Category: Reflexão do Dia

Reflexões e pensamentos.

  • Reflexão 13 de Abril 2024

    Reflexão 13 de Abril 2024


    Reflexão 13 de Abril 2024

    “A diferença entre ganhar e perder é muitas vezes… não desistir.”

    Walt Disney


    Walt Disney

    Infância e juventude

    Walt Disney nasceu no dia 5 de dezembro de 1901, em Chicago. Passou a maior parte de sua infância numa fazenda em Marceline, no Missouri. Foi um período muito difícil para o menino, devido aos castigos impostos pelo pai, Elias Disney (1859-1941), homem bastante severo. Depois de descobrir que não tinha uma certidão de nascimento, alimentou a ideia de que era filho adotivo. Esse fato iria influenciar algumas de suas atitudes posteriormente.[4]

    Aos 16 anos, começou a estudar arte, além de ter participado da Ordem Demolay. Como não havia atingido a maioridade, foi-lhe recusada permissão quando procurou alistar-se no Exército durante a Primeira Guerra Mundial. Conjuntamente com um amigo, decidiu então juntar-se à Cruz Vermelha. Pouco tempo depois, foi enviado para França, onde passou um ano a dirigir ambulâncias da Cruz Vermelha.

    De volta aos Estados Unidos, matriculou-se na Kansas City Arts School.

    Em seguida, trabalhou em algumas agências publicitárias. A seguir, entrou para uma companhia cinematográfica, na qual ajudava a fazer os cartazes de propaganda dos filmes.

    .

    Carreira

    Com o irmão Roy e o amigo Ub Iwerks, criou a pequena produtora Laugh-O-Gram, que animava contos de fadas. Esses desenhos animados exibidos no cinema local antes dos filmes. Em 1923, mudaram-se para Hollywood, em Los Angeles. Em Hollywood, Walt Disney contratou a distribuidora de filmes M. J. Wrinkler, dizendo que o seu estúdio de animação tinha diversos filmes para vender. Wrinklers não só aceitou a oferta como também aceitou pagar 1 500 dólares por cada filme.

    Logo após de angariar dinheiro, adquirir material, contratar pessoal, Walt começa a fazer planos: Alice, uma série em que uma menina convivia com personagens de cenário animado. Foi durante este tempo de imenso trabalho em que Walt conheceu sua futura esposa, Lillian Bounds Disney. Logo depois de Alice, veio Oswald, o coelho sortudo, também conhecido em português como Coelho Osvaldo, foi um grande sucesso que levou à reavaliação dos valores dos contratos quanto aos preços dos filmes. Foi para Nova Iorque, apanhado de surpresa. O patrão para quem Walt desenhou Alice e Oswald, roubou-lhe as personagens, a equipe de desenhistas e as encomendas, porque as mesmas não foram assinadas em seu nome. Walt enviou um telegrama ao irmão dizendo que tudo estava certo e para não se preocupar, pois ele já tinha em mente um personagem espetacular: Mickey Mouse.

    Fonte: Wikipedia


    Reflexão 12 de Abril 2024

    Criação & Artes: Ana Carvalho.

    Pesquisa & entrega: Marco Antonio

    Foz em Destaque “Sua Vida mais divertida”.

  • Reflexão 12 de Abril 2024

    Reflexão 12 de Abril 2024

    Reflexão 12 de Abril 2024 Foz em Destaque


    “Quem diz que não pode ser feito nunca deve interromper aquele que está fazendo.”

    Luffy, One Piece – Série de Mangá, Anime e Série Live Action na Netflix.

    "Quem diz que não pode ser feito nunca deve interromper aquele que está fazendo." 
Luffy, One Piece - Série de Mangá, Anime e Série Live Action na Netflix. 
Reflexão 12 de Abril 2024 Foz em Destaque


    Monkey D. Luffy (モンキーディールフィー Monkī Dī Rufi?, também conhecido como Luffy do Chapéu de Palha)

    "Quem diz que não pode ser feito nunca deve interromper aquele que está fazendo." 
Luffy, One Piece - Série de Mangá, Anime e Série Live Action na Netflix. 
Reflexão 12 de Abril 2024 Foz em Destaque

    É um personagem fictício e o protagonista da franquia One Piece criada por Eiichiro Oda. Ele é apresentado como um jovem cujo corpo ganha as propriedades de borracha após ter comido a Gomu-Gomu no Mi,[nota 1] uma das várias frutas amaldiçoadas conhecidas como Akuma no Mi ou Frutas do Diabo.

    Em busca de seu sonho de ser o Rei dos Piratas, Luffy navega pelo mundo procurando o lendário tesouro One Piece que foi deixado por Gol D. Roger, o antigo Rei dos Piratas.

    Alegre e aventureiro, Luffy cria seu próprio bando chamado os Piratas do Chapéu de Palha e eles são constantemente antagonizados pela marinha do Governo Mundial.

    Em batalha, Luffy usa a elasticidade de seu corpo para se esticar e lutar.[10]

    Um protótipo de Luffy apareceu pela primeira vez no one-shot Romance Dawn lançado por Eiichiro Oda em 1996 enquanto ele ainda era um assistente de outros mangakás.

    O personagem foi refinado e reutilizado para o mangá de One Piece um ano depois e então adaptado para anime, consequentemente aparecendo em seus filmes, OVAs e especiais de TV.

    Com as crescentes vendas e popularidade do mangá, bem como sua longevidade, Luffy se tornou um ícone da cultura otaku e um dos personagens mais famosos de anime.

    Além de produtos licenciados da série, ele já foi destaque de inúmeras mídias e formas de arte diferentes e participou de crossovers com vários personagens de outras franquias. Conforme One Piece se tornou o mangá mais vendido da história, a fama de Luffy também foi celebrada pelo mundo.

    Mesmo com anos de publicação, Luffy se mantém o personagem mais popular de sua obra.[11]

    Wikipedia


    Reflexão 12 de Abril 2024

    Criação & Artes: Ana Carvalho.

    Pesquisa & entrega: Marco Antonio

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  • Reflexão 25 de Março 2024

    Reflexão 25 de Março 2024

    Reflexão 25 de Março 2024


    “A força não provém da capacidade física. Provém de uma vontade indomável.”

    Mahatma Gandhi – advogado, nacionalista, anticolonialista e especialista em ética política indiana. (1869-1948)

    "A força não provém da capacidade física. Provém de uma vontade indomável."

Mahatma Gandhi - advogado, nacionalista, anticolonialista e especialista em ética política indiana. (1869-1948)

Reflexão 25 de Março 2024


    Mahatma Gandhi

    "A força não provém da capacidade física. Provém de uma vontade indomável."

Mahatma Gandhi - advogado, nacionalista, anticolonialista e especialista em ética política indiana. (1869-1948)

Reflexão 25 de Março 2024

    Mohandas Karamchand Gandhi (Porbandar, 2 de outubro de 1869Nova Déli, 30 de janeiro de 1948) foi um advogado,[2] nacionalista, anticolonialista[3] e especialista em ética política indiana,[4] que empregou resistência não violenta para liderar a campanha bem-sucedida para a independência da Índia do Reino Unido,[5] e por sua vez, inspirar movimentos pelos direitos civis e liberdade em todo o mundo. 

    O honorífico Mahātmā (sânscrito: “de grande alma”, “venerável”),[6] aplicado a ele pela primeira vez em 1914 na África do Sul,[7] é agora usado em todo o mundo. 

    O aniversário de Gandhi, 2 de outubro, é comemorado na Índia como Gandhi Jayanti, um feriado nacional e em todo o mundo como o Dia Internacional da Não-Violência. Gandhi é comumente, embora não formalmente considerado o Pai da Pátria indiana.[8][9] Gandhi também é chamado de Bapu[10] (Guzerate: carinho por pai,[11] papa[11][12]).

    Nascido e criado em uma família hindu no litoral de Guzerate, oeste da Índia, e formado em direito no Inner Temple, Londres, Gandhi empregou pela primeira vez a desobediência civil não-violenta como advogado expatriado na África do Sul, na luta da comunidade indiana pelos direitos civis. 

    Após seu retorno à Índia em 1915, ele começou a organizar camponeses, agricultores e trabalhadores urbanos para protestar contra o imposto sobre a terra e a discriminação excessiva. 

    Assumindo a liderança do Congresso Nacional Indiano em 1921, Gandhi liderou campanhas nacionais para várias causas sociais e para alcançar o Swaraj ou o autogoverno.[13]

    Gandhi levou os indianos a desafiar o imposto salino cobrado pelos ingleses com a Marcha do Sal, de 400 km, em 1930, e mais tarde pedindo aos britânicos que abandonassem a Índia em 1942. 

    Ele foi preso por muitos anos, em várias ocasiões, na África do Sul e na Índia. Vivia modestamente em uma comunidade residencial autossuficiente e usava o dhoti e o xale indiano tradicional, entrelaçados com fios feitos à mão em um charkha. 

    Comia comida vegetariana simples e também realizou longos jejuns como um meio de auto-purificação e protesto político.

    A visão de Gandhi de uma Índia independente baseada no pluralismo religioso foi desafiada no início da década de 1940 por um novo nacionalismo muçulmano que exigia uma pátria muçulmana separada da Índia.[14] 

    Em agosto de 1947, o Reino Unido concedeu a independência, mas o Império Britânico da Índia[14] foi dividido em dois domínios, a Índia de maioria hindu e o Paquistão de maioria muçulmana.[15] 

    Como muitos indianos, muçulmanos e sikhs deslocados chegaram às suas novas terras, a violência religiosa irrompeu, especialmente em Panjabe e em Bengala

    Evitando a celebração oficial da independência em Delhi, Gandhi visitou as áreas afetadas, tentando proporcionar consolo. 

    Nos meses seguintes, ele realizou várias greves de fome para deter a violência religiosa. 

    O último deles, realizado em 12 de janeiro de 1948, quando tinha 78 anos, também teve o objetivo indireto de pressionar a Índia a pagar alguns ativos em dinheiro devidos ao Paquistão.[16] 

    Alguns indianos pensavam que Gandhi era muito complacente com os muçulmanos.[16][17] 

    Entre eles estava Nathuram Godse, um nacionalista hindu, que assassinou Gandhi em 30 de janeiro de 1948, disparando três vezes contra seu peito.[17]

    Wikipédia


    Reflexão 25 de Março 2024

    Desing e Artes por Ana Carvalho.

    Pesquisa de texto e postagens por Isabela Ganguilhet

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  • Reflexão 24 de Março 2024

    Reflexão 24 de Março 2024 Foz em Destaque


    “Em mentes quadradas ideias novas não circulam.” 

    Beatriz Amaral – Poeta, contista,  ensaísta, musicista e crítica literária paulistana.

    "Em mentes quadradas ideias novas não circulam." 
Beatriz Amaral - Poeta, contista,  ensaísta, musicista e crítica literária paulistana.
Reflexão 24 de Março 2024 Foz em Destaque


    "Em mentes quadradas ideias novas não circulam." 
Beatriz Amaral - Poeta, contista,  ensaísta, musicista e crítica literária paulistana.
Reflexão 24 de Março 2024 Foz em Destaque

    BEATRIZ H. RAMOS AMARAL, paulistana,  é poeta, contista,  ensaísta, musicista e crítica literária.  Estreou em Literatura aos 19 anos e já publicou 15 livros em gêneros literários diversos  – romance, conto, poesia,  ensaio, crítica e teoria literária e jurídico.  

    É formada em Direito pela USP Universidade de São Paulo (1983),  premiada como melhor aluna do curso na especialização Direito Penal e Criminologia. Formada em Música pela FASM (1985).  Mestre em Literatura e Crítica Literária pela PUC-SP (2005). 

    Coordenou projetos literários na Secretaria Municipal de Cultura   entre 1994 e 1997, no Centro Cultural São Paulo, na Biblioteca Mário de Andrade e em Casas de Cultura.  

    Também coordenou projetos na Casa das Rosas – Secretaria de Estado da Cultura. Ingressou no Ministério Público do Estado de São Paulo em janeiro de 1986, por concurso de provas e títulos, e foi Promotora de Justiça e Procuradora de Justiça por três décadas, de 1986 a 2016. 

    Foi eleita membro do Órgão Especial do Colégio de Procuradores,  que é um dos órgãos da Administração Superior do MPSP.

    Foi  Secretária Geral da UBE-SP e diretora da entidade entre 1996 e 2005, nas gestões de Fábio Lucas, Henrique L. Alves, Cláudio Willer e Levi Ferrari. Participou de dezenas de coletâneas poéticas no Brasil  e também nos Estados Unidos,  na França e em Portugal.  

    Teve livros analisados e resenhados na Itália, na Alemanha, em Portugal,  na França e na Argentina. 

    Atualmente é Diretora do Departamento Cultural da APMP,  Diretora do MPD, integra a REBRA – Rede de Escritoras Brasileiras. 

    Desde 1995 até o presente momento, tem publicado resenhas, artigos,  contos,  ensaios em jornais de literatura e em revistas de cultura e arte,  entre os quais Revista Ângulo, O Escritor, Dimensão, Germina, Eutomia, Mallarmargens, Archivos Del Sur, Folha de São Paulo, Revista da Biblioteca Mário de Andrade. 

    Tem realizado palestras no Brasil e em Portugal,  desde 2011, sobre sua própria produção literária e sobre a trajetória estética do poeta Edgard Braga, sobre a qual publicou um livro em 2013.

    Leia mais: https://www.divulgaescritor.com/products/beatriz-h-ramos-amaral-entrevistada/

    https://blocosonline.com.br/literatura/poesia/obrasdigitais/saciedigpv/11/beatriz02.php


    Reflexão 24 de Março 2024

    Desing e Artes por Ana Carvalho.

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  • Reflexão 23 de Março 2024

    Reflexão 23 de Março 2024

    Reflexão 23 de Março 2024 - Foz em Destaque


    “Quando você diz que não tem tempo para algo, é porque aquilo não é prioridade.”

    Mário Sérgio Cortella – Filósofo, escritor, educador, palestrante e professor universitário brasileiro.

    "Quando você diz que não tem tempo para algo, é porque aquilo não é prioridade." Mário Sérgio Cortella
Reflexão 23 de Março 2024 - Foz em Destaque


    "Quando você diz que não tem tempo para algo, é porque aquilo não é prioridade." Mário Sérgio Cortella
Reflexão 23 de Março 2024 - Foz em Destaque

    Mario Sergio Cortella é um filósofo, escritor, educador, palestrante e professor universitário brasileiro. 

    É autor de vários livros, entre os quais Por que Fazemos o que Fazemos?, em que analisa a vida profissional na contemporaneidade. 

    Foi Secretário Municipal de Educação de São Paulo no governo de Luiza Erundina. 

    Nascimento: 5 de março de 1954 (idade 70 anos), Londrina, Paraná

    Formação: PUC-SP – Campus Monte Alegre (1997), MAIS

    Pais: Antonio Cortella, Emília Gonçalves Cortella

    Alma mater: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

    Nome completo: Mario Sergio Cortella

    Período: 28 de maio de 1991 até 1° de janeiro de 1993

    Fonte: Wikipédia


    Reflexão 23 de Março 2024

    Desing e Artes por Ana Carvalho.

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  • Reflexão 08 de Abril 2024

    Reflexão 08 de Abril 2024


    “O destino não é tão importante quanto a jornada.” 

    Piratas do Caribe – Série de filmes de fantasia e aventura, baseadas no brinquedo Pirates of the Caribbean dos parques temáticos da Walt Disney Parks and Resorts iniciada em 2003.


    Pirates of the Caribbean é uma série de filmes de fantasia e aventura, baseadas no brinquedo Pirates of the Caribbean dos parques temáticos da Walt Disney Parks and Resorts iniciada em 2003, dirigido por Gore Verbinski e Rob Marshall, escrito por Terry Rossio e Ted Elliott, e produzido por Jerry Bruckheimer, sobre as aventuras do Capitão Jack Sparrow (Johnny Depp) e outros personagens como, Will Turner (Orlando Bloom), Elizabeth Swann (Keira Knightley), Capitão Hector Barbossa (Geoffrey Rush), Joshamee Gibbs (Kevin McNally), Davy Jones (Bill Nighy), Angelica (Penélope Cruz) e Barba Negra (Ian McShane).

    Em 2003 ocorreu o lançamento do primeiro filme, denominado Pirates of the Caribbean: The Curse of the Black Pearl

    Depois do sucesso do primeiro filme, a Walt Disney Pictures revelou que uma trilogia estava em produção. Pirates of the Caribbean: Dead Man’s Chest foi lançado três anos depois, em 2006. 

    A sequência foi um sucesso, quebrando recordes em todo o mundo no dia da sua estréia. 

    Tornando-se a quarta maior bilheteria do cinema. 

    O terceiro filme da série, Pirates of the Caribbean: At World’s End, foi lançado em 2007. 

    Em setembro de 2008, Depp assinou para o quarto filme da série, Pirates of the Caribbean: On Stranger Tides, lançado em 20 de maio de 2011 em 2D convencional, IMAX, Disney Digital 3-D e IMAX 3D

    Arrecadando mais de um bilhão de dólares de faturamento – o oitavo filme a alcançar essa cifra – e segundo mais rápido a conseguir. 

    Foi confirmado que mais dois filmes estão incluídos nos planos futuros da Disney.[1] 

    Em julho de 2011, Johnny Depp confirmou que ele estava se aproximando de um acordo para o quinto filme da franquia[2] que veio a se tornar Pirates of the Caribbean: Dead Man Tells no Tales, estreando em maio de 2017

    Embora nunca tenha sido oficialmente confirmado, há fortes indícios de que a série foi influenciada, e talvez livremente baseada, na série de jogos eletrônicos Monkey Island. Ted Elliott, um dos dois roteiristas dos quatro filmes da série Pirates of the Caribbean, teria sido o autor de uma adaptação para o cinema do terceiro jogo da série Monkey Island intitulado The Curse of Monkey Island (baseado presumivelmente sobre o jogo de mesmo nome), que foi cancelado antes de sua divulgação oficial, três anos antes do lançamento do primeiro filme.

    Os filmes da franquia têm sido tanto um sucesso de bilheteria quanto de crítica, e é classificada como a décima primeira franquia de maior bilheteria de todos os tempos.[3]

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    Reflexão 08 de Abril 2024

    Desing e Artes por Ana Carvalho.

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  • Reflexão 22 de Março 2024

    Reflexão 22 de Março 2024

     Reflexão 22 de Março 2024 Foz em Destaque


    “O otimista é um tolo. O pessimista, um chato. Bom mesmo é ser um realista esperançoso.”

    (Ariano Suassuna)

    Intelectual, escritor, filósofo, dramaturgo, romancista, artista plástico, ensaísta, poeta e advogado brasileiro. (1927-2014)

    Ariano Suassuna - Reflexão 22 de Março 2024 Foz em Destaque


    Ariano Suassuna

    Ariano Suassuna - Reflexão 22 de Março 2024 Foz em Destaque

    Ariano Suassuna foi um escritor brasileiro. “O Auto da Compadecida”, sua obra-prima, foi adaptada para a televisão e para o cinema. Sua obra reúne, além da capacidade imaginativa, seus conhecimentos sobre o folclore nordestino.

    Foi poeta, romancista, ensaísta, dramaturgo, professor e advogado. Em 1989 foi eleito para a cadeira n.º 32 da Academia Brasileira de Letras. Em 1993 foi eleito para a cadeira n.º 18 da Academia Pernambucana de Letra e em 2000 ocupou a cadeira n.º 35 da Academia Paraibana de Letras.

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    Reflexão 22 de Março 2024

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  • Reflexão 07 de Abril 2024

    Reflexão 07 de Abril 2024


    “A flor que desabrocha na adversidade é a mais rara e bela de todas.” 

    Mulan – filme estadunidense de animação de 1998 da Walt Disney Feature Animation, baseado na lenda chinesa de Hua Mulan.[3] 


    Mulan – a personagem

    Personagem do filme do mesmo nome: Mulan, uma jovem chinesa que não se encaixa na sociedade, teme que seu pai, um homem doente, seja convocado para lutar na guerra que se aproxima.

    A garota então se disfarça de homem e assume o posto de seu pai no exército chinês.

    Acompanhada por seu dragão Mushu, Mulan parte para a linha de batalha, faz amizade com os outros soldados e usa sua inteligência para ajudar a combater a invasão dos hunos enquanto luta para esconder sua verdadeira identidade.

    MulanO filme

    (mesmo título no Brasil e em Portugal), é um filme estadunidense de animação de 1998 da Walt Disney Feature Animation, baseado na lenda chinesa de Hua Mulan.[3] 

    Mulan é o trigésimo-sexto filme de animação dos estúdios Disney, dirigido por Tony Bancroft e Barry Cook, com história de Robert D. San Souci, e roteiro de Rita Hsiao, Philip LaZebnik, Chris Sanders, Eugenia Bostwick-Singer e Raymond Singer. 

    Foi estrelado por Ming-Na, Eddie Murphy, Miguel Ferrer e B.D. Wong na versão em inglês, enquanto Jackie Chan forneceu sua voz para os dubladores chineses do filme. 

    O enredo de Mulan ocorre durante a dinastia Han, onde Fa Mulan, filha do guerreiro Fa Zhou, finge ser um homem para ocupar o lugar de seu pai durante um recrutamento geral para combater uma invasão huno.

    Lançado durante o Renascimento da Disney, Mulan foi o primeiro de três animações da Disney produzidos na Disney-MGM Studios, em Orlando, Flórida

    O desenvolvimento do filme começou em 1994, quando vários supervisores artísticos foram enviados à China para receber inspiração artística e cultural.

    Mulan foi bem recebido por críticos e pelo público, arrecadando US$ 304 milhões,[4] obtendo indicações ao Globo de Ouro e ao Prêmio da Academia, e ganhando vários prêmios Annie, incluindo de Melhor Animação. 

    Foi seguido por uma sequela diretamente em vídeo em 2004, Mulan II.

    Mulan

    Filme

    Estados Unidos, 1998 •  cor •  95 min 

    Gênero: ação, aventura, musical, comédia

    Direção: Tony Bancroft e Barry Cook

    Produção: Pam Coats

    Roteiro: Rita Hsiao, Chris Sanders, Philip LaZebnik, Raymond Singer e Eugenia Bostwick-Singer

    História: Robert D. San Souci

    Baseado em “Hua Mulan”, de Guo Maoqian

    Elenco: Ming-Na, Eddie Murphy, B.D. Wong, Miguel Ferrer, Harvey Fierstein, George Takei, Pat Morita e David Ogden Stiers

    Música: Jerry Goldsmith

    Edição: Michael Kelly

    Companhia(s) produtora(s): Walt Disney Feature Animation e Walt Disney Pictures

    Distribuição: Buena Vista Pictures

    Lançamentos: EUA – 19 de Junho de 1998,  BR – 1 de Julho de 1998 e  Portugal – 27 de Novembro de 1998

    Idioma: inglês

    Orçamento: US$ 90 milhões

    Receita: US$ 304 320 254

    Cronologia: Mulan II (2004)

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    Reflexão 07 de Abril 2024

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  • Reflexão 21 de Março 2024

    Reflexão 21 de Março 2024


    “Tudo evolui, não há realidades eternas, tal como não há verdades absolutas.”

    (Friedrich Nietzsche)

    Filósofo, filólogo, crítico cultural, poeta e compositor prussiano do século XIX (1844-1900)

    Friedrich Wilhelm Nietzsche 

    (Röcken, Reino da Prússia, 15 de outubro de 1844Weimar, Império Alemão, 25 de agosto de 1900) foi um filósofo, filólogo, crítico cultural, poeta e compositor prussiano do século XIX, nascido na atual Alemanha.[1] 

    Escreveu vários textos criticando a religião, a moral, a cultura contemporânea, a filosofia e a ciência, exibindo certa predileção por metáfora, ironia e aforismo.

    Suas ideias-chave incluíam a dicotomia apolíneo/dionisíaca, o perspectivismo, a vontade de poder, a morte de Deus, o Übermensch e o eterno retorno

    Sua filosofia central é a “afirmação da vida”, que envolve o questionamento de qualquer doutrina que drene energias expansivas, não importando o quão histórica e socialmente predominantes sejam essas ideias.[2] 

    Seu questionamento radical do valor e da objetividade da verdade tem sido extremamente debatido e sua influência continua a ser substancial, especialmente na tradição filosófica continental compreendendo existencialismo, pós-modernismo e pós-estruturalismo

    Suas ideias de superação individual e transcendência tiveram um impacto profundo sobre diversos pensadores entre o final do século XIX e o início do século XX, que usaram tais conceitos como pontos de partida para suas próprias filosofias.[3][4] 

    Recentemente, as reflexões de Nietzsche foram recebidas em várias abordagens filosóficas que se movem além do humanismo (por exemplo, o transumanismo).

    Nietzsche começou sua carreira como filólogo clássico — um estudioso da crítica textual grega e romana — antes de se voltar para a filosofia. 

    Em 1869, aos vinte e quatro anos, foi nomeado para a cadeira de Filologia Clássica na Universidade de Basileia, a pessoa mais jovem a ter alcançado esta posição.[5] 

    Em 1889, com quarenta e quatro anos de idade, sofreu um colapso mental. O incidente foi posteriormente atribuído à paresia geral atípica devido à sífilis terciária, mas esse diagnóstico tem sido enfrentado pelos leitores e estudiosos da obra de Nietzsche.[6] 

    Nietzsche viveu seus últimos anos sob os cuidados de sua mãe até a morte dela em 1897. Depois, caiu sob os cuidados de sua irmã, Elisabeth Förster-Nietzsche, até morrer em 1900.

    Como sua cuidadora, sua irmã assumiu o papel de curadora e editora de seus manuscritos. Elizabeth era casada com um proeminente nacionalista e antissemita alemão, Bernhard Förster, e retrabalhou escritos inéditos de Nietzsche para adequá-los à ideologia de seu marido de maneira contrária às opiniões expressas por seu irmão, que estavam forte e explicitamente opostas ao antissemitismo e ao nacionalismo. 

    Através das edições de Förster-Nietzsche, o nome de Friedrich tornou-se associado ao militarismo alemão e ao nazismo, mas, desde o século XX, analistas literários vêm tentando neutralizar esse equívoco das ideias de Nietzsche.[7]

    Fonte: Wikipédia


    Reflexão 21 de Março 2024

    Desing e Artes por Ana Carvalho.

    Pesquisa de texto e postagens por Isabela Ganguilhet

    Para a Foz em Destaque – “Sua Vida mais divertida”

  • Reflexão 06 de Abril 2024

    Reflexão 06 de Abril 2024

    Reflexão 06 de Abril 2024 - Foz em Destaque


    “São nossas escolhas que revelam quem realmente somos, muito mais que nossas qualidades.” 

    Alvo Dumbledore – Personagem fictício de um diretor da escola de magia Hogwarts, na série Harry Potter.

    "São nossas escolhas que revelam quem realmente somos, muito mais que nossas qualidades." 
Alvo Dumbledore - Personagem fictício de um diretor da escola de magia Hogwarts, na série Harry Potter.

Reflexão 06 de Abril 2024 - Foz em Destaque


    Alvo Dumbledore

    "São nossas escolhas que revelam quem realmente somos, muito mais que nossas qualidades." 
Alvo Dumbledore - Personagem fictício de um diretor da escola de magia Hogwarts, na série Harry Potter.

Reflexão 06 de Abril 2024 - Foz em Destaque

    O Prof. Albus Percival Wulfric Brian Dumbledore é um personagem fictício da série Harry Potter, de J. K. Rowling. 

    Durante a maior parte da série, ele é o diretor da escola de magia Hogwarts.

    O Prof. Albus Percival Wulfric Brian Dumbledore[1] (ou simplesmente Albus Dumbledore – no Brasil: Alvo Percival Wulfrico Brian Dumbledore ou simplesmente Alvo Dumbledore) é um personagem fictício da série Harry Potter, de J. K. Rowling

    Durante a maior parte da série, ele é o diretor da escola de magia Hogwarts. Como parte de sua história, é revelado que ele é o fundador e líder da Ordem da Fênix, uma organização dedicada a combater Lord Voldemort, o principal antagonista da série.

    Dumbledore foi interpretado por Richard Harris nas adaptações cinematográficas de Harry Potter and the Philosopher’s Stone (2001) e Harry Potter and the Chamber of Secrets (2002). 

    Após a morte de Harris em outubro de 2002, Michael Gambon interpretou Dumbledore nos seis filmes restantes de Harry Potter, de 2004 a 2011. 

    Jude Law retratou Dumbledore como um homem de meia-idade nos filmes anteriores a Fantastic Beasts: The Crimes of Grindelwald (2018) e Fantastic Beasts: The Secrets of Dumbledore (2022).[2]

    Rowling declarou que escolheu o nome Dumbledore, que é uma palavra dialetal para “bumblebee” (um tipo de abelha, em inglês),[3] devido ao amor de Dumbledore pela música: ela o imaginou andando por aí “cantarolando muito para si mesmo”.[4]

    Irmãos: Aberforth Dumbledore, Ariana Dumbledore

    Pais: Percival Dumbledore, Kendra Dumbledore

    Criador: J. K. Rowling

    Casa: Gryffindor (Grifinória)

    Família: Percival Dumbledore (pai); Kendra Dumbledore (mãe)

    Wikipédia


    Reflexão 06 de Abril 2024

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