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  • Reflexão Diária: 13 de Novembro

    “Nenhum gesto de gentileza, por menor que seja, é perdido.”

    Esopo

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    Esopo foi um fabulista grego, que viveu na Grécia antiga. Figura supostamente lendária, passou para a história como o primeiro criador de fábula.

    Foi-lhe atribuído um conjunto de pequenas estórias, onde os animais desempenhavam papéis que faziam sentido do ponto de vista moral, ou seja, eles tomavam o lugar dos homens, mas viviam os seus dramas comuns.

    Tornou-se célebre por suas fábulas, que chegaram até nós e são conhecidas hoje em todas as literaturas. A coleção de Esopo era lida no século V em Atenas, uma das épocas de maior efervescência cultural grega. Seus escritos fizeram parte da tradição oral, assim como as obras de Homero, por isso, só reuniram e escreveram depois de 200 anos.

    Esopo inspirou muitos poetas medievais. As suas coleções de fábulas também influenciaram La Fontaine, escritor e fabulista francês. Entre os títulos mais famosos figuram: A Raposa e as Uvas, A Lebre e a Tartaruga, A Cigarra e a Formiga, O Lobo e o Cordeiro, entre outros.

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    Nascimento: 620 a.C. Mesembria (Pontus)

    Falecimento: 564 a.C., Delfos, Grécia

  • Reflexão Diária 11-09

    “Uma pitada de poesia é suficiente para perfumar um século inteiro.” (José Martí)

    José Julián Martí Pérez (Havana, 28 de janeiro de 1853 — Dos Ríos, 19 de maio de 1895) foi um político nacionalista,[1] intelectual, jornalista, ensaísta, tradutor, professor, editor, poeta e maçom cubano, considerado um herói nacional cubano por causa de seu papel na libertação de seu país da Espanha. Ele também foi uma figura importante na literatura latino-americana. Foi muito politicamente ativo e é considerado um importante filósofo e teórico político.[2][3] Através de seus escritos e atividade política, ele se tornou um símbolo da tentativa de independência de Cuba do Império Espanhol no século XIX, e é conhecido como o “Apóstolo da Independência Cubana” (em seu país natal, também chamado como «El apóstol»).[4]

    Foi criador do Partido Revolucionário Cubano (PRC) e organizador da Guerra de 1895 ou Guerra Necessária. Seu pensamento transcendeu as fronteiras de sua Cuba natal para adquirir um caráter universal. Desde a adolescência, dedicou sua vida à promoção da liberdade, independência política para Cuba e independência intelectual para todos os hispano-americanos; sua morte foi usada como um grito pela independência cubana da Espanha tanto pelos revolucionários cubanos quanto pelos cubanos anteriormente relutantes em iniciar uma revolta.

    Nascimento: 28 de janeiro de 1853, Havana, Cuba

    Falecimento: 19 de maio de 1895, Cauto, Cuba

  • Reflexão Diária

    “À sua estultícia o homem chama destino.”  (Homero)

    Homero (em grego: Ὅμηρος, transl. Hómēros) foi um poeta épico da Grécia Antiga, ao qual tradicionalmente se atribui a autoria dos poemas épicos Ilíada e Odisseia.[1]

    Os gregos antigos geralmente acreditavam que Homero era um indivíduo histórico, mas os estudiosos modernos são céticos: nenhuma informação biográfica de confiança foi transmitida a partir da antiguidade clássica,[2] e os próprios poemas manifestamente representam o culminar de muitos séculos de história contadas oralmente e um bem desenvolvido sistema já muitas vezes usado de composição poética. De acordo com Martin West, “Homero” não é “o nome de um poeta histórico, mas um nome fictício ou construído”.[3] Para o historiador e filósofo Richard Tarnas, Homero – independentemente da polêmica sobre sua existência histórica – foi “uma personificação coletiva de toda a memória grega antiga”.[4]

    Homero teria nascido em Esmirna, atual Turquia, ou em alguma ilha do mar Egeu e vivido no século VIII a.C..[5] Mas a sua origem é tão controversa que oito cidades disputam a honra de terem sido a terra natal do poeta.[6]

    Nascimento: Jônia

    Falecimento: Ios, Grécia

  • Datas Comemorativas

    “A abelha atarefada não tem tempo para a tristeza.” (William Blake )

    William Blake (Londres, 28 de novembro de 1757 — Londres, 12 de agosto de 1827) foi um poeta, tipógrafo e pintor inglês, sendo sua pintura definida como pintura fantástica.

    Blake viveu num período significativo da história, marcado pelo iluminismo e pela Revolução Industrial na Inglaterra. A literatura estava no auge do que se pode chamar de clássico “augustano”, uma espécie de paraíso para os conformados às convenções sociais, mas não para Blake que, nesse sentido era romântico, “enxergava o que muitos se negavam a ver: a pobreza, a injustiça social, a negatividade do poder da Igreja Anglicana e do estado”.[1]

    Nascimento: 28 de novembro de 1757, Soho, Londres, Reino Unido

    Falecimento: 12 de agosto de 1827, Londres, Reino Unido

  • Datas Comemorativas 11-12

    “Quem não pode atacar o argumento ataca o argumentador.”  (Paul Valéry)

    Valéry nasceu em Sète,[2] filho de um pai corso e uma mãe genovesaÍstria, em uma cidade na costa mediterrânea do Hérault, mas ele foi criado em Montpellier, maior centro urbano da região. Após a educação católica romana tradicional, ele estudou direito na universidade, então residia em Paris a maior parte do resto de sua vida, onde estava, por um tempo, parte do círculo de Stéphane Mallarmé.

    Realizou os estudos secundários em Montpellier e iniciou sua carreira em Direito em 1889. Na mesma época publicou seus primeiros versos, fortemente influenciados pela estética da literatura simbolista dominante na época. Em 1894 se instalou em Paris, onde trabalhou como redator no Ministério de Guerra. Depois da Primeira Guerra Mundial se dedicou inteiramente à literatura e foi aceito pela Academia Francesa em 1925.

    Sua obra poética foi influenciada pelo simbolista Stéphane Mallarmé, que consequentemente influenciou outro francês, Jean-Paul Sartre.

    A 25 de julho de 1940, foi agraciado com o grau de Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada, de Portugal.

    Nascimento: 30 de outubro de 1871, Sète, França

    Falecimento: 20 de julho de 1945, Paris, França

  • Datas Comemorativas 11-14

    “A falta de modéstia é falta de senso comum.” ( Alexander Pope )

    Alexander Pope (21 de maio de 1688, Londres30 de maio de 1744, Twickenham, hoje parte de Londres) foi um dos maiores poetas britânicos do século XVIII.[1] Famoso por sua tradução de Homero. É o segundo mais citado na obra The Oxford Dictionary of Quotations, depois de Shakespeare.[2]

    Nascimento: 21 de maio de 1688, Londres, Reino Unido

    Falecimento: 30 de maio de 1744, Radnor House Independent School, Twickenham, Reino Unido

    Sua mocidade foi pontilhada de contratempos, consequência de ser filho de um comerciante católico. Foi proibido de frequentar escolas e universidades, mas, apesar disso, educou-se com esmero. Suas doenças e a deformidade física fizeram dele um caráter complicado. A principal contribuição de Pope foi nos ensaios e versos, nos quais expõe suas idéias estéticas e filosóficas. São poemas filosóficos ou didáticos, como Essay on Criticism (Ensaio sobre a crítica), obra de doutrina neoclássica, escrita aos 23 anos, na qual defende seus pontos de vista sobre a verdadeira poesia, e Essay on Man (Ensaio sobre o Homem) (1733–34), na qual discute se é ou não possível reconciliar os males deste mundo com a crença no criador justo e misericordioso. Compôs também uma sátira, Dunciad, em que o poeta declara vago o trono da torpeza, do aborrecimento e da estupidez e propõe o nome de seus inimigos para ocupá-los. Foi como satírico e moralista que se caracterizou na segunda parte de sua vida, quando escreveu The Rape of the Lock (O rapto da Madeixa) em que ridiculariza a extrema delicadeza da corte da Inglaterra.

    Para muitos, Alexander Pope foi o satirista mais brilhante da era Augustana. Dentro da literatura satirista foi o sucessor natural de John Dryden e também o primeiro poeta inglês a ter fama internacional.

  • Reflexão Diária: 20 de Novembro

    “Espalhe amor por onde você for. Que ninguém venha até você sem sair mais feliz.”

    Madre Teresa de Calcutá

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    Madre Teresa de Calcutá foi uma missionária católica macedônia, famosa por seu trabalho de ajuda às populações carentes do Terceiro Mundo.

    Logo cedo descobriu sua vocação religiosa. Com dezoito anos entrou para a Casa das Irmãs de Nossa Senhora do Loreto. Criou a Congregação Missionárias da Caridade.

    Dedicou toda sua vida aos pobres. Em 1979 recebeu o Prêmio Nobel da Paz. Foi beatificada pela igreja católica em 2003 e canonizada em 2016.

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    Nascimento: 26 de agosto de 1910, Escópia, Macedônia do Norte

    Falecimento: 5 de setembro de 1997, Calcutá, Índia

  • Datas Comemorativas 11-15

    “Tudo o que sabemos do amor, é que o amor é tudo que existe.” 

    (Emily Dickinson )

    Emily Elizabeth Dickinson (Amherst, 10 de dezembro de 1830 – Amherst, 15 de maio de 1886) foi uma poetisa americana. Pouco conhecida durante sua vida, foi considerada uma das figuras mais importantes da poesia americana.[1]

    Dickinson nasceu em Amherst, Massachusetts, em uma família proeminente com fortes laços com sua comunidade. Depois de estudar na Amherst Academy por sete anos em sua juventude, frequentou brevemente o Mount Holyoke Female Seminary antes de retornar para a casa de sua família em sua cidade natal.

    Nascimento: 10 de dezembro de 1830, Amherst, Massachusetts, EUA

    Falecimento: 15 de maio de 1886, Amherst, Massachusetts, EUA

  • Reflexão Diária 11-17

    “Tudo o que eu sei é uma porta para dentro da escuridão.” (Seamus Heaney)

    Seamus Heaney (Londonderry, 13 de abril de 1939Dublin, 30 de agosto de 2013)[1] foi um poeta e escritor irlandês.

    Foi agraciado com o Nobel de Literatura de 1995. Nascido na Irlanda do Norte, Heaney é considerado depois de William Butler Yeats, Bernard Shaw e Samuel Beckett como um dos maiores poetas entre as Irlandas. Era citado frequentemente nos discursos de Bill Clinton.

    Tinha como características marcantes em seus versos a força de seu lirismo, a defesa de autonomia da Irlanda do Norte e a presença de motivos épicos e gregos em suas obras.

    Nascimento: 13 de abril de 1939, Castledawson, Reino Unido

    Falecimento: 30 de agosto de 2013, Blackrock Health Blackrock Clinic – Private Hospital Dublin, Dublin, Irlanda