concord Production Inc., quando escreveu, coproduziu, dirigiu e estrelou seu próprio filme.

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    Morte

    Tragicamente, Bruce Lee morreu em circunstâncias misteriosas e sua morte foi fonte de especulações por todos os seus admiradores.

    Suspeitava-se que Bruce Lee teria morrido vítima de um edema cerebral, e pelo uso excessivo de esteróides.

    Havia rumores de que ele teria sido envenenado por seguidores de seitas de lutas tradicionais, pois teria revelado segredos das artes marciais do oriente.

    Em Autópsia de Famosos, do Discovery Channel, um médico legista norte-americano, encontrou excesso de cortisona em seu corpo, resultado do tratamento de uma hérnia de disco.

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    Nascimento: 27 de novembro de 1940, Chinese Hospital, São Francisco, Califórnia, EUA

    Falecimento: 20 de julho de 1973, Kowloon Tong, Hong Kong

    Foz em Destaque – 22 de Março

  • Reflexão Diária: 21 de Março

    Pensamento do dia 21 de Março de 2023

    “Nossa vidas são definidas pelas oportunidades, mesmo aquelas que perdemos.”

    O Curioso caso de Benjamin Button (filme)

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    O Curioso Caso de Benjamin Button é um filme estadunidense de 2008, dos gêneros drama (cinema) romântico, fantasia e suspense, dirigido por David Fincher, com roteiro de Eric Roth baseado no conto homônimo de F. Scott Fitzgerald, publicado na revista Collier’s em maio de 1922.

    Estrelado por Brad Pitt e Cate Blanchett, em suma, o filme conta a história da vida de um homem que, com o passar dos anos, vai se rejuvenescendo, ao contrário de sua amada, que envelhece normalmente.

    Sinopse

    Nova Orleans, 1918. Benjamin Button (Brad Pitt) nasceu de forma incomum, com a aparência e doenças de uma pessoa em torno dos oitenta anos, mesmo sendo um bebê. De fato, ao invés de envelhecer com o passar do tempo, Button rejuvenesce. 

    Contudo, quando ainda criança ele conhece Daisy (Cate Blanchett), da mesma idade que ele, por quem se apaixona. É preciso esperar que Daisy cresça, tornando-se uma mulher, e que Benjamin rejuvenesça para que, quando tiverem idades parecidas, possam enfim se envolver.

    The Curious Case of Benjamin Button teve recepção favorável por parte da crítica especializada. Além disso, com o “tomatometer” de 72% em base de 235 críticas, o Rotten Tomatoes publicou um consenso: “The Curious Case of Benjamin Button é um conto épico de fantasia com histórias ricas apoiado por performances fantásticas”. Por parte da audiência do site tem 80% de aprovação. De acordo com o Metacritic, o filme tem uma pontuação média de 70/100, com base em 37 avaliações, indicando “resenhas geralmente favoráveis”.

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    Data de lançamento: 16 de janeiro de 2009 (Brasil)

    Diretor: David Fincher

    Indicações: Oscar de Melhor Direção de Arte,

    Autores: F. Scott Fitzgerald, Eric Roth, Robin Swicord

    Adaptação de: The Curious Case of Benjamin Button

    Bilheteria: 335,8 milhões USD

    Prêmios: 5 Globo de Ouro 2009, 13 Oscar 2009, 11 BAFTA 2009

    Foz em Destaque – 21 de Março

  • Reflexão Diária: 20 de Março

    Pensamento do dia 20 de Março de 2023

     “Você está vivo. Esse é o seu espetáculo. Só quem se mostra se encontra. Por mais que se perca no caminho.”

    Cazuza

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    Cazuza foi um cantor e compositor brasileiro, um dos maiores ídolos da geração do pop-rock dos anos 80. “Exagerado”, “Codinome Beija-flor”, “Brasil” e “Faz Parte do Meu Show”, são alguns dos seus grandes sucessos.

    Agenor de Miranda Araújo Neto, mais conhecido como Cazuza. Filho de João Araújo, produtor musical e da cantora Lucinha Araújo cresceu no meio artístico convivendo com grandes cantores da Música Popular Brasileira.

    Cazuza foi aluno do tradicional colégio, o Santo Inácio de Loyola e do Colégio Anglo-Americano. Ainda jovem começou a escrever poemas. Em 1976, foi aprovado no vestibular de Comunicação, mas desistiu do curso três semanas depois. Começou a frequentar o Baixo Leblon, certamente, levando uma vida de boêmio.

    No final do ano de 1979 Cazuza foi para os Estados Unidos, onde fez curso de fotografia na Universidade de Berkeley, em São Francisco. Lá, no entanto, despertou o interesse pela literatura da Geração Beat, os chamados poetas malditos, que mais tarde tiveram grande influência em sua carreira.

    Barão Vermelho

    Em 1981, Cazuza foi indicado pelo cantor Léo Jaime para vocalista de uma banda que estava se formando na casa do tecladista Maurício Barros, no bairro do Rio Comprido.

    Logo depois, estava formada a banda “Barão Vermelho” formada por Maurício Barros (teclado), Roberto Frejat (guitarra), Guto Goffi (bateria) e Cazuza (vocal).

    Uma vez que Cazuza mostrou à banda as letras que havia escrito e logo passou a compor junto com Frejat. A banda que antes só tocava covers passou a ter seu próprio repertório.

    Carreira solo

    Em 1985 Cazuza iniciou sua carreira solo e nesse mesmo ano gravou seu primeiro álbum “Exagerado”, que fez grande sucesso com as músicas “Exagerado”, “Mal Nenhum”, “Codinome Beija-Flor”, entre outras.

    Então, em outubro de 1987, com os sintomas se agravando, Cazuza foi internado para tratamento de uma pneumonia. Em seguida, levado para os Estados Unidos para tentar um novo tratamento para a AIDS.

    A música “Brasil”, composta por Cazuza, George Israel e Nilo Romero, cantada por Gal Costa, foi tema da abertura da novela Vale Tudo. “Ideologia” ganhou o Prêmio Sharp de Melhor Álbum e “Brasil” ganhou o Prêmio de Melhor Composição Pop-Rock do Ano. Cazuza, já bastante debilitado pela doença, compareceu à premiação em uma cadeira de rodas.

    Em 1989, lançou-se o disco, “O Tempo Não Para”, gravado durante um show no Canecão. A faixa título tornou-se um de seus maiores sucessos superando a marca de 500 mil cópias vendidas.

    Morte

    Cazuza, que desde 1989 havia declarado publicamente que era portador do vírus da AIDS, se submeteu a tratamento alternativo em São Paulo e recorreu, mais uma vez, a tratamento nos Estados Unidos, retornando em março de 1990.

    Cazuza faleceu no Rio de Janeiro, no dia 07 de julho de 1990, sendo enterrado no cemitério de São João Batista. Inscrita em sua lápide, o nome de seu último sucesso: “O Tempo Não Para”.

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    Nascimento: 4 de abril de 1958, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro

    Falecimento: 7 de julho de 1990, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro

    Foz em Destaque – 20 de Março

  • Reflexão Diária: 19 de Março

    Pensamento do dia 19 de Março de 2023

    “Se você pudesse dizer em palavras, não haveria necessidade de pintar”.

    Edward Hopper

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    Edward Hopper foi um pintor, artista gráfico e ilustrador norte-americano conhecido por suas misteriosas pinturas de representações realistas.

    Hopper estudou design gráfico, ilustração e pintura na cidade de Nova York. Um dos seus professores, o artista Robert Henri, encorajava os seus estudantes a usar as suas artes para “fazer um movimento no mundo”, motivando-os a fazerem descrições realistas da vida urbana.

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    A influência de Hopper 

    O trabalho de Hopper também explora vastos espaços vazios, representados por um posto de gasolina perdido numa estrada rural vazia e a forma contrasta entre a luz natural do céu, moderado pela floresta exuberante, e a claridade de luz artificial vindo de dentro do posto de gasolina.

    A influência de Hopper no mundo da arte e da cultura pop é inegável, certamente. Homenagem Às Aves da Noite caracterizando personagens de desenho animado ou ícones famosos da cultura pop como James Dean e Marilyn Monroe são frequentemente encontrados em lojas de quadros e de presentes.

    Apesar disso, muitas de suas pinturas também se baseiam na sua esposa como modelo para as figuras femininas.

    As composições cinematográficos de Hopper e seu uso dramático de luzes e escuridão também fez dele o favorito entre os cineastas. Por exemplo, diz-se “Casa ao lado da ferrovia” influenciou levemente a casa no filme Psycho de Alfred Hitchcock. Assim sendo, a mesma pintura também é citada como sendo uma influência na casa de Terrence Malick no filme Cinzas do Paraíso. A influência de Hopper alcançou até mesmo as animações japonesas na série Texhnolyze, desse modo sendo usado como base do mundo superficial da série.

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    Nascimento: 22 de julho de 1882, Nyack, Nova York, EUA

    Falecimento: 15 de maio de 1967, Washington Square North, Nova Iorque, Nova York, EUA

    Foz em Destaque 19 de Março

  • Reflexão Diária: 18 de Março

    Pensamento do dia 18 de Março de 2023

    “Lembre-se que da conduta de cada um depende o destino de todos nós.”

    Alexandre, O Grande

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    Alexandre, o Grande ou Alexandre III da Macedônia foi rei da Macedônia – um império que se estendeu desde o norte da Grécia até o Egito e o Extremo Oriente, tornando-se um dos mais poderosos impérios da antiguidade.

    Alexandre foi aluno dos melhores mestres da época. Com 13 anos teve como professor o filósofo grego Aristóteles. Estudou retórica, política, ciências físicas e naturais, medicina, filosofia e geografia.

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    Rei da Macedônia – Alexandre III

    Alexandre, o Grande se destacou por sua inteligência e pela facilidade com a doma de cavalos, de tal forma que em poucas horas dominou o “Bucéfalo”, que viria a ser sua inseparável montaria. A arte da guerra aprendera com o pai, Felipe II, militar experiente e corajoso.

    Quando seu pai foi assassinado em 336 a. C., Alexandre tornou-se rei dos macedônios, assumindo dois altos postos: o chefe da “Liga de Corinto” (união de várias comunidades gregas) e de comandante do mais bem preparado exército da época. Por suas conquistas ficou conhecido como Alexandre, o Grande ou Alexandre, Magno.

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    Pacificação da Grécia

    Alexandre III subiu ao trono com vinte anos e a expansão da Macedônia era seu principal objetivo. No entanto, não hesitou em liquidar todos os que tramavam contra sua coroa.

    Algumas cidades gregas tinham se rebelado e, sem dúvida tentavam desfazer a Liga de Corinto. Tebas era o centro da revolta, chegara mesmo a proclamar a independência da Grécia. A guerra foi declarada e Tebas foi arrasada. Só foi poupada a casa do dramaturgo Píndaro, como prova do respeito de Alexandre pelas artes.

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    Conquista do Império Persa

    Depois de pacificada a Grécia, Alexandre III iniciou a conquista do império persa que era, de fato, um entrave nas rotas da seda, das especiarias e de todo o comércio grego com o exterior.

    Em 334 a. C, Alexandre III cruzou o Helesponto – ou seja, faixa de mar entre a Grécia europeia e a Grécia Asiática, seguindo em direção à Ásia Menor, onde enfrentou os persas pela primeira vez e alcançou importantes vitórias, chegando a Górdia, onde cortou com a espada o “nó górdio”, que segundo a profecia lhe assegurava o domínio da Ásia.

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    Cultura Helenística

    Alexandre, o Grande havia construído um gigantesco império e costumava respeitar os povos vencidos, o que criou condições para uma integração cultural dentro do vasto império que conquistou.

    De tal forma que surgiu a “cultura helenística”, uma fusão da cultura helênica (grega) com a cultura oriental. Alexandre fundou várias cidades ao longo de suas conquistas e, por conseqüência, muitas delas receberam o nome de Alexandria, especialmente a fundada no Egito, que se tornou um dos pólos irradiadores da civilização helenística.

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    Nascimento: julho de 356 a.C., Pela

    Falecimento: junho de 323 a.C., Babilónia

    Foz em Destaque – 18 de Março