Author: fozadmin

  • Reflexão Diária: 23 de Fevereiro

    Pensamento do dia 23 de Fevereiro de 2023

     “Antes que diga que não consegue fazer alguma coisa, experimente.”

    Sakichi Toyoda

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    Sakichi Toyoda (豊田 佐吉 ) foi um inventor e empresário japonês. Ele nasceu em Kosai, Shizuoka. Filho de um pobre carpinteiro, Toyoda é chamado de “rei dos inventores japoneses” ou “pai da revolução industrial japonesa”. Ele também é o fundador da Toyota Industries Co., Ltd. 

    Ele inventou numerosos Dispositivos de tecelagem. Aliás, sua invenção mais famosa foi o tear mecânico automático no qual ele aplicou o princípio de Jidoka (autonomação). O princípio do Jidoka, significa que a máquina pára automaticamente, toda vez que ocorre um problema, enquanto isso tornou-se, mais tarde, uma das ferramentas chave do Sistema de Produção da Toyota Industries Co., Ltd. 

    A invenção teve tanto êxito à época que a Mitsui, uma companhia exportadora do Japão assinou um contrato para começar a comercializar os teares de Toyoda, já que suas máquinas custavam 1/10 dos fabricados na Alemanha e 1/4 dos fabricados na França.

    Em 1907, Sakichi fundou a Toyoda Loom Works com um capital de ¥1 milhão. Alguns anos mais tarde, Sakichi viaja aos Estados Unidos e, então, se interessa por um novo produto, o automóvel. Ao voltar para o Japão, Sakichi fundou a Toyoda Spinning and Weaving Co. Ltd., começando as bases da corporação Toyota.

    Toyoda desenvolveu o conceito de 5 Porquês: Quando ocorre um problema, pergunte “por que” cinco vezes para tentar encontrar a fonte do problema, em seguida, atua-se na fonte do problema para eliminá-lo de forma definitiva prevenindo que ocorra novamente. Este conceito é usado até hoje como parte da aplicação de metodologias LEAN para resolver problemas, melhorar a qualidade e reduzir desperdícios.

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    Nascimento: 14 de fevereiro de 1867, Kosai, Shizuoka, Japão

    Falecimento: 30 de outubro de 1930, Nagoia, Aichi, Japão

    Foz em Destaque – 23 de Fevereiro

  • Reflexão Diária: 22 de Fevereiro

    Pensamento do dia 22 de Fevereiro de 2023

    Reflexão Diária 22 de Fevereiro

    “Que Deus me defenda dos meus amigos, que dos meus inimigos, me defendo eu.”

    Voltaire

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    François-Marie Arouet, mais conhecido pelo pseudônimo Voltaire, foi um escritor, ensaísta, deísta e filósofo iluminista francês. Afinal, foi um dos grandes representantes do Movimento Iluminista na França. Aliás, foi também ensaísta, poeta, dramaturgo e historiador. Voltaire, Montesquieu e Rousseau foram os três nomes mais significativos do Iluminismo francês.

    Iluminismo

    De temperamento e ideias revolucionárias, Voltaire frequentou a Société du Temple, que reunia libertinos e livres pensadores. Nessa época, os importantes avanços econômicos, culturais e científicos levaram à crença de que o destino da humanidade era o progresso. Além do racionalismo e do liberalismo, outro princípio tipicamente iluminista era o anticlericalismo – posição política contrária ao poder da Igreja.

    Voltaire, ligado à alta burguesia, era um crítico fervoroso do absolutismo, da nobreza e principalmente da Igreja, foi um dos pensadores que melhor encarou o espírito do Século das Luzes. Escreveu versos desrespeitosos, dirigidos ao rei Luís XIV, que lhe valeram a reclusão na Bastilha em 1717. Uma vez libertado, foi exilado em Châtenay.

    Voltaire foi um combativo escritor. Em 1718 escreveu a tragédia “Èdipo”, com o pseudônimo de Voltaire, que lhe abriu as portas dos meios literários. Em 1726, em um desentendimento com o Cavaleiro Rohan, foi novamente preso. Depois de cinco meses, foi exilado na Inglaterra onde permaneceu até 1729.

    Ideias de Voltaire

    Na Inglaterra, Voltaire tomou contato com as ideias de John Locke e influenciado pelo regime de governo parlamentar, instituído após a Revolução Gloriosa de 1688, passou a defender a ideia de que a tolerância religiosa e a monarquia constitucional inglesa deveriam ser adotadas por todas as nações europeias.

    Voltaire condenava o Absolutismo, porém defendia a necessidade de uma Monarquia centralizada em que os reis, assessorados pelos filósofos fossem capazes de fazer reformas de acordo com o interesse da sociedade. Embora afirmasse que “todo homem tem o direito de acreditar ser igual aos outros homens”, Voltaire tinha verdadeiro desprezo pelo povo.

    Voltaire foi atuante propagandista das idéias liberais, defendendo o direito dos indivíduos à liberdade política e de expressão. Criticava a Igreja, mas não era ateu e sim deísta – acreditava que Deus estava presente na natureza e, como nela se encontra o homem, Deus estava presente também no homem, que pode descobri-lo por meio da razão, dizendo que ela guia o homem para a sabedoria.

    Últimos Anos

    Em 1744, voltou para Paris e, dois anos mais tarde, foi eleito para a Academia Francesa e introduzido por Madame Pompadour na corte. Então, em 1749, com a morte da marquesa, e com a perda de prestígio na corte, aceitou o convite de Frederico II o Grande, da Prússia, para viver na corte de Potsdam. Em 1753, depois de se desentender com o rei, retirou-se para uma casa perto de Genebra. Em 1778, viajou para Paris, quando veio a falecer.

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    Nascimento: 21 de novembro de 1694, Paris, França

    Falecimento: 30 de maio de 1778, Paris, França

    Foz em Destaque – 22 de Fevereiro

  • Reflexão Diária: 21 de Fevereiro

    Pensamento do dia 21 de Fevereiro de 2023

     “O sonho é que leva a gente para a frente. Se a gente for seguir a razão, fica aquietado, acomodado.”

    Ariano Suassuna

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    Ariano Suassuna foi um escritor brasileiro. “O Auto da Compadecida”, sua obra-prima, foi adaptada para a televisão e para o cinema. Sua obra reúne, além da capacidade imaginativa, seus conhecimentos sobre o folclore nordestino.

    Foi poeta, romancista, ensaísta, dramaturgo, professor e advogado. Em 1989, foi eleito para a cadeira n.º 32 da Academia Brasileira de Letras. Em 1993, foi eleito para a cadeira n.º 18 da Academia Pernambucana de Letras e em 2000, com efeito, ocupou a cadeira n.º 35 da Academia Paraibana de Letras.

    Durante a Revolução de 1930, seu pai, ex-governador da Paraíba e então deputado federal, foi assassinado por motivos políticos, no Rio de Janeiro. Em 1933, a família muda-se para Taperoá, no sertão da Paraíba, onde Ariano iniciou seus estudos primários. Desde que teve os primeiros contatos com a cultura regional assistindo as apresentações de mamulengos e os desafios de viola.

    O Auto da Compadecida

    Em 1955, Ariano escreve a peça O Auto da Compadecida que se enquadra na tradição medieval dos Milagres de Nossa Senhora, ao mesmo tempo em que numa história mais ou menos profana, o herói em dificuldades apela para Nossa Senhora. Em estilo simples, contudo, o humor e a sátira une-se num tom caricatural, porém com sentido moralizante.

    Ariano traz uma visão cristã sem se aprofundar em discussões teológicas, no entanto, denuncia o preconceito, a corrupção e a hipocrisia. No dia 11 de setembro de 1956 estreou a peça no Teatro Santa Isabel. No ano seguinte, enfim, a peça é levada para o Rio de Janeiro e apresentada no 1.º Festival de Amadores Nacionais.

    Academia Brasileira de Letras

    Ariano Suassuna, em suma, escreveu 15 livros entre romances e poesias e 18 peças de teatro. Não apenas, suas obras A Mulher Vestida de Sol, Romance d’A Pedra do Reino e O Auto da Compadecida, foram transformadas em séries e filmes. Então, em 1989, Ariano foi eleito para a Academia Brasileira de Letras. Em 1990 assumiu a cadeira nº. 32.

    Últimos Anos

    Assim, em 2007, Ariano Suassuna assumiu a Secretaria Especial de Cultura do Estado de Pernambuco, convidado por Eduardo Campos. No segundo mandato do governador, Ariano passou a integrar a Assessoria Especial do governo do Estado.

    Além de dar aulas-espetáculo, Ariano vinha trabalhando na obra “O Jumento Sedutor”, que começou a escrever em 1981. Também fazia as ilustrações do livro e dizia que estava tentando pela primeira vez, fundir seu romance com teatro e poesia. 

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    Nascimento: 16 de junho de 1927, João Pessoa, Paraíba

    Falecimento: 23 de julho de 2014, Recife, Pernambuco

    Foz em Destaque – 21 de Fevereiro

  • Reflexão Diária: 20 de Fevereiro

    Pensamento do dia 20 de Fevereiro de 2023

    “A raça humana exagera em tudo: seus heróis, seus inimigos, sua importância.” 

    Charles Bukowski

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    Charles Bukowski foi um escritor alemão, que viveu e morreu nos Estados Unidos. Poeta, contista, romancista e novelista, bem como considerado o último “escritor maldito” da literatura norte-americana.

    Filho de um soldado norte-americano e de uma jovem alemã, que fugindo da crise instalada na Alemanha depois da Primeira Guerra Mundial, portanto, se mudam para os Estados Unidos, quando Charles tinha três anos. Com 15 anos de idade começou a escrever suas primeiras poesias. Instalados em Baltimore, afinal, mais tarde vão morar no subúrbio de Los Angeles. Em 1939 ingressou no curso de Literatura na Los Angeles City College, se bem que permaneceu durante dois anos.

    Com 24 anos Charles Bukowski escreveu seu primeiro conto, afinal, “Aftermath of a Length of a Rejectio Slip”, que foi publicado na Story Magazine. Dois anos mais tarde, contudo, publica “20 Tanks From Kasseidown”. Depois de escrever durante uma década, se desilude com o processo de publicação de seu trabalho e, inesperadamente, resolve viajar pelos Estados Unidos fazendo trabalhos temporários e morando em pensões baratas.

    Charles Bukowski deixou uma vasta obra marcada por seu humor ferino e seu estilo obsceno, similarmente, sendo comparado com Henry Miller, Louis-Ferdinand e Ernest Hemingway. Assim como, sua forma descuidada com a escrita, onde predominam personagens marginais, como prostitutas, corrida de cavalos, pessoas miseráveis etc. 

    Dessa forma, foi visto como um ícone da decadência norte-americana e da representação niilista característica presente após a Segunda Guerra Mundial. Publicou: “Notas de Um Velho Safado”, “Crônicas de Um Amor Louco”, “Ao Sul de Lugar Nenhum” e “O Amor é Um Cão dos Diabos”, entre outros.

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    Nascimento: 16 de agosto de 1920, Andernach, Alemanha

    Falecimento: 9 de março de 1994, San Pedro Peninsula Hospital

    Foz em Destaque – 20 de Fevereiro

  • Reflexão Diária: 19 de Fevereiro

    Pensamento do dia 19 de Fevereiro de 2023

    “O impossível só vira realidade se você estiver preparado quando a chance aparecer.”

    Oscar Schmidt

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    Mão Santa. Esse foi o apelido que Oscar Daniel Bezerra Schmidt, o maior nome do basquete masculino no Brasil, ganhou por seu talento e dedicação ao basquete brasileiro. Reverenciado até mesmo por mestres da NBA (National Basketball Association), Oscar começou sua história no Rio Grande do Norte, Natal, onde nasceu. Ainda pequeno, entretanto, mudou-se junto à família para Brasília, onde participou pela primeira vez de um jogo de basquete aos 13 anos. Com essa idade, o pequeno Oscar Schmidt já media 1,85m.  E recomendado por seu tio Alonso, treinou no Unidade Vizinhança, clube da cidade. Naquele momento, afinal, Oscar dava seus primeiros passos em direção a uma carreira de grande sucesso. Ademais, foi treinado por Zezão.

    Oscar Schmidt: o jogador

    Em 84, Oscar Schmidt participou novamente das Olimpíadas pelo Brasil, desta vez em Los Angeles. Apesar de um bom desempenho do atleta, que marcou o mesmo número de pontos contabilizados em Moscou, a seleção brasileira ficou em nono lugar. Todavia, sua atuação fez com que o New Jersey Nets, da NBA, se interessasse pelo atleta. Caso fosse contratado, Oscar não poderia mais jogar pela seleção nacional, então continuou jogando na Itália.

    Em 85 Oscar Schmidt venceu o Pan-Americano nos Estados Unidos. Na ocasião, no entanto, o Brasil venceu os EUA pelo placar de 120 x 115 com uma atuação histórica do atleta e da seleção. Três anos depois, nas Olimpíadas de Seul, Oscar sagra-se cestinha do torneio, mas o Brasil ficou novamente em quinto lugar.

    A carreira de Oscar Schmidt continuou deslanchando fora do Brasil com o atleta quebrando recordes e ganhando diversos títulos. Porém, em 95, o jogador voltou a atuar em seu país de origem ao ser contratado por uma equipe de São Paulo, na qual conquistou o oitavo título nacional de sua carreira. Um ano depois, Oscar deixou o campeonato paulista para jogar no Rio de Janeiro. Contratado pelo Flamengo e virou um ídolo do clube das massas.

    Após algum tempo, descontente com a administração do basquete no Brasil, Oscar junta-se a outros grandes ícones do esporte como Magic Paula e Hortência para criar a NLB – Nossa Liga de Basquetebol. Desta forma, organizaram uma competição nacional com estatuto, sede e juízes próprios. Aos 55 anos, Oscar Schmidt foi diagnosticado com um tumor no cérebro e, desde então, luta contra a doença.

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    Nascimento: 16 de fevereiro de 1958 (idade 64 anos), Natal, Rio Grande do Norte

    Foz em Destaque – 19 de Fevereiro

  • Reflexão Diária: 18 de Fevereiro

    Pensamento do dia 18 de Fevereiro de 2023

    Reflexão Diária 18 de Fevereiro

    “O homem é a medida de todas as coisas.”

    Protágoras

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    Protágoras (481-411 a. C.) foi um filósofo grego, um dos mais famosos Sofistas – filósofos que concentravam suas atenções na questão moral e política. É o autor da frase, “O homem é a medida de todas as coisas”.

    Protágoras nasceu em Abdera, na Grécia, por volta do ano 481 a. C. Embora nessa época, estudado como Período Clássico – século V a. C. e IV a. C., a civilização grega foi marcada por violentas lutas dos gregos contra os povos invasores (persas) e também entre si. Apesar disso, no século V a. C. foi considerado o apogeu da antiga civilização grega.

    A filosofia, que surgiu no Período Arcaico da história grega com a chamada Escola de Mileto, da qual destacaram-se Tales, Anaxímenes e Anaximandro, atravessou várias outras escolas, onde os filósofos buscavam uma explicação para o mundo e para a vida.

    No século V a. C. surgiram os Sofistas, pensadores dedicados à crítica das tradições do Estado, da religião e dos privilégios e defensores da democracia. Os Sofistas tiveram um papel político extremamente importante, pois sua ação era no sentido de popularizar a cultura e levar ao povo as discussões científicas e filosóficas.

    Protágoras não acreditava em verdades absolutas, em sua opinião, havia visões diferentes sobre o mundo e as coisas que estavam em contínua transformação. Era materialista, ou seja, procurava explicar a realidade concreta e sensível, distinguindo natureza e sociedade.Para ele, era possível criarmos argumentos tanto a favor como contra a existência dos deuses. Acusado de ateu, teve seus livros queimados em praça pública. Banido de Atenas e morreu logo depois em um naufrágio quando fugia para Sicília.

    Nascimento:  Abdera, Grécia

    Falecimento: Mileto, Turquia

    Foz em Destaque – 18 de Fevereiro

  • Reflexão Diária: 17 de Fevereiro

    Pensamento do dia 17 de Fevereiro de 2023

    “Não sou louco! Minha realidade é apenas diferente da sua.” 

    Gato Cheshire

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    O Gato de Cheshire, Gato Risonho, Gato Listrado ou Gato Que Ri é um gato fictício famoso através do livro Alice no País das Maravilhas de Lewis Carroll. A personagem caracteriza-se, principalmente, pelo seu sorriso pronunciado. Embora mais celebrado relacionando-se a Alice no País das Maravilhas, o Gato de Cheshire antecede o romance de 1865 e transcende o contexto da literatura. Evidencia-se também na cultura popular e na mídia – da propaganda política à televisão – , sendo alvo de diversos estudos. Uma das suas características mais distintas é que, de tempos em tempos, o seu corpo desaparece, com a última parte visível sendo o seu icónico sorriso.

    A expressão foi finalmente explicada amalgamada com a outra frase “grinning like a cat that got the [split] cream”. Ou seja, “sorrindo como um gato que tem o creme derramado”). Que se poderia referir a qualquer outra região, embora Cheshire tenha sido o principal produtor de leite, queijo e creme por séculos – com o status político privilegiado único de Cheshire. Mesmo que qualquer uma dessas teorias teriam sido algo que a justificasse bem.

    O nome Pusey sugerido por Alice, chamado ao gato “Cheshire Puss” (por outras palavras, “Gatinho/Bichano de Cheshire”). Pusey era uma autoridade dos Pais da Igreja. Embora, na época de Carroll, Pusey era conhecido, após a Sucessão Apostólica, como a Catenária Patrística (ou Patristic Catenary).

    Como matemático, Carrol estaria bem familiarizado com um outro significado da palavra “catenária“. Curva plana que representa uma curva formada pelo peso de um fio flexível suspenso em duas extremidades. O que sugere a forma do sorriso do Gato de Cheshire

    Foz em Destaque – 17 de Fevereiro

  • Reflexão Diária: 16 de Fevereiro

    Pensamento do dia 16 de Fevereiro de 2023

    Reflexão Diária: 16 de Fevereiro.

    “O Jornalismo é oposição. O resto é armazém de secos e molhados.”

    Millôr Fernandes

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    Millôr Fernandes foi um desenhista, humorista, tradutor, escritor e dramaturgo brasileiro. Era um artista com múltiplas funções. Assim, escreveu colunas de humor para as revistas O Cruzeiro e Veja, para o tablóide O Pasquim, e para o Jornal do Brasil.

    Millôr Viola Fernandes nasceu no bairro do Méier, no Rio de Janeiro, no dia 16 de agosto de 1923. Era filho do engenheiro Francisco Fernandes, um imigrante espanhol, e de Maria Viola Fernandes. Deveria ter se chamado Milton, mas a caligrafia do tabelião o fez Millôr.

    Ficou órfão de pai quando tinha 2 anos de idade. Entretanto, passou a infância ao lado da mãe e dos irmãos, Hélio, Judith e Ruth, época em que enfrentavam dificuldades financeiras.

    Aos 12 anos, perdeu a mãe e os irmãos se separaram. Millôr foi morar na casa de um tio materno. Além disso, tinha habilidades para o desenho e leitor de histórias em quadrinho, copiava quadro por quadro com perfeição.

    Veja e Pasquim

    Então, em 1968, Millôr passou a publicar seu trabalho na revista Veja. Nesse mesmo ano, ajudou a criar “O Pasquim”, um tabloide que fustigava a ditadura militar e que, na opinião de Millôr, “se fosse independente não duraria 100 dias e se durar 100 dias não é independente”. O jornal durou 8 173 dias.

    Millôr insistiu em fazer propaganda política para Brizola, então candidato ao governo do Rio de Janeiro, na sua seção da Veja, foi então demitido em 1982. Porém, voltou a escrever para a revista em 2004, permanecendo até 2009.

    Em 1970, os responsáveis pela editoria e fechamento do Pasquim foram presos, entre eles, Ziraldo, Fortuna, Sérgio Cabral e Paulo Francis, que permaneceram dois meses na cadeia.

    Em 1971, Millôr assumiu a presidência do Pasquim, que estava submetido à censura prévia. A liberação do tabloide só veio em 1975.

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    Nascimento: 16 de agosto de 1923, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro

    Falecimento: 27 de março de 2012, Ipanema, Rio de Janeiro

    Foz em Destaque – 16 de Fevereiro

  • Reflexão Diária: 14 de Fevereiro

    Pensamento do dia 14 de Fevereiro de 2023

    “O amor é como o vento, não pode ser visto, apenas sentido.”

    Nicholas Sparks

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    Nicholas Sparks é um escritor norte-americano que obteve grande sucesso literário com os romances, “Diário de Uma Paixão”, “Querido John”, “A Última Música”, “Um Porto Seguro”, entre outros, aliás, muitos deles adaptados para o cinema.

    Seu grande sonho era ser um atleta, mas sofreu um grave acidente que acabou por mudar seus planos. Trabalhou durante um tempo como delegado de informações médicas. Nessa época, escreveu seu primeiro livro “The Notebook” (1996), até que a agente literária Thereza Park mediou a publicação e vendeu os direitos para a Warner Books. A obra entrou para a lista dos livros mais vendidos, durante 56 semanas.

    Nicholas Sparks tornou- se um renomado escritor de livros românticos, e segundo ele, seus livros fazem sucesso porque explora o sentimento mais universal, a paixão. Católico praticante, mas, bem diluído em suas tramas, há um vago substrato espiritual.

    O escritor, casado e pai de cinco filhos, escreve, em média, um livro por ano. Vive na pequena cidade de New Bern, no estado americano da Carolina do Norte. Alguns nomes de protagonistas de seus livros são uma homenagem a seus filhos, como “Landon”, em “Um Amor Para Recordar” (1999), “Miles”, em “Uma Curva na Estrada” (2001) e “Savannah”, em “Querido John” (2006).

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    Nascimento: 31 de dezembro de 1965 (idade 57 anos), Omaha, Nebraska, EUA

    Foz em Destaque – 14 de Fevereiro

  • Reflexão Diária: 13 de Fevereiro

    Pensamento do dia 13 de Fevereiro de 2023

    Reflexão Diária: 13 de Fevereiro

     “O dia de amanhã ninguém usou. Pode ser seu.”

    Pagano Sobrinho

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    Pagano Sobrinho, nome artístico de Fioravante Pagano Sobrinho foi um ator, radialista, apresentador e humorista brasileiro. Descendente de uma típica família italiana. Pagano Sobrinho nasceu em 1910 na capital paulista, e desde pequeno, sem dúvida, já mostrava que o seu senso de humor era muito refinado.

    Em suma, tudo começou no rádio, na década de 1950, quando ele criou um programa de humor que recebeu o nome de “As Paganadas”. E assim, rapidamente fez sucesso pelo seu humor hilário e por frases inusitadas e muito engraçadas.

    O sucesso também no cinema o levou para a televisão na segunda metade da década de 1960. Onde, na TV Record, participou da “Praça da Alegria” e do “Show do Dia Sete”. Na Praça, conduzida por Manuel da Nóbrega, ele criou um personagem que ficou na história do programa, o tradutor de Lady Grace Benedita, que era vivido então pela saudosa humorista Maria Tereza.

    Mas o maior sucesso de Pagano na TV, entretanto, foi o irreverente programa de calouros e de humor malicioso, “É Proibido Colar Cartazes”. Posto que ele apresentou por alguns anos na TV Record e que ocupava o horário nobre das segundas-feiras.

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    Nascimento: 1910, São Paulo, São Paulo

    Falecimento: 24 de outubro de 1972, São Paulo, São Paulo

    Foz em Destaque – 13 de Fevereiro