Thomas Edison – Empresário dos EUA que patenteou e financiou o desenvolvimento de muitos dispositivos importantes de grande interesse industrial
Thomas Alva Edison (Milan, Ohio, 11 de fevereiro de 1847 – West Orange, Nova Jérsei, 18 de outubro de 1931)foi um empresário dos Estados Unidos que patenteou e financiou o desenvolvimento de muitos dispositivos importantes de grande interesse industrial.
“O Feiticeiro de Menlo Park” (The Wizard of Menlo Park), como era conhecido, foi um dos primeiros a aplicar os princípios da produção maciça ao processo da invenção.
Na sua vida, Edison recebeu 1 093 patentes.
Quando considerados também os registros em outros países, além dos EUA, o total é de 2 332 patentes.
O fonógrafo foi uma de suas principais invenções. Outra foi o cinestocópio, a primeira câmera cinematográfica bem-sucedida, com o equipamento para mostrar os filmes que fazia. Edison também aperfeiçoou o telefone, inventado por Antonio Meucci, em um aparelho que funcionava muito melhor. Fez o mesmo com a máquina de escrever.
Trabalhou em projetos variados, como alimentos empacotados a vácuo, um aparelho de raios X e um sistema de construções mais baratas feitas de concreto.
Entre as suas contribuições mais universais para o desenvolvimento tecnológico e científico encontra-se a lâmpada elétrica incandescente,o fonógrafo, o cinescópio ou cinetoscópio, o ditafone e o microfone de grânulos de carvão para o telefone. Edison é um dos precursores da revolução tecnológica do século XX. Teve também um papel determinante na indústria do cinema.
Simone de Beauvoir – Escritora, intelectual, filósofa existencialista, ativista política, feminista e teórica social francesa.
A frase “Viver como todo mundo é ser como ninguém”, atribuída a Simone de Beauvoir, nos convida a uma profunda reflexão sobre a autenticidade e a liberdade individual.
Em uma sociedade que muitas vezes nos impõe padrões e expectativas, é fácil cair na armadilha de seguir o caminho traçado pelos outros, buscando a aprovação e a aceitação social. No entanto, ao vivermos em conformidade com as normas e expectativas externas, corremos o risco de perdermos nossa individualidade e singularidade.
Simone de Beauvoir, uma das maiores filósofas e escritoras do século XX, defendeu a importância da liberdade e da autonomia individual. Para ela, a verdadeira realização humana reside na capacidade de fazer escolhas autênticas e de construir o próprio caminho, independentemente das pressões sociais.
A frase em questão nos alerta para o perigo de nos tornarmos meros reflexos da sociedade, abrindo mão de nossos desejos, sonhos e aspirações. Ao seguirmos cegamente o que “todo mundo” faz, corremos o risco de nos perdermos de nós mesmos e de levarmos uma vida sem propósito e sem significado.
Viver como todo mundo implica em negar a própria individualidade, em renunciar àquilo que nos torna únicos e especiais. É como se nos dissolvêssemos na massa, tornando-nos indistinguíveis da multidão.
Para Simone de Beauvoir, a autenticidade reside em questionar as normas sociais, em desafiar as convenções e em construir o próprio caminho. É preciso ter coragem para ser diferente, para assumir os próprios desejos e para viver em consonância com os próprios valores.
A liberdade individual, para Simone de Beauvoir, está intrinsecamente ligada à responsabilidade. Ao fazermos escolhas autênticas, assumimos a responsabilidade por nossas ações e por suas consequências. A liberdade não é sinônimo de libertinagem, mas sim de compromisso com a própria existência e com a construção de um projeto de vida significativo.
A frase “Viver como todo mundo é ser como ninguém” nos convida a questionar o conformismo e a buscar a autenticidade. É um chamado para que nos libertemos das amarras sociais e para que nos tornemos protagonistas de nossas próprias vidas. É um convite para que vivamos com intensidade, paixão e propósito, deixando a nossa marca no mundo.
Em suma, a frase de Simone de Beauvoir nos lembra que a verdadeira realização humana reside na capacidade de sermos nós mesmos, de fazermos escolhas autênticas e de construirmos um caminho próprio. É um convite para que vivamos com liberdade, responsabilidade e autenticidade, deixando um legado único e singular para o mundo.
Esta frase em nosso cotidiano
A frase “Viver como todo mundo é ser como ninguém” de Simone de Beauvoir continua extremamente relevante e faz muito sentido em nosso cotidiano hoje em dia, talvez até mais do que em sua época. Vivemos em uma sociedade hiperconectada, bombardeados por informações e tendências, o que aumenta a pressão por conformidade e a sensação de que devemos seguir o fluxo.
Veja como a frase se aplica ao nosso dia a dia:
Redes Sociais e a “Vida Perfeita”: As redes sociais muitas vezes nos apresentam uma visão distorcida da realidade, com vidas aparentemente perfeitas e filtros que escondem as imperfeições. É fácil cair na armadilha de comparar nossa vida com a dos outros e tentar imitar um padrão inatingível, perdendo nossa autenticidade no processo.
Consumo e Materialismo: A sociedade consumista nos incentiva a adquirir os mesmos produtos, seguir as mesmas modas e buscar status através de bens materiais. Essa busca incessante por ter o que “todo mundo tem” pode nos levar a um ciclo de insatisfação e nos afastar de nossos verdadeiros valores e desejos.
Pressão por Sucesso: Existe uma pressão enorme para alcançar o sucesso profissional e seguir carreiras tradicionais, mesmo que não estejam alinhadas com nossas paixões e talentos. Muitas pessoas acabam sacrificando sua individualidade e felicidade em busca de um padrão de sucesso imposto pela sociedade.
Medo de ser Diferente: O medo do julgamento e da rejeição social pode nos levar a reprimir nossa individualidade e a nos conformar com as expectativas dos outros. Isso pode nos impedir de expressar nossa verdadeira personalidade, explorar nossos interesses e buscar nossos sonhos.
Como resistir a essa pressão e viver autenticamente?
Autoconhecimento: É fundamental se conhecer profundamente, identificar seus valores, paixões e talentos.
Pensamento Crítico: Questione as normas sociais e os padrões impostos. Reflita sobre o que realmente importa para você e o que te faz feliz.
Coragem de ser Diferente: Não tenha medo de se destacar da multidão e de seguir seu próprio caminho. Assuma sua individualidade e expresse sua autenticidade.
Consciência do Consumo: Fuja do consumismo desenfreado e priorize experiências e relacionamentos significativos.
Redes Sociais com Moderação: Utilize as redes sociais com consciência, filtrando o conteúdo que te faz mal e buscando inspiração em pessoas que te motivam a ser você mesmo.
Em suma, a frase de Simone de Beauvoir nos lembra da importância de resistir à pressão por conformidade e de buscar uma vida autêntica, alinhada com nossos valores e aspirações. Em um mundo que muitas vezes nos incentiva a sermos como todo mundo, a coragem de ser diferente é essencial para encontrarmos a felicidade e a realização pessoal.
A autora
Simone de Beauvoir foi uma figura importantíssima no século XX, não só como filósofa e escritora, mas também como ativista política e feminista. Seu trabalho influenciou profundamente o existencialismo e o movimento feminista, com impacto até os dias de hoje.
Vida e Obra:
Nasceu em Paris em 1908: Em uma família burguesa e conservadora, Simone desde cedo demonstrou uma inteligência excepcional e um espírito rebelde.
Educação: Estudou filosofia na Sorbonne, onde conheceu Jean-Paul Sartre, com quem teve um relacionamento aberto e duradouro, baseado em liberdade intelectual e mútua admiração.
“O Segundo Sexo” (1949): Obra fundamental do feminismo, analisa a condição da mulher na sociedade e desconstrói a ideia de que a feminilidade é um conceito natural e imutável. Beauvoir argumenta que a mulher é construída socialmente como “o outro” em relação ao homem. Essa obra foi crucial para a segunda onda do feminismo na década de 1960.
Outros trabalhos importantes:
“A Convidada” (1943) – romance que explora temas como liberdade, relacionamentos e existencialismo.
“Os Mandarins” (1954) – romance que retrata o engajamento político e intelectual de sua geração no pós-guerra.
“Memórias de uma Moça Bem-Comportada” (1958) – autobiografia que narra sua infância e juventude.
Ativismo: Participou ativamente de movimentos sociais, como a luta pela legalização do aborto e pelos direitos das mulheres.
Ideias chave:
Liberdade: A liberdade individual é central no pensamento de Beauvoir. Para ela, somos livres para fazer escolhas e construir nosso próprio destino, mas essa liberdade implica responsabilidade.
Existencialismo: Influenciada por Sartre, acreditava que a existência precede a essência. Não nascemos com uma natureza definida, mas nos tornamos quem somos através de nossas escolhas e ações.
Feminismo: Beauvoir questionou os papéis de gênero tradicionais e lutou pela igualdade entre homens e mulheres. Argumentou que a opressão da mulher está enraizada em estruturas sociais e culturais, e não em diferenças biológicas.
Ética: Defendia uma ética da ambiguidade, reconhecendo a complexidade da vida e a necessidade de fazer escolhas em situações incertas e contraditórias.
Legado:
Simone de Beauvoir deixou um legado duradouro como uma das pensadoras mais importantes do século XX. Suas ideias sobre liberdade, existencialismo e feminismo continuam a inspirar e desafiar pessoas em todo o mundo. Ela abriu caminho para uma maior compreensão da condição humana e para a luta por uma sociedade mais justa e igualitária.
Reflexão 19 de outubro 2024 Foz em Destaque “Sua Vida mais divertida!!!”
“Aceite os conselhos dos outros, mas nunca desista da sua própria opinião.”
William Shakespeare – Poeta, dramaturgo e ator inglês, tido como o maior escritor do idioma inglês e considerado por muitos o maior dramaturgo da história.
Biografia
Nascimento: 23 de abril de 1564 – Stratford-upon-Avon, Inglaterra
Morte: 23 de abril de 1616 (52 anos) – Stratford-upon-Avon, Inglaterra
Cônjuge: Anne Hathaway (1582–1616)
Filho(a)(s): 3 (Susanna Hall, Hamnet Shakespeare e Judith Quiney)
Ocupação: Dramaturgo, poeta e ator
Principais trabalhos: Romeu e Julieta, Rei Lear, Macbeth, O Mercador de Veneza, Sonho de uma Noite de Verão, A Megera Domada, Otelo, o Mouro de Veneza, etc.
Gênero literário: Tragédia, drama, comédia, poesia, romance Magnum opus, Hamlet, Romeu e Julieta
Religião: Anglicanismo
William Shakespeare (Stratford-upon-Avon, 23 de abril de 1564 – Stratford-upon-Avon, 23 de abril de
1616) foi um poeta, dramaturgo e ator inglês, tido como o maior escritor do idioma inglês e considerado por muitos o maior dramaturgo da história.
É chamado frequentemente de poeta nacional da Inglaterra e de “Bardo do Avon” (ou simplesmente The Bard, “O Bardo”).
De suas obras, incluindo aquelas em colaboração, restaram até os dias de hoje 38 peças, 154 sonetos, dois longos poemas narrativos, e mais alguns versos esparsos, cujas autorias, no entanto, ainda são disputadas.
Suas peças foram traduzidas para todas as principais línguas modernas e são mais encenadas que as de qualquer outro dramaturgo.
Muitos de seus textos e temas permanecem vivos até os nossos dias, sendo revisitados com frequência, especialmente no teatro, na televisão, no cinema e na literatura.
Shakespeare nasceu e foi criado em Stratford-upon-Avon, na era elizabetana, época especialmente estimulante para os artistas.
Aos 18 anos casou-se com Anne Hathaway, com quem teve três filhos: Susanna e os gêmeos Hamnet e Judith.
Entre 1585 e 1592 William começou uma carreira bem-sucedida em Londres como ator, escritor e um dos
proprietários da companhia de teatro chamada Lord Chamberlain’s Men, mais tarde conhecida como King’s Men.
Acredita-se que ele tenha retornado a Stratford em torno de 1613, morrendo três anos depois.
Restaram poucos registros da vida privada de Shakespeare, e existem muitas especulações sobre
assuntos como a sua aparência física, sexualidade, crenças religiosas, e se algumas das obras que lhe são atribuídas teriam sido escritas por outros autores.
Shakespeare produziu a maior parte de sua obra entre 1590 e 1613.
Suas primeiras peças eram principalmente comédias e obras baseadas em eventos e personagens históricos, gêneros que ele levou ao ápice da sofisticação e do talento artístico ao fim do século XVI.
A partir de então escreveu apenas tragédias até por volta de 1608, incluindo Hamlet, Rei Lear e Macbeth, consideradas algumas das obras mais importantes na língua inglesa.
Na sua última fase, escreveu um conjunto de peças classificadas como tragicomédias ou romances, e colaborou com outros dramaturgos. Diversas de suas peças foram publicadas, em edições com variados graus de qualidade e precisão, durante sua vida.
Em 1623, John Heminges e Henry Condell, dois atores e antigos amigos de Shakespeare, publicaram o
chamado First Folio, uma coletânea de suas obras dramáticas que incluía todas as peças (com a exceção de duas) reconhecidas atualmente como sendo de sua autoria.
Shakespeare foi um poeta e dramaturgo respeitado em sua própria época, mas sua reputação só viria a atingir o nível em que se encontra hoje no século XIX.
Os românticos, especialmente, aclamaram a genialidade de Shakespeare, e os vitorianos idolatravam-no como um herói, com uma reverência que George Bernard Shaw chamava de “bardolatria”.
No século XX sua obra foi adotada e redescoberta repetidamente por novos movimentos, tanto na academia quanto na performance.
Suas peças permanecem extremamente populares hoje em dia e são estudadas, encenadas e reinterpretadas constantemente, em diversos contextos culturais e políticos, por todo o mundo.
“Os heróis proíbem que os choremos; só os fracos reclamam lágrimas.”
Sêneca – Filósofo, escritor e político, Lúcio Aneu Sêneca nasceu em Córdoba, na província romana de Hispânia Bética, em 4 a.C.
Essa frase de Sêneca, “Os heróis proíbem que os choremos; só os fracos reclamam lágrimas”, é bem impactante e nos convida a refletir sobre a relação entre força, vulnerabilidade e a expressão das emoções.
Sêneca, como um estoico, acreditava que a razão e o controle emocional eram fundamentais para alcançar a virtude e a felicidade.
Em sua filosofia, o sofrimento era visto como algo inerente à vida, e a capacidade de suportá-lo com serenidade e resiliência era uma marca dos fortes.
Nesse contexto, a frase pode ser interpretada como uma exaltação da força interior e do autocontrole.
Os heróis, figuras idealizadas de coragem e virtude, não se deixam abater pelas adversidades e controlam suas emoções, incluindo a tristeza e o choro.
Por outro lado, “reclamar lágrimas” pode ser entendido como uma demonstração de fragilidade e incapacidade de lidar com as emoções.
Para Sêneca, a expressão descontrolada da tristeza era vista como um sinal de fraqueza e falta de domínio próprio.
É importante lembrar que essa visão estóica da emoção era influenciada pelo contexto histórico e cultural da época.
Hoje, entendemos que a expressão das emoções, incluindo o choro, é natural e saudável, e reprimi-las pode ser prejudicial à saúde mental.
Mesmo assim, a frase de Sêneca nos provoca a pensar sobre a importância do autoconhecimento e da gestão das emoções.
Buscar o equilíbrio entre a expressão da vulnerabilidade e o desenvolvimento da força interior é fundamental para lidar com os desafios da vida de forma mais plena e autêntica.
CONTEMPORANEIDADE
Apesar de a frase de Sêneca ter sido escrita em um contexto histórico e filosófico diferente do nosso, ela ainda pode nos trazer reflexões valiosas para a vida contemporânea.
Acho que a principal contribuição dessa frase é nos convidar a buscar o equilíbrio entre a força interior e a expressão da vulnerabilidade.
Por um lado:
Desenvolver a força interior, a resiliência e o autocontrole emocional é fundamental para enfrentar os desafios da vida com coragem e serenidade. Aprender a lidar com as dificuldades, frustrações e perdas sem se deixar abater é essencial para o nosso crescimento e bem-estar.
Buscar inspiração em figuras que admiramos, que demonstram coragem e superação diante das adversidades, pode nos fortalecer e nos motivar a seguir em frente.
Por outro lado:
É importante reconhecer que a vulnerabilidade e a expressão das emoções são partes inerentes da experiência humana. Negar ou reprimir nossas emoções pode ser prejudicial à nossa saúde mental e impedir que tenhamos relações autênticas com outras pessoas.
Buscar apoio social, compartilhar nossas dificuldades e permitir-nos sentir e expressar nossas emoções são atitudes importantes para lidar com o sofrimento e fortalecer nossa resiliência.
Em resumo, a frase de Sêneca nos lembra da importância de cultivar a força interior, mas sem negar a nossa humanidade e a importância de expressar nossas emoções de forma saudável. Buscar esse equilíbrio é fundamental para vivermos de forma mais plena e autêntica.
Adaptando a frase aos dias de hoje:
Podemos reinterpretar a frase de Sêneca de uma forma mais contemporânea, que valorize tanto a força interior quanto a expressão saudável das emoções:
“Verdadeiros heróis não se envergonham de suas lágrimas, mas encontram força nelas para seguir em frente. A fragilidade não está em chorar, mas em se recusar a sentir e a buscar apoio.”
O AUTOR
Sêneca, ou Lucius Annaeus Seneca, foi um nome importantíssimo na Roma Antiga! Nascido em Córdoba, na Espanha, por volta de 4 a.C., ele viveu durante o período do Império Romano e se destacou como filósofo, escritor, político e dramaturgo.
Um homem de muitas habilidades:
Dramaturgo renomado: Sêneca também escreveu peças de teatro, principalmente tragédias, que abordavam temas como mitologia, moral e conflito humano.
Filósofo estóico: Sêneca foi um dos principais representantes do estoicismo, uma escola filosófica que pregava a busca pela virtude, a razão e o autocontrole como caminho para a felicidade. Ele escreveu diversos tratados filosóficos sobre temas como ética, moral, morte e o sentido da vida.
Escritor talentoso: Sêneca dominava a arte da escrita e produziu tragédias, poemas, cartas e ensaios que influenciaram a literatura ocidental. Suas obras são conhecidas por sua linguagem elegante, reflexões profundas e temas atemporais.
Político influente: Ele atuou como senador e conselheiro do imperador Nero, exercendo grande influência na política romana.
Reflexão 17 de outubro 2024 Foz em Destaque “Sua Vida mais divertida!!!”
“Tem pessoas que gostam de ver o melhor nas pessoas. Eu prefiro ver a verdade.”
Blair Waldorf – Personagem protagonista da série literária e televisiva Gossip Girl escrita por Cecily von Ziegesar, produzida pelo canal The CW Television Network.
Essa frase da Blair Waldorf é bem típica da personagem, né? Ela sempre foi conhecida por sua perspicácia e por não se deixar enganar pelas aparências.
A frase dela nos leva a refletir sobre como lidamos com as pessoas ao nosso redor.
É natural que queiramos ver o melhor nos outros, mas será que essa visão idealizada nos impede de enxergar a realidade? 🤔
Por outro lado, focar apenas na “verdade”, que pode ser subjetiva e muitas vezes negativa, pode nos levar a sermos cínicos e perdermos a oportunidade de ver o potencial das pessoas.
Acho que o ideal é encontrar um equilíbrio entre o otimismo e o realismo. É importante ter expectativas realistas sobre as pessoas, mas sem deixar de acreditar em suas capacidades de mudança e crescimento. 😉
Ela é uma jovem rica e ambiciosa do Upper East Side de Manhattan, conhecida por sua beleza, inteligência, estilo impecável e personalidade forte.
Aqui estão alguns pontos chave sobre ela:
Personalidade complexa: Blair é uma personagem fascinante por ser complexa e cheia de nuances.
Ela pode ser manipuladora e competitiva, buscando sempre o controle e a perfeição. Ao mesmo tempo, ela é leal aos seus amigos e familiares, demonstrando compaixão e vulnerabilidade em momentos chave.
Rainha B: No colégio, Blair reina como a “abelha-rainha”, ditando as tendências e controlando o círculo social ao seu redor.
Ela se importa com a imagem e a popularidade, buscando sempre estar no topo.
Relações importantes: Ao longo da série, Blair tem relacionamentos complexos e importantes, principalmente com sua melhor amiga Serena van der Woodsen e com Chuck Bass, com quem vive um romance cheio de altos e baixos.
Evolução: Apesar de começar como uma adolescente mimada e egoísta, Blair passa por uma grande evolução ao longo da série. Ela amadurece, aprende com seus erros e se torna uma mulher mais forte e independente.
Estilo marcante: Blair é um ícone fashion, com looks elegantes e sofisticados que inspiram até hoje.
Seus looks são uma mistura de peças clássicas com toques modernos, sempre com muita personalidade.
Blair Waldorf é uma personagem memorável que conquistou muitos fãs com sua personalidade forte, estilo impecável e história envolvente.
Ela é uma representação complexa e interessante de uma jovem mulher em busca de seu lugar no mundo.
“Gossip Girl” é uma série que marcou uma geração!
Tanto os livros quanto a série de TV fizeram muito sucesso, explorando o universo glamouroso e dramático da elite jovem de Manhattan. ✨
A obra
A série de livros:
Escrita por Cecily von Ziegesar, a série literária “Gossip Girl” foi publicada entre 2002 e 2011, com 13 livros no total.
A história acompanha a vida de um grupo de adolescentes ricos e privilegiados do Upper East Side de Nova York, narrada por uma blogueira anônima e onisciente chamada “Gossip Girl”.
Os livros abordam temas como amizade, amor, rivalidade, traição, família e os desafios da adolescência, tudo isso em meio a um cenário de luxo e ostentação.
Apesar de ter a mesma premissa básica da série de TV, os livros apresentam algumas diferenças em relação aos personagens e enredos.
A série de TV:
A adaptação para a TV foi criada por Josh Schwartz e Stephanie Savage e exibida entre 2007 e 2012, com 6 temporadas.
A série conquistou uma legião de fãs ao redor do mundo, tornando-se um fenômeno cultural e lançando a carreira de atores como Blake Lively, Leighton Meester, Penn Badgley, Chace Crawford e Ed Westwick.
Assim como nos livros, a série acompanha a vida de Serena van der Woodsen, Blair Waldorf, Nate Archibald, Chuck Bass e Dan Humphrey, explorando seus dramas amorosos, familiares e sociais.
A série de TV também se destaca pela sua estética impecável, com figurinos, cenários e trilha sonora que marcaram época.
O que ambas as versões têm em comum:
A figura misteriosa da Gossip Girl: Tanto nos livros quanto na série, a identidade da blogueira que narra a história e espalha fofocas sobre os personagens é um mistério que se desenrola ao longo da trama.
Temas atemporais: Ambas as versões abordam temas universais como amor, amizade, família, busca por identidade e os desafios da adolescência, o que contribui para o sucesso da história entre diferentes gerações.
Um retrato da elite de Manhattan: Tanto os livros quanto a série retratam o estilo de vida luxuoso e os dramas da elite jovem de Manhattan, com festas extravagantes, roupas de grife e intrigas sociais.
“Gossip Girl” é uma obra que marcou época e continua sendo referência quando o assunto é drama adolescente.
Se você gosta de histórias com personagens complexos, romances intensos e um toque de glamour, vale a pena conferir tanto os livros quanto a série de TV. 😉
Reflexão 16 de outubro 2024 Foz em Destaque “Sua Vida mais divertida!!!”
“Num filme o que importa não é a realidade, mas o que dela possa extrair a imaginação.”
Charles Chaplin – ator, comediante, diretor, compositor, roteirista, cineasta, editor e músico britânico.
Sir Charles Spencer “Charlie” Chaplin, Jr. KBE (Londres, 16 de abril de 1889 – Corsier-sur-Vevey, 25 de dezembro de 1977) foi um ator, comediante, diretor, compositor, roteirista, cineasta, editor e músico britânico.
Chaplin é considerado o principal ator da era do cinema mudo, notabilizado pelo uso de mímica e da comédia pastelão.
É conhecido pelos seus filmes O Imigrante, O Garoto, Em Busca do Ouro (este considerado por ele seu melhor filme), O Circo, Luzes da Cidade, Tempos Modernos, O Grande Ditador, Luzes da Ribalta, Um Rei em Nova Iorque e A Condessa de Hong Kong.
Influenciado pelo trabalho dos antecessores Max Linder, Georges Méliès, D. W. Griffith, Louis e Auguste Lumière, e compartilhando o trabalho com Douglas Fairbanks e Mary Pickford, foi inspirado pela mímica, pantomima e pelo gênero pastelão. Influenciou um grande número de comediantes e cineastas, como Federico Fellini, Os Três Patetas, Peter Sellers, Milton Berle, Marcel Marceau, Jacques Tati, Rowan Atkinson, Johnny Depp, Michael Jackson, Sacha Baron Cohen, Harold Lloyd, Buster Keaton, Roberto Gómez Bolaños e Renato Aragão.
É considerado por alguns críticos o maior artista cinematográfico de todos os tempos e um dos “pais do cinema”, junto com os Irmãos Lumière, Georges Méliès e D.W. Griffith.
Charlie Chaplin atuou, dirigiu, escreveu, produziu e financiou seus próprios filmes, sendo fortemente influenciado por um antecessor, o comediante francês Max Linder, a quem dedicou um de seus filmes.
Sua carreira no ramo do entretenimento durou mais de 75 anos, desde suas primeiras atuações quando ainda era criança nos teatros do Reino Unido, durante a Era Vitoriana, até próximo de sua morte, aos 88 anos de idade.
Sua vida pública e privada abrangia adulação e controvérsia. Juntamente com Mary Pickford, Douglas Fairbanks e D. W. Griffith, Chaplin fundou a United Artists, em 1919.
Seu principal e mais famoso personagem foi The Tramp, conhecido como Charlot na Europa e igualmente conhecido como Carlitos ou “O Vagabundo” no Brasil.
Consiste em um andarilho pobretão que possui todas as maneiras refinadas e a dignidade de um cavalheiro (gentleman), usando um fraque preto esgarçado, calças e sapatos desgastados e mais largos que o seu número, um chapéu-coco ou cartola, uma bengala de bambu e — sua marca pessoal — um pequeno bigode.
Foi também um talentoso jogador de xadrez e chegou a enfrentar o campeão estadunidense Samuel Reshevsky.
Em 2008, em uma resenha do livro Chaplin: A Life, Martin Sieff escreve:
“Chaplin não foi apenas ‘grande’, ele foi gigantesco. Em 1915, ele estourou um mundo dilacerado pela guerra trazendo o dom da comédia, risos e alívio enquanto ele próprio estava se dividindo ao meio pela Primeira Guerra Mundial.
Durante os próximos 55 anos, através da Grande Depressão e da ascensão de Hitler, ele permaneceu no emprego. Ele foi maior do que qualquer um.
É duvidoso que algum outro indivíduo tenha dado mais entretenimento, prazer e alívio para tantos seres humanos quando eles mais precisavam”.
Por sua inigualável contribuição ao desenvolvimento da sétima arte, Chaplin é o mais homenageado cineasta de todos os tempos, sendo ainda em vida condecorado pelos governos britânico (Cavaleiro do Império Britânico) e francês (Légion d ‘Honneur), pela Universidade de Oxford (Doutor Honoris Causa) e pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos (Oscar especial pelo conjunto da obra, em 1972).
“Tem pessoas que gostam de ver o melhor nas pessoas. Eu prefiro ver a verdade.”
Blair Waldorf – Personagem protagonista da série literária e televisiva Gossip Girl escrita por Cecily von Ziegesar, produzida pelo canal The CW Television Network
Blair Cornelia Waldorf Bass é a personagem protagonista da série literária Gossip Girl escrita por Cecily von Ziegesar, bem como das adaptações para a série de televisão homônima produzida pelo canal The CW Television Network e da série em mangá publicada pela editora Yen Press.
Descrita como “uma garota de extremos” por von Ziegesar,Blair é uma garota engraçada e superdotada que possui tanto um lado esnobe quanto um sensível.
Devido a sua condição de “abelha-rainha” na sociedade de Manhattan, o seu comportamento e os seus relacionamentos estão sob constante vigilância de uma popular blogueira anônima denominada Gossip Girl.
A atriz Leighton Meester, a intérprete da personagem na série de televisão, descreveu Blair como uma garota insegura acerca da sua condição social, e que essa sua constante preocupação gera falhas e complexidades que contribuem para o desenvolvimento da personagem. Ainda na opinião de Leighton , Blair é uma boa garota, divertida de interpretar, pois “ela diz e faz coisas que ninguém teria coragem de fazer na vida real”.
Blair foi comparada com personagens vintages de filmes e livros como Becky Sharp e Lizzie Eustace.
A atuação de Leighton Meester também atraiu comparações com personagens interpretadas por Joan Collins e Audrey Hepburn.
Blair é a personagem que recebeu as melhores críticas na série de livros, assim como a personagem da televisão também atraiu bastante atenção devido aos seus relacionamentos e o seu vestuário, sendo considerada um ícone de estilo e elegância.
“Quando se sonha sozinho é apenas um sonho. Quando se sonha juntos é o começo da realidade.”
Cervantes – Romancista, dramaturgo e poeta castelhano, com sua obra-prima, Dom Quixote, muitas vezes considerada o primeiro romance moderno
Miguel de Cervantes Saavedra (Alcalá de Henares, 29 de setembro de 1547 – Madrid, 22 de abril de 1616) foi um romancista, dramaturgo e poeta castelhano.
A sua obra-prima, Dom Quixote, muitas vezes considerada o primeiro romance moderno, é um clássico da literatura ocidental e é regularmente considerada um dos melhores romances já escritos.
O seu trabalho é considerado entre os mais importantes em toda a literatura,e sua influência sobre a língua castelhana tem sido tão grande que o castelhano é frequentemente chamado de La lengua de Cervantes (A língua de Cervantes).
Um incidente na história de Don Quixote (1870), por Robert Hillingford.
Biografia
Santa María la Mayor, em Alcalá de Henares, onde se diz que Cervantes pode ter sido batizado; o retângulo em frente tem o nome de Plaza Cervantes
Infância
Filho de um cirurgião cujo nome era Rodrigo Cervantes e de Leonor de Cortinas, supõe-se que Miguel de Cervantes tenha nascido em Alcalá de Henares.
O dia exato do seu nascimento é desconhecido, ainda que seja provável que tenha nascido no dia 29 de setembro, data em que se celebra a festa do arcanjo San Miguel, pela tradição de receber o nome do santoral.
Miguel de Cervantes foi batizado em Castela no dia 9 de outubro de 1547 na paróquia de Santa María la Mayor. A carta do batismo reza:
“Você não conhece as pessoas, você conhece a parte que elas permitem que você veja.”
Aizen Sousuke – Personagem fictício da série de mangá japonês Bleach criada por Tite Kubo. Ele é o principal antagonista da primeira metade da adaptação do anime.
Sōsuke Aizen (藍染 惣右介, Aizen Sōsuke ) é um personagem fictício da série de mangá japonesa Bleach criada por Tite K nificant one para toda a adaptação.
Ele é o capitão da Quinta Divisão de Soul Reapers quando é apresentado.
Mais tarde, ele trai a Soul Society em busca de imenso poder para derrubar e derrotar o Soul King, antes de Ichigo Kurosaki e Kisuke Urahara derrotá-lo.
“A genialidade é a capacidade de realizar aquilo que existem no pensamento.”
F. Scott Fitzgerald – Romancista, ensaísta e contista norte-americano, mais conhecido por seus romances que descrevem a extravagância e o excesso da Era do Jazz
Francis Scott Key Fitzgerald, mais conhecido como F. Scott Fitzgerald (Saint Paul, 24 de setembro de 1896 – Hollywood, 21 de dezembro de 1940), foi um romancista, ensaísta e contista norte-americano.
Ele é mais conhecido por seus romances que descrevem a extravagância e o excesso da Era do Jazz – um termo que ele popularizou em sua coleção de contos Tales of the Jazz Age. Durante sua vida, ele publicou quatro romances, quatro coleções de histórias e 164 contos. Embora tenha alcançado sucesso popular temporário e fortuna na década de 1920, Fitzgerald foi aclamado pela crítica somente após sua morte e agora é amplamente considerado um dos maiores escritores americanos do século XX.
Primeiros anos
Retrato em preto e branco do escritor F. Scott Fitzgerald quando criança, com sua mãe em Saint Paul, Minnesota.
Fitzgerald está parado na calçada de uma cidade com sua mãe próxima, na grama. Ao longe, atrás deles, há um edifício com campanário, provavelmente uma igreja, e várias árvores sem folhas.
Fotografia da residência dos Fitzgerald em Buffalo. A foto foi tirada durante o inverno e há manchas de neve no chão. A casa de dois andares é pintada de branco com detalhes em preto. A sua fachada apresenta pórtico italianizado com frontão triangular coroando arco segmentado.
Fitzgerald (à esquerda) quando criança em St. Paul, Minnesota. Após seu nascimento, seus pais se mudaram para uma casa de dois andares (à direita) em Buffalo, Nova York. Sua família não possuía casa.
Eles só alugaram.
Nascido em 24 de setembro de 1896, em Saint Paul, Minnesota, em uma família católica de classe média, Francis Scott Key Fitzgerald recebeu o nome de seu primo distante, Francis Scott Key, que escreveu em 1814 a letra do hino nacional americano “The Star-Spangled Banner”.
Sua mãe era Mary “Molly” McQuillan Fitzgerald, filha de um imigrante irlandês que se tornou rico como comerciante atacadista.
Seu pai, Edward Fitzgerald, possuía ascendência irlandesa e inglesa, e mudou-se de Maryland para Minnesota após a Guerra Civil Americana para abrir um negócio de fabricação de móveis de vime.
A prima de primeiro grau de Edward, Mary Surratt, foi enforcada em 1865 por conspirar para assassinar Abraham Lincoln.