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  • Reflexão 24 de Julho 2024

    Reflexão 24 de Julho 2024


    “O ir faz o caminho.”

    C.S. Lewis (1898-1963) Professor universitário, escritor, romancista, poeta, crítico literário, ensaísta e teólogo anglicano irlandês.

    "O ir faz o caminho."

C.S. Lewis (1898-1963) Professor universitário, escritor, romancista, poeta, crítico literário, ensaísta e teólogo anglicano irlandês.

Reflexão 24 de Julho 2024 Foz em Destaque


    "O ir faz o caminho."

C.S. Lewis (1898-1963) Professor universitário, escritor, romancista, poeta, crítico literário, ensaísta e teólogo anglicano irlandês.

Reflexão 24 de Julho 2024 Foz em Destaque

    Clive Staples Lewis, comumente referido como C. S. Lewis (Belfast, 29 de novembro de 1898Oxford, 22 de novembro de 1963), foi um professor universitário, escritor, romancista, poeta, crítico literário, ensaísta e teólogo anglicano irlandês

    Durante sua carreira acadêmica, foi professor e membro do Magdalen College, tanto da Universidade de Oxford como da Universidade de Cambridge

    Ele é mais conhecido por seus trabalhos envolvendo a apologia cristã, incluindo as obras 

    O Problema do Sofrimento (1940), Milagres (1947) e Cristianismo Puro e Simples (1952), e a ficção e a fantasia, sendo as obras As Crônicas de Nárnia (1950-56), Cartas de um diabo ao seu aprendiz (1942) e Trilogia Espacial (1938-45), exemplos de sua produção literária voltadas para esses temas. 

    Foi também um estudioso da literatura medieval e renascentista, tendo produzido alguns dos mais renomados trabalhos acadêmicos envolvendo esses temas no século XX.

    Em vida, foi grande amigo do também professor universitário e escritor britânico J. R. R. Tolkien (1892-1973) autor de O Senhor dos Anéis.

    Juntos, os dois serviram como membros do corpo docente da Faculdade de Língua Inglesa da Universidade de Oxford e lideraram o grupo informal de discussão e colaboração literária The Inklings

    Apesar de ter sido criado ao longo da infância dentro das tradições da Igreja da Irlanda, se tornou um ateu convicto na altura de sua adolescência, seguindo essa linha de convicção pessoal até o início de sua idade adulta, quando, por intermédio de Tolkien, voltou a professar a fé cristã, tornando-se um árduo apologeta do cristianismo até o fim de sua vida.

    Wikipédia


    Reflexão 24 de Julho 2024

    Criação & Artes: Ana Carvalho.

    Pesquisa & Entrega: Victor Hugo

    Foz em Destaque “Sua Vida mais divertida”

  • Reflexão 25 de Julho 2024

    Reflexão 25 de Julho 2024


    “Sou sempre eu mesma, mas nunca a mesma para sempre…” 

    Clarice Lispector Escritora e jornalista brasileira nascida na Ucrânia. Autora de romances, contos e ensaios, considerada uma das escritoras brasileiras mais importantes do século XX


    Clarice Lispector, nascida Chaya Pinkhasivna Lispector (ucraniano: Хая Пінкасiвна Ліспектор;[1] Chechelnyk, 10 de dezembro de 1920Rio de Janeiro, 9 de dezembro de 1977),[2] foi uma escritora e jornalista brasileira nascida na Ucrânia.[3] Autora de romances, contos e ensaios, é considerada uma das escritoras brasileiras mais importantes do século XX.[4][5] Sua obra está repleta de cenas cotidianas simples e tramas psicológicas, reputando-se como uma de suas principais características a epifania de personagens comuns em momentos do cotidiano. Quanto às suas identidades nacional e regional, declarava-se brasileira e pernambucana.[6][7]

    Nasceu em uma família judaica russa que perdeu suas rendas com a Guerra Civil Russa e se viu obrigada a emigrar em decorrência da perseguição a judeus, à época, a qual resultou em diversos extermínios em massa. A futura escritora chegou ao Brasil, ainda pequena, em 1922, com seus pais e duas irmãs.[nota 1] Clarice dizia não ter nenhuma ligação com a Ucrânia – “Naquela terra eu literalmente nunca pisei: fui carregada de colo” – e que sua verdadeira pátria era o Brasil. Inicialmente, a família passou um breve período em Maceió, até se mudar para o Recife,[8] onde Clarice cresceu e onde, aos oito anos, perdeu a mãe.[9][10] Aos quatorze anos de idade transferiu-se com o pai e as irmãs para o Rio de Janeiro, na Tijuca, na Rua Mariz e Barros, 241, [11] local em que a família se estabilizou e onde o seu pai viria a falecer, em 1940.[12]

    Fonte


    Reflexão 25 de Julho 2024

    Criação & Artes: Ana Carvalho.

    Pesquisa & Entrega: Victor Hugo

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  • Reflexão 26 de Julho 2024

    Reflexão 26 de Julho 2024


    “Não são os anos, querida… é a quilometragem!

    Indiana Jones – Personagem fictício da série de filmes Indiana Jones, criado por George Lucas e Steven Spielberg, e vivido por Harrison Ford.

    Indiana Jones


    Henry Jones Júnior, ou simplesmente Indiana Jones, é um personagem fictício da série de filmes Indiana Jones, criado por George Lucas e Steven Spielberg, em homenagem aos heróis de séries/filmes de ação da década de 1930, com primeira aparição em 1981 em Indiana Jones e Os Caçadores da Arca Perdida, dirigido por Steven Spielberg e vivido por Harrison Ford. O personagem também aparece em séries de televisão.

    O personagem se distingue pela sua aparência (chicote, chapéu, mochila e jaqueta de couro), senso de humor, conhecimento profundo de muitas civilizações e línguas antigas e medo de cobras.

    Desde sua primeira aparição em 1981, Indiana Jones se tornou um dos personagens mais famosos do cinema. Em 2003, o American Film Institute classificou-o o segundo maior herói de filme de todos os tempos.[1] Ele também foi nomeado o 6º maior personagem do cinema pela revista

    Empire.[2]Entertainment Weekly classificou Indy em segundo lugar na sua lista de heróis na cultura pop.[3] Premiere revista também colocou Indy no número 7 em sua lista dos 100 melhores personagens de filmes de todos os tempos.[4]

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    Reflexão 26 de Julho 2024

    Criação & Artes: Ana Carvalho.

    Pesquisa & Entrega: Victor Hugo

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  • Reflexão 27 de Julho 2024

    Reflexão 27 de Julho 2024


    “É possível encontrar a felicidade mesmo nas horas mais sombrias. Se a pessoa se lembrar de acender a luz.” 

    Alvo Dumbledore – Personagem fictício da série Harry Potter, de J. K. Rowling. Durante a maior parte da série, ele é o diretor da escola de magia Hogwarts.


    O Prof. Albus Percival Wulfric Brian Dumbledore[1] (ou simplesmente Albus Dumbledore – no Brasil: Alvo Percival Wulfrico Brian Dumbledore ou simplesmente Alvo Dumbledore) é um personagem fictício da série Harry Potter, de J. K. Rowling. Durante a maior parte da série, ele é o diretor da escola de magia Hogwarts. Como parte de sua história, é revelado que ele é o fundador e líder da Ordem da Fênix, uma organização dedicada a combater Lord Voldemort, o principal antagonista da série.

    Dumbledore foi interpretado por Richard Harris nas adaptações cinematográficas de Harry Potter and the Philosopher’s Stone (2001) e Harry Potter and the Chamber of Secrets (2002). Após a morte de Harris em outubro de 2002, Michael Gambon interpretou Dumbledore nos seis filmes restantes de Harry Potter, de 2004 a 2011. Jude Law retratou Dumbledore como um homem de meia-idade nos filmes anteriores a Fantastic Beasts: The Crimes of Grindelwald (2018) e Fantastic Beasts: The Secrets of Dumbledore (2022).[2]

    Rowling declarou que escolheu o nome Dumbledore, que é uma palavra dialetal para “bumblebee” (um tipo de abelha, em inglês),[3] devido ao amor de Dumbledore pela música: ela o imaginou andando por aí “cantarolando muito para si mesmo”.[4]

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    Criação & Artes: Ana Carvalho.

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  • Reflexão 28 de Julho 2024

    Reflexão 28 de Julho 2024


    “Não é porque o céu está nublado que as estrelas morreram.” 

    Chico Buarque – Cantor, compositor, violonista, dramaturgo, escritor e ator brasileiro, considerado por muitos críticos o maior artista vivo da música brasileira

    Chico Buarque


    Chico Buarque

    Francisco Buarque de Hollanda OMC  • ComIH, mais conhecido como Chico Buarque (Rio de Janeiro, 19 de junho de 1944), é um cantor, compositor, violonista, dramaturgo, escritor e ator brasileiro. É considerado por muitos críticos o maior artista vivo da música brasileira.[1] Sua discografia conta com aproximadamente oitenta obras, entre elas discos-solo, em parceria com outros músicos e compactos.[2]

    Ganhou destaque como cantor a partir de 1966, quando lançou seu primeiro álbum, Chico Buarque de Hollanda, e venceu o Festival de Música Popular Brasileira com a música A Banda.[3][4] Autoexilou-se na Itália em 1969, devido à crescente repressão do regime militar do Brasil nos chamados “anos de chumbo“, tornando-se, ao retornar, em 1970, um dos artistas mais ativos na crítica política e na luta pela democratização no país. Em 1971, foi lançado Construção, tido pela crítica como um de seus melhores trabalhos, e em 1976, Meus Caros Amigos – ambos os discos figuram, por exemplo, na lista dos 100 maiores discos da música brasileira organizada pela revista Rolling Stone Brasil.

    Além da notabilidade como músico, desenvolveu ao longo dos anos uma carreira literária (escreveu seu primeiro conto aos 18 anos), sendo autor de peças teatrais e romances. Foi vencedor de três Prêmios Jabuti: o de melhor romance em 1992 com Estorvo e o de Livro do Ano, tanto pelo livro Budapeste, lançado em 2004, como por Leite Derramado, em 2010. Em 2019, foi distinguido com o Prémio Camões, o principal troféu literário da língua portuguesa, pelo conjunto da obra.[5]

    Neto de Cristóvão Buarque de Hollanda e filho de Sérgio Buarque de Hollanda e Maria Amélia Cesário Alvim, Chico é irmão das cantoras Miúcha, Ana de Hollanda e Cristina.[6] Foi casado por 33 anos (de 1966 a 1999) com a atriz Marieta Severo, com quem teve três filhas, Sílvia Buarque, Helena e Luísa.[7][8]

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    Criação & Artes: Ana Carvalho.

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  • Reflexão 29 de Julho 2024

    Reflexão 29 de Julho 2024


    "Ser chique é somar aparência com conteúdo."  Gloria Kalil - Jornalista, empresária e consultora de moda brasileira.
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    “Ser chique é somar aparência com conteúdo.” 

    Gloria Kalil – Jornalista, empresária e consultora de moda brasileira.

    (Nascida em 19 de outubro de 1943 (idade 80 anos), São Paulo, São Paulo.)


    "Ser chique é somar aparência com conteúdo."  Gloria Kalil - Jornalista, empresária e consultora de moda brasileira.
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    Glória Kalil Rodrigues Meyer, mais conhecida como Glória Kalil (São Paulo, 19 de outubro de 1943), é uma jornalista, empresária e consultora de moda brasileira.

    Carreira

    Sendo formada em Ciências Sociais, diretora de confecções como Fiorucci e Jeigikei, desde meados de 1995 dedica-se à consultoria de estilo e negócios ligados ao campo da moda e do comportamento. 

    Faz palestras e projetos especiais, como vídeos, planos de marketing para lojas de varejo e assessorias para indústrias e organizações institucionais como o Senac. 

    Colabora também com matérias de moda para a imprensa escrita, televisão e outras mídias.

    É autora dos livros Chic, Chic Homem – Manual de Moda e Estilo, Alô, Chics! e Chic[érrimo].

    Veja mais sobre…

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  • Reflexão 30 de Julho 2024

    Reflexão 30 de Julho 2024 Foz em Destaque


    “São seus defeitos que fazem de você uma pessoa única.” 

    A Bela e a Fera 

    Tradicional conto de fadas francês. Originalmente escrito por Gabrielle-Suzanne Barbot, e adaptado inúmeras vezes para diversas mídias. Incluindo a adaptação para live action do clássico de animação da Disney em 2017.

    Nota: Este artigo é sobre o conto de fadas. Para outros significados, veja La Belle et la Bête (desambiguação).

    "São seus defeitos que fazem de você uma pessoa única."  A Bela e a Fera
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    La Belle et la Bête

    A Bela e o Monstro (PT)

    A Bela e a Fera (BR)

    Autor(es)Gabrielle-Suzanne Barbot (1740)

    Madame Jeanne-Marie LePrince de Beaumont (versão de 1756)

    Idioma: Francês

    País: França

    Gênero: literatura infantil – conto de fada

    Localização espacial: fictício

    Lançamento 1740, em “La Jeune Ameriquaine et les Contes Marins”


    "São seus defeitos que fazem de você uma pessoa única."  A Bela e a Fera
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    La Belle et la Bête (bra: A Bela e a Fera; prt: A Bela e o Monstro) é um tradicional conto de fadas francês. 

    Originalmente escrito por Gabrielle-Suzanne Barbot, Dama de Villeneuve, em 1740, tornou-se mais conhecido em sua versão de 1756, por Jeanne-Marie LePrince de Beaumont, que resumiu e modificou a obra de Villeneuve. 

    Adaptado, filmado e encenado inúmeras vezes, o conto apresenta diversas versões diferentes do original que se adaptam a diferentes culturas e momentos sociais.

    Histórico


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  • Reflexão 31 de Julho 2024

    Reflexão 31 de Julho 2024


    “Os infelizes são ingratos; isso faz parte da infelicidade deles.” 

    Victor Hugo – Romancista, poeta, dramaturgo, ensaísta, artista, estadista e ativista pelos direitos humanos francês de grande atuação política em seu país. (1802-1885)

    Reflexão 31 de Julho 2024
"Os infelizes são ingratos; isso faz parte da infelicidade deles." 

Victor Hugo - Romancista, poeta, dramaturgo, ensaísta, artista, estadista e ativista pelos direitos humanos francês de grande atuação política em seu país. (1802-1885)


    "Os infelizes são ingratos; isso faz parte da infelicidade deles." 

Victor Hugo - Romancista, poeta, dramaturgo, ensaísta, artista, estadista e ativista pelos direitos humanos francês de grande atuação política em seu país. (1802-1885)
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    Victor-Marie Hugo (Besançon, 26 de fevereiro de 1802 – Paris, 22 de maio de 1885) foi um romancista, poeta, dramaturgo, ensaísta, artista, estadista e ativista pelos direitos humanos francês de grande atuação política em seu país. É autor de Les Misérables e de Notre-Dame de Paris, entre diversas outras obras clássicas de fama e renome mundial.

    Saiba mais no Wikipédia.


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  • Reflexão 01 de Agosto 2024

    Reflexão 01 de Agosto 2024


    “O machismo é o medo dos homens das mulheres sem medo.” 

    Eduardo Galeano
    Jornalista e escritor uruguaio. É autor de mais de 40 livros, suas obras transcendem gêneros ortodoxos, combinando ficção, jornalismo, análise política e história.

    "O machismo é o medo dos homens das mulheres sem medo." 

Eduardo Galeano
Jornalista e escritor uruguaio. É autor de mais de 40 livros, suas obras transcendem gêneros ortodoxos, combinando ficção, jornalismo, análise política e história.

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    "O machismo é o medo dos homens das mulheres sem medo." 

Eduardo Galeano
Jornalista e escritor uruguaio. É autor de mais de 40 livros, suas obras transcendem gêneros ortodoxos, combinando ficção, jornalismo, análise política e história.

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    Eduardo Hughes Galeano (Montevidéu, 3 de setembro de 1940 – Montevidéu, 13 de abril de 2015) foi um jornalista e escritor uruguaio.[1] É autor de mais de 40 livros, que já foram traduzidos em diversos idiomas. 

    Suas obras transcendem gêneros ortodoxos, combinando ficção, jornalismo, análise política e História. Galeano é considerado um dos principais expoentes do Antiamericanismo e Anticapitalismo na América Latina no Século XX.

    Biografia

    Galeano nasceu em 3 de setembro de 1940 em Montevidéu, primeiro dos três filhos de Eduardo Hughes Roosen e de Licia Esther Galeano Muñoz, uma família católica de classe média. 

    A família Hughes, paterna, era composta de descendentes da elite rural Uruguaia, embora já muito distante de suas glórias passadas, vivendo como trabalhadores urbanos. 

    Na infância, Galeano tinha como certo que se tornaria padre, devido a importância da fé católica em sua vida. 

    Todavia, perdeu a religiosidade aos treze anos de idade, quando afirmou ter perdido Deus. 

    O sonho de se tornar um jogador de futebol; esse desejo é retratado em algumas de suas obras, como O futebol ao sol e à sombra (1995). 

    Na adolescência, Galeano trabalhou em empregos nada usuais, como pintor de letreiros, mensageiro, datilógrafo e caixa de banco. Aos 14, vendeu sua primeira charge política para o jornal El Sol, do Partido Socialista.

    Galeano iniciou sua carreira jornalística no início da década de 1960 como editor do Marcha, influente jornal semanal que tinha como colaboradores Mario Vargas Llosa e Mario Benedetti. 

    Foi também editor do diário Época e editor-chefe do jornal universitário por dois anos.

    Já em 1971 escreveu sua obra-prima As Veias Abertas da América Latina.

    Em 1973, com o golpe militar do Uruguai, Galeano foi preso e mais tarde seu nome foi colocado na lista dos esquadrões da morte e, temendo por sua vida, exilou-se na Espanha, onde deu início à trilogia Memória do Fogo. 

    Em 1985, com a redemocratização de seu país, Galeano retornou a Montevidéu, onde viveu até sua morte, em 2015.

    No princípios de 2007 Galeano caiu seriamente doente, mas recuperou-se, após uma bem-sucedida cirurgia em Montevidéu.

    Galeano foi internado dia 10 de abril e morreu próximo das 9h em 13 de abril de 2015, em Montevidéu, de câncer no mediastino, após o tumor provocar metástase. 

    Wikipédia


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  • Reflexão 13 de Junho 2024

    Reflexão 13 de Junho 2024


    “De hoje em diante, todo dia vai ser o dia mais importante.” 

    Renato Russo – Cantor, compositor, produtor e multi-instrumentista brasileiro, célebre por ter sido líder, vocalista e fundador da banda Legião Urbana.


    Renato Russo

    Renato Russo, nome artístico de Renato Manfredini Júnior (Rio de Janeiro, 27 de março de 1960 – Rio de Janeiro, 11 de outubro de 1996), foi um cantor, compositor, produtor e multi-instrumentista brasileiro, célebre por ter sido líder, vocalista e fundador da banda Legião Urbana.[1][2] Antes de fundar a banda, Renato integrou o grupo musical Aborto Elétrico, do qual saiu devido aos constantes desentendimentos com o baterista Fê Lemos.[3] Adotou o sobrenome artístico Russo em homenagem ao inglês Bertrand Russell, ao suíço Jean-Jacques Rousseau e ao francês Henri Rousseau.[4][5][6]

    Renato morreu devido as complicações causadas pela AIDS em 11 de outubro de 1996, na época com 36 anos.[7] Amigos do cantor afirmam que ele se infectou com o vírus após se envolver com uma pessoa portadora do HIV que conheceu em Nova Iorque, em 1989.[7] Como integrante da Legião Urbana, Renato lançou oito álbuns de estúdio, cinco álbuns ao vivo, alguns lançados postumamente e diversos contos. Gravou ainda três discos solo e cantou ao lado de Herbert Vianna, Adriana Calcanhotto, Cássia Eller, Paulo Ricardo, Erasmo Carlos, Leila Pinheiro, Biquini Cavadão, 14 Bis e Plebe Rude.

    Em outubro de 2008, a revista Rolling Stone Brasil promoveu a Lista dos Cem Maiores Artistas da Música Brasileira, em que Renato Russo ocupa o 25.º lugar.[8]

    Fonte


    Reflexão 13 de Junho 2024

    Criação & Artes: Ana Carvalho.

    Pesquisa & Entrega: Victor Hugo

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