Category: Reflexão do Dia

Reflexões e pensamentos.

  • Reflexão Diária: 12 de Março

    Pensamento do dia 12 de Março de 2023

    “As fronteiras da minha linguagem são as fronteiras do meu universo.”

    Ludwig Wittgenstein

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    Ludwig Wittgenstein foi um filósofo austríaco que contribuiu com colocações inovadoras para a filosofia moderna, nos campos da lógica, da filosofia, da linguagem e da mente.

    Ludwig Wittgenstein nasceu em Viena, na Áustria, no dia 26 de abril de 1889. Filho de rica família, assim, em 1906, ingressou na Technische Hochschule de Berlim. Em 1908 entrou na Universidade de Manchester, com a finalidade de estudar engenharia aeronáutica.

    Logo desistiu do curso e, conforme influência de Gottlob Frege, matemático e filósofo alemão e um dos criadores da lógica moderna, inscreve-se no curso do filósofo britânico, Bertrand Russell, no Trinity College, em Cambridge. Então, em 1913 mudou-se para a Noruega onde se dedicou ao estudo de lógica.

    Em 1914, assim que eclodiu a Primeira Guerra Mundial, alistou-se como voluntário no exército austríaco, sendo enviado para a linha de frente na Rússia e na Itália. Em 1918 foi ferido e preso pelos italianos e só libertado em 1919. Nessa época, escreveu o esboço de sua principal obra, como resultado de seus debates com Russel, intitulada “Tratado Lógico-Filosófico”.

    Filosofia de Wittgenstein

    Seu retorno à Filosofia se deu aos poucos. Portanto, em 1924 iniciou contatos com os integrantes do chamado “Círculo de Viana”, que fundou o sistema filosófico denominado de Positivismo. Em 1929, por influência de Frank P. Ramsey, estudioso da matemática e da filosofia, assim sendo decidiu retornar para a Universidade de Cambridge.

    No contexto de seus debates com o Círculo de Viana, aos poucos, Ludwig Wittgenstein foi percebendo erros e equívocos graves em sua primeira obra, e começou a escrever “As Investigações Filosóficas”, publicada postumamente em 1953, numa edição bilíngue alemão/inglês.

    A filosofia de Wittgenstein foi dividida em dois períodos: o primeiro, denominado Wittgenstein I, é o período anterior a 1929, que corresponde ao “Tratado Lógico-Filosófico”, e a enorme influência que exerceu sobre o Círculo de Viena.

    O segundo, denominado Wittgenstein II, é o período posterior a 1930 e correspondente às “Investigações Filosóficas”, que exerceram grande influência sobre a filosofia analítica em geral, e sobre as escolas de Cambridge e de Oxford.

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    Nascimento: 26 de abril de 1889, Viena, Áustria

    Falecimento: 29 de abril de 1951, Cambridge, Reino Unido

    Foz em Destaque – 12 de Março

  • Reflexão Diária: 27 de Março

    Pensamento do dia 27 de Março de 2023

    Reflexão Diária: 27 de Março

    “Me deixe fazer parte de tudo, compartilhe seus sonhos comigo.”

    O Rei do Show (filme)

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    O Rei do Show é um filme norte-americano de 2017, do gênero drama musical e biográfico, dirigido por Michael Gracey e escrito por Jenny Bicks e Bill Condon. Estrelado por Hugh Jackman, Zac Efron, Michelle Williams, Rebecca Ferguson e Zendaya, o filme baseia-se na narrativa de P. T. Barnum sobre a criação do circo Barnum & Bailey Circus e as vidas de seus artistas.

    A filmagem principal teve início em Nova Iorque em novembro de 2016. O filme estreou em 8 de dezembro de 2017 numa cerimônia a bordo do RMS Queen Mary 2. Nos Estados Unidos, o filme lançado em 20 de dezembro pela 20th Century Studios e arrecadou mais de 434 milhões de dólares em bilheterias mundiais, e assim tornando-se o terceiro mais lucrativo filme musical de todos os tempos.

    O filme recebeu críticas mistas, incluindo elogios às performances, música e produção. Mas também críticas à licença artística, sendo que alguns críticos o consideraram “sem inspiração e superficial”.  No 75º Globo de Ouro, a produção foi indicada nas categorias de Melhor Filme – Comédia ou Musical. Enquanto Jackman foi indicado ao prêmio de Melhor Ator – Comédia ou Musical. A canção “This Is Me” recebeu o Globo de Ouro de Melhor Canção Original e foi indicada ao Óscar de Melhor Canção Original.

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    Sinopse

    De origem humilde e desde a infância sonhando com um mundo mágico, P.T. Barnum (Hugh Jackman) desafia as barreiras sociais se casando com a filha do patrão do pai e dá o pontapé inicial na realização de seu maior desejo, de fato, abrindo uma espécie de museu de curiosidades. O empreendimento fracassou, mas ele logo vislumbra uma ousada saída: produzir um grande show estrelado por freaks, fraudes, bizarrices e rejeitados de todos os tipos.

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    O Rei do Show: inspirado em uma história real

    A demais, o título do filme, O Rei do Show, ou The Greatest Showman em inglês, refere-se diretamente ao espetáculo itinerante que mudou o circo americano: The Greatest Show de Phineas Taylor Barnum.

    Mistificador, charlatão, publicitário… Barnum é um vigarista profissional que não hesitou em enganar seus clientes para vender-lhes um espetáculo incomum, porém falso. Datado do século XIX, ele revolucionou o mundo do entretenimento e da publicidade, com o qual lidou maravilhosamente, atraindo cada vez mais multidões sob sua marquise.

    Na verdade, o Barnum Circus desencadeou uma onda de histeria toda vez que chegava à cidade. Escravos, negócios com animais selvagens, exibições de mulheres barbudas… O filme de Michael Gracey, entretanto, se distancia da realidade e ignora os detalhes questionáveis ​​da carreira do personagem em que se baseia. A fim de colocar estrelas nos olhos dos espectadores, o diretor mantém apenas o que há de melhor: o circo, o gigantismo ao estilo americano e a criação de uma comunidade calorosa e colorida de marginalizados.

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    Data de lançamento: 28 de dezembro de 2017 (Brasil)

    Diretor: Michael Gracey

    Bilheteria: 435 milhões USD

    Distribuído por: 20th Century Studios

    Prêmios: Nickelodeon Kids’ Choice Award: Atriz de Cinema Favorita, MAIS

    Indicações: Nickelodeon Kids’ Choice Award: Atriz de Cinema Favorita, MAIS

    Diretora de arte: Laura Ballinger

    Foz em Destaque – 27 de Março

  • Reflexão Diária: 11 de Março

    Pensamento do dia 11 de Março de 2023

    “Não tenha medo da perfeição, você nunca a vai alcançar.”

    Salvador Dalí

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    Salvador Dalí foi um pintor espanhol que se destacou por suas composições insólitas e desconexas. Com seu bigode sinuoso e com disposição para escandalizar, foi um grande representante da “Estética Surrealista”.

    Salvador Domingo Dalí Domènech nasceu em Figueras, Catalunha, Espanha, no dia 11 de maio de 1904. Filho do tabelião Salvador Dalí Cusi e de Felipa Domènech, desde cedo revelou talento para o desenho.

    Em 1922 foi levado para Madri para estudar na Escola de Belas-Artes de San Fernando, da qual seria expulso anos depois. Na capital espanhola ele fez amizade com o poeta Federico Garcia Lorca e com o futuro cineasta Luís Bunuel.

    Dalí chamava atenção com um figurino que mostrava sua personalidade excêntrica: com cabelos longos, gravata desproporcionalmente grande e uma capa que ia até os pés.

    Em 1926, entretanto, Dalí foi expulso da Academia de Artes por se desentender com um professor e declarar que ninguém ali era capaz de avaliá-lo. Embora, nesse mesmo ano, viajou para Paris e se encontrou com Picasso.

    Então, em 1927 se instalou em Paris e tornou-se membro oficial do movimento Surrealista, liderado pelo poeta André Breton, que surgiu como reação ao racionalismo e ao materialismo da sociedade ocidental.

    Afinal, usar o potencial do subconsciente como fonte de imagens fantásticas e de sonhos era o objetivo do grupo surrealista. 

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    Nascimento: 11 de maio de 1904, Figueres, Espanha

    Falecimento: 23 de janeiro de 1989, Figueres, Espanha

    Foz em Destaque – 11 de Março

  • Reflexão Diária: 26 de Março

    Pensamento do dia 26 de Março de 2023

    “Temos um destino comum, que deve nos unir, nos tornar solidários.”

    Edgar Morin

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    Edgar Morin, pseudônimo de Edgar Nahoum, é um antropólogo, sociólogo e filósofo francês judeu de origem sefardita. Pesquisador emérito do CNRS. Formado em Direito, História e Geografia, realizou estudos em Filosofia, Sociologia e Epistemologia.

    Edgar Nahoum veio de uma família de judeus sefarditas e quase não nasceu naquele 8 de julho de 1921, quando sua mãe entrou em trabalho de parto. Desaconselhada a ter filhos, Luna Beressi sofria de complicações causadas pela gripe espanhola. Ambos sobreviveram, mas dez anos depois, após a morte de sua mãe, o jovem experimentaria sua “Hiroshima interior”.

    O codinome Morin foi adotado quando serviu como tenente das forças combatentes francesas, em 1944. Participou ativamente do movimento de resistência à ocupação nazista durante a Segunda Guerra Mundial. Assim, afastou-se do Partido Comunista, o qual foi expulso.

    Enquanto estudava não se via com habilidades para praticar nenhuma profissão, a não ser responder seus questionamentos. Dessa forma, estudou História, Geografia, Sociologia, Direito e Ciências Políticas.

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    Teoria da Complexidade

    Dentre todas as suas teorias, a Teoria da Complexidade, uma das mais conhecidas, é a ideia chave da coletânea composta por seis volumes e escrita por Edgar, O Método. Essa teoria, baseada em seus fundamentos e conceitos, é muito usada na área da Educação.

    Essa teoria tem como fundamento as formulações surgidas no campo das ciências exatas e naturais, como as teorias da informação e dos sistemas. Dessa forma, elas ressaltaram a importância de não existir uma divisão entre as disciplinas.

    Morin acredita que os professores de Ensino Fundamental têm o dever de acabar com as barreiras do conhecimento, por duas razões. Primeiro porque os professores de séries iniciais lidam com experiências generalistas. Segundo, porque nessa fase as crianças possuem um modo de pensar que ainda não foi influenciado pela separação das disciplinas.

    De forma geral, Morin acredita que os saberes precisam se interligar para formar uma configuração que faça sentido, e responda às nossas expectativas, nossos desejos e nossas interrogações cognitivas.

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    Lições para um próximo século

    Edgar Morin não promete nenhum ensinamento ou reflexão em seu último livro. Na contramão do título, o francês nos insiste em mostrar que a história até pode ser “inteligível a posteriori, mas imprevisível a priori”.

    Jurando não nos dar lições, Morin cai mais uma vez em sua “contradição” dialógica. O “pacifista e guerrilheiro, comunista e anti-stalinista”, como o definiu o jornal Le Monde, tem muito ainda a nos ensinar, em seus mais diversos estudos, para os próximos séculos que virão. Todo dia acaba um século diferente, é verdade, mas com certeza o de Morin teve um sabor especial.

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    Nascimento: 8 de julho de 1921 (idade 101 anos), Paris, França

    Foz em Destaque – 26 de Março

  • Reflexão Diária: 10 de Março

    Pensamento do dia 10 de Março de 2023

    “Não pode haver ligação de almas onde não exista identidade de ideias, de crenças e de costumes.”

    Eça de Queiroz

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    Eça de Queirós foi um escritor português. “O Crime do Padre Amaro” foi o seu primeiro grande trabalho, um marco inicial do Realismo em Portugal. Foi considerado o melhor romance realista português do século XIX.

    Foi o único romancista português que conquistou fama internacional, nessa época. Assim foi duramente contestado por suas críticas ao clero e à própria pátria. Inegavelmente, a crítica social unida à análise psicológica aparece nos livros O Primo Basílio, O Mandarim, A Relíquia e Os Maias.

    Carreira Literária e diplomática

    Eça de Queirós iniciou sua carreira literária como romântico, conquanto caminhava para a prosa realista através de três fases:

    A primeira fase, contudo, teve início em 1867 com “Notas Marginais” – folhetins publicados na “Gazeta de Portugal” (postumamente reunidos em Prosas Bárbaras). Desse modo, no mesmo ano, dirigiu na cidade de Évora o jornal de oposição “Distrito de Évora”.

    Nas “Conferências Democráticas do Cassino Lisbonense”, Eça de Queirós proferiu a palestra “O Realismo Como Nova Expressão de Arte”. Junto com o escritor Ramalho Ortigão, então, publicou em folhetins a novela policial O Mistério da Estrada de Sintra.

    Ademais, em 1875, teve início a segunda fase de sua obra, quando publicou “O Crime do Padre Amaro”, inspirado na época em que esteve em Leiria. O romance representou o marco inicial do Realismo em Portugal, pois nele, Eça faz uma crítica violenta da vida social portuguesa, denuncia a corrupção do clero e a hipocrisia dos valores burgueses.

    Em 1878, Eça de Queirós foi transferido para o consulado de Bristol, também na Inglaterra. Nesse mesmo ano, publicou O Primo Basílio, no qual coloca como tema o adultério, focalizando a decadência da família burguesa de seu tempo. A crítica social unida à análise psicológica aparece também no romance Mandarim.

    Em 1888 foi nomeado cônsul em Paris, ano que publicou “Os Maias”, iniciando a terceira fase em sua carreira literária, quando o autor se abstrai da sátira contundente e da ironia caricatural da família ou da sociedade burguesa, para conduzir-se à uma trilha construtiva.

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    Nascimento: 25 de novembro de 1845, Praça do Almada, Póvoa de Varzim, Portugal

    Falecimento: 16 de agosto de 1900, Neuilly-sur-Seine, França

    Foz em Destaque – 10 de Março

  • Reflexão Diária: 25 de Março

    Pensamento do dia 25 de Março de 2023

    “A Constituição é a primeira e mais importante voz do Direito aos ouvidos do povo.”

    Ministro Ayres Britto

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    Carlos Augusto Ayres de Freitas Britto GOMM é um professor, escritor, jurista, advogado, magistrado e poeta brasileiro. Foi ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) de 2003 a 2012, tendo sido presidente daquela corte e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em 2012.

    Foi, também, professor da Universidade Federal de Sergipe. Além disso, professor nos cursos de mestrado e doutorado do Centro Universitário de Brasília (UNICEUB) e presidente do Centro Brasileiro de Estudos Constitucionais dessa instituição.

    É autor de diversas obras jurídicas e de poesia. Conferencista requisitado, é membro da Academia Brasileira de Letras Jurídicas e da Academia Sergipana de Letras.

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    Formação e atividade acadêmica

    Carlos Ayres Britto formou-se bacharel em direito (1966) pela Universidade Federal de Sergipe, instituição da qual posteriormente foi professor. Tornou-se mestre (1982) e doutor (1998) em direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, tendo sido orientado no doutorado por Celso Ribeiro Bastos.

    Foi professor da Universidade Federal de Sergipe de 1973 a 1983 e de 1990 até 2003, tendo ali lecionado direito constitucional, direito administrativo, teoria do estado e ética geral e profissional.

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    Advocacia e política

    Desse modo, iniciou sua trajetória profissional na advocacia em 1967 e ocupou, em Sergipe, os cargos de chefe do departamento jurídico do Conselho de Desenvolvimento Econômico do Estado – CONDESE (1970 a 1978), Consultor-Geral do Estado no governo José Rollemberg Leite (1975-1979), Procurador-Geral de Justiça (1983-1984) e Procurador do Tribunal de Contas do Estado (1978-1990).

    Candidatou-se, em 1990, a deputado federal pelo Partido dos Trabalhadores (PT), porém não se elegeu. Em seguida, foi conselheiro federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de 1993 a 1994 e membro da Comissão de Constituição e Justiça do órgão nos períodos de 1995 a 1996 e 1998 a 1999.

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    Supremo Tribunal Federal

    Nomeado, em 2003, pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal, em virtude da aposentadoria do ministro Ilmar Galvão

    Presidiu o Tribunal Superior Eleitoral no período de 6 de maio de 2008 a 22 de abril de 2010. Sucedeu ao ministro Marco Aurélio e sendo sucedido pelo ministro Joaquim Barbosa. Considerado pela revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009.

    O ministro Ayres Britto foi relator de processos de grande repercussão social. Inegavelmente, os julgamentos sobre a constitucionalidade da utilização de células-tronco embrionárias na pesquisa de cura para doenças crônicas. Bem como a proibição do nepotismo, o reconhecimento do casamento entre pessoas do mesmo sexo, a demarcação da Terra Indígena Raposa Serra do Sol e a inconstitucionalidade da Lei de Imprensa.

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    Nascimento: Propriá, 18 de novembro de 1942

    Foz em Destaque – 25 de Março

  • Reflexão Diária: 09 de Março

    Pensamento do dia 09 de Março de 2023

    “Quando eu morrer, quero ser lembrado pela vida que vivi e não pelo dinheiro que gastei.”

    Avicii

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    Tim Bergling, também conhecido pelo seu nome artístico Avicii (estilizado como ΛVICII ou pelo símbolo ◢◤, a fim de representar as letras ‘A’ e ‘V’), foi um DJ, produtor, cantor, compositor e multi-instrumentista sueco. Avicii foi classificado em terceiro lugar no ranking da lista anual Top 100 DJs da revista americana DJ Magazine em 2012 e 2013, além de ter sido nomeado duas vezes para o prêmio Grammy Award, sendo uma vez por seu trabalho em “Sunshine” com David Guetta em 2012, e uma vez com a música “Levels“, em 2013. 

    Considerado um revolucionário para o gênero “EDM” e, certamente, um precursor para a popularização da música eletrônica a nível mundial, algumas de suas canções mais famosas são “I Could Be the One” com Nicky Romero, “Wake Me Up!“, “You Make Me“, “Hey Brother“, “Addicted to You“, “The Nights“, “Waiting for Love” com Martin Garrix, “The Days“, “Without You” e “Lonely Together“.

    Ele lançou seu primeiro álbum de estúdio, True, em 2013. Ao passo que o álbum obteve uma recepção positiva pela crítica especializada e chegou ao top dez em mais de quinze países. Dessa forma, em 2015, Bergling lançou seu segundo álbum de estúdio, Stories. E, afinal em 10 de agosto de 2017 ele lançou um extended play (EP) intitulado AVĪCI (01).

    Vida pessoal

    Sempre discreto, mantinha sua vida pessoal longe dos holofotes. Assim como, Avicii manteve relacionamentos curtos com atrizes, cantoras e modelos. Sua última namorada foi a modelo tcheca Tereza Kačerová. Eles estavam juntos há dois anos, e o relacionamento só veio a público após sua morte, pois não gostava de divulgar sua vida pessoal. Em entrevistas a modelo revelou que o artista era um padrasto amoroso com seu filho Lucca, na época um menino de três anos, e que ambos pretendiam casar e ter filhos, tendo ficado muito abalada com o suicídio dele e sem entender de fato o que o motivou a este ato extremo.

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    Problemas de saúde

    Em janeiro de 2012, Bergling foi hospitalizado por 11 dias em Nova Iorque, então com pancreatite aguda causada pelo alcoolismo. Bem como, em 2014 o cantor foi novamente internado com uma crise de apendicite, tendo sido operado, e seu apêndice e vesícula biliar removidos. 

    Todavia, em 2016 a saúde de Bergling se deteriorou devido ao estresse constante pelo trabalho. O que o fez desenvolver síndrome de burnout, o levando a desenvolver uma forte crise de depressão, síndrome do pânico e ansiedade. E ele subsequentemente se aposentou de suas performances ao vivo, acabando por limitar a sua atividade musical aos estúdios. 

    Nessa época passou por diversos tratamentos psicoterápicos e psiquiátricos, mas acabou desistindo de continuar, e isolou-se em sua casa. Bergling falou publicamente sobre seus problemas de saúde e pressão de sua administração no documentário Avicii: True Stories (2017), no qual ele é mostrado trabalhando em seu leito de hospital, aliás.

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    Nascimento: 8 de setembro de 1989, Estocolmo, Suécia

    Falecimento: 20 de abril de 2018, Mascate, Omã

    Foz em Destaque – 09 de Março

  • Reflexão Diária: 24 de Março

    Pensamento do dia 24 de Março de 2023

    “Ninguém será submetido a tortura nem a tratamento ou castigo cruel, desumano ou degradante”

    Declaração Universal Dos Direitos Humanos

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    Declaração Universal Dos Direitos Humanos

    A Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) é um documento base não jurídico que delineia a proteção universal dos direitos humanos básicos, adotada pela Organização das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948, elaborado principalmente pelo jurista canadense John Peters Humphrey, contando com a ajuda de várias representantes de origens jurídicas e culturais de todas as regiões do planeta.

    Abalados pela recente barbárie da Segunda Guerra Mundial, e com o intuito de construir um mundo sob novos alicerces ideológicos, os dirigentes das nações que emergiram como potências no período pós-guerra, liderados por Estados Unidos e União Soviética, estabeleceram, na Conferência de Yalta, na Rússia, em 1945, as bases de uma futura paz mundial, definindo áreas de influência das potências e acertando a criação de uma organização multilateral que promovesse negociações sobre conflitos internacionais, para evitar guerras e promover a paz e a democracia, e fortalecer os Direitos Humanos.

    Embora não seja um documento com obrigatoriedade legal, serviu como base para os dois tratados sobre direitos humanos da ONU de força legal: o Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos e o Pacto Internacional sobre os Direitos Econômicos, Sociais e Culturais, além de inspirar os artigos de constituições de democracias recentes.Continua a ser amplamente citado por acadêmicos, advogados e cortes constitucionais. Especialistas em direito internacional discutem, com frequência, quais de seus artigos representam o direito internacional usual.

    Segundo o Guinness Book of World Records, a Declaração Universal dos Direitos Humanos é o documento traduzido no maior número de línguas. Em setembro de 2018, o site oficial da Declaração Universal dos Direitos Humanos informou a existência de 525 traduções disponíveis.

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    Data da primeira publicação: 10 de dezembro de 1948

    Autor: Comitê de Redação da Declaração Universal dos Direitos Humanos

    Idiomas originais: Francês, Inglês

    Foz em Destaque – 24 de Março

  • Reflexão Diária: 23 de Março

    Pensamento do dia 23 de Março de 2023

    “O tempo é um ótimo professor. Pena que mata seus alunos.”

    Hector Berlioz

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    Hector Berlioz foi um compositor romântico francês, incluindo-se nas suas obras mais conhecidas a Sinfonia Fantástica, Haroldo na Itália, o Réquiem, Os Troianos e A Danação de Fausto, tendo contribuído significativamente para a orquestração moderna com o seu Treatise on Instrumentation.

    Ele definiu enormes grupos orquestrais para alguns de seus trabalhos, tendo realizado vários concertos com mais de mil músicos. Também compôs cerca de cinquenta canções com acompanhamento de piano e orquestra. Certamente, a sua influência foi fundamental para o desenvolvimento do Romantismo, especialmente em compositores como Richard Wagner, Nikolai Rimsky-Korsakov, Franz Liszt, Richard Strauss e Gustav Mahler.

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    Década produtiva

    Entre 1830 e 1847, Berlioz escreveu muitas de suas obras mais populares e duradouras. Ademais, as mais importantes são a Sinfonia Fantástica (1830), Haroldo na Itália (1834), a Grande Messe des morts ( Requiem ) (1837) e Romeu e Julieta (1839).

    Em 1834, o virtuoso violinista e compositor Niccolò Paganini encomendou a Berlioz um concerto para viola, com a intenção de o estrear como solista. Esta obra tornou-se sinfonia para viola e orquestra Haroldo na Itália. Paganini mudou de ideia quanto a tocar a peça quando viu os primeiros esboços do trabalho, tendo expressado dúvidas sobre a falta de complexidade.

    No mesmo ano em que Roméo estreou, Berlioz foi nomeado Conservador Adjunto (Vice-bibliotecário) da Biblioteca do Conservatório de Paris. Para se suportar e à sua família, continuou escrevendo crítica musical para publicações parisienses, principalmente no Journal des Débats, durante mais de trinta anos, mas também na Gazette musicale e no Le Rénovateur.

    A sua carreira como crítico e escritor proporcionou-lhe uma confortável renda, tendo um talento óbvio para a escrita, mas que acabou por detestar dado o tempo gasto assistindo a performances e à escrita da crítica dos mesmos, ocupação que lhe limitava severamente o tempo disponível para desenvolver os seus próprios trabalhos e produzir mais composições. Apesar de sua posição de destaque na crítica musical, ele não usou os seus artigos para promover as suas próprias obras.

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    Últimos anos 

    Berlioz encontrou Estelle Fornier – o objeto da sua afeição juvenil – em Lyon, pela primeira vez em quarenta anos, tendo começado uma correspondência regular com ela. Berlioz logo percebeu que ainda ansiava por ela, mas ela acabou por informá-lo que, sendo uma mulher casada, não haveria nenhuma possibilidade do seu relacionamento ir além da amizade. Em 1865, concluiu as suas Mémoires que tiveram uma tiragem inicial de mil e duzentos exemplares.

    Em São Petersburgo, Berlioz experimentou um prazer especial em executar com a Orquestra de “primeira linha” do Conservatório da cidade. Retornou a Paris em 1868, exausto, com a saúde abalada devido ao inverno russo. Logo depois, rumou a Nice, para se recuperar no clima ameno do Mediterrâneo. Lá, acabou acidentando-se na beira do mar, talvez devido a um princípio de derrame, o que o obrigou a retornar à capital. De volta, viveu os seus últimos dias como um inválido.

    Em agosto de 1868, fez sua última viagem a Grenoble, onde ele vivera com a sua irmã e a família dela, convidado pelo prefeito Jean Vendre para acompanhar os três dias de festividades para a inauguração de uma estátua de Napoleão, tendo ainda presidido a um festival de música.

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    Nascimento: 11 de dezembro de 1803, La Côte-Saint-André, França

    Falecimento: 8 de março de 1869, Rue de Calais, Paris, França

    Foz em Destaque – 23 de Março

  • Reflexão Diária: 22 de Março

    Pensamento do dia 22 de Março de 2023

    “Seja frágil como a água, mas com capacidade de destruir uma rocha.”

    Bruce Lee

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    Bruce Lee foi um lutador de artes marciais, ator e roteirista norte-americano. Foi o responsável por levar as artes marciais para as telas do cinema na década de 1970. Sua morte prematura o tornou uma lenda do esporte.

    Bruce Lee nasceu em São Francisco, Califórnia, Estados Unidos, no dia 27 de novembro de 1940, na hora e ano do dragão, de acordo com a astrologia chinesa, que denota forte presságio de homem poderoso.

    Filho de integrantes da Ópera Chinesa, nasceu durante a turnê do grupo pelos Estados Unidos. Lee Juan Fann, seu nome de nascimento, recebeu da médica do hospital onde nasceu, o nome Bruce.

    Apesar de quando adolescente, Lee se juntou com uma gangue local e para melhor se defender, começou a aprender Kung fu. Iniciou aulas de dança, o que ajudou no seu equilíbrio.

    Com 18 anos, Lee venceu o torneio de boxe das escolas de Hong Kong, eliminando o campeão Gary Elms. Venceu também o campeonato de Colony Chá-Chá de Hong Kong.

    Em 1964, mudou-se para Oakland, Califórnia, onde abriu sua segunda escola. Logo depois, desenvolveu sua própria técnica que chamou de Jun Fan Gung, uma mistura de kung Fu antigo, esgrima, boxe e filosofia.

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    O ator Bruce Lee

    Em 1966, depois de dar uma demonstração de Kung fu em Los Angeles, no entanto, Bruce Lee chamou a atenção de um produtor de televisão que o escalou como o ajudante de Kato na série de televisão “The Green Hornet” (no Brasil, O Besouro Verde), onde atuou durante um ano.

    Depois de negociar com o Shaw Brothers Studio e a Golden Harvest, Lee assinou um contrato para estrelar em dois filmes produzidos por Golden Harvest.

    Seu primeiro papel principal foi em “The Big Boss” (1971) que se tornou um sucesso de bilheteria. Em seguida foi lançado “Fist os Fury” (1972), que quebrou os recordes de bilheteria em toda a Ásia e mais tarde obteve sucesso nos EUA.

    Aliás, encorajado pelo sucesso dos filmes, Lee fundou sua própria produtora, Concord Production Inc., quando escreveu, coproduziu, dirigiu e estrelou seu próprio filme.

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    Morte

    Tragicamente, Bruce Lee morreu em circunstâncias misteriosas e sua morte foi fonte de especulações por todos os seus admiradores.

    Suspeitava-se que Bruce Lee teria morrido vítima de um edema cerebral, e pelo uso excessivo de esteróides.

    Havia rumores de que ele teria sido envenenado por seguidores de seitas de lutas tradicionais, pois teria revelado segredos das artes marciais do oriente.

    Em Autópsia de Famosos, do Discovery Channel, um médico legista norte-americano, encontrou excesso de cortisona em seu corpo, resultado do tratamento de uma hérnia de disco.

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    Nascimento: 27 de novembro de 1940, Chinese Hospital, São Francisco, Califórnia, EUA

    Falecimento: 20 de julho de 1973, Kowloon Tong, Hong Kong

    Foz em Destaque – 22 de Março