Author: fozadmin

  • Reflexão Diária: 12 de Fevereiro

    Pensamento do dia 12 de Fevereiro de 2023

    12 de Fevereiro

    “Ser profundamente amado por alguém lhe dá força,enquanto amar alguém profundamente lhe dá coragem.”

    Lao Tzu

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    Lao-Tsu ou Lao-Tsé, foi um filósofo da China Antiga. Assim, atribui-se a ele a fundação de um movimento filosófico. Entretanto, mais tarde transformo-se em religião, o “Taoísmo Religioso”. Com o propósito de obter a “paz absoluta”.

    Lao-Tsé (Jovem Sábio), também conhecido como Lao-Tsu, Lao-Tzu ou Lao Zi. Ele nasceu, provavelmente, em Chu (atual Luyi), na província de Hunan, na China, no ano de 604. Em suma, numa época em que a China era governada pela dinastia “Zhu” (1045-256 a. C.), e que ao longo dos anos o poder real praticamente desapareceu.

    Lao viveu numa época de grandes perturbações políticas, mas de intensa efervescência intelectual. Nesse período, dois filósofos importantes surgiram, Confúcio (551-479 a. C.), um reformista social e professor que pregava a justiça social e queria restaurar a ordem naquele momento de caos. E, ainda, “Lao-Tsé” que pregava os ensinamentos para a vida simples, a obtenção da “paz absoluta” pela completa submissão à natureza, cujos valores são a pureza, calma, simplicidade e unidade.

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    Curiosidades: 

    • O primeiro mosteiro taoísta foi construído no suposto local onde Lao-Tsé teria desaparecido em direção ao oeste.
    • Encontraram dois manuscritos do “Livro de Lao-Tsé”, copiados em peças de seda em uma sepultura em Mawangdui (Hunan).

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    Nascimento: 571 a.C., Reino de Chu

    Foz em Destaque – 12 de Fevereiro

  • Reflexão Diária: 11 de Fevereiro

    Pensamento do dia 11 de Fevereiro de 2023

    “Devemos acreditar que somos talentosos para algumas coisas, e que essa coisa, a qualquer custo, deve ser alcançada.” 

    Marie Curie

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    Biografia de Marie Curie

    Marie Curie foi uma cientista polonesa. Descobriu e isolou os elementos químicos, o polônio e o rádio, junto com Pierre Curie. Foi a primeira mulher a ganhar o Prêmio Nobel de Física e a primeira mulher a lecionar na Sorbonne.

    Em 1895, enquanto preparava sua tese de doutorado, Marie conheceu Pierre Curie que trabalhava em pesquisas elétricas e magnéticas e em pouco tempo estavam casados. No início de suas pesquisas constataram que os sais de “tório”, eram capazes de emitir raios semelhantes aos dos sais de “urânio”. De fato, foi ela que afirmou que o urânio era uma propriedade do átomo.

    Em suma, trabalhando em um porão cedido pela Sorbonne, verificaram que certos minerais de urânio, especialmente a “pechblenda”, procedente das minas de Joachimsthal, na Boêmia, tinham radiações mais intensas que o correspondente teor em urânio, devido a presença de elementos ainda desconhecidos.

    Os Curie começaram a purificar o minério, que era fervido em grandes recipientes sobre um fogão de ferro fundido. Desse modo, em julho de 1898, conseguiram isolar um elemento 300 vezes mais ativo que o urânio.

    Portanto, em homenagem à sua pátria, Maria batizou-o de “polônio”. Porém, os Curie não estavam satisfeitos porque o resto do material, depois de extraído o polônio, era ainda mais potente que o polônio.

    Continuaram a purificação e cristalização e encontraram um novo elemento, 900 vezes mais “radioativo” (termo criado por Marie) que o urânio. Estava descoberto o “rádio”.

    Dois Prêmios Nobel

    Em 1903, Marie Curie se tornou a primeira mulher da França a defender uma tese de doutorado. No mesmo ano o casal ganhou o “Prêmio Nobel de Física”, por suas descobertas no campo ainda novo da radioatividade.

    Em 1910, finalmente, auxiliada pelo químico francês André Debierne, Marie Curie conseguiu obter o rádio em estado metálico. Em 1911, Marie Curie foi agraciada com o segundo “Prêmio Nobel”, desta vez de Química, por suas investigações sobre as propriedades e potencial terapêutico do rádio. A cientista tornou-se a primeira personalidade a receber duas vezes o Prêmio Nobel.

    Nascimento: 7 de novembro de 1867, Varsóvia, Polônia

    Falecimento: 4 de julho de 1934, Passy, França

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  • Reflexão Diária: 10 de Fevereiro

    Pensamento do dia 10 de Fevereiro de 2023

    “Não deixe ninguém dizer até onde vai seu sonho.”

    Diego Hypolito

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    Diego Hypolito

    Diego Hypolito nasceu no ABC paulista, Santo André, região metropolitana de São Paulo, e mudou-se para a cidade do Rio de Janeiro. Filho de um motorista de ônibus chamado Wagner Hypólito e uma costureira chamada Geni Matias

    Assim possui ascendência grega vinda de seu pai (O nome Hypólito provém do nome grego Hippolyte, que acabara sendo traduzido ou aportuguesado devido aos ancestrais da família se deslocar para o Brasil), e portuguesa da parte materna. Entretanto, ainda criança teve seu primeiro contato com o esporte no Clube de Regatas do Flamengo, o mesmo em que sua irmã Daniele treinava. Dessa forma, por insistência dela, especializou-se nos exercícios de solo, no qual conquistou seus primeiros títulos como infantil e mais tarde como júnior.

    Em 2005, sofreu uma lesão na tíbia da perna direita, o que causou a interrupção de seus treinamentos por seis meses. No mesmo ano, contudo, retornou ao desporto duas semanas antes do Campeonato Mundial de Melbourne. Em 2006, foi admitido pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Ordem de Rio Branco na qualidade de Oficial suplementar por méritos desportivos.

    Além disso, por sua atuação nos Jogos Pan-americanos de 2007, foi indicado ao Prêmio Brasil Olímpico, título conquistado pelo nadador Thiago Pereira. Em 2009, durante o Troféu Brasil, caiu em seu treino na barra fixa, tendo que abandonar a competição e passar por uma cirurgia.

    Medalhista de Prata nas olimpíadas do Rio 2016 na Ginástica Artística modalidade Solo.

    Então, em 20 de novembro de 2019, encontrou-se com o presidente do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, para falar do futuro do esporte. Todavia, a divulgação da fotografia do encontro o fez ser extremamente xingado nas redes sociais. Afirmou, depois, não ser apoiador de Bolsonaro. Em 2020, candidatou-se, pela primeira vez, a um cargo político, pleiteando a uma vaga de vereador pelo município de São Paulo. Filiou-se ao Partido Socialista Brasileiro (PSB). Hypolito recebeu 3 786 votos, não sendo eleito.

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    Nascimento: 19 de junho de 1986 (idade 36 anos), Santo André, São Paulo

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  • Reflexão Diária: 09 de Fevereiro

    Pensamento do dia 09 de Fevereiro de 2023

    “Nossas imperfeições são o que fazem de nós, mulheres únicas e bonitas.”

    Gisele Bundchen

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    Gisele Bündchen é uma modelo, empresária e ativista ambiental brasileira, considerada uma das modelos mais bem sucedidas do mundo da moda.

    Gisele Caroline Bündchen nasceu em Horizontina, Rio Grande do Sul, no dia 20 de julho de 1980. Seus pais, Valdir Bündchen e Vânia Monnenmacher são descendentes de alemães. Gisele tem cinco irmãs, entre elas Patrícia, sua irmã gêmea.

    Modelo de sucesso

    Entre 2000 e 2007, Gisele foi “angel” da Victoria’s Secret. Entre 2001 e 2006 fotografou para o Calendário Pirelli. Em suma, Gisele foi capa das maiores revistas do mundo, entre elas, Marie Claire, Forbes, Newsweek e Rolling Stones. Aliás, estima-se que ela já fotografou para mais de 500 capas de revistas.

    Entre 2004 e 2010 Gisele Bündchen foi considerada, pela revista Forbes, inegavelmente, como a modelo mais bem paga do mundo. Em 2007 seu nome aparece no Guinness Book, como a modelo mais rica do mundo.

    Dessa forma, em 2013 Gisele teve seu rosto escolhido para representar a nova linha de maquiagem da Chanel. Assim sendo, em 2014 passou a ser a nova porta-voz da fragrância Chanel n.º 5. E em 2015, afinal, Gisele Bündchen anunciou o encerramento de sua carreira nas passarelas.

    Gisele é uma ativista social e abraçou causas relacionadas com as vítimas do HIV na África, o programa Fome Zero e programas de prevenção da Floresta Amazônica. Em 2009 foi nomeada Embaixadora da Boa Vontade, pelo programa das Nações Unidas em defesa do meio ambiente. Gisele é vegetariana, é praticante da yoga e da meditação transcendental.

    Em 2016 a modelo participou da cerimônia de abertura das Olimpíadas do Rio de Janeiro quando desfilou ao som da música Garota de Ipanema, de Tom Jobim, cantada por Daniel Jobim, o neto do músico.

    Nascimento: 20 de julho de 1980 (idade 42 anos), Horizontina, Rio Grande do Sul

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  • Reflexão Diária: 08 de Fevereiro

    Pensamento do dia 08 de Fevereiro de 2023

    “O mais valioso dos capitais é aquele investido em seres humanos.”

    Alfred Marshall

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    Alfred Marshall foi um dos mais influentes economistas de seu tempo. Afinal, seu livro, Princípios de Economia procurou reunir num todo coerente as teorias da oferta e da procura, da utilidade marginal e dos custos de produção. Dessa forma, tornou-se o manual de economia mais adotado na Inglaterra por um longo período.

    Alfred Marshall contribuiu para a renovação da escola clássica da economia política com suas teorias sobre determinação de preços a partir da lei de oferta e procura.

    Embora tenha se formado em ciências econômicas, estudou filosofia e matemática. Dirigiu o University College de Bristol e foi catedrático de economia política na Universidade de Cambridge a partir de 1885.

    Empregou o princípio da utilidade marginal e o conceito de elasticidade da demanda para formular a lei dos preços no mercado. No entanto, consciente de que seu sistema, como os dos demais economistas da época, só era válido para economias estáticas. Marshall introduziu o fator tempo na análise econômica: em períodos longos, os preços tendem a coincidir com o custo marginal da produção; em períodos curtos, independem do custo.

    Ao introduzir o fator tempo, Marshall conseguiu conciliar o princípio clássico do custo de produção com o princípio da utilidade marginal. Formulado por William Jevons e a escola austríaca. Entre seus livros contam-se Principles of Economics (1890; Princípios de economia), sua obra mais importante, Industry and Trade (1919; Indústria e comércio) e Money, Credit, and Commerce (1923; Dinheiro, crédito e comércio).

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    Nascimento: 26 de julho de 1842, Londres, Reino Unido

    Falecimento: 13 de julho de 1924, Cambridge, Reino Unido

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  • Reflexão Diária: 07 de Fevereiro

    Pensamento do dia 07 de Fevereiro de 2023

    Reflexão Diária 07 de Fevereiro

    “A Terra está falando, ela nos diz que não temos mais tempo”

    Txai Suruí

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    Txai Suruí é uma líder indígena ativista brasileira da etnia suruí. Ela é coordenadora do Movimento da Juventude Indígena e, assim como também trabalha na organização não governamental de defesa dos direitos indígenas Kanindé. Além disso, é Embaixadora da Z1, um programa de embaixadores de uma conta digital para adolescentes.

    Ela foi a única brasileira a discursar na abertura oficial da Conferência da Cúpula do Clima (COP26), Txai Suruí passou a ser um nome internacional desde então. Isso porque, diante de todo o mundo, a jovem expôs o avanço da mudança climática na Amazônia.

    Nascida dos Povos Suruí em Rondônia, Walelasoetxeige Suruí (ou Txai Suruí) tem 24 anos e é filha de Almir Suruí, 47, uma das lideranças indígenas mais conhecidas por lutar contra o desmatamento na Amazônia.

    Atualmente a jovem está no último semestre do curso de direito –antes mesmo da formação, Txai já trabalha na parte jurídica da Associação de Defesa Etnoambiental (Kanindé), entidade que defende a causa indígena em Rondônia.

    Txai também é fundadora do Movimento da Juventude Indígena de Rondônia. Em 2019, Txai foi apresentar trabalho acadêmico no Willem C. Vis International Commercial Arbitration Moot (Vis Moot), uma das principais competições de júri simulado do mundo.

    “Meu pai, o grande cacique Almir Suruí, me ensinou que devemos ouvir as estrelas, a lua, o vento, os animais e as árvores. Hoje o clima está esquentando, os animais estão desaparecendo, os rios estão morrendo, nossas plantações não florescem como antes. A Terra está falando, ela nos diz que não temos mais tempo”, disse. Os Povos Suruís têm cerca de 2 mil indígenas.

    Nascimento: 1997 (idade 26 anos)

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  • Reflexão Diária: 06 de Fevereiro

    Pensamento do dia 06 de Fevereiro de 2023

    “Não desejo que as mulheres tenham poder sobre os homens, e sim, sobre si mesmas.”

    Mary Wollstonecraft

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    Mary Wollstonecraft foi uma importante escritora e ativista dos direitos humanos, sobretudo, das mulheres. Vale ressaltar também suas ideias abolicionistas.

    Certamente é considerada a “pioneira do feminismo”. Porque Mary empenhou-se na luta por uma educação igualitária entre meninos e meninas. Além de defender maior autonomia das mulheres no casamento e sociedade, sendo uma influência e inspiração para os movimentos feministas que surgiram no século XIX.

    Nascida em Londres, na Inglaterra, em 17 de abril de 1759, Mary veio de uma família de classe média e traçou uma trajetória pouco convencional para uma mulher de seu tempo. Escreveu livros, artigos e traduziu obras, sendo sua obra mais importante uma reivindicação pelos direitos da mulher (1792).

    A ativista é também lembrada por ser a mãe de Mary Shelley, que viria a se tornar a autora da importante obra de ficção científica Frankenstein.

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    Uma reivindicação pelos direitos da mulher (1792)

    Como citado, a obra literária de maior importância dessa intelectual foi “Uma reivindicação pelos Direitos da Mulher”, lançada em 1792 e vista como uma das bases do feminismo.

    O livro constitui um documento essencial sobre o pensamento vigente no final do século XVIII. Ao mesmo tempo com os argumentos contundentes de Mary a favor de um tratamento e educação igualitária entre os gêneros.

    A obra foi uma resposta à constituição francesa de 1789. Contudo, se dirige diretamente a intelectuais do iluminismo como John Gregory, James Fordyce e Jean-Jacques Rousseau.

    Nesse livro é possível entender as principais ideias feministas da autora, que acreditava na racionalidade e acesso ao conhecimento como forma de emancipação e liberdade.

    Mary ainda criticava o excesso de sentimentalismo e superficialidade a que as mulheres (burguesas) estavam sujeitas e defendia que elas deviam ter condições de se desenvolverem intelectualmente tanto quanto os homens e gerenciar seus próprios bens.

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    Nascimento: 27 de abril de 1759, Spitalfields, Londres, Reino Unido

    Falecimento: 10 de setembro de 1797, Somers Town, Londres, Reino Unido

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  • Reflexão Diária: 04 de Fevereiro

    Pensamento do dia 04 de Fevereiro de 2023

    “A amizade não consiste em apoiar os amigos quando eles tem razão, mas quando erram.”

    André Malraux

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    André Malraux

    André Malraux foi um intelectual, aventureiro francês e escritor francês de assuntos políticos e culturais. Em 1926, havia publicado o seu primeiro livro, La Tentation de l’Occident (A Tentação do Ocidente, editado em Portugal em 2005, composto pela troca de correspondência entre um chinês em viagem pela Europa e um francês no Extremo-Oriente.

    Dois anos mais tarde, a experiência chinesa inspirou Malraux a escrever Les Conquérants (Os Conquistadores). O escritor francês lançou logo depois, em 1930, “La Voie Royale (A Estrada Real)”, um romance passado na Indochina. Então, em 1933, ganhou o prestigiado prémio literário francês Goncourt graças à La Condition Humaine (A Condição Humana). Assim, manteve a atividade de escritor e, em 1937, lançou L’Espoir (A Esperança).

    Com o fim da guerra, Malraux dedicou-se ainda mais à política e, em 1945 e 1946, foi ministro da Informação do governo provisório liderado por De Gaulle. Contudo, continuou a escrever e, entre a Segunda Guerra Mundial e meados da década de 50, publicou vários trabalhos sobre arte e estética. 

    Entre estas obras destacam-se, inegavelmente, Voix du Silence (As Vozes do Silêncio) e Le Musée Imaginaire de la Sculpture Mondiale (O Museu Imaginário da Escultura Mundial). Ao mesmo tempo, em 1958, para assumir de novo a chefia do Ministério da Informação, num governo liderado por Charles de Gaulle. Logo no ano seguinte, aliás, assumiu a pasta da Cultura e foi ministro desta área até 1969. Embora tenha sido o ano que abandonou o cargo após a contestação surgida por ocasião das manifestações estudantis de maio de 68.

    Até morrer, André Malraux dedicou-se em exclusivo à escrita. Tendo lançado, sucessivamente, Les Chênes qu’on abat (1970, Quando os Robles se Abbatem), Oraisons funèbres (1971), Le miroir des limbes (1972), La corde et les souris (1976), este último a sua derradeira obra.

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    Nascimento: 3 de novembro de 1901, Paris, França

    Falecimento: 23 de novembro de 1976, Créteil, França

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  • Reflexão Diária: 03 de Fevereiro

    Pensamento do dia 03 de Fevereiro de 2023

    “O que chamamos de destino é o que fazemos de nossas vidas.” 

    Augusto Roa Bastos

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    Augusto Roa Bastos

    Augusto Roa Bastos foi jornalista e romancista é, igualmente, considerado uma figura lendária na literatura latino-americana e o único escritor paraguaio de renome internacional. Em 1935 iniciou sua carreira no jornal El País, de Assunción. Chegando a chefe de redação e correspondente em Londres, após a II Guerra Mundial. 

    Ao regressar entrou em conflito aberto com a ditadura de Stroessner, teve sua casa invadida pela polícia política. Por conseqüência passou a ser procurado “vivo ou morto”, sendo obrigado a procurar abrigo na Embaixada do Brasil. Em seguida parte para um longo exílio, que durou mais de 50 anos, começando por Buenos Aires. 

    Não foi um escritor prolífico; escreveu poucos livros, só que consistentes. Em 1941 publicou sua primeira novela, Fulgencio Miranda, e aliás, foi premiado. O segundo livro,  uma coletânea de contos, só viria em 1953: El trueño entre las hojas. O livro seguinte – Hijo de hombre -, publicado em 1960, consagrou-o como escritor destacado entre os latino-americanos. 

    Em 1967, contudo, recebe um convite de Carlos Fuentes e Mario Vargas Llosa para escrever um capítulo de um livro que se chamaria Los padres da la pátria, que não chegou a se realizar. Mais tarde, entretanto, este capítulo se transformou em sua obra prima  Eu o supremo (Paz e Terra, 1974), livro que lhe valeu o Prêmio Cervantes 1989 e sob o qual gravita toda sua obra. 

    Por volta do ano 2000 afirmou mais de uma vez que estava de mudança para morar no Rio de Janeiro e que considera a literatura brasileira, a melhor da América Latina. Não obstante ser um vizinho ilustre e pouco conhecido dos brasileiros, teve seus principais livros traduzidos para o português – Vigília do almirante, (Mirabilia, 1992); O fiscal (Alfaguara, 1993)  e  Contravida (Ediouro, 1994) – e foi agraciado com uma premiação do Memorial da América Latina, em 1988 e teve uma exposição de toda sua obra neste mesmo recinto em 2004.

    Nascimento: 13 de junho de 1917, Assunção, Paraguai

    Falecimento: 26 de abril de 2005, Assunção, Paraguai

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  • Reflexão Diária: 02 de Fevereiro

    Pensamento do dia 02 de Fevereiro de 2023

    “Enquanto você sonha, você está fazendo o rascunho do seu futuro.”

    Charles Chaplin

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    Charles Chaplin foi um ator, dançarino, diretor e produtor inglês. Embora também conhecido por “Carlitos”, foi o mais famoso artista cinematográfico da era do cinema mudo. Afinal, ficou notabilizado por suas mímicas e comédias do gênero pastelão.

    O personagem que mais marcou sua carreira, certamente, foi “O Vagabundo” (The Tramp), um andarilho pobretão com maneiras refinadas e a dignidade de um cavalheiro, que se vestia com um casaco esgarçado, calças e sapatos desgastados e mais largos que o seu número, um chapéu coco, uma bengala e seu marcante bigode.

    Em 1919, Charles Chaplin fundou sua própria produtora, a United Artists, junto com Mary Pickford, Douglas Fairbanks e D. W. Griffith. Com seu personagem “Carlitos”, criou filmes com uma mescla de humor, poesia, ternura e crítica social, os mais longos do período.

    O primeiro filme falado de Charles Chaplin foi The Great Dictator (1940) (O Grande Ditador), o filme faz uma sátira ao nazismo e ao fascismo. Recebeu cinco indicações ao Oscar em 1941, nas categorias de melhor filme, melhor ator para Charles Chaplin, melhor roteiro original, melhor trilha sonora e melhor ator coadjuvante para Jack Oakle.

    Em 1972, Charles Chaplin voltou aos Estados Unidos para receber o “Prêmio Especial da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas”. Em 1975, foi agraciado pela Rainha Elizabeth II com o título de Sir.

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