Dinho nasceu em Irecê, na Bahia, mas com apenas dois meses de vida migrou com os pais, Hildebrando Alves e Célia Ramos, para Guarulhos, em São Paulo, onde a família buscaria um futuro melhor. Seu apelido foi dado pela avó materna, Carmen Ramos, de origem espanhola, que não conseguia pronunciar Alecsander e por isso o apelidou de Dinho.
Começou a cantar ainda na infância, e aos cinco anos de idade já era a grande atração do coral infantil da igreja que frequentava. Ainda durante a infância, teve suas primeiras aulas de canto na igreja Assembleia de Deus de Guarulhos em Vila Barros (Ministério de Madureira), dadas pelo professor Donizete Severo. Em 1993, o professor de canto morreu em um acidente na fábrica em que trabalhava e desde então Dinho nunca mais voltou à igreja.
Desde a infância seu carisma era notável. Na escola, Dinho fazia sucesso com as meninas e era um verdadeiro terror para diretores e professores. Certa vez, em uma reunião de pais e mestres, uma professora desabafou para o pai de Dinho: “Botei o Dinho no fundo da sala, e ele não deixou ninguém do fundão estudar. Então o passei para o meio, e ele começou a incomodar os alunos da frente e os de trás. Então decidi colocá-lo na primeira fila, mas aí ele não me deixou dar aula. O que eu faço?”. Aos dezessete anos, após ser eleito Garoto Verão de Guarulhos, vencer um concurso de dança no Programa Silvio Santos, do SBT, e se apresentar algumas vezes no Perdidos na Noite, da Rede Bandeirantes, Dinho completou o segundo ano do segundo grau e decidiu largar os estudos.
Júlio Verne foi o primogênito dos cinco filhos de Pierre Verne, advogado,[1] e Sophie Allote de la Fuÿe, esta de uma família burguesa de Nantes.[2] É considerado por críticos literários o inventor do gênero de ficção científica, tendo feito predições em seus livros sobre o aparecimento de novos avanços científicos, como os submarinos, as máquinas voadoras e a viagem à Lua.
Até hoje, Júlio Verne é um dos escritores cuja obra foi mais traduzida em toda a história, com traduções em 148 línguas, segundo estatísticas da UNESCO, tendo escrito mais de 100 livros.[3]
Ele nasceu como Edgar Poe, em Boston, em Massachusetts. Quando jovem, ficou órfão de mãe, a qual morreu pouco depois de seu pai abandonar a família. Poe foi acolhido por Francis Allan e o seu marido John Allan, de Richmond, na Virgínia, mas nunca foi formalmente adotado. Ele frequentou a Universidade da Virgínia por um semestre, passando a maior parte do tempo entre bebidas e mulheres. Nesse período, teve uma séria discussão com seu pai adotivo e fugiu de casa para se alistar nas forças armadas, onde serviu durante dois anos antes de ser dispensado. Depois de falhar como cadete em West Point, deixou a sua família adotiva. Sua carreira começou humildemente com a publicação de uma coleção anônima de poemas, Tamerlane and Other Poems (1827).
Na vulgata filosófica, Heráclito é o pensador do “tudo flui” (em grego, πάντα ῥεῖ; transl.: panta rei, sintetizando a ideia de um mundo em movimento perpétuo, em oposição ao paradigma de Parmênides) e do fogo, que seria o elemento do qual deriva tudo o que nos circunda.
De seus escritos restaram poucos fragmentos (encontrados em obras posteriores), os quais geraram grande número de obras explicativas.
Jordan estudou na Universidade da Carolina do Norte, onde foi campeão da NCAA em 1982. Entrou na NBA em 1984 ao ser escolhido pelo Chicago Bulls, e logo se tornou uma das estrelas da liga por sua incrível capacidade de pontuar e habilidade nos saltos. Seus pulos, com enterradas pulando da linha do lance-livre, renderam participações marcantes nos concursos de enterradas e os apelidos de Air Jordan e His Airness. Além de tudo, Jordan foi um dos melhores marcadores que o basquete já viu.[5] Venceu seu primeiro título da NBA em 1991, seguidos por mais dois troféus. Antes da temporada 1993–94 iniciar-se, Jordan se aposentou do basquete para jogar beisebol, mas rapidamente voltou às quadras em 1995 e liderou o Chicago Bulls a mais três títulos consecutivos entre 1996 e 1998. Em 1999 anunciou outra aposentadoria, assumindo um posto entre os dirigentes do Washington Wizards. Eventualmente Jordan decidiu voltar a jogar pelo Wizards em 2001, ficando nas quadras até 2003.
Chico Xavier escreveu mais de 450 livros, que até o ano de 2010 já haviam vendido mais de 50 milhões de exemplares.[4][5][6][7] Os direitos autorais das obras foram cedidos para instituições de caridade.[1][2][3][6] Também psicografou cerca de dez mil cartas, nunca tendo cobrado algo do destinatário.[5][2] Seus empregos foram vendedor, tecelão e datilógrafo, tendo vivido de forma modesta do salário que recebia do Ministério da Agricultura.[6]
Seu legado ultrapassou as barreiras religiosas e hoje ele é reconhecido como o maior “líder espiritual” do Brasil, sendo uma das personalidades mais admiradas e aclamadas no país, ressaltado principalmente por um forte altruísmo.[6][7][8]
Xavier recebeu várias homenagens e honrarias. Em 1981 e 1982 foi indicado ao prêmio Prêmio Nobel da Paz,[9] tendo seu nome conseguido cerca de 2 milhões de assinaturas no pedido de candidatura;[10] em 1999 o Governo de Minas Gerais instituiu a Comenda da Paz Chico Xavier;[11] e em 2012 ele foi eleito O Maior Brasileiro de Todos os Tempos, em um concurso homônimo realizado pelo SBT e pela BBC, cujo objetivo foi “eleger aquele que fez mais pela nação, que se destacou pelo seu legado à sociedade”.
Segundo o Guiness Book, Christie é a romancista mais bem sucedida da história da literatura popular mundial em número total de livros vendidos,[2][3] uma vez que suas obras, juntas, venderam cerca de quatro bilhões de cópias ao longo dos séculosXX e XXI,[4] cujos números totais só ficam atrás das obras vendidas do dramaturgo e poetaWilliam Shakespeare e da Bíblia. Segundo a organização Index Translationum, as obras de Agatha Christie já foram traduzidas, em levantamento recente, para mais de 100 idiomas em todo o mundo. Seu livro mais vendido, Ten Little Niggers (publicado no Brasil como E Não Sobrou Nenhum, ou O Caso dos Dez Negrinhos, e em Portugal como Convite para a Morte ou As Dez Figuras Negras), de 1939, é também, com cerca de 100 milhões de cópias comercializadas em todo o globo, a obra de romance policial mais vendida da história, além de figurar na lista dos livros mais vendidos de todos os tempos, independentemente de seu gênero.
Na vulgata filosófica, Heráclito é o pensador do “tudo flui” (em grego, πάντα ῥεῖ; transl.: panta rei, sintetizando a ideia de um mundo em movimento perpétuo, em oposição ao paradigma de Parmênides) e do fogo, que seria o elemento do qual deriva tudo o que nos circunda.
De seus escritos restaram poucos fragmentos (encontrados em obras posteriores), os quais geraram grande número de obras explicativas.
Os temas abordados por Bandeira são amplos e variados. Dentre os temas constantemente presentes, estão o erotismo, o pessimismo e a morte, dentre tantos outros.[4][5] A despeito de ser ateu, temas como a mística cristã aparecem em sua poesia, ao lado de uma poesia voltada ao amor libertino e ao desejo carnal, por exemplo.[6][7][8]