Ele é amplamente considerado a figura central na história do grego antigo e da filosofia ocidental, juntamente com seu mentor, Sócrates, e seu pupilo, Aristóteles.
Platão ajudou a construir os alicerces da filosofia natural, da ciência e da filosofia ocidental, e também tem sido frequentemente citado como um dos fundadores da religião ocidental, da ciência[12] e da espiritualidade.[13]
Alfred North Whitehead observou certa vez: “a caracterização geral mais segura da tradição filosófica europeia é de que ela consiste em uma série de notas de rodapé sobre Platão”.
Sua mais famosa contribuição leva seu nome, platonismo (também ambiguamente chamado de realismo platônico ou idealismo platônico), a doutrina das Formas conhecidas pela razão pura para fornecer uma solução realista para o problema dos universais.
Ele também é o epônimo do amor platônico e dos sólidos platônicos. Alguns já alegaram que seu nome verdadeiro tenha sido Arístocles.
Acredita-se que suas influências filosóficas mais decisivas tenham sido da mesma linha de Sócrates, do pré-socrático Pitágoras, Heráclito e Parmênides, embora poucas das obras de seus antecessores permaneçam íntegras e muito do que sabemos sobre essas figuras hoje deriva do próprio Platão.
O filósofo lituano Algis Uždavinys chega a propôr e evidenciar de forma acadêmica que sua filosofia deriva de uma continuidade de um pensamento filosófico que pode ser visto desde as inscrições do Egito Antigo, relatada por diversas fontes gregas antigas.
Pesquisadores da chamada Escola Tübingen e de Milão alegam que seu corpo textual contém fragmentos de doutrinas não escritas que eram lecionadas oralmente na sua Academia.
Ao contrário do trabalho de quase todos os seus contemporâneos, acredita-se que o corpo inteiro de trabalho de Platão tenha sobrevivido intacto por mais de 2 400 anos.
Embora sua popularidade tenha oscilado ao longo dos anos, os trabalhos de Platão nunca ficaram sem leitores desde a época em que foram escritos.
Foi então para o estado de Arizona, onde conheceu o índio bruxo conhecido como Don Juan Matus. Este viria a ser seu guia, e é personagem central nos livros autobiográficos que escreveu. O encontro com o índio foi um episódio marcante, que é recontado várias vezes na sua obra. Numa estação rodoviária, indicado por um colega da faculdade, Castaneda aproximou-se e apresentou-se como especialista em peiote, convidando o índio a lhe conceder uma entrevista. Como não sabia virtualmente nada a respeito do cacto, segundo relata, Don Juan teria captado sua mentira e devolvido-a com um olhar. Este olhar foi bastante significativo, pois Castaneda, normalmente um homem falante e extrovertido, ficou sem ação e tímido ao ser perscrutado. Nas explanações posteriores, diz que Don Juan o havia capturado com o olhar mostrando-lhe o nagualismo, pois havia percebido que Castaneda poderia ser o homem que ele procurava para lhe passar seu conhecimento. Depois de mais alguns encontros, Don Juan lhe anuncia sua decisão e decide levá-lo a experimentar as plantas medicinais que Castaneda tanto pedia.
Aos poucos, o jovem latino e acadêmico foi sendo posto ao encontro de experiências cognitivas que desafiavam o poder de explicação de sua razão, sendo forçado finalmente a mudar toda a sua concepção de mundo em prol das novas explicações que o mestre lhe fornecia e que ia compreendendo, gradualmente. A Erva do Diabo, seu primeiro livro, também tese de mestrado, tornou-se um best-seller entre os jovens do movimento hippie e da contracultura, que, rapidamente, elegeram Castaneda um guru da nova era, formando legiões de admiradores que queriam, por conta própria, reviver as experiências descritas no livro. O livro também era bastante prezado no meio acadêmico, sobretudo porque, em seu princípio, era considerada uma obra de cunho científico. Foi muito criticada por, supostamente, atrair os jovens para o mundo das drogas e do crime.
Uma controvérsia formou-se em torno de sua figura tanto por parte de admiradores, que queriam encontrar Don Juan pessoalmente e, de alguma forma, fazer parte do processo de aprendizado, quanto de céticos, que queriam encontrar motivos para desacreditá-lo academicamente, argumentando que o testemunho fornecido em seus escritos era ficcional e apontando a escassez de fontes documentais sobre sua pesquisa de campo [junto ao] com o mestre indígena. Castaneda foi procurado pela polícia brasileira durante a ditadura militar brasileira e seus livros foram banidos de entrar no Brasil pelo Governo Federal, por se acreditar que o livro incentivava os jovens do movimento hippie ao uso de drogas (no caso, o cactopeiote descrito no livro “A Erva do Diabo“).
Em 1973, no auge de sua fama, a conhecida revista norte-americana Time publicou uma extensa matéria de capa sobre o autor. Esta só foi conseguida depois de muita insistência [junto aos] com os agentes literários do autor, que, inclusive, imploraram para Castaneda posar para fotos em ângulos parciais, o que sempre evitava a todo custo. A abrangente matéria notabilizou-se por publicar o resultado de uma suposta investigação envolvendo a biografia de Castaneda antes da fama, a qual tinha, entre seus objetivos implícitos e explícitos, o propósito de retratá-lo como um mentiroso. A reportagem alega que Castaneda era peruano, nascido na andina cidade de Cajamarca. A reportagem cita amigos da terra natal e mesmo uma irmã de Castaneda, falando sobre traços da personalidade de Castaneda, como sendo alguém dono de imaginação fértil e entregue ao vício do jogo e das drogas. Segundo ela, Castaneda seria filho de um relojoeiro e teria nascido no ano de 1925. Aos 24 anos, em 1951, teria decidido imigrar para os Estados Unidos após a traumática morte da mãe, assassinada por seu pai, o que teria sido testemunhado por Castaneda em seus seis anos de vida. No livro de entrevistas “Conversando com Carlos Castaneda”, da jornalista Carmina Fort, Castaneda, décadas depois, lamenta a decisão da TIME de publicar estes dados, que teriam sido inseridos porque ela “precisava de uma história”. O autor ironiza o esforço da matéria em situar sua ascendência [junto a] de índios sul-americanos.
Em 1973, revê os conceitos apresentados na primeira obra em uma versão de sua tese de doutorado em filosofia intitulada Journey to Ixtlan – Lessons of Don Juan (Viagem a Ixtlan). Como explica no sexto livro, O Presente da Águia, o sistema de interpretações e crenças que se dispôs a estudar terminou por engalfinhá-lo, ao se revelar tão ou mais complexo que o sistema “ocidental” de interpretações do mundo.
Um 13° livro chamado Magical Passes (Passes Mágicos) foi lançado, destoando aparentemente do conjunto da obra, pois parece se aproximar mais de um manual prático de aplicação de exercícios corporais de educação física, embora não o seja.
Livros
A Erva do Diabo (The Teachings of Don Juan: A Yaqui Way of Knowledge – 1968)
Uma Estranha Realidade (A Separate Reality: Further Conversations with Don Juan – 1971)
Viagem a Ixtlan (Journey to Ixtlan: The Lessons of Don Juan – 1972) Tese de PhD de Castaneda na UCLA em 1973 com o título: “Sorcery: A Description of the World”
Porta Para o Infinito (Tales of Power – 1975)
O Segundo Círculo do Poder (The Second Ring of Power – 1977)
O Presente da Águia (The Eagle’s Gift – 1981)
O Fogo Interior (The Fire from Within – 1984)
O Poder do Silêncio (The Power of Silence: Further Lessons of Don Juan – 1987)
A Arte do Sonhar (The Art of Dreaming – 1993)
Readers of Infinity: A Journal of Applied Hermeneutics – 1996 – Diários do trabalho de Castaneda com suas discípulas ainda não traduzido.
Passes Mágicos (Magical Passes: The Practical Wisdom of the Shamans of Ancient Mexico – 1998)
O Lado Ativo do Infinito (The Active Side of Infinity – 1999)
A Roda do Tempo (The Wheel Of Time: The Shamans Of Mexico – 2000) – uma antologia de citações comentadas.
A interessante travessia de Carlos Castaneda
Carlos Castaneda foi um homem peculiar. Sábio para alguns, vigarista para outros. Este artigo expõe brevemente a sua história. A interessante travessia de Carlos Castaneda Carlos Castaneda foi um homem difícil de classificar. Para um grande número de pessoas, era um sábio à frente do seu tempo, dotado de uma lucidez que impressionava. Para outros, um charlatão que especulava com as crenças ancestrais e que se tornou milionário vendendo livros que não diziam nada.
Seu nome verdadeiro era Carlos César Salvador Arana Castañeda, e nasceu em Cajamarca (Peru) em 25 de dezembro de 1925. Embora afirmasse ser brasileiro, há cópias de sua certidão de nascimento no país inca.
Era filho de um joalheiro e uma dona de casa. Estudou pela primeira vez em sua cidade natal e depois terminou o ensino médio em Lima. Depois, estudou na Escola de Belas Artes e, quando sua mãe morreu, viajou para os Estados Unidos.
“Observe cada caminho de perto então faça a si mesmo esta pergunta crucial: meu coração me leva por esse caminho? Se o levar, então a estrada é boa. Se não, é inútil.” -Carlos Castaneda-
Em São Francisco, fez alguns cursos de redação criativa e jornalismo. Ele então formou-se em Artes Plásticas na UCLA e, mais tarde, obteve um doutorado em antropologia.
Os dados sobre sua vida são difusos e imprecisos, pois ele próprio foi responsável por apagar seus rastros quando iniciou seu processo de transformação espiritual.
O que se sabe é que, quando se naturalizou nos Estados Unidos, adotou apenas o sobrenome de sua mãe e substituiu o ‘ñ’ por um ‘n’. Desde então, seu nome oficial foi Carlos Castaneda.
Aspectos da vida de Carlos Castaneda Inicialmente, Carlos Castaneda não teve uma vida fácil nos Estados Unidos. Ele teve que vender hambúrgueres nas ruas, trabalhar como motorista de táxi e até como cabeleireiro.
Desde 1960, antes de se formar como antropólogo, ele entrou em contato com don Juan Matus, um xamã da comunidade yaqui no deserto de Sonora, no México. Esse vínculo permaneceu até 1973.
Foto de Carlos Castaneda jovem Também em 1960, Castaneda se casou com Margaret Runyan. No entanto, alguns meses depois ele a deixou por outra jovem chamada Mary Joan Barker. Carlos Castaneda admitiu que teve uma filha chamada Marilyn Castañeda, a quem ele nunca reconheceu.
Aparentemente ele reconheceu outras crianças, embora não fossem biológicas. Já sua filha natural e biológica não foi sequer mencionada em seu testamento multimilionário.
Em seus últimos anos, Carlos Castaneda teve várias mulheres que lhe serviam como “acólitas”. Segundo Amy Wallace, filha do escritor Irving Wallace, três delas faziam parte de seu círculo íntimo.
Todas elas eram suas amantes e, aparentemente, concordaram em cometer um suicídio coletivo com a morte de Castaneda.
Uma transformação espiritual Carlos Castaneda tornou-se mundialmente famoso graças à publicação de seu livro Os Ensinamentos de Don Juan, uma forma de conhecimento yaqui. A primeira edição teve um prefácio de Octavio Paz.
O texto inclui as conversas de Castaneda com Don Juan Matus, com quem ele supostamente iniciou um processo de aprendizagem para se tornar um xamã nagual tolteca.
Segundo Castaneda, Don Juan era o líder do último grupo de feiticeiros de uma longa dinastia. Em seus livros, no entanto, Castaneda combina a sabedoria yaqui com as tradições toltecas e até mesmo com aspectos das artes marciais.
Do ponto de vista antropológico, seu trabalho não é verificável e, portanto, não tem validade.
Um dos aspectos que mais chamaram a atenção em seu trabalho foi a descrição de estados alterados de consciência induzidos por alucinógenos. Aparentemente, Don Juan o introduziu ao uso do peiote.
Castaneda não apresentou os diários de campo da experiência, aspecto que faz muitos pensarem que Don Juan nem sequer existia. Para eles, toda a narrativa nada mais é do que ficção literária.
Ilustração de região árida Uma história com muitas lacunas Carlos Castaneda não permitia que o gravassem ou fotografassem. Depois de ter feito várias publicações na mesma linha que a primeira, em 1993 ele anunciou que iria anunciar os “passes mágicos”.
Ele criou a fundação Cleargreen para divulgar sua nova abordagem. A partir de então, fez várias aparições públicas.
Desde o início, o trabalho de Carlos Castaneda provocou um grande alvoroço. Ele teve seguidores em todo o mundo, verdadeiros fãs de seu trabalho. Entre eles estavam John Lennon, Deepak Chopra e Federico Fellini.
Ao mesmo tempo, nos círculos científicos, seu trabalho era visto com enorme suspeita. Até o FBI seguiu seus passos ao suspeitar de que era o líder de uma seita perigosa.
Em sua obra, há uma grande contradição de datas. Há também dados sobre a cultura yaqui que não coincidem com os coletados pelos estudiosos da disciplina. Apesar das fortes dúvidas deixadas pela obra de Castaneda, ele ainda tem milhares de seguidores em todo o planeta.
Castaneda morreu em Los Angeles, em 1998, vítima de câncer no fígado. No entanto, não houve sinal do fogo interno que ele previu que o consumiria de dentro para fora e que o levaria envolto em uma luz para outra dimensão.
“Acredite que você pode, assim você já estará no meio do caminho”
Theodore Roosevelt
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Theodore Roosevelt
Theodore Roosevelt foi um político norte-americano. Contudo, foi o vice-presidente de William McKinley, que venceu as eleições presidenciais de 1900. Logo após o assassinato de McKinley, em 1901, Roosevelt assumiu a presidência. Como resultado nas eleições de 1904, foi eleito presidente dos Estados Unidos.
Assim sendo filho de uma rica família, descendente de holandeses que se estabeleceram na América no século XVII. Todavia, com 18 anos ingressou na Universidade de Harvard onde dividia seu tempo entre os livros e os esportes. Depois de se formar todavia, em 1880, foi estudar na Alemanha, onde permaneceu durante um ano.
Por conseguinte, após terminar seu mandato, Roosevelt viajou pela Europa e pela África. Por fim, em 1912, fundou o Partido Progressista. Apesar de sua enorme popularidade, não conseguiu se reeleger. Ao dividir os republicanos, no entanto permitiu que Woodrow Wilson conseguisse a presidência para os democratas.
Em 1913, Theodore Roosevelt tomou parte da expedição realizada pelo interior do Brasil, acompanhado de seu filho Kermit, secretários e cientistas, com o intuito de recolher material para o Museu de História Natural de Nova Iorque.
A saber, a expedição definiu o traçado do Rio da Dúvida, que nasce no estado de Rondônia, que foi rebatizado de Rio Roosevelt. Theodore Roosevelt deixou grande produção literária, sem dúvida, que inclui 26 livros, mais de mil artigos de revistas e milhares de discursos e cartas.
Theodore Roosevelt faleceu em Sagamore Hill, bem como seu busto foi esculpido no Monte Rushmore, Keystone, Dakota do Sul, ao lado de George Washington, Thomas Jefferson e Abraham Lincoln.
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Nascimento: 27 de outubro de 1858, Theodore Roosevelt Birthplace National Historic Site, Nova Iorque, Nova York, EUA
Falecimento: 6 de janeiro de 1919, Sagamore Hill National Historic Site, Cove Neck, Nova York, EUA
“Dizem que o tempo ameniza. Isto é faltar com a verdade, dor real se fortalece como os músculos, com a idade.”
Emily Dickinson
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Emily Elizabeth Dickinson foi uma das mais importantes escritoras norte-americanas do século XIX. Com uma poesia intimista e ao mesmo tempo universal, Emily não foi reconhecida em vida. Entretanto, após sua morte, teve seus textos publicados e contribuiu para construir as bases da poesia moderna.
Vivendo em reclusão, a autora nunca se casou mas mantinha contato com amigas e amigos por meio de cartas. Uma de suas grandes amigas foi Susan Gilbert, sua cunhada, com quem trocou correspondências carregadas de afeto.
Dickinson ficou conhecida por sua reclusão aliás, vivendo grande parte da vida isolada em seu quarto, o que justifica ser chamada de “A Grande Reclusa”. Além disso, em determinado momento ela optou por vestir-se sempre de branco e não receber visitas.
Ela escreveu intensamente, mas não publicou mais de 10 poemas em vida. Faleceu em 15 de maio de 1886, aos 55 anos, vítima de nefrite e inflamação nos rins.
Após seu falecimento, a irmã Lavinia encontrou cerca de 1800 textos poéticos, publicando o primeiro livro Poems by Emily Dickinson, em 1890. Emily Dickinson deixou um enorme legado para a literatura ocidental. Sua escrita era inovadora para a época, tanto que parte de seus textos foram alterados.
A autora se comunicava bastante por cartas e deixou muitos poemas com grande carga sentimental, escritos de forma coloquial e com um lirismo surpreendente e próximo do misticismo. Temas como morte, imortalidade, amor, natureza e relacionamento humano estão presentes em sua obra.
Nascimento: 10 de dezembro de 1830, Amherst, Massachusetts, EUA
Falecimento: 15 de maio de 1886, Amherst, Massachusetts, EUA
Ser mulher, vir à luz trazendo a alma talhada para os gozos da vida, a liberdade e o amor, tentar da glória a etérea e altívola escalada, na eterna aspiração de um sonho superior…
Foi o responsável pela criação da letra do Hino à Bandeira, inicialmente criado para circulação na capital federal (na época, o Rio de Janeiro), e mais tarde sendo adotado em todo o Brasil. Também ficou famoso pelas fortes convicções políticas, sobressaindo-se a ferrenha oposição ao governo militar do marechal Floriano Peixoto.
Em 1907, foi eleito “príncipe dos poetas brasileiros”, pela revista Fon-Fon. É autor de alguns dos mais populares poemas brasileiros, como os sonetos Ora (direis) ouvir estrelas e Língua portuguesa.
“A alma é tingida com a cor dos seus pensamentos.”
Marco Aurélio
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Marco Aurélio
Marco Aurélio foi imperador romano entre os anos de 161 e 180, o quarto imperador da dinastia dos Antoninos. Ficou conhecido como imperador-filósofo, pois cultivava ideais de justiça e bondade.
César Marco Aurélio Antonino nasceu em Roma, Itália, e ao nascer, sua família gozava de grande prestígio. Pois seu avô paterno era cônsul e prefeito de Roma. Enquanto sua avó materna herdou uma grande fortuna, fazendo Marco Aurélio conviver com a riqueza e o poder. Recebeu de mestres gregos esmerada educação humanística.
Uma tia paterna casou com Antonino Pio que veio a ser imperador, sucedendo a Adriano. assim, ao ficar órfão ainda jovem, Marco Aurélio foi adotado pelo tio, Antonino Pio.
No ano 136, o imperador Adriano anunciou como seu sucessor, Lúcio Cômodo, que morreu dois anos depois. Adriano escolheu então Antonino Pio para suceder-lhe, porém, teria Antonino Pio o compromisso de adotar como filho o jovem Lúcio Vero, filho de Cômodo.
Com a morte do Imperador Adriano em 138, Antonino Pio, portanto, tornou-se imperador. Nessa época, Marco Aurélio foi três vezes cônsul e casou-se, em 145, com Faustina, a filha do imperador.
Em 147, Marco Aurélio recebeu o “Imperium” e a “Tribunicia potestas”, em suma, os maiores poderes formais do império. Durante seu reinado, Marco Aurélio, contudo se dedicou ao estudo e à reflexão e escreveu diversos pensamentos, em grego. Embora, seus escritos fossem registrados em forma de diário, conhecido como “Meditações”.
Marco Aurélio ensina que o ideal a ser buscado não é a felicidade, mas a tranquilidade e o domínio das paixões e emoções, que se obtêm pela harmonia com a natureza e a aceitação de suas leis. Seu filho “Cômodo” foi o seu sucessor.
“As coisas que me fazem diferente são as coisas que me fazem ser eu.”
Ursinho Puff
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O Ursinho Pooh é um personagem que ultrapassou gerações e esteve presente na infância de inúmeras pessoas ao redor do mundo. A história é tão popular que no ano de 2018 ganhou um filme live-action intitulado Christopher Robin: Um Reencontro Inesquecível.
Para começar, Pooh não é macho, e sim uma fêmea! Nos Estados Unidos, chama-se Winnie the Pooh. Assim, toda sua história é contada no livro “Finding Winnie”, de Lindsay Mattick. Em síntese, diz que o nome da personagem foi em homenagem a uma ursa de verdade que vivia no zoológico de Londres, na Inglaterra.
O animal comprado inicialmente por um tenente do exército chamado Harry Colebourn, durante a Primeira Guerra Mundial, que era bisavô de Lindsay. Então, deram o nome de Winnie. Aliás, como uma forma de homenagem a uma cidade do Canadá chamada Winnipeg, tornando-se o mascote não oficial do regimento de Harry. Porém, a dupla precisou se separar. Depois da ursinha ir para o zoológico devido a uma viagem de seu dono para a França, .
Durante sua estadia no zoológico, Winnie passou a receber de forma frequente a visita de um garotinho chamado Christopher Robin que, por amá-la tanto, acabou dando seu nome para um ursinho de brinquedo. A paixão do garoto pelo animal foi o que inspirou seu pai, Alan Alexander Milne a escrever as tão conhecidas histórias de Winnie the Pooh.
“O tempo é o mais sábio de todas as coisas que existem, pois traz tudo à luz.”
Tales de Mileto
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Tales de Mileto filósofo, matemático, engenheiro, homem de negócios e astrônomo da Grécia Antiga, considerado, por alguns, o primeiro filósofo ocidental. Dessa forma, Tales é apontado como um dos sete sábios da Grécia Antiga.
Acredita-se que começou sua vida como mercador, enriquecendo o suficiente para se dedicar ao estudo e realizar algumas viagens. Contudo, supõe-se que esteve no Egito onde aprendeu geometria e na Babilônia onde entrou em contato com tabelas e instrumentos astronômicos.
Sabe-se que Tales desempenhou funções políticas em sua cidade, assim como realizou trabalhos nas áreas da filosofia, geometria e astronomia.
A Filosofia de Tales de Mileto
O filósofo Tales de Mileto foi considerado o primeiro filósofo grego, aliás, o fundador da Escola de Mileto ou Escola Jônica. Admitia que o princípio criador de todas as coisas e a essência do Universo era a “água” de fato. Explicava:
O que é quente, precisa da umidade para viver.
Todos os germens são úmidos.
Os alimentos estão cheios de seiva.
O que morre resseca.
Afinal, é natural que as coisas se nutram daquilo de que provêm. Por certo, a água é o princípio da natureza úmida e a Terra repousa sobre a água. Tales de Mileto foi considerado o precursor do pensamento filosófico, porque pensou a matéria de maneira diferente de como era pensada antes, com interferências divinas e invocações a deuses superiores.
Ele acreditava que a matéria sofria transformações ao longo do tempo. Com isso, o filósofo inaugurou o método de observação e especulação diferente das explicações teológicas e religiosas, para todas as coisas, em vigor na época.