“Eu não sou louco. Minha realidade é apenas diferente da sua.”
Alice no País das Maravilhas – Obra infantil de Lewis Carroll, uma das mais célebres do gênero literário nonsense. É também um filme da Disney.
ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
As Aventuras de Alice no País das Maravilhas, frequentemente abreviado para Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland) é a obra infantil mais conhecida de Charles Lutwidge Dodgson, publicada a 4 de julho de 1865 sob o pseudônimo de Lewis Carroll.
O livro conta a história de uma menina chamada Alice que cai numa toca de coelho que a transporta para um lugar fantástico povoado por criaturas peculiares e antropomórficas, revelando uma lógica do absurdo, característica dos sonhos.
Este está repleto de alusões satíricas dirigidas tanto aos amigos como aos inimigos de Carroll, de paródias a poemas populares infantis ingleses ensinados no século XIX e também de referências linguísticas e matemáticas frequentemente através de enigmas que contribuíram para a sua popularidade.
É assim uma obra de difícil interpretação pois contém dois livros num só texto: um para crianças e outro para adultos.
“Eu nunca olho para trás, querido. Isso distrai do agora.”
Edna Mode, de “Os Incríveis”
Personagem fictícia do filme de super-heróis de animação Os Incríveis, da Pixar.
(Traduzido do inglês) – Edna “E” Mode é uma personagem fictícia do filme de super-heróis de animação da Pixar Os Incríveis e sua sequência Incríveis 2. Ela é uma estilista excêntrica conhecida por criar fantasias de vários super-heróis famosos, tendo trabalhado particularmente em estreita colaboração com o Sr. de quem ela permaneceu amiga.
Freud foi o criador da psicanálise e a personalidade mais influente da história no campo da psicologia.[4]
A influência de Freud pode ser observada ainda em diversos outros campos do conhecimento e até mesmo na cultura popular, inclusive no uso cotidiano de palavras que se tornaram recorrentes, mas que surgiram a partir de suas teorias.
Expressões como “neurose”, “repressões”, “projeções” popularizaram-se a partir de seus escritos.[5]
Iniciou seus estudos pela utilização da técnica da hipnose no tratamento de pacientes diagnosticados, à época, com histeria, como forma de acesso aos seus conteúdos mentais.
Ao observar a melhora dos pacientes tratados pelo médico francês Charcot por meio da hipnose, Freud elaborou a hipótese de que a causa da histeria era de ordem psicológica, e não orgânica.
Tal hipótese serviu de base para outros conceitos desenvolvidos por Freud, como o do inconsciente.[7]
Freud também é conhecido por suas teorias do complexo de édipo e da repressão psicológica e por criar a utilização clínica da psicanálise como tratamento das psicopatologias, através da escuta do paciente. Freud acreditava que o libido era a energia motivacional primária da vida humana.
Sua obra fez surgir uma nova compreensão do ser humano, como um animal dotado de razão imperfeita e influenciado por seus desejos e sentimentos.
Segundo Freud, a contradição entre esses impulsos e a vida em sociedade gera, no ser humano, certos tormentos psíquico.
Ele tinha uma visão biopsicossocial do ser humano.
Fatos como a descrição de pacientes curados através do diálogo por Josef Breuer.
E a morte do colega Ernst von Fleischl-Marxow por overdose do antidepressivo da época, a cocaína, levaram-no ao abandono das técnicas de hipnose e a descartar o uso medicamentoso de drogas em detrimento a um novo método: a cura pela fala, ou seja, a psicanálise.
Suas teorias e seus tratamentos clínicos foram controversos na Viena do século XIX, e continuam a ser muito debatidos até hoje. A despeito de sua grande influência,
Freud sofreu críticas de diversas natureza, sendo constante alvo de críticas dos mais variados espectros políticos, de diversas vertentes religiosas e de confrontações de cunho propriamente científico-epistemológico.[10]
Contudo, a psicanálise de Freud segue se desenvolvendo através de estudos e práticas clínicas na área, com a contribuição de teóricos e clínicos que o sucederam.
Alguns de seus herdeiros intelectuais criaram suas próprias teorias, mas sempre com base nos pressupostos intrínsecos colocados por Freud, como a noção de inconsciente e transferência.
Gates ocupa atualmente o cargo de presidente não-executivo da Microsoft,[3] além de ser classificado regularmente como a pessoa mais rica do mundo, posição ocupada por ele de 1995 a 2007,[4] 2009,[5] e de 2014 a 2017.[6][7][8][9] É um dos pioneiros na revolução do computador pessoal.
Foi imperador dos franceses como Napoleão I de 1804 a 1814 e brevemente em 1815 durante os Cem Dias.
Napoleão dominou os assuntos europeus e globais por mais de uma década, enquanto liderava a França contra uma série de coalizões nas guerras napoleônicas.
Ele venceu a maioria desses conflitos e a grande maioria de suas batalhas, construindo um grande império que governava grande parte da Europa continental antes de seu colapso final em 1815.
Ele é considerado um dos maiores comandantes da história e suas guerras e campanhas são estudadas em escolas militares em todo o mundo.
O legado político e cultural de Napoleão perdurou como um dos líderes mais célebres e controversos da história da humanidade.[1][2]
Antes de fundar a banda, Renato integrou o grupo musical Aborto Elétrico, do qual saiu devido aos constantes desentendimentos com o bateristaFê Lemos.[3]
O honorífico Mahātmā (sânscrito: “de grande alma”, “venerável”),[6] aplicado a ele pela primeira vez em 1914 na África do Sul,[7] é agora usado em todo o mundo.
O aniversário de Gandhi, 2 de outubro, é comemorado na Índia como Gandhi Jayanti, um feriado nacional e em todo o mundo como o Dia Internacional da Não-Violência. Gandhi é comumente, embora não formalmente considerado o Pai da Pátria indiana.[8][9] Gandhi também é chamado de Bapu[10] (Guzerate: carinho por pai,[11] papa[11][12]).
Nascido e criado em uma família hindu no litoral de Guzerate, oeste da Índia, e formado em direito no Inner Temple, Londres, Gandhi empregou pela primeira vez a desobediência civil não-violenta como advogado expatriado na África do Sul, na luta da comunidade indiana pelos direitos civis.
Após seu retorno à Índia em 1915, ele começou a organizar camponeses, agricultores e trabalhadores urbanos para protestar contra o imposto sobre a terra e a discriminação excessiva.
Assumindo a liderança do Congresso Nacional Indiano em 1921, Gandhi liderou campanhas nacionais para várias causas sociais e para alcançar o Swaraj ou o autogoverno.[13]
Gandhi levou os indianos a desafiar o imposto salino cobrado pelos ingleses com a Marcha do Sal, de 400 km, em 1930, e mais tarde pedindo aos britânicos que abandonassem a Índia em 1942.
Ele foi preso por muitos anos, em várias ocasiões, na África do Sul e na Índia. Vivia modestamente em uma comunidade residencial autossuficiente e usava o dhoti e o xale indiano tradicional, entrelaçados com fios feitos à mão em um charkha.
Comia comida vegetariana simples e também realizou longos jejuns como um meio de auto-purificação e protesto político.
A visão de Gandhi de uma Índia independente baseada no pluralismo religioso foi desafiada no início da década de 1940 por um novo nacionalismo muçulmano que exigia uma pátria muçulmana separada da Índia.[14]
Em agosto de 1947, o Reino Unido concedeu a independência, mas o Império Britânico da Índia[14] foi dividido em dois domínios, a Índia de maioria hindu e o Paquistão de maioria muçulmana.[15]
Como muitos indianos, muçulmanos e sikhs deslocados chegaram às suas novas terras, a violência religiosa irrompeu, especialmente em Panjabe e em Bengala.
Nos meses seguintes, ele realizou várias greves de fome para deter a violência religiosa.
O último deles, realizado em 12 de janeiro de 1948, quando tinha 78 anos, também teve o objetivo indireto de pressionar a Índia a pagar alguns ativos em dinheiro devidos ao Paquistão.[16]
Alguns indianos pensavam que Gandhi era muito complacente com os muçulmanos.[16][17]
Entre eles estava Nathuram Godse, um nacionalista hindu, que assassinou Gandhi em 30 de janeiro de 1948, disparando três vezes contra seu peito.[17]
BEATRIZ H. RAMOS AMARAL, paulistana, é poeta, contista, ensaísta, musicista e crítica literária. Estreou em Literatura aos 19 anos e já publicou 15 livros em gêneros literários diversos – romance, conto, poesia, ensaio, crítica e teoria literária e jurídico.
É formada em Direito pela USP Universidade de São Paulo (1983), premiada como melhor aluna do curso na especialização Direito Penal e Criminologia. Formada em Música pela FASM (1985). Mestre em Literatura e Crítica Literária pela PUC-SP (2005).
Coordenou projetos literários na Secretaria Municipal de Cultura entre 1994 e 1997, no Centro Cultural São Paulo, na Biblioteca Mário de Andrade e em Casas de Cultura.
Também coordenou projetos na Casa das Rosas – Secretaria de Estado da Cultura. Ingressou no Ministério Público do Estado de São Paulo em janeiro de 1986, por concurso de provas e títulos, e foi Promotora de Justiça e Procuradora de Justiça por três décadas, de 1986 a 2016.
Foi eleita membro do Órgão Especial do Colégio de Procuradores, que é um dos órgãos da Administração Superior do MPSP.
Foi Secretária Geral da UBE-SP e diretora da entidade entre 1996 e 2005, nas gestões de Fábio Lucas, Henrique L. Alves, Cláudio Willer e Levi Ferrari. Participou de dezenas de coletâneas poéticas no Brasil e também nos Estados Unidos, na França e em Portugal.
Teve livros analisados e resenhados na Itália, na Alemanha, em Portugal, na França e na Argentina.
Atualmente é Diretora do Departamento Cultural da APMP, Diretora do MPD, integra a REBRA – Rede de Escritoras Brasileiras.
Desde 1995 até o presente momento, tem publicado resenhas, artigos, contos, ensaios em jornais de literatura e em revistas de cultura e arte, entre os quais Revista Ângulo, O Escritor, Dimensão, Germina, Eutomia, Mallarmargens, Archivos Del Sur, Folha de São Paulo, Revista da Biblioteca Mário de Andrade.
Tem realizado palestras no Brasil e em Portugal, desde 2011, sobre sua própria produção literária e sobre a trajetória estética do poeta Edgard Braga, sobre a qual publicou um livro em 2013.
Arrecadando mais de um bilhão de dólares de faturamento – o oitavo filme a alcançar essa cifra – e segundo mais rápido a conseguir.
Foi confirmado que mais dois filmes estão incluídos nos planos futuros da Disney.[1]
Em julho de 2011, Johnny Depp confirmou que ele estava se aproximando de um acordo para o quinto filme da franquia[2] que veio a se tornar Pirates of the Caribbean: Dead Man Tells no Tales, estreando em maio de 2017
Embora nunca tenha sido oficialmente confirmado, há fortes indícios de que a série foi influenciada, e talvez livremente baseada, na série de jogos eletrônicos Monkey Island. Ted Elliott, um dos dois roteiristas dos quatro filmes da série Pirates of the Caribbean, teria sido o autor de uma adaptação para o cinema do terceiro jogo da série Monkey Island intitulado The Curse of Monkey Island (baseado presumivelmente sobre o jogo de mesmo nome), que foi cancelado antes de sua divulgação oficial, três anos antes do lançamento do primeiro filme.