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  • Reflexão 05 de Fevereiro 2024

    Reflexão 05 de Fevereiro 2024

    Reflexão 05 de Fevereiro 2024 - Foz em Destaque -= Mahatma Gandhi


    “Você nunca sabe que resultados virão da sua ação. Mas se você não fizer nada, não existirão resultados.”

    Mahatma Gandhi

    Reflexão 05 de Fevereiro 2024 - Foz em Destaque -= Mahatma Gandhi


    Mohandas Karamchand Gandhi foi um advogado, nacionalista, anticolonialista e especialista em ética política indiana, que empregou resistência não violenta para liderar a campanha bem-sucedida para a independência da Índia.

    Reflexão 05 de Fevereiro 2024 - Foz em Destaque -= Mahatma Gandhi

    Nascimento: 2 de outubro de 1869, Porbandar, Índia

    Assassinato: 30 de janeiro de 1948, Birla House, Nova Delhi, Índia

    Mohandas Karamchand Gandhi (Porbandar, 2 de outubro de 1869Nova Déli, 30 de janeiro de 1948) foi um advogado, nacionalista, anticolonialista e especialista em ética política indiana.

    Ele empregou resistência não violenta para liderar a campanha bem-sucedida para a independência da Índia do Reino Unido, e por sua vez, inspirar movimentos pelos direitos civis e liberdade em todo o mundo. 

    O honorífico Mahātmā (sânscrito: “de grande alma”, “venerável”), aplicado a ele pela primeira vez em 1914 na África do Sul, é agora usado em todo o mundo.

    O aniversário de Gandhi, 2 de outubro, é comemorado na Índia como Gandhi Jayanti, um feriado nacional e em todo o mundo como o Dia Internacional da Não-Violência.

    Gandhi é comumente, embora não formalmente considerado o Pai da Pátria indiana. Gandhi também é chamado de Bapu (Guzerate: carinho por pai, papa[).

    Nascido e criado em uma família hindu no litoral de Guzerate, oeste da Índia, e formado em direito no Inner Temple, Londres,

    Gandhi empregou pela primeira vez a desobediência civil não-violenta como advogado expatriado na África do Sul, na luta da comunidade indiana pelos direitos civis. 

    Após seu retorno à Índia em 1915, ele começou a organizar camponeses, agricultores e trabalhadores urbanos para protestar contra o imposto sobre a terra e a discriminação excessiva. 

    Assumindo a liderança do Congresso Nacional Indiano em 1921, Gandhi liderou campanhas nacionais para várias causas sociais e para alcançar o Swaraj ou o autogoverno.

    Gandhi levou os indianos a desafiar o imposto salino cobrado pelos ingleses com a Marcha do Sal, de 400 km, em 1930, e mais tarde pedindo aos britânicos que abandonassem a Índia em 1942. 

    Ele foi preso por muitos anos, em várias ocasiões, na África do Sul e na Índia. Vivia modestamente em uma comunidade residencial autossuficiente e usava o dhoti e o xale indiano tradicional, entrelaçados com fios feitos à mão em um charkha. Comia comida vegetariana simples e também realizou longos jejuns como um meio de auto-purificação e protesto político

    .

    A visão de Gandhi de uma Índia independente baseada no pluralismo religioso foi desafiada no início da década de 1940 por um novo nacionalismo muçulmano que exigia uma pátria muçulmana separada da Índia.

    Em agosto de 1947, o Reino Unido concedeu a independência, mas o Império Britânico da Índia[ foi dividido em dois domínios, a Índia de maioria hindu e o Paquistão de maioria muçulmana. 

    Como muitos indianos, muçulmanos e sikhs deslocados chegaram às suas novas terras, a violência religiosa irrompeu, especialmente em Panjabe e em Bengala. Evitando a celebração oficial da independência em Delhi, Gandhi visitou as áreas afetadas, tentando proporcionar consolo. 

    Nos meses seguintes, ele realizou várias greves de fome para deter a violência religiosa.

    O último deles, realizado em 12 de janeiro de 1948, quando tinha 78 anos, também teve o objetivo indireto de pressionar a Índia a pagar alguns ativos em dinheiro devidos ao Paquistão.

    Alguns indianos pensavam que Gandhi era muito complacente com os muçulmanos.] 

    Entre eles estava Nathuram Godse, um nacionalista hindu, que assassinou Gandhi em 30 de janeiro de 1948, disparando três vezes contra seu peito.

    Fonte: … Wikipédia


    Reflexão 05 de Fevereiro 2024 – Por Marco Antonio, para a Foz em Destaque – “Sua Vida mais Divertida…”

  • Reflexão Diária 26 Dezembro

    Reflexão Diária 26 Dezembro 23


    “Não espere por uma crise para descobrir o que é importante em sua vida.”

    (Platão – Filósofo Grego)

    Reflexão Diária 26 Dezembro 23


    Quem foi Platão

    Platão foi discípulo de Sócrates e o primeiro teórico idealista. Escreveu sobre diversos temas, como amor, amizade, política, justiça, imortalidade da alma, entre outros.


    Estátua de Platão, um dos maiores pensadores da Grécia Antiga.

    Estátua de Platão, um dos maiores pensadores da Grécia Antiga.


    Platão foi discípulo de Sócrates e um dos mais importantes filósofos da Grécia Antiga.

    No período antropológico, iniciado a partir das ideias socráticas, Platão destacou-se por ter lançado a sua teoria idealista e por ter deixado escrita a maioria dos textos conhecidos hoje sobre Sócrates.

    O idealismo platônico consiste, basicamente, em uma distinção entre conhecimento sensível, inferior e enganoso, que seria obtido pelos sentidos do corpo, e conhecimento inteligível, superior e ideal, que acessaria a verdade sobre as coisas.

    O conhecimento inteligível seria aquele que permite o nosso acesso ao ser e à essência de algo, que seria imutável, ao contrário da aparência, que pode enganar-nos.

    O conhecimento inteligível estaria no Mundo das Ideias e das Formas, enquanto o conhecimento sensível estaria em nossa realidade material.

    O Mundo das Ideias ou das Formas (que deve ser escrito com letra maiúscula) seria a realidade intelectual, verdadeira, eterna e imutável, que pode ser acessada apenas por meio da capacidade racional do ser humano.

    Nessa instância, estariam as essências das coisas, os conceitos, as ideias fixas e imutáveis que descrevem essencialmente cada ser ou objeto existente.

    Já o mundo sensível seria a realidade com a qual nos defrontamos em nosso mundo prático, que experimentamos.

    Essa realidade sensível é ilusória e enganadora, pois, para usar um jargão popular no qual Platão inspirava-se: as aparências enganam.

    Reflexão Diária 26 Dezembro 23

    Resumo sobre Platão

    • Jovem ateniense de família aristocrática.
    • Praticante notável de esportes e interessado por política.
    • Discípulo de Sócrates.
    • Escreveu os diálogos socráticos, as principais fontes de conhecimento sobre os pensamentos de seu professor.
    • Fundou a Academia, instituição de ensino de Filosofia e Política para os jovens atenienses.
    • Escreveu “A República”, primeira grande utopia política ocidental.
    • Fundou o Idealismo, doutrina filosófica que atribui ao conhecimento meramente racional e às Ideias a centralidade na busca pela verdade sem possibilidade de erro.

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    Biografia de Platão

    Platão chamava-se Arístocles. 

    Nascido em Atenas, no ano de 428 a.C., e falecido em 348 a.C., o apelido Platão foi conferido ao filósofo em sua juventude por causa de seus atributos físicos, por ser um homem forte, de ombros largos (a palavra correspondente em grego, Platon, significa “omoplatas largas”, “costas largas”, “ombros grandes”).

    Platão era filho de uma família influente politicamente na Grécia (Platão era descendente de Sólon, um dos legisladores e estadistas de maior destaque da política ateniense).

    Por pertencer a uma família que possuía bens materiais, Platão pôde dedicar-se aos estudos de Filosofia.

    Entre 409 a.C. e 404 a.C., Platão lutou na Guerra do Peloponeso, período final das batalhas entre Atenas e Esparta.

    Tendo sido derrotado (Esparta derrotou Atenas), Platão vivenciou o período denominado Tirania dos 30, quando o regime democrático ateniense deu lugar à tirania oligárquica dos modelos espartanos.

    Platão conheceu o filósofo Sócrates, pensador que foi o seu mestre iniciador na Filosofia, mentor intelectual e amigo, em Atenas.

    A influência de Sócrates sobre Platão é tão grande que a maioria dos textos deixados por Platão é feita de diálogos em que Sócrates é o personagem principal.

    Em 388 a.C., onze anos após a morte de Sócrates, Platão fundou a sua escola filosófica: a Academia.

    Por ser ateniense, o filósofo tinha direitos civis garantidos e podia adquirir terrenos na cidade.

    Ele escolheu um terreno no interior do parque Academia, dedicado ao herói grego Akademus.

    Um lugar onde os jovens reuniam-se para discutir política e praticar exercícios físicos, a Academia era uma espécie de retiro tranquilo e politicamente efervescente dentro da cidade, tendo uma vasta área verde e dois templos.

    Leia também: Aristóteles: felicidade como fim das ações humanas

    Principais ideias de Platão

    → Dialética

    A dialética platônica, de inspiração parmenidiana, era uma técnica de extração de uma conclusão (síntese) com base em duas ideias opostas (tese e antítese).

    → Idealismo

    O idealismo platônico é o que há de mais marcante em sua obra.

    Com base na noção de que o conhecimento das Ideias ou Formas puras, imutáveis e perfeitas é o único conhecimento verdadeiro (obtido pelo intelecto), o filósofo afirmou que o nosso conhecimento sobre a matéria (obtido pelos sentidos) é enganoso.

    Aquilo que conhecemos por meio de nossos sentidos corpóreos são meras ilusões causadas por nossos órgãos do sentido, portanto, são conhecimentos inferiores.

    O conhecimento ideal estaria, segundo o filósofo grego, no Mundo das Ideais, estância metafísica racional que só poderia ser alcançada por nosso intelecto.

    Hoje, utilizamos a expressão “amor platônico”, que se refere a um tipo de amor que nunca se concretiza, ou seja, é ideal.

    → Política

    Para Platão, existem três tipos de caráter que moldam as almas das pessoas.

    Cada tipo, em sua teoria política, deveria ocupar o seu respectivo cargo na sociedade, a fim de formar uma organização perfeita da pólis:

    1. Caráter concupiscível: mais ligado à liberdade e aos desejos, é o caráter de pessoas mais afeitas ao trabalho manual e artesanal.
    2. Caráter irascível: por serem dominadas por impulsos de raiva, essas pessoas estariam aptas ao serviço militar.
    3. Caráter racional: esse tipo de caráter estaria, para Platão, mais próximo da racionalidade e, concomitantemente, da justiça, o que conferiria às pessoas que o têm a capacidade de governar, ou seja, de atuar na política.

    Reflexão Diária 26 Dezembro 23

    Obras de Platão

    A maior parte dos escritos de Platão é composta pelos diálogos socráticos, em que o seu mestre, Sócrates, é a figura central.

    Em geral, os diálogos falam sobre um determinado tema, mas sem grandes delimitações ou especificações, podendo falar sobre outros assuntos.

    Temos conhecimento, hoje, de 35 diálogos deixados por Platão. Abaixo, estão listados os principais textos e suas características gerais:

    1. Apologia de Sócrates: escrito após a morte de Sócrates, o texto narra os últimos momentos do mestre de Platão, quando foi acusado de corrupção da juventude de Atenas, julgado e condenado à morte.

    2. Láques, ou Da coragem: o livro traz uma nova concepção de coragem ao cidadão grego, antes habituado à concepção heroica relacionada a Aquiles e Ulisses, por exemplo. Agora, a concepção de heroísmo ganha uma conotação de ação moralmente equilibrada e justa.

    3. Hípias menor: diálogo em que são tratadas as noções de verdade, mentira e justiça.

    4. Hípias maior: nesse texto, Platão expõe as suas concepções sobre o belo e as artes.

    5. Górgias: livro que fala sobre a Retórica, tomando como interlocutores principais Sócrates e o sofista Górgias.

    6. Fédon: diálogo em que Platão expõe a sua concepção de alma, de reencarnação e assuntos em relação à constituição metafísica do homem.

    7. O Banquete: nesse livro, Platão utiliza a figura de Sócrates para falar sobre o bem e o amor ideal.

    Relação entre Platão, Sócrates e Aristóteles

    Platão foi discípulo de Sócrates.

    As ideias socráticas marcaram a trajetória intelectual de Platão, que, por sua vez, foi mestre de Aristóteles. Aristóteles foi fortemente influenciado por Platão, mas não se manteve na mesma linha de pensamento de seu mestre, tendo modificado e discordado de muitas teorias platônicas.

    Reflexão Diária 26 Dezembro 23

    A República

    “A República” foi escrita, mais ou menos, por volta de 380 a.C. A obra é dividida em dez livros, todos escritos na forma de diálogos em que Sócrates ocupa o lugar de personagem principal. Por meio desses diálogos, Platão apresenta as suas teses sobre a política e o que ele considera como justiça, enquanto conceito puro, eterno e imutável.

    Sócrates partiu em busca do entendimento do conceito de justiça para achar o modo perfeito de governo.

    Por apresentar um modo perfeito de governo, baseado no idealismo, “A República” pode ser considerada a primeira utopia política do Ocidente.

    Uma das mais comentadas passagens dessa obra está localizada no livro VII, no qual Platão apresenta a sua tão comentada Alegoria da Caverna, diálogo em que Sócrates apresenta aos interlocutores uma história alegórica para explicar a superioridade do conhecimento advindo do Mundo das Ideias e do raciocínio intelectual.

    Frases de Platão

    • “As cidades somente alcançarão a felicidade se os filósofos se tornarem reis ou se os reis se tornarem filósofos.”
    • “Tente mover o mundo, mas comece movendo a si mesmo.”
    • “Não eduques as crianças nas várias disciplinas recorrendo à força, mas como se fosse um jogo, para que também possas observar melhor qual a disposição natural de cada uma.”
    • “Muitos odeiam a tirania apenas para que possam estabelecer a sua.”
    • “Boas pessoas não precisam de leis para obrigá-las a agir responsavelmente, enquanto as pessoas ruins encontrarão um modo de contornar as leis.”

    Publicado por Francisco Porfírio


    Reflexão Diária 26 Dezembro 23

    Por Marco Antonio, para a Foz em Destaque.

  • Reflexão Diária 27 Dezembro

    Reflexão 27 Dezembro 2023

    Reflexão 27 Dezembro 2023 - Reflexão Diária Foz em Destaque

    “Feitos, e não palavras devem me exprimir.” 

    [John Fletcher, Dramaturgo inglês, 1579-1625]


    Reflexão 27 Dezembro 2023 - Reflexão Diária Foz em Destaque
John Fletcher, Dramaturgo inglês, 1579-1625

    Quem foi John Fletcher

    John Fletcher (Rye, 1579Londres, 1625) foi um dramaturgo inglês do período jacobita. Seguindo William Shakespeare como escritor da King’s Men, ele estava entre os dramaturgos mais prolíficos e influentes de sua época; durante sua vida e na Restauração inicial, sua fama rivalizava com a de Shakespeare.

    Junto com William Shakespeare e Ben Jonson, Fletcher foi considerado por seus contemporâneos como um dos dramaturgos mais talentosos e influentes da literatura jacobina. Ele sucedeu Shakespeare como chefe da King’s Men. Ao contrário de William, Fletcher não era acionista da empresa. Tornou-se um dos oito homens que estavam sempre sob contrato para inúmeros teatros na capital britânica, um privilégio que ele compartilhou com Thomas Heywood, Thomas Dekker, Philip Massinger, Shakespeare, James Shirley, William Rowley e Richard Brome.[1] Embora sua reputação tenha sido muito eclipsada desde então, Fletcher continua sendo uma importante figura de transição entre a tradição popular elisabetana e o drama popular da Restauração.

    Referências

    1.     G.E. Bentley, The Profession of Dramatist in Shakespeare’s Time, 1590-1642. Princeton: Princeton University Press, 1971.

    Bibliografia

    ·         Academy, Students’ Famous English Renaissance Dramatist-Five-John Fletcher. N.p.: n.p., 2011. 1–115. Print. ISBN 978-1-257-15766-2

    ·         “Biographical Sketches: Sir Walter Raleigh. Benjamin Jonson. Lord Francis Bacon. Beaumont and Fletcher. John Selden.” The Eclectic Magazine of Foreign Literature (1844–1898), 46.2 (1859): 287.

    ·         Birch, Dinah. “The Oxford Companion to English Literature (7 Ed.).”Oxford Reference. Oxford University Press, 2009. Web. 10 Mar. 2016. ISBN 978-0-19-173506-6

    ·         Finkelpearl, Daniel. Court and Country Politics in the Plays of Beaumont and Fletcher. Princeton: Princeton University Press, 1990.

    ·         Fletcher, Ian. Beaumont and Fletcher. London, Longmans, Green, 1967.

    ·         “Front Cover.” John Fletcher. Charles L. Squier. Boston: Twayne Publishers, 1986. [0]. Twayne’s English Authors Series 433. Gale Virtual Reference Library. Web. 16 Mar. 2016.

    ·         Gurr, Andrew, and Farah Karim-Cooper. Moving Shakespeare Indoors: Performance and Repertoire in the Jacobean Playhouse. n.p.: 2014.

    ·         Hoy, Cyrus H. “The Shares of Fletcher and His Collaborators in the Beaumont and Fletcher Canon.” Studies in Bibliography. Seven parts: vols. 8–9, 11–15 (1956–1962).

    ·         Ide, Arata. “John Fletcher of Corpus Christi College: New Records of His Early Years.” Early Theatre, 14.1 (2011): 63–77.

    ·         “John Fletcher”. Encyclopædia BritannicaEncyclopædia Britannica Online. Encyclopædia Britannica Inc., 2016. Web. 16 Mar. 2016 http://www.britannica.com/biography/John-Fletcher.

    ·         “John Fletcher.” YourDictionary, n.d. Web. 16 March 2016. http://biography.yourdictionary.com/john-fletcher.

    ·         Kirsch, Arthur. “Cymbeline and Coterie Dramaturgy.” ELH 34 (1967), 288–306.

    ·         Leech, Clifford. The John Fletcher Plays. London: Chatto and Windus, 1962.

    ·         Logan, Terence P., and Denzell S. Smith.The Later Jacobean and Caroline Dramatists: A Survey and Bibliography of Recent Studies in English Renaissance Drama. Lincoln, University of Nebraska Press, 1978.

    ·         Masten, Jeffrey A. “Beaumont and/or Fletcher: Collaboration and the Interpretation of Renaissance Drama.” English Literary History 59 (1992): 337–356.

    ·         McMullan, Gordon. ‘Fletcher, John (1579–1625)’, Oxford Dictionary of National Biography, Oxford University Press, September 2004; online edition, May 2006.

    ·         Oliphant, E. H. C. Beaumont and Fletcher: An Attempt to Determine Their Respective Shares and the Shares of Others. London: Humphrey Milford, 1927.

    ·         Sprague, A. C. Beaumont and Fletcher on the Restoration Stage. London: Benjamin Bloom, 1926.

    ·         Waith, Eugene. The Pattern of Tragicomedy in Beaumont and Fletcher. New Haven: Yale University Press, 1952.

    Ligações externas

    ·         Obras de John Fletcher (em inglês) no Projeto Gutenberg

    ·         Obras de ou sobre no Internet Archive

    ·         Obras de (em inglês) no LibriVox (livros falados em domínio público) 

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    Fonte: Wikipédia


    Reflexão 27 Dezembro 2023

    Por Marco Antonio, para a Foz em Destaque.

  • Reflexão Diária 28 Dezembro

    Reflexão 28 Dezembro 2023

    “Não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros.” 

(Confúcio, pensador e filósofo chinês - 552 a.C. e 489 a.C)

    “Não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros.”

    (Confúcio, pensador e filósofo chinês – 552 a.C. e 489 a.C)

    Quem foi

    Reflexão 28 Dezembro 2023 - Reflexão Diária Foz em Destaque - Confucio

    Confúcio

    Juliana Bezerra

    Juliana Bezerra Professora de História

    K’ung Ch’iu, K’ung Chung-ni ou Confúcio para os ocidentais foi um mestre chinês nascido, provavelmente, em 552 a.C.

    Sua filosofia, baseada na bondade humana e na benevolência, influenciaram a cultura chinesa e asiática.

    Biografia

    Confúcio

    Nasceu em 551 a.C e ficou órfão de pai aos três anos de idade. Sua família era nobre, mas se encontrava empobrecida.

    Desde muito cedo trabalhou para ajudar no sustento da casa e se emprega como pastor, guarda-livros, etc. Na adolescência decide aprofundar seus estudos e tornar-se um sábio.

    Confúcio não fazia distinção entre seus discípulos e se propunha a ensinar a todos, algo inédito na sociedade chinesa da época.

    Ele considerava que pessoas diferentes necessitam métodos de ensino e obras diferenciados, mas não rejeitava um discípulo por conta da sua condição social.

    Mais

    Como era costume, os discípulos acompanhavam o mestre em suas andanças.

    Por isso, escutavam e questionavam o mestre sobre diversos temas. Nesses diálogos é que acontecia a aprendizagem. O objetivo dos seguidores era adquirir sabedoria para se empregarem como funcionários ou mestres.

    Apesar de muitos considerarem o confucionismo como religião, na verdade, não podemos considerá-lo como tal. Afinal, Confúcio não pregava a adoração de um deus ou instituiu dogmaticamente uma crença. Seu pensamento estava destinado a servir como orientação para uma vida melhor.

    Morre aos 72 (ou aos 73) anos na sua cidade natal, entristecido porque nenhum príncipe se interessou por seus ensinamentos.

    Assim leia mais sobre China Antiga.

    Reflexão 28 Dezembro 2023

    Contexto Histórico

    Inegavelmente a partir do século VII a.C, ocorrem guerras e profundas mudanças sociais que desmoronam a sistema feudal. Muitos funcionários percorreram o território chinês sem ocupação e porquanto ofereceram seus conhecimentos para aqueles que desejavam adquirir sabedoria.

    Desta maneira, os funcionários se transformam em mestres particulares e nesta época surgem as duas correntes de pensamento chinês: o Taoísmo e o Confucionismo.

    Confúcio também vai de principado em principado oferecendo seus serviços e é considerado o primeiro professor particular da China.

    Para Confúcio a única desigualdade entre os homens deveria ser entre aqueles que queriam adquirir conhecimentos ou não.

    Filosofia

    A filosofia de Confúcio se baseia na bondade humana e pode ser resumida na célebre frase “não faça aos outros aquilo que não gostaria que fizessem a ti.” A seguir, confira uma síntese das ideias de Confúcio sobre alguns temas:

    Natureza Humana

    Segundo Confúcio, o ser humano é bom por natureza.

    O pensador chinês rompe com a concepção aristocrática de homens superiores e inferiores. Ele dá um sentido moral e independente de sua condição de nascimento uma pessoa deve procurar se aperfeiçoar moralmente.

    Que virtudes o ser humano deve cultivar? Sabedoria, sentido de responsabilidade, benevolência (sentido de humanidade) e a capacidade de se colocar no lugar do outro.

    Por que devemos nos preocupar com os demais? É nosso dever. O homem verdadeiramente moral, não faz esta pergunta. A segunda resposta seria o pacto social: eu me comporto bem e espero que os outros se comportem bem comigo e assim podemos viver em sociedade.

    Governo

    Segundo Confúcio, um bom governo baseava-se na preocupação do bem-estar, na felicidade dos indivíduos, no bom exemplo do uso do poder e na confiança na bondade humana.

    Confúcio também alertava que os governantes deveriam estar atentos ao que chamamos hoje de “bem comum”. Igualmente, o povo teria direito de se rebelar, caso visse que seus interesses não estavam bem defendidos.

    Religião

    O confucionismo rompe com a religião tradicional da época. Na China acreditava-se numa vida pós-morte onde a hierarquia social na terra se repetiria no outro mundo. Assim, um nobre continuaria sendo nobre e um servo continuaria a servir este mesmo nobre.

    Confúcio chama atenção dos discípulos que não deveriam se preocupar com o mundo após a morte, porque não era possível conhecê-lo nesta vida. Assim era melhor cultivar virtudes que nos ajudassem a ser melhores pessoas e ainda auxiliar outras a serem felizes.

    Neste ponto, as ideias de Confúcio se parecem com as dos agnósticos.

    Obras

    Apesar de ser um filósofo renomado é pouco provável que Confúcio tenha escrito algo em vida. Seus livros, provavelmente, são coletâneas recolhidas por seus discípulos. Em seus aforismos é preciso ser um leitor muito ativo, pois aquelas frases são ditas para provocar e deixar que o leitor tire suas próprias conclusões.

    Suas ideias se encontram reunidas nos Quatro Livros:

    • Lun Yu – Diálogos, Analectos
    • Dà Xué – Grande Ensinamento
    • Zhong Young – A Doutrina do Meio.
    • Mêncio – Mèng Zi

    Frases

    • Quando vires um homem bom, tenta imitá-lo; quando vires um homem mau, examina-te a ti mesmo.
    • Se queres prever o futuro, estuda o passado.
    • O homem superior atribui a culpa a si próprio; o homem comum aos outros.
    • O silêncio é um amigo que nunca trai.
    • Para quê preocuparmo-nos com a morte? A vida tem tantos problemas que temos de resolver primeiro.
    • Não são as ervas más que afogam a boa semente, e sim a negligência do lavrador.

    Fonte


    Reflexão 28 Dezembro 2023 - Reflexão Diária Foz em Destaque

    Reflexão 28 Dezembro 2023

    REFLEXÃO DIÁRIAMarco Antonio para a Foz em Destaque.

  • Reflexão Diária 29 Dezembro

    Reflexão 29 Dezembro 2023


    Vamos juntos conhecer algo dos grandes pensadores e obras da humanidade?


    Reflexão 29 Dezembro 2023 - Foz em Destaque - Diária - Yhwh

    “Quem quer vencer sempre terá forças para lutar.” (Yhwh)


    Reflexão 29 Dezembro 2023 - Foz em Destaque - Diária - Yhwh


    Reflexão 29 Dezembro 2023

    Quer saber mais? É só clicar no link Wikipédia...

    Conteúdo editado por Marco Antonio para a Foz em Destaque.

  • Reflexão Diária 30 Dezembro

    Reflexão 30 Dezembro 2023


    “A vida é para quem topa qualquer parada. Não para quem para em qualquer topada.”

    (Bob Marley – Robert Nesta Marley (Nine Mile, 6 de fevereiro de 1945 – Miami, 11 de maio de 1981, foi um cantor e compositor jamaicano, o mais conhecido músico de reggae)

    Biografia

    “Bob Marley foi um cantor jamaicano de grande projeção internacional, reconhecido como um dos grandes nomes do reggae e que contibuiu diretamente para a popularização desse ritmo. Bob Marley iniciou sua carreira musical com dois amigos, Peter Tosh e Bunny Wailer, formando uma banda chamada The Wailers.

    Apesar de um certo sucesso na Jamaica, a banda The Wailers acabou, porque cada membro decidiu seguir carreira solo, e esse foi o momento em que Bob Marley alcançou o auge na sua carreira musical, gravando álbuns de grande sucesso, como Exodus. O cantor jamaicano faleceu precocemente por conta de um câncer.

    Tópicos deste artigo
    1 – Resumo sobre Bob Marley
    2 – Origens de Bob Marley
    3 – Carreira musical de Bob Marley
    Carreira solo de Bob Marley
    4 – Morte de Bob Marley

    Resumo sobre Bob Marley

    Foz em Destaque - Reflexão 30 Dezembro 2023 - Bob Marley

    Bob Marley foi um cantor jamaicano que obteve grande sucesso internacional.

    O cantor é conhecido como um dos grandes nomes do reggae, estilo musical surgido na Jamaica.

    A carreira musical de Bob Marley se iniciou em uma banda chamada The Wailers.

    The Wailers era formada por Peter Tosh e Bunny Wailers, além do próprio Bob Marley.

    Bob Marley sobreviveu a um atentado em 1976.

    Ele faleceu aos 36 anos, vítima de um câncer.

    Origens de Bob Marley

    Robert Nesta Marley, internacionalmente conhecido como Bob Marley, nasceu em Nine Mile, cidade do interior da Jamaica, em 6 de fevereiro de 1945. Ele era filho de Cedella Malcolm, uma mulher afro-jamaicana que se casou com 18 anos com um homem branco descendente de ingleses chamado Norval Sinclair Marley.

    O pai de Bob Marley não tinha contatos frequentes com seu filho, porque vivia viajando a trabalho e faleceu quando o seu filho era uma criança de dez anos. Na infância, Bob Marley foi matriculado em algumas escolas na região de Nine Mile, mas com 12 anos, Bob Marley e sua mãe mudaram-se para Kingston, capital da Jamaica. Lá, eles residiram em Trenchtown, um bairro pobre, mas conhecido por um forte cenário cultural.

    Na sua infância, Bob Marley já demonstrava grande interesse pela música e compartilhava esse gosto com um amigo chamado Neville Livingston (conhecido artisticamente como Bunny Wailer). A amizade entre eles se estreitou porque a mãe de Bob Marley casou-se com o pai de Bunny Wailer, e ambos passaram a compartilhar o lar em Kingston.

    Reflexão 30 Dezembro 2023

    Carreira musical de Bob Marley

    Junto de seu amigo Bunny Wailer, Bob Marley compartilhava o gosto por ska, um gênero musical jamaicano, e pelo R&B, que estava em grande evidência nos Estados Unidos. Juntos, formaram uma banda, que também contava com a participação de Peter Tosh. Essa banda teve diferentes nomes, mas se consolidou com o nome de The Wailers, que foi adotado somente a partir de 1964.

    Uma pessoa muito importante na formação musical de Bob Marley foi Joe Higgs, que deu grande auxílio no desenvolvimento vocal do músico jamaicano. A banda de que Bob Marley fazia parte começou a ganhar projeção a partir de 1962, quando um produtor musical da Jamaica decidiu gravar alguns singles da banda.

    O primeiro single lançado pela banda foi Judge not, em 1962. Em 1964, The Wailers conseguiram colocar uma canção — Simmer down — no topo da parada das mais ouvidas da Jamaica. Com o sucesso, a banda vendeu milhares de álbuns naquele país. The Wailers passaram a tocar com importantes músicos jamaicanos, mas alguns membros da banda que haviam ingressado após 1962 decidiram abandoná-la em 1966, deixando-a apenas com o trio original formado por Bob, Bunny e Peter.

    Entre 1966 e 1968, a vida de Bob Marley passou por algumas mudanças. Ele mudou-se para os Estados Unidos, onde passou a trabalhar em empresas na região de Wilmington. Antes da mudança, Bob Marley casou-se com Rita Anderson, uma cantora de origem cubana que havia crescido na Jamaica. Por fim, Bob Marley aproximou-se do rastafarianismo, uma religião de origem jamaicana.

    A banda de que Bob Marley fazia parte, The Wailers, passou a desfrutar de grande sucesso, fazendo com que rompesse as fronteiras jamaicanas. Assim, a partir de 1972, The Wailers passaram a ser uma banda conhecida não apenas na Jamaica, mas em outras partes do planeta, como o Reino Unido e os Estados Unidos. Ainda assim, o alcance internacional era bastante limitado.

    O sucesso de The Wailers foi parte do esforço de Bob Marley, Rita Anderson, Peter Tosh e Bunny Wailer para que a banda conquistasse espaço internacional. Em 1972, The Wailers começaram a gravar um álbum com o apoio da gravadora Island Records. O álbum, chamado Catch a fire, foi lançado em abril de 1973, sendo um sucesso de crítica.

    O álbum seguinte, Burnin’, teve uma canção regravada por Eric Clapton. Esse álbum também deu certa projeção a The Wailers na Jamaica, permitindo que a Island Records ampliasse seus investimentos na banda. Após o segundo álbum de The Wailers, Peter Tosh e Bunny Wailer decidiram abandonar a banda para seguir carreira solo. Juntos, ainda gravaram um álbum chamado Natty dread, lançado em 1974.

    Reflexão 30 Dezembro 2023

    Carreira solo de Bob Marley

    Foz em Destaque - Reflexão 30 Dezembro 2023 - Bob Marley

    Depois de seguir sozinho com sua banda, Bob Marley experimentou grande sucesso. Ele faleceu no auge de sua carreira.
    Com a saída de seus amigos, Bob Marley seguiu carreira solo, mas renomeou a banda como Bob Marley & The Wailers. O sucesso internacional de Bob Marley alcançou seu ponto mais alto a partir desse momento de sua carreira e fez dele um dos grandes nomes do reggae em todo o planeta. A banda foi inteiramente reformulada por Bob Marley e Rita Anderson, e o primeiro hit dessa fase foi No woman, no cry.

    Bob Marley lançou Rastaman vibration, em 1976, e o álbum foi um grande sucesso. Nesse ano, Bob Marley teve de passar por uma situação bastante delicada. Aquele período foi um momento de grande tensão política na Jamaica devido à rivalidade entre dois partidos locais. Por conta dessa violência política, Bob Marley foi convidado a participar de um show que promovia a paz no país, o Smile Jamaica.

    Poucos dias antes do show, Bob Marley e sua banda ensaiavam quando tiveram o local onde estavam invadido por homens armados que começaram a atirar contra os presentes. Bob Marley foi atingido por um tiro de raspão no peito e um tiro em um dos braços. Sua esposa foi ferida com um tiro de raspão na cabeça.

    O empresário de Bob Marley, Don Taylor, foi atingido por cinco tiros, precisando passar por uma cirurgia emergencial. Não se sabe o motivo do atentado contra Bob Marley, mas especula-se que tenha acontecido por motivação política, por conta das posições políticas do cantor e por sua participação no show. Mesmo ferido, o cantor jamaicano manteve sua participação.

    Depois do show, Bob Marley decidiu exilar-se da Jamaica, mudando-se para a Inglaterra e passando a residir em Londres. Na Inglaterra, Bob Marley gravou Exodus, um dos álbuns mais reconhecidos pela crítica e pelo público da carreira de Bob Marley. Nesse álbum, Bob Marley manifestou algumas de suas posições a favor do pan-africanismo.

    Bob Marley ainda lançou outros álbuns, chamados Kaya (1978), Survival (1979) e Uprising (1980). Os álbuns também foram grandes sucessos, contendo canções bastante populares do cantor. Em 1978, Bob Marley retornou brevemente para a Jamaica para participar de mais um show que buscava promover a paz no país. O cantor ainda fez dois políticos populares e de partidos diferentes se cumprimentarem para pacificar o país.

    Reflexão 30 Dezembro 2023

    Morte de Bob Marley

    Em 1977, Bob Marley descobriu, durante um acompanhamento médico, que ele possuía um tipo de câncer em um dos dedos do pé. O tumor foi descoberto depois de uma biópsia que ele havia feito, e ele foi aconselhado a amputar o dedo que continha o tumor como forma de impedir que a doença se espalhasse pelo seu corpo.

    Bob Marley recusou-se a seguir o conselho médico, porque sua religião não permitia que partes de seu corpo fossem amputadas. Em 1980, Bob Marley descobriu que o câncer havia se espalhado por diferentes partes de seu corpo, chegando ao cérebro, fígado, estômago e pulmões. O cantor estava no auge de sua carreira, e seus shows ficavam lotados de fãs, mas a doença interrompeu isso.

    O cantor decidiu realizar tratamentos alternativos para o câncer, mas esses tratamentos não tiveram impacto algum. Com a doença em estado avançado, Bob Marley decidiu retornar à Jamaica, mas durante a viagem ele piorou de condição e acabou falecendo em um hospital em Miami, nos Estados Unidos.

    Bob Marley morreu em 11 de maio de 1981, aos 36 anos. Um funeral foi realizado para o cantor segundo a tradição rastafári, e seu corpo foi enterrado em Nine Mile. Milhares de pessoas compareceram ao funeral de Bob Marley para prestar a ele uma última homenagem.

    Créditos das imagens

    [1] Commons

    [2] Stefano Chiacchiarini ‘74 e Shutterstock”


    Reflexão 30 Dezembro 2023

    Veja mais sobre “Bob Marley” em: https://brasilescola.uol.com.br/biografia/bob-marley.htm

    Conteúdo editado por Marco Antonio para a Foz em Destaque.

  • Reflexão Diária: 31 de Dezembro

    Pensamento ou Reflexão do dia 31 de Dezembro 23

    “O segredo da mudança não é focar na luta contra o velho, mas na construção do novo.”

    Sócrates

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    Sócrates foi um filósofo grego, mesmo não sendo o primeiro filósofo da história, é reconhecido como o “pai da filosofia” por representar o grande marco da filosofia ocidental.

    Alguns duvidavam da existência de Sócrates. Contudo, depois que os diálogos com seus discípulos, como Platão, vieram à tona por meio de obras escritas, teve-se a certeza da sua vida e obra.

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    Principais Ideias de Sócrates

    Para Sócrates, existiam verdades universais, válidas para toda a humanidade em qualquer espaço e tempo. Para encontrá-las, era necessário refletir sobre elas. Assim, essa percepção da verdade como alcançável é um fator de diferenciação entre Sócrates e os sofistas.

    O princípio da filosofia de Sócrates estava na frase “Conhece-te a ti mesmo“, um oráculo universal dado pelo deus Apolo na mitologia grega. Antes de lançar-se em busca de qualquer verdade, o homem precisa se auto analisar e reconhecer sua própria ignorância.

    O próprio Sócrates ao consultar o Oráculo de Delfos recebeu a mensagem de que ele era o mais sábio entre os gregos, aliás. Sócrates percebeu que ele era sábio porque, dentre os sábios, era o único que julgava não saber e buscava o verdadeiro conhecimento. Da afirmação de sua própria ignorância faz surgir a célebre frase:

    “Só sei que nada sei.”

    A partir desta ideia, é desenvolvido o Método Socrático. O filósofo inicia uma discussão e, dessa forma, conduz seu interlocutor ao reconhecimento de sua própria ignorância através do diálogo: é a primeira fase de seu método, chamada de ironia ou refutação.

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    Nascimento: 470 a.C., Alópece

    Falecimento: 15 de fevereiro de 399 a.C., Atenas Clássica

    Reflexão 31 de Dezembro 23 – Foz em Destaque

  • Reflexão Diária: 01 de Janeiro

    Reflexão 01 Janeiro 2024

    Reflexão Diária – 01 de Janeiro de 2024

    Reflexão 01 Janeiro 2024

    Reflexão Diária - Plutarco

    “É preciso viver, não apenas existir.” (Plutarco, biógrafo e magistrado – 46 a.C./120 a.C.)


    Quem foi Plutarco?

    Plutarco

    Reflexão 01 Janeiro 2024

    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

    Nascimento: 46 a.C. – Queroneia, Beócia

    Morte: 120 a.C.  (74 anos) – Delfos, Fócia

    Nacionalidade: Romano (etnia grega)

    Ocupação: Biógrafo, magistrado

    Plutarco (em grego clássico: Πλούταρχος; romaniz.:Ploútarkhos, AFI: [plŭːtarkʰos]) ou Lúcio Méstrio Plutarco (em latim: Lucius Mestrius Plutarchus[nota 1] (em grego, Λούκιος Μέστριος Πλούταρχος), ca. Queroneia, 46 d.C. – Delfos, 120 d.C., foi um historiador, biógrafo, ensaísta e filósofo médio platônico grego, conhecido principalmente por suas obras Vidas Paralelas e Morália.

    Vida

    De fato pertencente a uma família proeminente, nasceu em Queroneia, na Beócia, a cerca de 30 quilômetros a leste de Delfos. Viajou pela Ásia e pelo Egito, viveu algum tempo em Roma e foi sacerdote de Apolo em Delfos em 95. O seu enorme prestígio valeu-lhe a obtenção de direitos de cidadão em Delfos, Atenas e mesmo em Roma (Mestrius Plutarchus).

    Além disso estudou matemática e filosofia na Academia de Atenas sob Amônio de Atenas de 66 a 67.[4]

    Após concluir sua educação, visitou o Egito. A “sabedoria dos egípcios” sempre fascinou os gregos e, neste período, Alexandria, com sua famosa biblioteca, era um importante centro da atividade intelectual grega.

    O evento mais importante de sua vida, é sem dúvida quando viajou para a Itália e para Roma, onde aprendeu um pouco de latim. Em Roma, pesquisou sobre antiguidades e lecionou filosofia e outros assuntos. Muitas dessas aulas foram depois refeitas por ele em vários pequenos tratados, sobre vários assuntos sob o título de Morália.

    Em algum momento, Plutarco assumiu cidadania romana. Como evidenciado por seu novo nome, Lúcio Méstrio Plutarco, o seu patrocinador para a cidadania era Lúcio Méstrio Floro, um cônsul romano de quem Plutarco também usou como uma fonte histórica para seu escrito A vida de Oto.

    Plutarco morreu entre os anos 119 e 120 em Delfos. Há uma reconstituição da biografia de Plutarco a partir de seus escritos na Introdução do volume: Plutarco. “Da Malícia de Heródoto” (edição bilíngue). Estudo, tradução e notas de Maria Aparecida de Oliveira Silva. São Paulo: Edusp/Fapesp, 2013.

    Trabalho como magistrado e embaixador

    De fato, além de suas funções como sacerdote do Templo de Delfos, Plutarco também foi um magistrado em Queroneia e representou sua pátria em várias missões em países estrangeiros. Plutarco ocupava o cargo de arconte em seu município natal, provavelmente, apenas um projecto anual que, provavelmente, serviu mais de uma vez. Ele ocupou-se com todos os pequenos assuntos da cidade e realizava até as mais humildes tarefas.

    Vidas Paralelas

    Ver artigo principal: Vidas Paralelas

    Por conseguinte os primeiros trabalhos biográficos escritos por Plutarco eram as vidas dos imperadores romanos, de Augusto a Vitélio. Destas, restaram apenas as Vidas de Galba e Otão. Das obras A Vida de Tibério e A Vida de Nero existem apenas fragmentos, fornecidos por Damáscio (A Vida de Tibério, cf. em sua obra Vida de Isidoro) e pelo próprio Plutarco (Vida de Nero, cf. Galba 2.1), respectivamente. Estas primeiras biografias dos imperadores foram provavelmente publicadas sob a Dinastia dos Flávios, ou durante o reinado de Nerva (r. 96–98).

    Filosofia

    Reflexão 01 Janeiro 2024

    Provável busto de Plutarco, no Museu Arqueológico de Delfos

    Com efeito Plutarco era um platônico, mas também era aberto à influência dos Peripatéticos, tendendo em alguns detalhes até mesmo ao Estoicismo, apesar de sua polêmica contra os seus princípios. 

    De tal forma que ele rejeitou em absoluto somente o Epicurismo. Interessado em questões morais e religiosas, atribuiu pouca importância às questões teóricas e duvidou da possibilidade de algum dia estas questões serem resolvidas.

    Dessa maneira em oposição ao materialismo estóico e ao “ateísmo” epicurista, alimentou a ideia de Deus que estava mais de acordo com Platão e adotou um segundo princípio (díade), a fim de explicar o mundo fenomenal. 

    Como resultado no entanto, ele buscou esse princípio não em uma matéria indeterminada, mas na maligna alma do mundo, que desde o início está ligada à matéria, mas no momento da criação era cheia de razão e fora arranjada por ela; assim, a alma do mundo foi transformada em alma divina do mundo, mas continuou a funcionar como a fonte de todo mal.


    Reflexão 01 Janeiro 2024

    Marco Antonio para a Foz em Destaque.

  • Reflexão 02 Janeiro 2024

    Reflexão 02 Janeiro 2024


    “O homem que teme o sofrimento já está sofrendo pelo que teme.”

    Michel de Montaigne, Filósofo e escritor francês (1953-1592)

    Reflexão 02 Janeiro 2024 - Reflexão Diária Foz em Destaque - Michel de Montaigne


    Michel Eyquem de Montaigne, mais conhecido apenas como Montaigne, foi um filósofo renascentista e escritor erudito francês. Humanista e cético, ele é considerado como o precursor do estilo literário ensaístico.

    Reflexão 02 Janeiro 2024 - Reflexão Diária Foz em Destaque - Michel de Montaigne


    Reflexão 02 Janeiro 2024 – Reflexão Diária Foz em Destaque

    Fonte: Wikipédia

    Nascimento: 28 de fevereiro de 1533, Castelo de Montaigne

    Falecimento: 13 de setembro de 1592, Castelo de Montaigne

    Influenciado por: Étienne de La Boétie, Platão, Sócrates, Séneca, MAIS

    Influenciado / Influenciada: Étienne de La Boétie, MAIS

    Formação: Colégio de Guyenne, université de toulouse

    Filhas: Léonore de Montaigne


    Marco Antonio para a Foz em Destaque.

  • Reflexão 03 Janeiro 2024

    Reflexão 03 Janeiro 2024

    Reflexão Diária escolhida pela Foz em Destaque


    “Não tentes ser bem-sucedido, tenta antes ser um homem de valor.”

    Albert Einstein. Físico alemão (1879-1955)

    Reflexão 03 Janeiro 2024 - Foz em Destaque


    Reflexão 03 Janeiro 2024 - Foz em Destaque - Albert Einstein -

    Albert Einstein foi um físico teórico alemão, que desenvolveu a teoria da relatividade geral, um dos pilares da física moderna ao lado da mecânica quântica. Considerado um dos  maiores gênios da humanidade. 

    Fonte: Wikipédia

    Nascimento: 14 de março de 1879, Ulm, Alemanha

    Falecimento: 18 de abril de 1955, Princeton, Nova Jersey, EUA

    Formação: Universidade de Zurique (1905), ETHZ (1897–1900), MAIS

    Filhos: Eduard Einstein, Hans Albert Einstein, Lieserl Einstein

    Influenciou: Satyendra Nath Bose, John von Neumann, MAIS

    Cônjuge: Elsa Einstein (de 1919 a 1936), Mileva Marić (de 1903 a 1919)

    Netos: Evelyn Einstein, Bernhard Caesar Einstein, David Einstein, Klaus Martin Einstein


    Reflexão 03 Janeiro 2024

    Marco Antonio para a Foz em Destaque.