Category: Reflexão do Dia

Reflexões e pensamentos.

  • Reflexão Diária: 24 de Março

    Pensamento do dia 24 de Março de 2023

    “Ninguém será submetido a tortura nem a tratamento ou castigo cruel, desumano ou degradante”

    Declaração Universal Dos Direitos Humanos

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    Declaração Universal Dos Direitos Humanos

    A Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) é um documento base não jurídico que delineia a proteção universal dos direitos humanos básicos, adotada pela Organização das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948, elaborado principalmente pelo jurista canadense John Peters Humphrey, contando com a ajuda de várias representantes de origens jurídicas e culturais de todas as regiões do planeta.

    Abalados pela recente barbárie da Segunda Guerra Mundial, e com o intuito de construir um mundo sob novos alicerces ideológicos, os dirigentes das nações que emergiram como potências no período pós-guerra, liderados por Estados Unidos e União Soviética, estabeleceram, na Conferência de Yalta, na Rússia, em 1945, as bases de uma futura paz mundial, definindo áreas de influência das potências e acertando a criação de uma organização multilateral que promovesse negociações sobre conflitos internacionais, para evitar guerras e promover a paz e a democracia, e fortalecer os Direitos Humanos.

    Embora não seja um documento com obrigatoriedade legal, serviu como base para os dois tratados sobre direitos humanos da ONU de força legal: o Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos e o Pacto Internacional sobre os Direitos Econômicos, Sociais e Culturais, além de inspirar os artigos de constituições de democracias recentes.Continua a ser amplamente citado por acadêmicos, advogados e cortes constitucionais. Especialistas em direito internacional discutem, com frequência, quais de seus artigos representam o direito internacional usual.

    Segundo o Guinness Book of World Records, a Declaração Universal dos Direitos Humanos é o documento traduzido no maior número de línguas. Em setembro de 2018, o site oficial da Declaração Universal dos Direitos Humanos informou a existência de 525 traduções disponíveis.

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    Data da primeira publicação: 10 de dezembro de 1948

    Autor: Comitê de Redação da Declaração Universal dos Direitos Humanos

    Idiomas originais: Francês, Inglês

    Foz em Destaque – 24 de Março

  • Reflexão Diária: 23 de Março

    Pensamento do dia 23 de Março de 2023

    “O tempo é um ótimo professor. Pena que mata seus alunos.”

    Hector Berlioz

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    Hector Berlioz foi um compositor romântico francês, incluindo-se nas suas obras mais conhecidas a Sinfonia Fantástica, Haroldo na Itália, o Réquiem, Os Troianos e A Danação de Fausto, tendo contribuído significativamente para a orquestração moderna com o seu Treatise on Instrumentation.

    Ele definiu enormes grupos orquestrais para alguns de seus trabalhos, tendo realizado vários concertos com mais de mil músicos. Também compôs cerca de cinquenta canções com acompanhamento de piano e orquestra. Certamente, a sua influência foi fundamental para o desenvolvimento do Romantismo, especialmente em compositores como Richard Wagner, Nikolai Rimsky-Korsakov, Franz Liszt, Richard Strauss e Gustav Mahler.

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    Década produtiva

    Entre 1830 e 1847, Berlioz escreveu muitas de suas obras mais populares e duradouras. Ademais, as mais importantes são a Sinfonia Fantástica (1830), Haroldo na Itália (1834), a Grande Messe des morts ( Requiem ) (1837) e Romeu e Julieta (1839).

    Em 1834, o virtuoso violinista e compositor Niccolò Paganini encomendou a Berlioz um concerto para viola, com a intenção de o estrear como solista. Esta obra tornou-se sinfonia para viola e orquestra Haroldo na Itália. Paganini mudou de ideia quanto a tocar a peça quando viu os primeiros esboços do trabalho, tendo expressado dúvidas sobre a falta de complexidade.

    No mesmo ano em que Roméo estreou, Berlioz foi nomeado Conservador Adjunto (Vice-bibliotecário) da Biblioteca do Conservatório de Paris. Para se suportar e à sua família, continuou escrevendo crítica musical para publicações parisienses, principalmente no Journal des Débats, durante mais de trinta anos, mas também na Gazette musicale e no Le Rénovateur.

    A sua carreira como crítico e escritor proporcionou-lhe uma confortável renda, tendo um talento óbvio para a escrita, mas que acabou por detestar dado o tempo gasto assistindo a performances e à escrita da crítica dos mesmos, ocupação que lhe limitava severamente o tempo disponível para desenvolver os seus próprios trabalhos e produzir mais composições. Apesar de sua posição de destaque na crítica musical, ele não usou os seus artigos para promover as suas próprias obras.

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    Últimos anos 

    Berlioz encontrou Estelle Fornier – o objeto da sua afeição juvenil – em Lyon, pela primeira vez em quarenta anos, tendo começado uma correspondência regular com ela. Berlioz logo percebeu que ainda ansiava por ela, mas ela acabou por informá-lo que, sendo uma mulher casada, não haveria nenhuma possibilidade do seu relacionamento ir além da amizade. Em 1865, concluiu as suas Mémoires que tiveram uma tiragem inicial de mil e duzentos exemplares.

    Em São Petersburgo, Berlioz experimentou um prazer especial em executar com a Orquestra de “primeira linha” do Conservatório da cidade. Retornou a Paris em 1868, exausto, com a saúde abalada devido ao inverno russo. Logo depois, rumou a Nice, para se recuperar no clima ameno do Mediterrâneo. Lá, acabou acidentando-se na beira do mar, talvez devido a um princípio de derrame, o que o obrigou a retornar à capital. De volta, viveu os seus últimos dias como um inválido.

    Em agosto de 1868, fez sua última viagem a Grenoble, onde ele vivera com a sua irmã e a família dela, convidado pelo prefeito Jean Vendre para acompanhar os três dias de festividades para a inauguração de uma estátua de Napoleão, tendo ainda presidido a um festival de música.

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    Nascimento: 11 de dezembro de 1803, La Côte-Saint-André, França

    Falecimento: 8 de março de 1869, Rue de Calais, Paris, França

    Foz em Destaque – 23 de Março

  • Reflexão Diária: 22 de Março

    Pensamento do dia 22 de Março de 2023

    “Seja frágil como a água, mas com capacidade de destruir uma rocha.”

    Bruce Lee

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    Bruce Lee foi um lutador de artes marciais, ator e roteirista norte-americano. Foi o responsável por levar as artes marciais para as telas do cinema na década de 1970. Sua morte prematura o tornou uma lenda do esporte.

    Bruce Lee nasceu em São Francisco, Califórnia, Estados Unidos, no dia 27 de novembro de 1940, na hora e ano do dragão, de acordo com a astrologia chinesa, que denota forte presságio de homem poderoso.

    Filho de integrantes da Ópera Chinesa, nasceu durante a turnê do grupo pelos Estados Unidos. Lee Juan Fann, seu nome de nascimento, recebeu da médica do hospital onde nasceu, o nome Bruce.

    Apesar de quando adolescente, Lee se juntou com uma gangue local e para melhor se defender, começou a aprender Kung fu. Iniciou aulas de dança, o que ajudou no seu equilíbrio.

    Com 18 anos, Lee venceu o torneio de boxe das escolas de Hong Kong, eliminando o campeão Gary Elms. Venceu também o campeonato de Colony Chá-Chá de Hong Kong.

    Em 1964, mudou-se para Oakland, Califórnia, onde abriu sua segunda escola. Logo depois, desenvolveu sua própria técnica que chamou de Jun Fan Gung, uma mistura de kung Fu antigo, esgrima, boxe e filosofia.

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    O ator Bruce Lee

    Em 1966, depois de dar uma demonstração de Kung fu em Los Angeles, no entanto, Bruce Lee chamou a atenção de um produtor de televisão que o escalou como o ajudante de Kato na série de televisão “The Green Hornet” (no Brasil, O Besouro Verde), onde atuou durante um ano.

    Depois de negociar com o Shaw Brothers Studio e a Golden Harvest, Lee assinou um contrato para estrelar em dois filmes produzidos por Golden Harvest.

    Seu primeiro papel principal foi em “The Big Boss” (1971) que se tornou um sucesso de bilheteria. Em seguida foi lançado “Fist os Fury” (1972), que quebrou os recordes de bilheteria em toda a Ásia e mais tarde obteve sucesso nos EUA.

    Aliás, encorajado pelo sucesso dos filmes, Lee fundou sua própria produtora, Concord Production Inc., quando escreveu, coproduziu, dirigiu e estrelou seu próprio filme.

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    Morte

    Tragicamente, Bruce Lee morreu em circunstâncias misteriosas e sua morte foi fonte de especulações por todos os seus admiradores.

    Suspeitava-se que Bruce Lee teria morrido vítima de um edema cerebral, e pelo uso excessivo de esteróides.

    Havia rumores de que ele teria sido envenenado por seguidores de seitas de lutas tradicionais, pois teria revelado segredos das artes marciais do oriente.

    Em Autópsia de Famosos, do Discovery Channel, um médico legista norte-americano, encontrou excesso de cortisona em seu corpo, resultado do tratamento de uma hérnia de disco.

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    Nascimento: 27 de novembro de 1940, Chinese Hospital, São Francisco, Califórnia, EUA

    Falecimento: 20 de julho de 1973, Kowloon Tong, Hong Kong

    Foz em Destaque – 22 de Março

  • Reflexão Diária: 21 de Março

    Pensamento do dia 21 de Março de 2023

    “Nossa vidas são definidas pelas oportunidades, mesmo aquelas que perdemos.”

    O Curioso caso de Benjamin Button (filme)

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    O Curioso Caso de Benjamin Button é um filme estadunidense de 2008, dos gêneros drama (cinema) romântico, fantasia e suspense, dirigido por David Fincher, com roteiro de Eric Roth baseado no conto homônimo de F. Scott Fitzgerald, publicado na revista Collier’s em maio de 1922.

    Estrelado por Brad Pitt e Cate Blanchett, em suma, o filme conta a história da vida de um homem que, com o passar dos anos, vai se rejuvenescendo, ao contrário de sua amada, que envelhece normalmente.

    Sinopse

    Nova Orleans, 1918. Benjamin Button (Brad Pitt) nasceu de forma incomum, com a aparência e doenças de uma pessoa em torno dos oitenta anos, mesmo sendo um bebê. De fato, ao invés de envelhecer com o passar do tempo, Button rejuvenesce. 

    Contudo, quando ainda criança ele conhece Daisy (Cate Blanchett), da mesma idade que ele, por quem se apaixona. É preciso esperar que Daisy cresça, tornando-se uma mulher, e que Benjamin rejuvenesça para que, quando tiverem idades parecidas, possam enfim se envolver.

    The Curious Case of Benjamin Button teve recepção favorável por parte da crítica especializada. Além disso, com o “tomatometer” de 72% em base de 235 críticas, o Rotten Tomatoes publicou um consenso: “The Curious Case of Benjamin Button é um conto épico de fantasia com histórias ricas apoiado por performances fantásticas”. Por parte da audiência do site tem 80% de aprovação. De acordo com o Metacritic, o filme tem uma pontuação média de 70/100, com base em 37 avaliações, indicando “resenhas geralmente favoráveis”.

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    Data de lançamento: 16 de janeiro de 2009 (Brasil)

    Diretor: David Fincher

    Indicações: Oscar de Melhor Direção de Arte,

    Autores: F. Scott Fitzgerald, Eric Roth, Robin Swicord

    Adaptação de: The Curious Case of Benjamin Button

    Bilheteria: 335,8 milhões USD

    Prêmios: 5 Globo de Ouro 2009, 13 Oscar 2009, 11 BAFTA 2009

    Foz em Destaque – 21 de Março

  • Reflexão Diária: 20 de Março

    Pensamento do dia 20 de Março de 2023

     “Você está vivo. Esse é o seu espetáculo. Só quem se mostra se encontra. Por mais que se perca no caminho.”

    Cazuza

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    Cazuza foi um cantor e compositor brasileiro, um dos maiores ídolos da geração do pop-rock dos anos 80. “Exagerado”, “Codinome Beija-flor”, “Brasil” e “Faz Parte do Meu Show”, são alguns dos seus grandes sucessos.

    Agenor de Miranda Araújo Neto, mais conhecido como Cazuza. Filho de João Araújo, produtor musical e da cantora Lucinha Araújo cresceu no meio artístico convivendo com grandes cantores da Música Popular Brasileira.

    Cazuza foi aluno do tradicional colégio, o Santo Inácio de Loyola e do Colégio Anglo-Americano. Ainda jovem começou a escrever poemas. Em 1976, foi aprovado no vestibular de Comunicação, mas desistiu do curso três semanas depois. Começou a frequentar o Baixo Leblon, certamente, levando uma vida de boêmio.

    No final do ano de 1979 Cazuza foi para os Estados Unidos, onde fez curso de fotografia na Universidade de Berkeley, em São Francisco. Lá, no entanto, despertou o interesse pela literatura da Geração Beat, os chamados poetas malditos, que mais tarde tiveram grande influência em sua carreira.

    Barão Vermelho

    Em 1981, Cazuza foi indicado pelo cantor Léo Jaime para vocalista de uma banda que estava se formando na casa do tecladista Maurício Barros, no bairro do Rio Comprido.

    Logo depois, estava formada a banda “Barão Vermelho” formada por Maurício Barros (teclado), Roberto Frejat (guitarra), Guto Goffi (bateria) e Cazuza (vocal).

    Uma vez que Cazuza mostrou à banda as letras que havia escrito e logo passou a compor junto com Frejat. A banda que antes só tocava covers passou a ter seu próprio repertório.

    Carreira solo

    Em 1985 Cazuza iniciou sua carreira solo e nesse mesmo ano gravou seu primeiro álbum “Exagerado”, que fez grande sucesso com as músicas “Exagerado”, “Mal Nenhum”, “Codinome Beija-Flor”, entre outras.

    Então, em outubro de 1987, com os sintomas se agravando, Cazuza foi internado para tratamento de uma pneumonia. Em seguida, levado para os Estados Unidos para tentar um novo tratamento para a AIDS.

    A música “Brasil”, composta por Cazuza, George Israel e Nilo Romero, cantada por Gal Costa, foi tema da abertura da novela Vale Tudo. “Ideologia” ganhou o Prêmio Sharp de Melhor Álbum e “Brasil” ganhou o Prêmio de Melhor Composição Pop-Rock do Ano. Cazuza, já bastante debilitado pela doença, compareceu à premiação em uma cadeira de rodas.

    Em 1989, lançou-se o disco, “O Tempo Não Para”, gravado durante um show no Canecão. A faixa título tornou-se um de seus maiores sucessos superando a marca de 500 mil cópias vendidas.

    Morte

    Cazuza, que desde 1989 havia declarado publicamente que era portador do vírus da AIDS, se submeteu a tratamento alternativo em São Paulo e recorreu, mais uma vez, a tratamento nos Estados Unidos, retornando em março de 1990.

    Cazuza faleceu no Rio de Janeiro, no dia 07 de julho de 1990, sendo enterrado no cemitério de São João Batista. Inscrita em sua lápide, o nome de seu último sucesso: “O Tempo Não Para”.

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    Nascimento: 4 de abril de 1958, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro

    Falecimento: 7 de julho de 1990, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro

    Foz em Destaque – 20 de Março

  • Reflexão Diária: 19 de Março

    Pensamento do dia 19 de Março de 2023

    “Se você pudesse dizer em palavras, não haveria necessidade de pintar”.

    Edward Hopper

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    Edward Hopper foi um pintor, artista gráfico e ilustrador norte-americano conhecido por suas misteriosas pinturas de representações realistas.

    Hopper estudou design gráfico, ilustração e pintura na cidade de Nova York. Um dos seus professores, o artista Robert Henri, encorajava os seus estudantes a usar as suas artes para “fazer um movimento no mundo”, motivando-os a fazerem descrições realistas da vida urbana.

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    A influência de Hopper 

    O trabalho de Hopper também explora vastos espaços vazios, representados por um posto de gasolina perdido numa estrada rural vazia e a forma contrasta entre a luz natural do céu, moderado pela floresta exuberante, e a claridade de luz artificial vindo de dentro do posto de gasolina.

    A influência de Hopper no mundo da arte e da cultura pop é inegável, certamente. Homenagem Às Aves da Noite caracterizando personagens de desenho animado ou ícones famosos da cultura pop como James Dean e Marilyn Monroe são frequentemente encontrados em lojas de quadros e de presentes.

    Apesar disso, muitas de suas pinturas também se baseiam na sua esposa como modelo para as figuras femininas.

    As composições cinematográficos de Hopper e seu uso dramático de luzes e escuridão também fez dele o favorito entre os cineastas. Por exemplo, diz-se “Casa ao lado da ferrovia” influenciou levemente a casa no filme Psycho de Alfred Hitchcock. Assim sendo, a mesma pintura também é citada como sendo uma influência na casa de Terrence Malick no filme Cinzas do Paraíso. A influência de Hopper alcançou até mesmo as animações japonesas na série Texhnolyze, desse modo sendo usado como base do mundo superficial da série.

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    Nascimento: 22 de julho de 1882, Nyack, Nova York, EUA

    Falecimento: 15 de maio de 1967, Washington Square North, Nova Iorque, Nova York, EUA

    Foz em Destaque 19 de Março

  • Reflexão Diária: 02 de Março

    Pensamento do dia 02 de Março de 2023

    “Quem sonha sozinho é apenas um sonho. Quando se sonha juntos é o começo da realidade.”

    Cervantes

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    Miguel de Cervantes foi um escritor, dramaturgo e poeta espanhol, autor de “Dom Quixote”, uma obra-prima da literatura universal, ademais, considerado o precursor do Realismo na Espanha.

    Miguel de Cervantes Saavedra nasceu em Alcalá de Henares, provavelmente em 29 de setembro de 1547. Filho do cirurgião Rodrigo e Leonor de Cortinas, tinha seis irmãos.

    Estudou em sua terra natal, em Valladolid e Madrid. Em 1563, a família foi morar em Sevilha, onde estudou gramática e latim, com padres jesuítas. Nessa época, conheceu o teatro de Lope de la Rueda, de quem recebeu influência.

    Vida Literária

    Em 1584, Miguel de Cervantes estava de volta à Espanha. Enfim, em Madri, conseguiu um cargo público e começou a escrever e publicar sua novela pastoril “La Galatea” (1585). Em suma, estabelece contato com literatos da época, Luís de Gôngora e Lope de Veja. Escreve os poemas dramáticos “Los Tratos de Argel” e “La Mumancia”.

    Miguel de Cervantes casa-se com Catalina de Palácios Salazar. É encarregado, pelo rei, como comissário de víveres destinados às armadas e frotas da Índia, indo morar em Sevilha. Mais tarde, é nomeado coletor de impostos devidos à Coroa dos reinos de Granada, o que o obriga a viajar seguidamente para Andaluzia e La Mancha.

    Por causa dos atrasos na prestação de contas com a Coroa, foi preso três vezes. Contam os historiadores que a primeira parte do livro “Dom Quixote” foi escrito enquanto estava preso em Argamasilla del Alba, entre 1601 e 1603. Tendo sido reconduzido sempre ao seu, Cervantes certamente atestou sua inocência.

    Dom Quixote de La Mancha

    A obra foi difundida em toda parte, até se tornar o mais lido romance em todo o mundo, por crianças e adultos. O personagem Dom Quixote é um pequeno fidalgo castelhano que perdeu a razão pela leitura assídua dos romances de cavalaria e pretende imitar seus heróis prediletos. Envolve-se numa série de aventuras.

    Na primeira série de suas aventuras imaginárias, Dom Quixote fez-se armar cavaleiro pelo proprietário de um albergue e leva consigo seu escudeiro, o pobre camponês “Sancho Pança”, que se deixou atrair pelas miragens do cavaleiro.

    Embora se desenvolva em torno do real e do imaginário, o livro possui episódios em que os dois planos se confundem e em que o imaginário se torna a própria realidade.

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    Nascimento: 29 de setembro de 1547, Alcalá de Henares, Espanha

    Falecimento: 22 de abril de 1616, Madrid, Espanha

    Foz em Destaque – 02 de Março

  • Reflexão Diária: 01 de Março

    Pensamento do dia 01 de Março de 2023

    “Eu não estive em todos os lugares, mas eles estão na minha lista.”

    Susan Sontag

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    Susan Sontag foi uma premiada escritora, ensaísta, cineasta, filósofa, professora, crítica de arte e ativista dos Estados Unidos. Escreveu extensivamente, sobretudo, sobre fotografia, cultura e mídia e atuou nas causas anti-guerra, em prol dos direitos humanos e campanhas sobre a AIDS. Além de posicionada ideologicamente no campo da esquerda, Sonstag era bissexual. No entanto, seus ensaios normalmente repercutiram bastante e ela foi descrita como “uma das críticas mais influentes de sua geração”

    Biografia

    Graduou-se na Universidade de Harvard. Escreveu, sobretudo, ensaios, mas também publicou romances. Sua primeira grande obra foi o ensaio “Notes on ‘Camp”, em 1964. Suas obras mais conhecidas são Contra a interpretação (1966), A vontade radical (1968), Sobre a Fotografia (1977), A doença como metáfora (1978), bem como as obras de ficção The Way We Live Now (1986), The Volcano Lover (1992) e In America (1999), pelo qual recebeu em 2000 um dos mais importantes prémios do seu país, o National Book Award.

    Assim como teve intensa participação em periódicos, publicando artigos em revistas como The New Yorker e The New York Review of Books e no jornal The New York Times.

    Também é conhecida por seu ativismo, tendo viajado para áreas de conflito, incluindo a Guerra do Vietnã e o Cerco de Sarajevo. Escreveu extensivamente sobre fotografia, cultura e mídia, AIDS e doenças, direitos humanos. Foi descrita como “uma das críticas mais influentes de sua geração”.

    Em um de seus últimos artigos, publicado em maio de 2004 no jornal The New York Times, Sontag afirmou que “a história recordará a Guerra do Iraque pelas fotografias e vídeos das torturas cometidas pelos soldados americanos na prisão de Abu Ghraib“.

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    Nascimento: 16 de janeiro de 1933, Nova Iorque, Nova York, EUA

    Falecimento: 28 de dezembro de 2004, Nova Iorque, Nova York, EUA

    Foz em Destaque – 01 de Março

  • Reflexão Diária: 28 de Fevereiro

    Pensamento do dia 28 de Fevereiro de 2023

    “Todo problema começa quando as pessoas esquecem que são humanas.”

    Oliver Sacks

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    Oliver Wolf Sacks foi um neurologista, escritor e químico anglo-americano nascido em Londres no dia 9 de julho de 1933. Sacks foi um renomado professor de neurologia e psiquiatria da Universidade de Columbi. Além disso, dedicou-se muitos anos à clínica da Faculdade de Medicina Albert Einstein na Universidade de Yeshiva. Também foi nomeado professor de neurologia clínica pela NYU Lagone Medical Center, e por conseguinte, professor visitante na Universidade de Warwick, no Reino Unido.

    Oliver Sacks é autor de diversos livros best-seller. Incluindo várias coleções sobre seus estudos de casos com pessoas sofrendo de distúrbios neurológicos. Visto que a partir de seus trabalhos como neurologista, em especial no Hospital Berth Abraham, no Bronx, Nova Iorque. 

    Ali, conheceu um grupo de pacientes em estado catatônico, incapazes de realizar movimentos. Em suma, eram os sobreviventes de uma epidemia da doença do sono que assolou o mundo entre 1916 e 1927. Assim, foram tratados com L-dopa, permitindo-os retornar à vida normal. Só para ilustrar, o episódio inspirou o livro Awakenings, ou despertares, e foi interpretado no cinema no filme Tempo de Despertar, estrelado por Robin Williams e Robert De Niro.

    Autobiografia de Oliver Sacks

    O último dos livros escritos por Oliver Sacks, sua autobiografia denominada “Sempre em movimento” traz uma visão honesta sobre o escritor, seus dilemas pessoais, tanto quanto seus anseios, sendo um livro muito diferente dos demais que escreveu. Nesta obra, Sacks se mostra inseguro, frequentemente rejeitado e ainda relata episódios de vícios em drogas, causando perplexidade que um autor tão bem sucedido tenha se dedicado tanto à introversão.

    Sacks era gay em uma época onde a homossexualidade era crime no Reino Unido. Um rapaz tímido e um tanto desinteressado por sexo e até mesmo considerado assexuado por alguns amigos, que pode ser advindo do medo de se assumir homossexual, já que foi discriminado pela mãe ao dizer que preferia garotos. O autor relata sobre seu primeiro amor, sua virgindade e o processo de envelhecimento até descobrir um câncer terminal.

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    Nascimento: 9 de julho de 1933, Cricklewood, Londres, Reino Unido

    Falecimento: 30 de agosto de 2015, Manhattan, Nova Iorque, Nova York, EUA

    Foz em Destaque – 28 de Fevereiro

  • Reflexão Diária: 27 de Fevereiro

    Pensamento do dia 27 de Fevereiro de 2023

    “Investir em conhecimento sempre rende os melhores juros.”

    Benjamin Franklin

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    Benjamin Franklin foi um diplomata, escritor, jornalista, filósofo político e cientista norte-americano. Acima de tudo, assinou três documentos principais na criação dos Estados Unidos: a “Declaração da Independência”, o “Tratado de Paz” e a “Constituição”.

    Contudo, fundou na Filadélfia uma Academia que mais tarde se transformou na Universidade da Pensilvânia. Ao mesmo tempo, como cientista, investigou e interpretou o fenômeno elétrico da carga positiva e negativa, estudo que levou mais tarde à invenção do pára-raios.

    Invenções de Benjamin Franklin

    Em 1748, com 42 anos de idade, em contrapartida, Benjamin Franklin já acumulara tamanha fortuna que se retirou dos negócios. Aliás, autodidata, Benjamin Franklin nunca deixou de estudar e aprendeu diversas línguas, tocava vários instrumentos e se dedicava às ciências. Já em 1737 escrevera sobre terremotos. Em 1741 inventa um aparelho de aquecimento dos lares.

    A partir do afastamento concentra sua atividade em pesquisas científicas. Entretanto, em 1752, através de diversos experimentos em eletricidade, inventa o “para-raios”. Além disso criou termos técnicos que ainda hoje são usados, como “bateria” e “condensador”. Criou também as “lentes bifocais”.

    Política

    Em síntese, depois de nomeado Diretor dos Correios nas Colônias, e introduzido o sistema de correio pago Benjamin Franklin representou a Pensilvânia no Congresso de Albany e apresentou um plano de união das colônias inglesas.

    Voltou a Londres em 1766, como embaixador das colônias. Em março de 1775, enfim, convencido de que a guerra pela independência era iminente, retornou à Filadélfia. No momento em que foi designado delegado no II Congresso Continental fez parte com Thomas Jefferson e Samuel Adams, do comitê que redigiu e assinou a “Declaração de Independência” (1776).

    Nesse mesmo ano, Benjamin Franklin partiu para a França em busca de ajuda, e foi recebido como personalidade eminente nos círculos parisienses, ademais. Em 1783 assinou o “Tratado de Paz”, que resultou em uma aliança entre os dois países.

    De volta à Filadélfia em 1785, foi recebido com entusiasmo pelos concidadãos e, em contrapartida, eleito presidente da Pensilvânia. Foi um dos delegados da convenção que elaborou a Constituição Americana, assinada em 1787. Tentou em vão abolir a escravatura.

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    Nascimento: 17 de janeiro de 1706, Milk Street, Boston, Massachusetts, EUA

    Falecimento: 17 de abril de 1790, Filadélfia, Pensilvânia, EUA

    Foz em Destaque – 27 de Fevereiro