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  • Reflexão Diária: 30 de Maio

    Pensamento ou Reflexão do dia 30 de Maio 23

    “Que nada nos defina, que nada nos sujeite. Que a liberdade seja a nossa própria substância, já que viver é ser livre.”

    Simone de Beauvoir

    Simone de Beauvoir foi uma escritora francesa, filósofa existencialista, memorialista e feminista, considerada uma das maiores representantes do existencialismo na França. Manteve um longo e polêmico relacionamento amoroso com o filósofo Paul Sartre.

    Simone Lucie Ernestine de Marie Bertrand de Beauvoir, conhecida como Simone de Beauvoir, nasceu em Paris, França, no dia 9 de janeiro de 1908. Filha de um advogado e leitor compulsivo, desde a adolescência já pensava em ser escritora.

    Entre 1913 e 1925, estudou no Institute Adeline Désir, uma escola católica para meninas. Em 1925, Simone de Beauvoir ingressou no curso de matemática do Instituto Católico de Paris e no curso de literatura e línguas no Institute Saint-Marie.

    Além disso, 1931, com 23 anos, Simone de Beauvoir foi nomeada professora de Filosofia na Universidade de Marseille, onde permaneceu até 1932. Em seguida foi transferida para Ruen. Em 1943, retornou à Paris como professora de Filosofia do Lycée Molière.

    Pensamentos de Simone de Beauvoir

    Para entender as ideias pensadas por Simone de Beauvoir é preciso entender algumas concepções sociológicas da autora. Sua convivência com Sartre fez com que muitos dos seus pensamentos tivessem influência no existencialismo sartriano.

    Sartre discordava dos valores impostos pela igreja e pela sociedade, sendo assim, defendia a liberdade de escolha de cada ser humano e que as decisões tomadas por eles iriam definir a sua essência e seu modo de viver.

    O Segundo Sexo (1949)

    Em 1949, Simone de Beauvoir publicou “O Segundo Sexo”, o principal livro da escritora, que representou uma desconstrução para os padrões impostos pela sociedade e pela igreja da época.

    Ademais, a obra que alcançou repercussão internacional, serviu de referência para o movimento feminista mundial e marcou toda uma geração interessada, como a autora, na abolição das questões ligadas à opressão feminina e a busca da independência da mulher diante da sociedade.

    Além disso,escrita em dois volumes, o primeiro representa a parte filosófica do pensamento da autora, em que ela apresenta importantes reflexões sobre o existencialismo e o contexto social da época – que trata de maneira desigual os papéis do homem e da mulher.

    Na segunda parte Simone traz a célebre frase que explicita a ideia fundamental da filosofia existencialista, segundo a qual a existência precede a essência:

    “O que é ser mulher?” Essa pergunta foi o que norteou Simone em “O Segundo Sexo”. Segundo a filósofa, o homem era uma experiência universal, no entanto, ser mulher era uma construção social.

    Para entender esse conceito é preciso considerar a condição da mulher no contexto de uma sociedade patriarcal que forjou sua condição historicamente, socialmente e culturalmente.

    A obra contribuiu de forma decisiva para a expansão da consciência feminina na segunda metade do século XX.

    Nascimento: 9 de janeiro de 1908, 6º arrondissement de Paris

    Falecimento: 14 de abril de 1986, Paris, França

    Reflexão 30 de Maio 23 – Foz em Destaque

  • Reflexão Diária: 31 de Maio

    Pensamento ou Reflexão do dia 31 de Maio 23

    “O orgulho é a fonte de todas as fraquezas, porque é a fonte de todos os vícios.”

    Santo Agostinho

    Biografia de Santo Agostinho

    Santo Agostinho (354-430) foi um filósofo, escritor, bispo e importante teólogo cristão do norte da África durante a dominação romana. Suas concepções sobre as relações entre a fé e a razão, entre a Igreja e o Estado dominaram toda a Idade Média.

    Santo Agostinho foi o primeiro filósofo a refletir sobre o sentido da história, mas tornou-se acima de tudo o arquiteto do projeto intelectual da Igreja Católica.

    Santo Agostinho, conhecido também como Agostinho de Hipona, nasceu em Tagaste, na cidade da Numídia (hoje Argélia), no norte da África, região dominada pelo Império Romano, no dia 13 de novembro de 354.

    Sua infância e adolescência transcorreram principalmente em sua cidade natal em um ambiente limitado por um povoado perdido entre montanhas. Seu pai era pagão, e sua mãe uma cristã devota que exerceu grande influência sobre a conversão do filho.

    Estudo e religião

    Santo Agostinho iniciou seus estudos em Tagaste, em seguida, foi para Madaura, onde iniciou os estudos de retórica. Lia e decorava trechos de poetas e prosadores latinos, entre eles Virgílio e Terêncio. Estudou música, física, matemática e filosofia.

    Em 371, transferiu-se para Cartago, a maior cidade do Ocidente latino depois de Roma,  um grande centro do paganismo, onde se deixou cativar pelo esplendor das cerimônias em honra dos milenares desuses protetores do império.

    Em 373 nasceu Adeodato, filho de seu romance com uma cartaginense. Dedicou-se ao estudo das Escrituras, mas logo ficou desiludido diante do estilo simples da Bíblia. Depois de três anos termina o estudo superior em retórica e eloquência.

    De volta a sua cidade natal, abre uma escola particular onde ensina gramática e retórica. Em 374 foi para Cartago e mais uma vez dedica-se ao ensino da retórica. Em 383 seguiu para Roma e no ano seguinte é nomeado mestre de eloquência em Milão.

    A inquietude era um tema permanente em sua vida. O despertar de seu espírito crítico o levou a adotar o “maniqueísmo”, pretendendo seguir a força única da razão.

    Durante doze anos foi seguidor de Mani, profeta persa que pregava uma doutrina na qual se misturavam Evangelho, ocultismo e astrologia. Segundo Mani, o bem e o mal constituíam princípios opostos e eternos, presentes em todas as coisas. O homem não era culpado por seus pecados, pois já trazia o mal dentro de si.

    Reflexão 31 de Maio 23 – Foz em Destaque

  • Reflexão Diária: 01 de Junho

    Pensamento ou Reflexão do dia 01 de Junho 23

    “Otimismo é a mania de sustentar que tudo está bem quando tudo está mal.”

    Voltaire

    Voltaire, foi um filósofo e escritor francês, um dos grandes representantes do Movimento Iluminista na França. Foi também ensaísta, poeta, dramaturgo e historiador.

    Voltaire foi um dos homens mais influentes do século XVIII. Os monarcas esclarecidos sempre lhe pediam conselhos, seus livros foram lidos em toda a Europa. Voltaire, Montesquieu e Jean-Jacques Rousseau foram os três nomes mais significativos do Iluminismo francês.

    Voltaire, pseudônimo literário de François Marie Arouet, nasceu em Paris, França, no dia 21 de novembro de 1694. Descendente de família burguesa, entre 1704 e 1711, foi aluno do Collège Louis-le Grand, em Paris, uma das mais importantes instituições de ensino da França. Iniciou o curso de direito, porém não terminou.

    Iluminismo

    De temperamento e ideias revolucionárias, Voltaire frequentou a Société du Temple, que reunia libertinos e livres pensadores. Nessa época, os importantes avanços econômicos, culturais e científicos levaram à crença de que o destino da humanidade era o progresso. Além do racionalismo e do liberalismo, outro princípio tipicamente iluminista era o anticlericalismo – posição política contrária ao poder da Igreja.

    Voltaire, ligado à alta burguesia, era um crítico fervoroso do absolutismo, da nobreza e principalmente da Igreja, foi um dos pensadores que melhor encarou o espírito do Século das Luzes. Escreveu versos desrespeitosos, dirigidos ao rei Luís XIV, que lhe valeram a reclusão na Bastilha em 1717.

    Enquanto esteve na prisão escreveu sua primeira tragédia, Édipo, cujo sucesso, em 1718, lhe abriu as portas dos meios intelectuais. Uma vez libertado exilou-se em Chátenay.

    Voltaire foi um combativo escritor. Em 1718 escreveu a tragédia “Èdipo”, com o pseudônimo de Voltaire, que fez grande sucesso e lhe abriu as portas dos meios literários.

    Em 1726 em um desentendimento com o influente duque de Rohan-Chabot, novamente preso. Depois de cinco meses obrigaram-no a exilar-se na Inglaterra, onde permaneceu até 1729.

    Ideias de Voltaire

    Na Inglaterra, Voltaire tomou contato com as ideias de John Locke e influenciado pelo regime de governo parlamentar, instituído após a Revolução Gloriosa de 1688, passou a defender a ideia de que a tolerância religiosa e a monarquia constitucional inglesa deveriam ser adotadas por todas as nações europeias.

    Voltaire condenava o Absolutismo, porém defendia a necessidade de uma Monarquia centralizada em que os reis, assessorados pelos filósofos fossem capazes de fazer reformas de acordo com o interesse da sociedade.

    Embora afirmasse que “todo homem tem o direito de acreditar ser igual aos outros homens”, Voltaire tinha verdadeiro desprezo pelo povo.

    Voltaire foi atuante propagandista das ideias liberais, defendendo o direito dos indivíduos à liberdade política e de expressão. Criticava a Igreja, mas não era ateu e sim deísta – acreditava que Deus estava presente na natureza, e como nela se encontra o homem, Deus estava presente também no homem, que pode descobri-lo por meio da razão, dizendo que ela guia o homem para a sabedoria.

    Reflexão 01 de Junho 23 – Foz em Destaque

  • Reflexão Diária: 20 de Abril

    Pensamento do dia 20 de Abril de 2023

    “Democracia com fome, sem educação e saúde para a maioria, é uma concha vazia.”

    Nelson Mandela

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    Nelson Mandela foi presidente da África do Sul. Foi o líder do movimento contra o Apartheid – legislação que segregava os negros no país. Condenado em 1964 à prisão perpétua e libertado em 1990 depois de grande pressão internacional. Entretanto, recebeu o “Prêmio Nobel da Paz”, em dezembro de 1993, por sua luta contra o regime de segregação racial.

    A luta de Mandela contra as leis de Apartheid

    Em 1944, junto com Walter Sisulo e Oliver Tambo, Mandela fundou a “Liga Jovem do Congresso Nacional Africano (CNA)”, que se tornou o principal instrumento de representação política dos negros, de fato.

    Entre as heranças deixadas pelos colonizadores europeus na África, o mais brutal foi o racismo da África do Sul, certamente. Apoiados nas ideias de superioridade racial do branco, o homem europeu instituiu leis que sustentaram o regime de “apartheid” (separação), que, inegavelmente, foi instalado em 1948 pelo Partido Nacional. 

    No entanto, o regime proibia o casamento inter-racial, obrigava o registro da raça na certidão, brancos e negros viviam em áreas separadas nas escolas, hospitais, praças, etc., onde eram estabelecidos em locais distintos para as duas raças. 

    Em suma, a segregação racial, a falta de direitos políticos e civis e o confinamento dos negros em regiões determinadas pelo governo branco provocou uma série de massacres e mortes da população negra.

    Muitos homens e mulheres da comunidade negra sul-africana dedicaram suas vidas a essa grande causa: o fim do apartheid. Nelson Mandela foi um dos mais notáveis líderes do movimento negro da África do Sul.

    Nascimento: 18 de julho de 1918, Mvezo, África do Sul

    Falecimento: 5 de dezembro de 2013, Houghton, Johanesburgo, África do Sul

    Foz em Destaque – 20 de Abril

  • Reflexão Diária: 21 de Abril

    Pensamento do dia 21 de Abril de 2023

    “Não existe nada mais poderoso no mundo do que a ideia que chega na hora certa.”

    Victor Hugo

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    Victor Hugo foi um poeta, dramaturgo e estadista francês. Autor dos romances, “Os Miseráveis”, “O Homem que Ri”, “O Corcunda de Notre-Dame”, “Cantos do Crepúsculo”, entre outras obras célebres. Grande representante do Romantismo, foi eleito para a Academia Francesa.

    Romantismo Francês

    Em 1822, Victor Hugo casou-se com Adèle Foucher, amiga de infância. Nesse mesmo ano publica sua primeira antologia poética “Odes e Poesias Diversas”, obra que lhe valeu uma pensão de Luís XVIII.

    Então, em 1823 publica seu primeiro romance, “Han de Islândia” e a partir desse momento começou a se aproximar das ideias românticas.

    Entretanto, em 1827, escreveu “Cromwell”, sua primeira peça teatral, sucesso de público e crítica. Em 1829 publica “O Último Dia de um Condenado”, um apelo ao fim da pena de morte, e a peça “Marion Delorme” vetada pela censura, pois um dos personagens é Luís XIII.

    Ademais, em 1831, escreve seu mais célebre romance “Notre-Dame de Paris” (O Corcunda de Notre-Dame), romance medievalista centrado na tragédia do “corcunda Quasímodo” e da “cigana Esmeralda”.

    Defensor do livre arbítrio tanto na religião quanto na política, Victor Hugo se proclamou um liberal. Em seguida lança “Lucrécia Borgia” (1833) e “Maria Tudor” (1833). Separado de Adèle, com quem teve cinco filhos, passa a viver com a atriz Juliette Drouet, que foi sua companheira até a morte.

    Victor Hugo se torna o mais famoso poeta e prosador do Romantismo francês. Grande defensor das novas ideias do Romantismo, declarou: “A liberdade literária é filha da liberdade política. Eis-nos libertos da velha forma social; e como não nos libertaríamos da velha forma poética? A um povo novo, uma nova arte”.

    Nascimento: 26 de fevereiro de 1802, Besançon, departamento de Doubs, França

    Morte: 22 de maio de 1885 (83 anos,) Paris, França

    Foz em Destaque – 21 de Abril

  • Reflexão Diária: 22 de Abril

    Pensamento do dia 22 de Abril de 2023

    “Vá até onde puder ver, quando chegar lá poderá ver ainda mais longe.”

    Goethe

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    Goethe foi um escritor alemão, autor de “Fausto”, poema trágico, obra prima da literatura alemã. Foi filósofo e cientista. Fez parte, junto com Schiller, Wieland e Herder, do “Classicismo de Weimar” (1786-1805), período do apogeu literário na Alemanha, de fato.

    Johann Wolfgang von Goethe  era filho do juiz Johann Gaspar Goethe e de Catharina Elisabeth Goethe, descendente de rica e culta família alemã. Assim, cresceu em meio aos livros da biblioteca de seu pai, que possuía mais de 2000 volumes. Enquanto educado por tutores, recebeu aulas de inglês, francês, italiano, grego e latim. Estudou ciências, religião e música.

    Romantismo

    Com a morte prematura de Schiller, em 1805, Goethe aproxima-se da nascente Escola Romântica que dividia o interesse pelas emoções que regem a vida e a natureza.

    No entanto, Goethe não estava de acordo com a tendência cristã e medieval do romantismo em detrimento ao Classicismo pagão. Com a obra As Afinidades Eletivas (1809), profunda análise psicológica de um adultério, antecipa uma visão realista das paixões humanas.

    Fausto

    Em 1808, Goethe publicou a primeira parte do poema dramático Fausto, no qual trabalhava desde a juventude.

    Na versão definitiva, a obra começa com as meditações metafísicas de Fausto que formam um profundo poema filosófico.

    A partir da lenda faustiana, da antiga tradição universal, Goethe trata do conflito de um homem que se dilacera entre a vontade de se elevar espiritualmente e a atração pelos prazeres e bens terrenos.

    Repleta de razão e emoção, consciência e natureza, o poema é uma das obras-primas da literatura universal.

    Goethe dedicou o resto de sua vida à elaboração da segunda parte de Fausto, em que proclama ideias bastante modernas de trabalho e liberdade. A obra foi concluída em 1830, porém só foi publicada após sua morte.

    Nascimento: 28 de agosto de 1749, Goethe House, Frankfurt am Main, Alemanha

    Falecimento: 22 de março de 1832, Weimar, Alemanha

    Foz em Destaque – 22 de Abril

  • Reflexão Diária: 23 de Abril

    Pensamento do dia 23 de Abril de 2023

    “A vida é uma aventura ousada ou, então, não é vida”.

    Helen Keller

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    Helen Keller foi uma escritora e ativista social norte-americana. Embora cega e surda, formou-se em filosofia e lutou em defesa dos direitos sociais, em defesa das mulheres e das pessoas com deficiência. Ademais, foi a primeira pessoa cega e surda a entrar para uma instituição de ensino superior.

    Helen Adams Keller foi filha de um capitão aposentado e editor do jornal local, e então com 19 meses de idade contraiu uma doença desconhecida diagnosticada como febre cerebral, que a deixou cega e surda.

    Logo após a doença, Helen tornou-se uma criança difícil, gritava muito e tinha acessos de mau humor. Mais tarde, numa rápida assimilação ela aprendeu os alfabetos Braille e o manual, o que de ato facilitou sua escrita e leitura. Além disso, conseguiu aprender a ler, escrever e falar, Helen estudou as disciplinas do currículo regular da escola.

    Ativista

    Em 1904 graduou-se bacharel em Filosofia pelo Radcliffe College. Desenvolveu diversos trabalhos em favor das pessoas com deficiência, participou de campanhas pelo voto feminino e pelos direitos trabalhistas.

    A partir de 1924, Helen nomea-na membro e conselheira em relações nacionais e internacionais da ‘American Foundation for the Blind’, uma instituição para informações sobre a cegueira, fundada em 1921.

    Em 1924 foi também o ano em que começou sua campanha para levantar verbas para a criação do “Fundo Helen Keller”.

    A partir de 1946 deu início a uma série de viagens, visitou 35 países. Em 1952 a nomearam “Cavaleiro da Legião de Honra da França”. Recebeu a “Ordem do Cruzeiro do Sul”, no Brasil, o Tesouro Sagrado, no Japão, o prêmio “Medalha de Ouro do Instituto Nacional de Ciências Sociais”, entre outros.

    Helen Keller tornou-se membro honorário de sociedades científicas e organizações filantrópicas nos cinco continentes.

    Helen Keller faleceu em 1968. Nesse mesmo ano foi lançado o filme “O Milagre de Anne Sullivan”, um drama biográfico baseado no livro de Helen.

    Nascimento: 27 de junho de 1880, Tuscumbia, Alabama, EUA

    Falecimento: 1 de junho de 1968, Easton, Connecticut, EUA

    Foz em Destaque – 23 de Abril

  • Reflexão Diária: 24 de Abril

    Pensamento do dia 24 de Abril de 2023

    “Ser eu foi difícil, mas ser outro seria impossível.”   

    O Touro Ferdinando

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    Ferdinando é um touro com um temperamento calmo e tranquilo, que prefere sentar-se embaixo de uma árvore e relaxar ao invés de correr por aí bufando e batendo cabeça com os outros. À medida que vai crescendo, ele se torna forte e grande, mas com o mesmo pensamento. Quando cinco homens vão até sua fazenda para escolher o melhor animal para touradas em Madri, Ferdinando é, acidentalmente, selecionado.

    O Livro

    O livro infantil conta a história do touro Ferdinando, que certamente prefere cheirar as flores ao invés de lutar em touradas. Convocado para atuar nas touradas, Ferdinando evita as provocações tanto quanto do toureiro como da plateia. Pois, para ele, era mais divertido a vida no campo, vivendo em paz com a natureza.

    O livro, lançado nove meses antes da eclosão da Guerra Civil Espanhola. Mesmo assim, naquele período, adeptos do ditador Francisco Franco o classificaram como um livro pacifista, sendo proibido em muitos países que adotaram modelos fascistas de governo. Por outro lado, devido a proibição por esses regimes, o pequeno romance foi promovido à condição de livro de ideologia esquerdista. 

    Na verdade, a mensagem de Ferdinando, o touro, é clara nos dias de hoje: não ataca nem ideologias de direita ou agencia as de esquerda. Antes de tudo, é um livro infantil que promove ideais pacifistas.

    Leaf o teria escrito em uma única tarde, em 1935, sob encomenda do ilustrador Robert Lawson. Em 1938, a Walt Disney Company adaptou o romance com sucesso para o curta-metragem Ferdinand the Bull, que lhe rendeu o Oscar na categoria. A Blue Sky Studios lançou um longa animado baseado no livro em 2017, Ferdinand.

    O Filme

    Situado na Espanha, Ferdinando é um “touro doméstico” que após uma confusão acaba sendo afastado de sua família. Na fazenda que passa a ser sua morada, ele faz amigos e convive com o temor de ser obrigado a participar em touradas, mas em momento algum deixa de pensar em maneiras de voltar para sua melhor amiga, Nina.

    Data de lançamento: 11 de janeiro de 2018 (Brasil)

    Diretor: Carlos Saldanha

    Autores: Munro Leaf, Robert Lawson, Don Rhymer, Ron Burch, David Kidd

    Adaptação de: Ferdinando, o Touro

    Foz em Destaque – 24 de Abril

  • Reflexão Diária: 25 de Abril

    Pensamento do dia 25 de Abril de 2023

    “Se você não pode ser criticado, isso é muito perigoso.”

    James D. Watson

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    James Dewey Watson é um biólogo molecular, geneticista e zoologista americano. É um dos autores do “modelo de dupla hélice” para a estrutura da molécula de DNA. Pelo trabalho publicado em 1953 na revista Nature, Watson foi laureado com o Nobel de Fisiologia ou Medicina de 1962, juntamente com Francis Crick e Maurice Wilkins.

    Carreira

    De 1956 a 1976, Watson fez parte do corpo docente do Departamento de Biologia da Universidade de Harvard, e assim, promovendo pesquisas em biologia molecular.

    A partir de 1968, Watson atuou como diretor do Cold Spring Harbor Laboratory (CSHL), expandindo consideravelmente seu nível de financiamento e pesquisa, de fato. Na CSHL, então, ele mudou sua ênfase de pesquisa para o estudo do câncer, além de torná-lo um centro de pesquisa líder mundial em biologia molecular.

    Watson escreveu muitos livros de ciências, em suma, incluindo o livro Molecular Biology of the Gene (1965) e seu best-seller “The Double Helix” (1968). Entre 1988 e 1992, Watson esteve associado aos Institutos Nacionais de Saúde , ajudando a estabelecer o Projeto Genoma Humano, que concluiu a tarefa de mapear o genoma humano em 2003. Em 2017, Watson continuou a orientar e guiar os trabalhos em seu laboratório.

    Publicando The Double Helix

    Em 1968, Watson escreveu The Double Helix, listado pelo Board da Modern Library como o número sete em sua lista dos 100 melhores livros de não-ficção. O livro detalha a história da descoberta da estrutura do DNA, bem como as personalidades, conflitos e controvérsias em torno de seu trabalho, e inclui muitas de suas impressões emocionais privadas na época. O título original de Watson deveria ser “Honest Jim”. 

    A controvérsia cercou a publicação do livro. O livro de Watson foi originalmente publicado pela Harvard University Press, mas Francis Crick e Maurice Wilkins, entre outros, se opuseram. A universidade natal de Watson abandonou o projeto e o livro foi publicado comercialmente. Em uma entrevista com Anne Sayre para seu livro, Rosalind Franklin and DNA (publicado em 1975 e reeditado em 2000), Francis Crick disse que considerava o livro de Watson como um “pacote desprezível de malditas bobagens”.

    Nascimento: 6 de abril de 1928 (idade 95 anos), Chicago, Illinois, EUA

    Foz em Destaque – 25 de Abril

  • Reflexão Diária: 26 de Abril

    Pensamento do dia 26 de Abril de 2023

    “Acha que só porque tem uma ideia ela pertence a você?”

    Homem de Ferro

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    O Homem de Ferro (Iron Man) foi um personagem dos quadrinhos publicados pela Marvel Comics. Sua verdadeira identidade é o empresário e bilionário Tony Stark, que usou armaduras de alta tecnologia no combate ao crime. Criado em 1963 pelo escritor Stan Lee, o roteirista Larry Lieber e os desenhistas Jack Kirby e Don Heck. Stan Lee aceitou o desafio de fazer um personagem ser odiado e depois amado pelo público. Então, criando um dos super-heróis mais marcantes de todos os tempos.

    A primeira publicação foi em Tales of Suspense #39 (história publicada pela primeira vez no Brasil em Heróis da TV 2ª Série n° 100). Desde então, se tornou um dos personagens mais conhecidos da Marvel. Além disso, como membro dos Vingadores nas adaptações para desenhos animados e cinema (no qual interpretado por Robert Downey, Jr.).

    O Nascimento do Homem de Ferro

    O gênio, bilionário, playboy e filantropo Tony Stark, que herdou do seu pai o empreiteiro de defesa Indústrias Stark, está no Afeganistão dilacerado pela guerra, com seu amigo e tenente-coronel James Rhodes, para demonstrar o novo míssil “Jericho”. Após a demonstração, o comboio é emboscado e Stark, gravemente ferido por uma de suas próprias granadas lançadas por foguete. 

    Capturado e preso em uma caverna por um grupo terrorista, os Dez Anéis, e um eletroímã embutido em seu peito por seu companheiro refém Yinsen para manter os fragmentos de uma bomba longe de seu coração, então. O líder do Dez Anéis, Raza, oferece a Stark liberdade em troca de construir um míssil Jericho para o grupo, mas Tony e Yinsen concordam que Raza não vai manter a sua palavra.Preso com ele estava outro gênio, o professor Ho Yinsen. Stark revelou seu plano ao professor e Yinsen o ajudou.

    Quando os homens de Wong Chu se aproximaram, o velho professor pegou uma metralhadora, mas acabou sendo fuzilado, mas garantiu tempo suficiente para que Stark se recuperasse e se acostumasse a usar a armadura criada.

    O Homem de Ferro enfrentou os soldados e os derrotou. Sua armadura resistia aos disparos contra ele. Wong Chu tentou fugir e o Homem de Ferro incendiou o galpão de munições fazendo com que a explosão o matasse. Os prisioneiros, libertados.

    Desde então Stark desenvolveu novas versões de sua armadura e adotou as cores vermelho e dourado como as padrões da armadura, com algumas pequenas alterações esporádicas como preto, prateado e, mais recentemente, branco.

    Foz em Destaque – 26 de Abril