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  • Reflexão 09 de Agosto 2024

    Reflexão 09 de Agosto 2024 Foz em Destaque


    “A pior forma de desigualdade é tentar tornar iguais coisas desiguais.” 

    Aristóteles 

    Filósofo e polímata da Grécia Antiga, foi um dos pensadores mais influentes da história da civilização ocidental. (384 a.C / 322 a.C.)


    Aristóteles (em grego clássico: Ἀριστοτέλης; romaniz.: Aristotélēs; Estagira, 384 a.C. – Atenas, 322 a.C.) foi um filósofo e polímata da Grécia Antiga. 

    Ao lado de Platão, de quem foi discípulo na Academia, foi um dos pensadores mais influentes da história da civilização ocidental.

    Aristóteles abordou quase todos os campos do conhecimento de sua época: biologia, física, metafísica, lógica, poética, política, retórica, ética e, de forma mais marginal, a economia. 

    A filosofia, definida como “amor à sabedoria”, passou a ser compreendida por Aristóteles em sentido mais amplo, buscando se tornar uma ciência das ciências. 

    Embora o estagira tenha escrito muitos tratados e diálogos formatados para a publicação, apenas cerca de um terço de sua produção original sobreviveu, nenhuma delas destinada à publicação.[3]

    Na concepção aristotélica, a ciência compreende três áreas principais: teórica, prática (práxis) e aplicada ou (poética). 

    Segundo o autor, a ciência teórica é o melhor uso que o homem pode fazer de seu tempo livre e é composta pela “filosofia primeira” (ou metafísica), matemática e física (também chamada de filosofia natural).

    A ciência prática, orientada para a ação, é o reino da política e da ética. Por fim, a ciência aplicada consiste no campo da técnica, ou seja, do que pode ser produzido pelo ser humano, tais como a prática da agricultura e da poesia. A lógica, por outro lado, não é considerada por Aristóteles como uma ciência, mas sim um instrumento que permite o progresso científico. 



    Segundo Aristóteles todos os seres vivos têm alma, ainda que com características distintas. 

    As plantas teriam apenas uma alma animada por uma função vegetativa, ao passo que a alma dos animais teria uma função vegetativa e sensorial. Já a alma dos humanos possuiria cinco disposições por meio das quais poderia afirmar ou negar a verdade: a arte (téchne), o discernimento (phrónesis), a ciência (epistéme), a sabedoria (sophía) e o intelecto (noús).[4]

    A virtude ética, tal como exposta na obra Ética a Nicômaco, se equilibra entre dois extremos. Assim, um homem corajoso não deve ser imprudente nem covarde. 

    Conclui-se que a ética aristotélica é muito marcada pelas noções de medida e phronesis. Sua ética, assim como sua política e sua economia, está voltada para a “busca do Bem”. 

    Em conexão com seu naturalismo, o estagirita considera a cidade como uma entidade natural que não pode subsistir sem justiça e amizade (philia). Essa concepção influenciou profundamente os pensadores das gerações seguintes e se reflete até hoje nas concepções finalistas de sociedade e do Estado, que são compreendidas como a busca do bem comum.

    A natureza (Physis) ocupa um lugar importante no pensamento aristotélico. A matéria possuiria em si um princípio de movimento (en telos echeïn). Consequentemente, a física se dedica ao estudo dos movimentos naturais causados pelos princípios próprios da matéria. 

    Em sua metafísica, Aristóteles define o Deus dos filósofos como o primeiro motor imóvel, aquele que põe o mundo em movimento sem ele próprio ser movido. 

    Segundo o autor, o primeiro motor imóvel e os corpos celestes seriam formados por um elemento incorruptível, o éter, distinguindo-se dos corpos físicos do mundo sublunar.

    Após sua morte, seu pensamento foi praticamente esquecido pelo ocidente até o fim da Antiguidade. Durante o Califado Abássida, as obras de Aristóteles foram traduzidas em árabe, influenciando o mundo muçulmano.

    A partir do fim do Império Romano o ocidente teve acesso limitado a seus ensinamentos até o Século XII. 

    Após a redescoberta de seus escritos, o pensamento aristotélico também passou a exercer influência sobre a filosofia e a teologia ocidental durante os cinco séculos seguintes, criando tensões com o pensamento platônico de Agostinho de Hipona que vigorava à época. 

    Foi durante o Século XII, contudo, que o aristotelismo marcou profundamente a escolástica e, por intermédio da obra de Tomás de Aquino, o cristianismo católico. No Século XVII, o avanço da astronomia científica de Galileu e Newton desacreditou o geocentrismo admitido por Aristóteles. 

    A partir de então, seguiu-se um profundo recuo do pensamento aristotélico no que se refere à ciência. Sua lógica também foi criticada na mesma época por Francis Bacon e Blaise Pascal. 

    No século XIX, George Boole deu à lógica de Aristóteles uma base matemática com um sistema de lógica algébrica, e já no século XX, Gottlob Frege criticou e trabalhou em profundidade a silogística. 

    A filosofia aristotélica, por sua vez, experimentou um ressurgimento de interesse. 

    No Século XX foi estudado e comentado por Heidegger, que foi seguido por Leo Strauss, Hannah Arendt e contemporaneamente por autores como Alasdair MacIntyre, John McDowell e Philippa Foot.

    Mais de 2.300 anos após sua morte, seu pensamento ainda inspira especialistas de variadas áreas e é objeto de pesquisa de diversas disciplinas.

    Wikipédia


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  • Reflexão 10 de Agosto 2024

    Reflexão 10 de Agosto 2024 Foz em Destaque


    “É loucura jogar fora todas as chances de ser feliz porque uma tentativa não deu certo.” 

    Antoine de Saint-Exupéry – Escritor e piloto francês, autor do clássico da literatura “O Pequeno Príncipe”, escrito em 1943. (1900-1944)

    "É loucura jogar fora todas as chances de ser feliz porque uma tentativa não deu certo." 
Antoine de Saint-Exupéry
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    Por Dilva Frazão – Biblioteconomista e professora

    Biografia de Antoine de Saint-Exupéry

    "É loucura jogar fora todas as chances de ser feliz porque uma tentativa não deu certo." 
Antoine de Saint-Exupéry
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    Antoine de Saint Exupéry (1900-1944) foi um escritor, ilustrador e piloto francês, é o autor de um clássico da literatura “O Pequeno Príncipe”, escrito em 1943. 

    Entre as suas diversas frases famosas estão: “Só se vê bem com o coração. 

    O essencial é invisível para os olhos” e “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”.

    Antoine-Marie-Roger de Saint-Exupéry nasceu em Lyon (França), no dia 29 de junho de 1900. 

    Era o terceiro filho do conde Saint-Exupéry e da condessa Marie Fascolombe, descendente de família aristocrática empobrecida. 

    Estudou no colégio jesuíta Notre Dame de Saint Croix e no colégio dos Marianistas, em Friburgo, na Suíça.

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  • Reflexão 12 de Agosto 2024

    Reflexão 12 de Agosto 2024 Foz em Destaque


    “Todos temos luz e trevas dentro de nós. O que nos define é o lado com o qual escolhemos agir.”

    (Harry Potter e a Ordem da Fênix – Lançamento em: 11 de julho de 2007 – Brasil)
    É o quinto livro dos sete volumes da série de fantasia Harry Potter, com adaptações para outras mídias, como cinema, jogos e audiolivros.

    "Todos temos luz e trevas dentro de nós. O que nos define é o lado com o qual escolhemos agir."
(Harry Potter e a Ordem da Fênix - Lançamento em: 11 de julho de 2007 - Brasil)
Reflexão 12 de Agosto 2024 Foz em Destaque.


    Após um verão desastroso, Harry volta para o seu quinto ano em Hogwarts, um dos mais difíceis que terá de encarar. Pouquíssimos alunos e pais acreditam nele ou em Dumbledore sobre a volta de Voldemort, e uma série interminável de artigos circula dizendo que eles estão completamente malucos.

    Ainda por cima, Dolores Umbridge, a nova professora de Defesa Contra as Artes das Trevas, prova ser a pessoa mais repugnante que Harry já conheceu.


    "Todos temos luz e trevas dentro de nós. O que nos define é o lado com o qual escolhemos agir."
(Harry Potter e a Ordem da Fênix - Lançamento em: 11 de julho de 2007 - Brasil)
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    Data de lançamento: 11 de julho de 2007 (Brasil)
    Diretor: David Yates
    Continuação: Harry Potter e o Enigma do Príncipe
    Edição: Mark Day
    Adaptação de: Harry Potter e a Ordem da Fênix
    Orçamento: US$ 150 milhões


    Veja o trailler deste filme

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  • Reflexão 13 de Agosto 2024

    Reflexão 13 de Agosto 2024 Foz em Destaque


    “Um leitor vive mil vidas antes de morrer. A pessoa que nunca lê vive apenas uma vez.” 

    Jojen Reed – Personagem de Game of Thrones, membro da Casa Reed e amigo e parceiro de Bran Stark em uma jornada para encontrar o Corvo de Três Olhos, contra os Caminhantes Brancos.

    "Um leitor vive mil vidas antes de morrer. A pessoa que nunca lê vive apenas uma vez." 
Jojen Reed - Personagem de Game of Thrones

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    Jojen Reed é o filho do Lorde Howland Reed e o irmão mais novo de Meera. Ele estreia na terceira temporada da série e se torna um companheiro e mentor de Bran Stark. Jojen tem as visões verdes.

    Passado

    Jojen é o filho de Lorde Howland Reed, um dos vassalos mais leais da Casa Stark, e o irmão mais novo de Meera. Ele é o herdeiro de Atalaia da Água Cinzenta do Gargalo. Jojen tem as visões verdes.

    "Um leitor vive mil vidas antes de morrer. A pessoa que nunca lê vive apenas uma vez." 
Jojen Reed - Personagem de Game of Thrones

Reflexão 13 de Agosto 2024 Foz em Destaque

    Nos Livros

    Em Uma Canção de Gelo e Fogo, Jojen é o único filho homem e herdeiro do Lorde Howland Reed e da sua esposa Jyana.

    Ele tem treze anos em O Festim dos Corvos, e é descrito como pequeno, magro e de olhos verdes e cabelos castanhos como sua irmã, Meera.

    Jojen é sério demais para sua idade o que fez a Velha Ama chamá-lo de “Pequeno Avô” quando comparece no banquete de Winterfell.

    Jojen tem visões do futuro e ajuda Bran com a descoberta de seus poderes.

    Diferente da série, Jojen não morre antes de encontrar o Corvo de Três Olhos.

    Ele permanece na caverna com o grupo, porém vem ficando cada vez mais fraco e se recusando a comer, o que preocupa sua irmã.

    Leia mais sobre este personagem…


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  • Reflexão 16 de Agosto 2024

    Reflexão 16 de Agosto 2024


    “Quem pensa por si só é livre. E ser livre é coisa muito séria.” 

    Renato Russo – Cantor, compositor, produtor e multi-instrumentista brasileiro, célebre por ter sido líder, vocalista e fundador da banda Legião Urbana.

    Renato Russo - Cantor, compositor, produtor e multi-instrumentista brasileiro, célebre por ter sido líder, vocalista e fundador da banda Legião Urbana.


    Renato Russo, nome artístico de Renato Manfredini Júnior (Rio de Janeiro, 27 de março de 1960 – Rio de Janeiro, 11 de outubro de 1996), foi um cantor, compositor, produtor e multi-instrumentista brasileiro, célebre por ter sido líder, vocalista e fundador da banda Legião Urbana.[1][2] Antes de fundar a banda, Renato integrou o grupo musical Aborto Elétrico, do qual saiu devido aos constantes desentendimentos com o baterista Fê Lemos.[3]

    Renato Russo - Cantor, compositor, produtor e multi-instrumentista brasileiro, célebre por ter sido líder, vocalista e fundador da banda Legião Urbana.

     Adotou o sobrenome artístico Russo em homenagem ao inglês Bertrand Russell, ao suíço Jean-Jacques Rousseau e ao francês Henri Rousseau.[4][5][6]

    Renato morreu devido as complicações causadas pela AIDS em 11 de outubro de 1996, na época com 36 anos.[7] Amigos do cantor afirmam que ele se infectou com o vírus após se envolver com uma pessoa portadora do HIV que conheceu em Nova Iorque, em 1989.[7] Como integrante da Legião Urbana, Renato lançou oito álbuns de estúdio, cinco álbuns ao vivo, alguns lançados postumamente e diversos contos. Gravou ainda três discos solo e cantou ao lado de Herbert Vianna, Adriana Calcanhotto, Cássia Eller, Paulo Ricardo, Erasmo Carlos, Leila Pinheiro, Biquini Cavadão, 14 Bis e Plebe Rude.

    Em outubro de 2008, a revista Rolling Stone Brasil promoveu a Lista dos Cem Maiores Artistas da Música Brasileira, em que Renato Russo ocupa o 25.º lugar.[8]

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  • Reflexão 17 de Agosto 2024

    Reflexão 17 de Agosto 2024


    “E quando eu estiver triste, simplesmente me abrace…” 

    Skank – Banda mineira de rock alternativo formada em 1991 composta por Samuel Rosa, Henrique Portugal, Lelo Zaneti e Haroldo Ferretti. 

    Skank - Banda mineira de rock alternativo formada em 1991 composta por Samuel Rosa, Henrique Portugal, Lelo Zaneti e Haroldo Ferretti.


    Skank foi uma banda brasileira de rock alternativo formada em 1991 na cidade de Belo Horizonte. Durante toda a sua trajetória, sua formação foi composta por Samuel Rosa (vocal, guitarra e violão), Henrique Portugal (teclados, violão e vocal de apoio), Lelo Zaneti (baixo e vocal de apoio) e Haroldo Ferretti (bateria). A banda já vendeu cerca de 6,6 milhões de discos entre CDs e DVDs.[1] Os quatro músicos reuniram-se em torno do mesmo interesse: transportar o clima do dancehall jamaicano para a tradição pop brasileira. Em 2019, após 28 anos de carreira, a banda anunciou seu fim, com uma turnê de despedida realizada entre 2022 e 2023.

    Skank - Banda mineira de rock alternativo formada em 1991 composta por Samuel Rosa, Henrique Portugal, Lelo Zaneti e Haroldo Ferretti.

    Em 1983, Samuel Rosa e Henrique Portugal começaram a tocar em uma banda de rock chamada Pozo Alto,[2] junto com os irmãos Dinho Mourão (bateria) e Alexandre Mourão (baixo). Em 1991, o Pozo Alto conseguiu um show na casa de concertos AeroAnta, em São Paulo, mas como os irmãos Mourão não estavam em Belo Horizonte, o baixista Lelo Zaneti e o baterista Haroldo Ferretti foram chamados para o show.[3][4] Antes da apresentação, o grupo mudou seu nome para Skank, inspirado na música de Bob Marley, “Easy Skanking”[5] (“skank” é um tipo de dança no ska[6] ou uma técnica de guitarra usada em ska, rocksteady e reggae[7] e “skunk” é o nome de uma variação da cannabis sativa, popularmente conhecida como maconha). A banda fez sua estreia em 5 de junho de 1991, e devido à final do Campeonato Brasileiro no mesmo dia, o público pagante foi de 37 pessoas.

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  • Reflexão 18 de Agosto 2024

    Reflexão 18 de Agosto 2024


    “A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar duram uma eternidade.”

    Clarice Lispector – Escritora e jornalista brasileira nascida na Ucrânia. Autora de romances, contos e ensaios, considerada uma das escritoras brasileiras mais importantes do século XX

    Clarice Lispector - Escritora e jornalista brasileira nascida na Ucrânia. Autora de romances, contos e ensaios, considerada uma das escritoras brasileiras mais importantes do século XX


    Clarice Lispector, nascida Chaya Pinkhasivna Lispector (ucraniano: Хая Пінкасiвна Ліспектор;[1] Chechelnyk, 10 de dezembro de 1920Rio de Janeiro, 9 de dezembro de 1977),[2] foi uma escritora e jornalista brasileira nascida na Ucrânia.[3] Autora de romances, contos e ensaios, é considerada uma das escritoras brasileiras mais importantes do século XX.[4][5] Sua obra está repleta de cenas cotidianas simples e tramas psicológicas, reputando-se como uma de suas principais características a epifania de personagens comuns em momentos do cotidiano. Quanto às suas identidades nacional e regional, declarava-se brasileira e pernambucana.[6][7]

    Clarice Lispector - Escritora e jornalista brasileira nascida na Ucrânia. Autora de romances, contos e ensaios, considerada uma das escritoras brasileiras mais importantes do século XX

    Nasceu em uma família judaica russa que perdeu suas rendas com a Guerra Civil Russa e se viu obrigada a emigrar em decorrência da perseguição a judeus, à época, a qual resultou em diversos extermínios em massa. 

    A futura escritora chegou ao Brasil, ainda pequena, em 1922, com seus pais e duas irmãs.[nota 1] Clarice dizia não ter nenhuma ligação com a Ucrânia – “Naquela terra eu literalmente nunca pisei: fui carregada de colo” – e que sua verdadeira pátria era o Brasil. Inicialmente, a família passou um breve período em Maceió, até se mudar para o Recife,[8] onde Clarice cresceu e onde, aos oito anos, perdeu a mãe.[9][10] Aos quatorze anos de idade transferiu-se com o pai e as irmãs para o Rio de Janeiro, na Tijuca, na Rua Mariz e Barros, 241, [11] local em que a família se estabilizou e onde o seu pai viria a falecer, em 1940.[12]

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  • Reflexão 20 de Agosto 2024

    Reflexão 20 de Agosto 2024


    “As pessoas respondem bem àquelas que têm certeza do que desejam.” 

    Anna Winteur – Editora-chefe da edição norte-americana da revista Vogue, a mais conceituada e importante publicação de moda do mundo e um dos seus maiores ícones.

    Anna Winteur - Editora-chefe da edição norte-americana da revista Vogue, a mais conceituada e importante publicação de moda do mundo e um dos seus maiores ícones.


    Anna Wintour DBE (Londres, 3 de novembro de 1949) é a atual editora-chefe da edição norte-americana da revista Vogue, a mais conceituada e importante publicação de moda do mundo e um dos seus maiores ícones.

    Anna Wintour foi condecorada pelo Príncipe Carlos de Inglaterra com a Ordem do Império Britânico, numa cerimónia que teve lugar no Palácio de Buckingham.[1] É, segundo a revista Forbes em 2009, a editora de moda mais influente do mundo.[2]

    Anna Winteur - Editora-chefe da edição norte-americana da revista Vogue, a mais conceituada e importante publicação de moda do mundo e um dos seus maiores ícones.

    Anna Wintour é filha de pai britânico e mãe norte-americana. Interessou-se por moda desde a adolescência e ajudou seu pai, Charles Wintour, na altura editor do jornal inglês Evening Standard, a tornar o veículo mais popular entre a juventude londrina da década de 1960, quando a efervescência artística, cultural e de costumes na Inglaterra da época tinha transformado a austera cidade na Swinging London, a meca dos jovens modernos de então, do rock, do cinema, das artes teatrais, moda, literatura e pinturas revolucionárias, onde tudo acontecia na euforia da Europa em pleno desenvolvimento pós-II Guerra Mundial.

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  • Reflexão 21 de Agosto 2024

    Reflexão 21 de Agosto 2024


    “O poderoso carvalho de hoje é a castanha de ontem que se manteve firme.” 

    Rosa Parks – Ativista negra norte-americana, símbolo do movimento dos direitos civis dos negros nos Estados Unidos

    Rosa Parks - Ativista negra norte-americana, símbolo do movimento dos direitos civis dos negros nos Estados Unidos


    Rosa Louise McCauley, mais conhecida por Rosa Parks (Tuskegee, 4 de fevereiro de 1913Detroit, 24 de outubro de 2005), foi uma ativista negra norte-americana, símbolo do movimento dos direitos civis dos negros nos Estados Unidos. Ficou famosa, em 1º de dezembro de 1955, por ter-se recusado frontalmente a ceder o seu lugar no ônibus a um homem branco, tornando-se o estopim do movimento que foi denominado boicote aos ônibus de Montgomery e posteriormente viria a marcar o início da luta antissegregacionista.

    Rosa Parks - Ativista negra norte-americana, símbolo do movimento dos direitos civis dos negros nos Estados Unidos


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  • Reflexão 22 de Agosto 2024

    Reflexão 22 de Agosto 2024


    “O conhecimento torna o homem impróprio para ser escravo.” 

    Frederick Douglass – De escravo a líder abolicionista, estadista e escritor estadunidense. Uma das principais vozes de seu tempo na defesa pelos direitos da população negra no período pós-abolição.

    Frederick Douglass - De escravo a líder abolicionista, estadista e escritor estadunidense. Uma das principais vozes de seu tempo na defesa pelos direitos da população negra no período pós-abolição.


    Frederick Douglass, nascido como Frederick Augustus Washington Bailey (Condado de Talbot, c. fevereiro de 1818[1][nota 1]Washington, D.C., 20 de fevereiro de 1895) foi um abolicionista, estadista e escritor estadunidense. Chamado “O Sábio de Anacostia” ou “O Leão de Anacostia”, ele foi dos mais eminentes afro-americanos do seu tempo, e dos mais influentes na história dos Estados Unidos, sobretudo durante o período da Guerra de Secessão e a consequente abolição da escravatura, para o que pressionou o então presidente Abraham Lincoln.

    Frederick Douglass - De escravo a líder abolicionista, estadista e escritor estadunidense. Uma das principais vozes de seu tempo na defesa pelos direitos da população negra no período pós-abolição.

    Filho de uma escrava com um homem branco, Douglass viveu a experiência da servidão e, instruindo-se, dela fugiu em 1838, adotando novo nome como homem livre e com o qual passou à história; dez anos depois publicou sua primeira autobiografia que o levou a excursionar pela Europa, o que lhe mudou o pensamento para ações mais pragmáticas de luta.[1] Durante a guerra civil conseguiu fazer com que os negros pudessem lutar ao lado dos brancos e, terminada esta, continuou suas lutas pela igualdade entre as raças e também entre homens e mulheres.[1]

    Fonte


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