Category: Reflexão do Dia

Reflexões e pensamentos.

  • Reflexão Diária: 03 de Janeiro

    Pensamento do dia 03 de Janeiro de 2023

    François-Marie Arouet, mais conhecido pelo pseudônimo Voltaire (Paris, 21 de novembro de 1694 – Paris, 30 de maio de 1778), foi um escritor, ensaísta, deísta e filósofo iluminista francês.[1]

    Conhecido pela sua perspicácia e espiritualidade na defesa das liberdades civis, inclusive liberdade religiosa e livre comércio, é uma dentre muitas figuras do Iluminismo cujas obras e ideias influenciaram pensadores importantes tanto da Revolução Francesa quanto da Americana. Escritor prolífico, Voltaire produziu cerca de 70 obras[2] em quase todas as formas literárias, assinando peças de teatro, poemas, romances, ensaios, obras científicas e históricas, mais de 20 mil cartas e mais de 2 mil livros e panfletos.

    Foi um defensor aberto da reforma social apesar das rígidas leis de censura e severas punições para quem as quebrasse. Um polemista satírico, ele frequentemente usou suas obras para criticar a Igreja Católica e as instituições francesas do seu tempo. Voltaire é o patriarca de Ferney. Ficou conhecido por dirigir duras críticas aos reis absolutistas e aos privilégios do clero e da nobreza. Por dizer o que pensava, foi preso duas vezes e, para escapar a uma nova prisão, refugiou-se na Inglaterra. Durante os três anos em que permaneceu naquele país, conheceu e passou a admirar as ideias políticas de John Locke.

    Nascimento: 21 de novembro de 1694, Paris, França

    Falecimento: 30 de maio de 1778, Paris, França

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  • Reflexão Diária 12-15

    “Porque nada do que foi feito satisfaz a vida, nada enche a vida. A vida é viver.” (Ferreira Gullar)

    Ferreira Gullar, pseudônimo de José Ribamar Ferreira (São Luís, 10 de setembro de 1930Rio de Janeiro, 4 de dezembro de 2016[1]), foi um escritor, poeta, crítico de arte, biógrafo, tradutor, memorialista e ensaísta brasileiro e um dos fundadores do neoconcretismo[2]. Foi o postulante da cadeira 37 da Academia Brasileira de Letras, na vaga deixada por Ivan Junqueira,[3][4] da qual tomou posse em 5 de dezembro de 2014.[5]

    Gullar foi reverenciado pelos maiores poetas e escritores brasileiros de sua geração. Vinícius de Moraes disse que seu Poema Sujo foi “o mais importante poema escrito no Brasil (e não só no Brasil) nos últimos dez anos, pelo menos. De acordo com Sérgio Buarque de Holanda, Gullar foi “o nosso único poeta maior dos tempos de hoje”, no qual “a voz pública não se separa em momento algum do seu toque íntimo […], das recordações da infância numa cidade azul, evocada no meio de triste exílio portenho”, sendo que “para a singularidade e importância da sua contribuição, só encontro de comparável, no Brasil, a prosa de Guimarães Rosa”.[6]

    Nascimento: 10 de setembro de 1930, São Luís, Maranhão

    Falecimento: 4 de dezembro de 2016, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro

  • Reflexão Diária: 02 de Janeiro

    Pensamento do dia 02 de Janeiro de 2023

    “A liberdade tem limites que a justiça lhes impõe.” (Jules Renard)

    Pierre-Jules Renard (22 de Fevereiro de 1864 em Châlons du Maine, Mayenne, França22 de Maio de 1910, em Paris, França) foi um escritor francês. Foi co-fundador do Mercure de France, a sua amizade com E. Rostand despertou o seu interesse pelo teatro (Le Pain de Ménage) (1898) Plaisir de Rompre (1897).

    As suas narrações incluem descrições naturalistas da Normandia e análises realistas dos ciclos intelectuais e burgueses da cidade de Paris. Outra obras importantes foram: Poil de Carotte (1894), em que narra a marginalização a que é submetida uma criança ruiva.

    Moralista amargo, nas suas obras procede por justaposição de imagens, breves e incisivas. Publicou o romance Poil de Carotte em 1894, que adaptou ao teatro em 1900. Os inúmeros volumes do seu Diário (1887-1910) caracterizam-se por um invariável estilo lacónico. A sua dramaturgia é considerada a mais representativa do teatro naturalista: Le Plaisir de rompre (1897), Le Pain de ménage (1898) e La Bigote (1909).

    Nascimento: 22 de fevereiro de 1864, Châlons-du-Maine, França

    Falecimento: 22 de maio de 1910, Paris, França

  • Reflexão Diária 12-14

    “Ama-me, é tempo ainda.” (Hilda Hilst)

    Hilda de Almeida Prado Hilst, mais conhecida como Hilda Hilst, (Jaú, 21 de abril de 1930Campinas, 4 de fevereiro de 2004) foi uma poeta, ficcionista, cronista e dramaturga brasileira. É considerada pela crítica especializada como uma das maiores escritoras em língua portuguesa do século XX. Seu trabalho aborda temas como misticismo, insanidade, erotismo e libertação sexual feminina. Hilst foi fortemente influenciada por James Joyce e Samuel Beckett, e essa influência aparece em temas e técnicas recorrentes em seus trabalhos como o fluxo de consciência e realidade fraturada.[1][2]

    Nascimento: 21 de abril de 1930, Jaú, São Paulo

    Falecimento: 4 de fevereiro de 2004, Campinas, São Paulo

  • Reflexão Diária: 31 de Dezembro

    Pensamento do dia 31 de Dezembro 2022

    “A finalidade da música é fazer com que você se desligue do mundo.” 

    (Jojo Moyes)

    Pauline Sara Jo Moyes, mais conhecida como Jojo Moyes (Maidstone, 4 de agosto de 1969) é uma jornalista britânica e, desde 2002, romancista. É uma das poucas autoras que já ganharam duas vezes o Prémio Romance do Ano atribuído pela Associação de Romancistas e foi traduzida para vinte e oito idiomas diferentes.[1]

    Nascimento: 4 de agosto de 1969 (idade 53 anos), Maidstone, Reino Unido

    Prêmios: Goodreads Choice Awards de Melhor Ficção

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  • Reflexão Diária

    “A alma é essa coisa que nos pergunta se a alma existe.”

    Mário de Miranda Quintana (Alegrete, 30 de julho de 1906Porto Alegre, 5 de maio de 1994) foi um poeta, tradutor e jornalista brasileiro.

    Mário Quintana fez as primeiras letras em sua cidade natal, e em 1919 mudando-se para Porto Alegre onde estudou no Colégio Militar, publicando ali suas primeiras produções literárias. Trabalhou para a Editora Globo e depois na farmácia paterna. Considerado o “poeta das coisas simples”, com um estilo marcado pela ironia, pela profundidade e pela perfeição técnica, ele trabalhou como jornalista quase toda a sua vida. Traduziu mais de cento e trinta obras da literatura universal, entre elas Em Busca do Tempo Perdido de Marcel Proust, Mrs Dalloway de Virginia Woolf, e Palavras e Sangue, de Giovanni Papini.

    Em 1953, Quintana trabalhou no jornal Correio do Povo, como colunista da página de cultura, que saía aos sábados, e em 1977 saiu do jornal. Em 1940, ele lançou o seu primeiro livro de várias poesias, A Rua dos Cataventos, iniciando a sua carreira de poeta, escritor e autor infantil. Em 1966, foi publicada a sua Antologia Poética, com sessenta poemas, organizada por Rubem Braga e Paulo Mendes Campos, e lançada para comemorar seus sessenta anos de idade, sendo por esta razão o poeta saudado na Academia Brasileira de Letras por Augusto Meyer e Manuel Bandeira, que recita o poema Quintanares, de sua autoria, em homenagem ao colega gaúcho. No mesmo ano ganhou o Prêmio Fernando Chinaglia da União Brasileira de Escritores de melhor livro do ano. Em 1976, ao completar 70 anos, recebeu a medalha Negrinho do Pastoreio do governo do estado do Rio Grande do Sul. Em 1980 recebeu o prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras, pelo conjunto da obra.

    Nascimento: 30 de julho de 1906, Alegrete, Rio Grande do Sul

    Falecimento: 5 de maio de 1994, Hospital Moinhos de Vento, Porto Alegre, Rio Grande do Sul

  • Reflexão Diária 12-30

    “Aprendi com as primaveras a deixar-me cortar e a voltar sempre inteira.” 

    (Cecília Meireles)

    Cecília Benevides de Carvalho Meireles (7 de novembro de 1901 – 9 de novembro de 1964) foi uma escritora e educadora brasileira, conhecida principalmente como poetisa. Ela é um nome canônico do Modernismo brasileiro, uma das grandes poetisas da língua portuguesa, e é amplamente considerada a melhor poetisa do Brasil, embora tenha combatido a palavra poetisa por causa da discriminação de gênero.[1]

    Ela viajou pelas Américas na década de 1940, visitando os Estados Unidos, México, Argentina, Uruguai e Chile. No verão de 1940, ela deu palestras na Universidade do Texas, Austin. Ela escreveu dois poemas sobre seu tempo na capital do Texas e um longo (800 versos) poema muito socialmente consciente “EUA 1940”, que foi publicado postumamente. Como jornalista, suas colunas (crônicas) concentravam-se mais na educação, mas também em suas viagens ao exterior no hemisfério ocidental, Portugal, outras partes da Europa, Israel e Índia (onde recebeu um doutorado honorário).

    Como poetisa, seu estilo era principalmente neo simbolista e seus temas incluíam o tempo efêmero e a vida contemplativa. Ainda que não se preocupasse com a cor local, o vernáculo nativo ou experimentos de sintaxe (popular), é considerada uma das mais importantes poetisas da segunda fase do Modernismo brasileiro, marcada pelo vanguardismo nacionalista. Como professora, ela fez muito para promover reformas educacionais e defendeu a construção de bibliotecas infantis. Entre 1935 e 1938 lecionou na efêmera universidade distrital do Rio.

    Nascimento: 7 de novembro de 1901, Rio Comprido, Rio de Janeiro

    Falecimento: 9 de novembro de 1964, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro

    Foz em Destaque – 30 de Dezembro

  • Reflexão Diária: 18 de Dezembro

    Reflexão Diária 18 Dezembro

    Reflexão Diária 18 Dezembro

    “Até que o sol não brilhe, acendemos uma vela na escuridão.”

    Confúcio

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    Confúcio foi um filósofo chinês, cujas ideias serviram de norma de comportamento à sociedade chinesa durante mais de dois mil anos e exerceu grande influência sobre toda a cultura da Ásia Oriental.

    Confúcio ou K’ung Fu-tsu nasceu no Estado feudal de Lu (atual província de Shantung), na China, no ano de 551 a.C. Sua família era descendente dos Shag – a segunda dinastia da China antiga – mas viviam sem recursos.

    Órfão aos três anos de idade cresceu em um ambiente de pobreza o que não lhe permitiu ter mestres regulares durante a infância. Demonstrou desde cedo um espírito profundamente religioso e aprendeu sozinho, as letras, a arte dos arqueiros e a música.

    Com 19 anos, Confúcio casou-se e logo depois foi nomeado para um cargo administrativo de seu Estado, destacando-se pelo zelo e eficiência que desempenhou a função.

    Nascimento: 551 a.C., Lu

    Falecimento: 479 a.C., Lu

    Reflexão Diária 18 Dezembro Foz em Destaque

  • Reflexão Diária 12-29

    “A gratidão tem memória curta.”

    “A gratidão tem memória curta.” (Benjamin Constant)

    Benjamin Constant nasceu em Lausana, Suíça, de família huguenote.[1] Foi educado por tutores privados e, posteriormente, na Universidade de Erlangen, Baviera, e na Universidade de Edimburgo, Escócia. No curso de sua vida, passou muitos anos na França, Suíça, Alemanha e na Grã-Bretanha.

    Foi íntimo de Madame de Staël, e a colaboração intelectual de ambos fez deles um dos mais importantes pares intelectuais de seu tempo. Constant foi ativo na política francesa, como um publicista e político, a partir de 1795, durante a segunda metade da Revolução Francesa e, depois, na Restauração, entre 1815 e 1830. Durante o período revolucionários, ele teve assento na Assembleia Nacional. Era um dos mais eloquentes oradores e líder da oposição conhecida como os Independentes (“Liberais”).

    Nascimento: 25 de outubro de 1767, Lausanne, Suíça

    Falecimento: 8 de dezembro de 1830, Paris, França

    Foz em Destaque – 29 de Dezembro

  • Reflexão Diária: 01 de Janeiro

    Pensamento do dia 01 de Janeiro de 2023

    “É possível lutar contra a guerra através do diálogo, da paz e da educação.”

    Malala Yousafzai

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    Malala Yousafzai

    Malala Yousafzai é uma ativista paquistanesa, militante dos direitos das crianças. Uma jovem paquistanesa que foi vítima de um atentado por defender o direito das meninas de ir à escola, afinal. Ademais, ela foi a mais jovem ganhadora do Prêmio Nobel da Paz, aos 17 anos.

    De fato, o nome Malala ecoou pelo mundo quando ela foi baleada pelo Talibã aos 15 anos de idade por seu ativismo pelo direito à educação das mulheres e meninas no Paquistão. Com efeito, aos 17 anos, foi a pessoa mais jovem a ganhar um prêmio Nobel da Paz como reconhecimento da sua luta.

    A história de Malala mostra que a liberdade e a educação das mulheres sempre foi um forte alvo do Talibã. E por isso, a tornou uma vítima — em 2012, ela foi baleada por combatentes do grupo após se tornar conhecida mundialmente defendendo que meninas como ela tivessem pleno acesso às escolas.

    No dia 12 de julho de 2013, quando comemorou 16 anos, Malala foi para Nova Iorque. Onde falou para uma plateia de representantes de mais de 100 países na Assembleia de Jovens das Nações Unidas. No fim do discurso, deixou claro, no entanto, que a causa pela qual chegou perto de morrer permanece a mesma: “Nossos livros e canetas são as armas mais poderosas. Uma criança, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo. Educação é a única solução”.

    Nesse sentido, ela acha que a diversidade deve ser valorizada de todas as formas: desde cor de pele a diferentes modos de vida, culturas e religiões, sempre com respeito e tolerância. Ela também acredita que isso deva ser ensinado na escola, para que haja mudanças reais e o preconceito diminua

    Nascimento: 12 de julho de 1997 (idade 25 anos), Mingora, Paquistão

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