“É difícil esperar por algo que talvez nunca aconteça.”
Sam Winchester
Traduzido do inglês-Samuel “Sam” Winchester é um personagem fictício e um dos dois protagonistas da série de televisão dramática americana Supernatural, juntamente com seu irmão mais velho, Dean. Ele é retratado principalmente por Jared Padalecki. (Criado em 02/05/1983)
Foi influenciado pela cultura japonesa, principalmente pela poesia curta e objetiva dos haicais de Matsuo Bashō, autor sobre o qual Leminski escreveu uma biografia.[5]
Além da influência japonesa em sua poesia, Leminski também era faixa preta de judô.[5]
“Para criar inimigos não é necessário declarar guerra, basta dizer o que pensa.”
Martin Luther King
Pastor batista e ativista político estadunidense que se tornou a figura mais proeminente e líder do movimento dos direitos civis nos Estados Unidos
Martin Luther King
Martin Luther King Jr. (1929-1968) foi um ativista norte-americano, lutou contra a discriminação racial e tornou-se um dos mais importantes líderes dos movimentos pelos direitos civis dos negros nos Estados Unidos. Recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 1964.
Martin Luther King nasceu em Atlanta, Geórgia, Estados Unidos, no dia 15 de janeiro de 1929. Filho e neto de pastores da Igreja Batista, resolveu seguir pelo mesmo caminho.
Em 1951 formou-se em Teologia na Universidade de Boston. Convertido em pastor, em 1954, Martin Luther King assumiu a função de pastor em uma igreja na cidade de Montgomery, no Alabama.
“O segredo é rodear-se de pessoas que te façam sorrir o coração. É então, só então, que estarás no País das Maravilhas.”
Chapeleiro Maluco
Personagem criado pelo escritor Lewis Carrol para o livro Alice no País das Maravilhas
Chapeleiro Maluco
Chapeleiro Louco, muitas vezes chamado por Chapeleiro Maluco ou apenas como Chapeleiro (em inglês: Mad Hatter), é o personagem criado pelo escritorLewis Carrol para o livro Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland).
Ele é geralmente retratado como um homem baixo, com uma cartola grande e uma carta na faixa que o envolve, estando sempre acompanhado da Lebre de Março, um coelho falante.
O Chapeleiro surge numa parte em que ele e a Lebre convidam Alice para beber chá.
O nome “Chapeleiro Maluco” foi baseado na frase “Maluco por ser um chapeleiro”, por isso a tradução mais adequada deveria ser “Chapeleiro Maluco” em vez de “Chapeleiro Louco”. Há certas incertezas quanto a origem. Antigamente, Mercúrio era utilizado no processo de confecção de alguns chapéus, não sendo possível evitar a inalação desses vapores. Chapeleiros frequentemente sofriam de intoxicação, causando problemas neurológicos, incluindo desordem na fala e visão distorcida; Não era incomum aos chapeleiros aparentarem perturbados e mentalmente confusos; muitos morriam cedo como resultado desta grave intoxicação.
“Eu poderia facilmente perdoar seu orgulho, se ele não tivesse mortificado o meu.”
Orgulho e Preconceito – Jane Austen
Livro mais famoso da escritora britânica Jane Austen que possui uma série de personagens inesquecíveis e um enredo memorável, publicado pela primeira vez em 1813
Jane Austen
Jane Austen (Steventon, Inglaterra, 16 de dezembro de 1775 — Winchester, Inglaterra, 18 de julho de 1817) foi uma escritorainglesa. A ironia que utilizou para descrever as personagens dos seus romances coloca-a entre os clássicos, haja vista, a sua aceitação, inclusive na atualidade, sendo constantemente objeto de estudo acadêmico, alcançando um público bastante amplo.[1][2]
Nascida em Steventon, Hampshire, de uma família pertencente à nobreza agrária, sua situação e ambiente serviram de contexto para todas as suas obras, cujo tema gira em torno do casamento da protagonista. A inocência das obras de Austen é apenas aparente, e pode ser interpretada de várias maneiras.
“Aconteça o que acontecer, os dias ruins passam, assim como todos os outros.”
William Shakespeare – Poeta, dramaturgo e ator inglês, tido como o maior escritor do idioma inglês e considerado por muitos o maior dramaturgo da história (1564-1616)
É chamado frequentemente de poeta nacional da Inglaterra e de “Bardo do Avon” (ou simplesmente The Bard, “O Bardo”).
De suas obras, incluindo aquelas em colaboração, restaram até os dias de hoje 38 peças,[b] 154 sonetos, dois longos poemas narrativos, e mais alguns versos esparsos, cujas autorias, no entanto, são ainda disputadas.
Suas peças foram traduzidas para todas as principais línguas modernas e são mais encenadas que as de qualquer outro dramaturgo.[8]
Muitos de seus textos e temas permanecem vivos até os nossos dias, sendo revisitados com frequência, especialmente no teatro, na televisão, no cinema e na literatura.
“Nunca estrague o seu presente por um passado que não tem futuro.”
Dalai Lama – O 14.º Dalai Lama, conhecido como Gyalwa Rinpoche entre o povo tibetano, é o atual Dalai Lama, o mais alto líder espiritual e ex-chefe de Estado do Tibete
Dalai-lama é o título de uma linhagem de líderes religiosos da escola Gelug do budismo tibetano. Em se tratando de um monge e lama, é reconhecido por todas as escolas do budismo tibetano.[1][2] Os dalai-lamas foram os líderes políticos do Tibete entre os século XVII até 1959, residindo em Lhasa.
Dalai, em mongol, significa ‘oceano’, e lama é a palavra tibetana para ‘mestre’, ‘guru’, e várias vezes referido como “Oceano de Sabedoria”, um título dado pelo regime mongoliano a Altan Khan (1507–1582) e agora aplicado a cada encarnação da sua linhagem. Os dalai-lamas são mostrados como sendo a manifestação de Avalokiteshvara, o Bodhisattva da compaixão, cujo nome, em tibetano, é Chenrezig. Após a morte de um dalai-lama, é iniciada uma pesquisa pelos seus discípulos para descobrir o seu renascimento ou tulku.
Lama é um termo geral aplicado aos mestres budistas tibetanos. O atual dalai-lama é muitas vezes chamado de “Sua Santidade” por ocidentais, embora este pronome de tratamento não exista na língua tibetana — não se tratando, portanto, de uma tradução. Tibetanos podem referir-se a ele usando epítetos tais como Gyawa Rinpoche, que significa “grande protetor”, ou Yeshe Norbu, a “grande joia”.
Abraham Lincoln – Político norte-americano, o 16° presidente dos Estados Unidos, conduziu o país durante os anos da Guerra Civil Americana e aboliu a escravidão em seu território
Criado em uma família carente na fronteira oeste, Lincoln foi autodidata, tornou-se advogado, líder do Partido Whig, deputado estadual de Illinois durante a década de 1830 e membro da Câmara dos Representantes por um mandato durante a década de 1840. Após uma série de debates em 1858, que repercutiu em todo o país mostrando a sua oposição à escravidão, Lincoln perdeu uma disputa para o Senado para seu arquirrival, Stephen A. Douglas. Lincoln, um moderado de um swing state (estado decisivo), garantiu a nomeação para a candidatura presidencial de 1860 pelo Partido Republicano. Com quase nenhum apoio do Sul, ele percorreu o Norte e foi eleito presidente. Sua eleição fez com que sete estados escravistas do sul declarassem sua secessão da União e formassem os Estados Confederados da América.
A ruptura com os sulistas fez com que o partido de Lincoln obtivesse amplo controle do Congresso, mas nenhuma ação ou reconciliação foi feita. Em seu segundo discurso de posse, ele explicou que “ambas as partes desprezavam a guerra, mas uma delas faria guerra ao invés de permitir a sobrevivência da nação e a outra aceitaria a guerra ao invés de deixar esta perecer, e veio a guerra”.
Durante a Segunda Guerra Mundial, Saint-Exupéry foi exilado para a América do Norte. Em meio a turbulências pessoais e sua saúde falhando, ele produziu quase metade das obras no qual ele seria lembrado, incluindo o conto de solidão, amizade, amor e perda, em forma de um jovem príncipe que caiu na Terra. Um livro de memórias feita pelo autor que recontava suas experiências de aviação no deserto do Saara, e é pensado que ele usou estas experiências como base para o livro Le Petit Prince.
Em abril de 1943, Saint-Exupéry deixou os Estados Unidos para combater as tropas nazis, deu o manuscrito à sua companheira, a jornalista Sylvia Hamilton, que o vendeu à Morgan Library & Museum de Nova Iorque 25 anos depois.
Se trata de uma das obras literárias mais traduzidas no mundo, tendo sido publicado em mais de 220 idiomas e dialetos.[3][4][5][6] O autor do livro foi também autor das ilustrações originais.[7] Em Portugal, O Principezinho integra o conjunto de obras sugeridas para leitura integral, na disciplina de Língua Portuguesa, no 2º Ciclo do Ensino Básico e também foi traduzido para o Mirandês, com o título de “L Princepico“.
Rogers começou sua carreira como artista de vaudeville. Sua atuação nas cordas levou ao sucesso em Ziegfeld Follies, que por sua vez levou ao primeiro de seus muitos contratos cinematográficos. Sua coluna no jornal sindicalizado da década de 1920 e suas aparições no rádio aumentaram sua visibilidade e popularidade. Rogers fez uma cruzada pela expansão da aviação e forneceu aos americanos relatos em primeira mão de suas viagens pelo mundo. Suas anedotas terrenas e estilo folclórico permitiram que ele zombasse de gângsteres, da proibição, de políticos, de programas governamentais e de uma série de outros tópicos controversos de uma forma que obteve aclamação geral do público nacional, sem que ninguém se ofenda.[5] Seus aforismos, formulados em termos humorísticos, foram amplamente citados: “Não sou membro de um partido político organizado. Sou um democrata”.