Category: Reflexão do Dia

Reflexões e pensamentos.

  • Reflexão Diária: 06 de Dezembro

    ”Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que, com frequência poderíamos ganhar, por simples medo de arriscar.” 

    William Shakespeare

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    William Shakespeare foi um dramaturgo e poeta inglês. Autor de tragédias famosas como “Hamlet”, “Otelo”, “Macbeth” e “Romeu e Julieta”, foi considerado uma das maiores figuras literárias da língua inglesa.

    Shakespeare nasceu em Stratford-upon-Avon, no condado de Warwick, Inglaterra, no dia 23 de abril de 1564. Filho de John Shakespeare e de Mary Arden, seu pai foi comerciante de lã e chegou a ser tesoureiro e prefeito de Stratford.

    Nascimento: Stratford-upon-Avon, Reino Unido

    Falecimento: 23 de abril de 1616, Stratford-upon-Avon, Reino Unido

  • Reflexão Diária: 11 de Dezembro

    “Uma longa viagem de mil milhas inicia-se com o movimento de um pé.”

    Lao Tsé

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    Lao-Tsé  foi um filósofo da China Antiga. A ele se atribui a fundação de um movimento filosófico que mais tarde se transformou em religião, o “Taoísmo Religioso”. Cujo objetivo é a obtenção da “paz absoluta”.

    Lao-Tsé (Jovem Sábio), também conhecido como Lao-Tsu, Lao-Tzu ou Lao Zi, nasceu provavelmente em Chu (atual Luyi), na província de Hunan, na China, no ano de 604. Numa época em que a China era governada pela dinastia “Zhu” (1045-256 a. C.), e que ao longo dos anos o poder real praticamente desapareceu.

    Lao viveu numa época de grandes perturbações políticas, mas de intensa efervescência intelectual. Nesse período, dois filósofos importantes surgiram, Confúcio (551-479 a. C.), um reformista social e professor que pregava a justiça social e queria restaurar a ordem naquele momento de caos. E “Lao-Tsé” que pregava os ensinamentos para a vida simples, a obtenção da “paz absoluta” pela completa submissão à natureza, cujos valores são a pureza, calma, simplicidade e unidade.

    Nascimento: 571 a.C., Reino de Chu

    Falecimento: Reino de Chim

  • Reflexão Diária 12-05

    “A menos que o sol brilhe, não pode haver a luz do dia.” (Agostinho neto)

    “A menos que o sol brilhe, não pode haver a luz do dia.” (Agostinho neto)

    António Agostinho Neto (Ícolo e Bengo, 17 de setembro de 1922Moscovo, 10 de setembro de 1979) foi um médico, escritor e político angolano, principal figura do país no século XX.

    Foi Presidente do Movimento Popular de Libertação de Angola e em 1975 tornou-se o primeiro Presidente de Angola até 1979. Em 19751976 foi-lhe atribuído o Prémio Lenine da Paz.

    Fez parte da geração de estudantes africanos que viria a desempenhar um papel decisivo na independência dos seus países naquela que ficou designada como a Guerra Colonial Portuguesa. Foi preso pela Polícia Internacional e de Defesa do Estado (PIDE), a polícia política do regime Salazarista então vigente em Portugal, e deportado para o Tarrafal, uma prisão política em Cabo Verde, sendo-lhe depois fixada residência em Portugal, de onde fugiu para o exílio. Aí assumiu a direcção do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), do qual já era presidente honorário desde 1960. Em paralelo, desenvolveu uma notável actividade literária, escrevendo nomeadamente poemas.

    No dia 17 de Setembro, Angola celebra o Dia do Herói Nacional, comemorando o dia em que Agostinho Neto nasceu.[3][4]

    Filhos: Mario Jorge Neto, Mihaela Marinova

    Pais: Maria da Silva Neto, Agostinho Pedro Neto

  • Reflexão Diária

    “Tudo vale a pena quando a alma não é pequena.” (Fernando  Pessoa )

    Fernando António Nogueira Pessoa (Lisboa, Mártires, 13 de junho de 1888Lisboa, Santa Catarina, 30 de novembro de 1935)[4] foi um poeta, filósofo, dramaturgo, ensaísta, tradutor, publicitário, astrólogo, inventor, empresário, correspondente comercial, crítico literário e comentarista político português.

    Fernando Pessoa é o mais universal poeta português. Por ter sido educado na África do Sul, numa escola católica irlandesa de Durban, chegou a ter maior familiaridade com o idioma inglês do que com o português ao escrever os seus primeiros poemas nesse idioma. O crítico literário Harold Bloom considerou Pessoa como “Whitman renascido”,[5] e o incluiu no seu cânone entre os 26 melhores escritores da civilização ocidental,[6] não apenas da literatura portuguesa mas também da inglesa.[6]

    Das quatro obras que publicou em vida, três são na língua inglesa e apenas uma em língua portuguesa, intitulada Mensagem.[7][8] Fernando Pessoa traduziu várias obras em inglês (e.g., de Shakespeare e Edgar Allan Poe) para o português, e obras portuguesas (nomeadamente de António Botto[9] e Almada Negreiros) para o inglês e francês.

    Enquanto poeta, escreveu sob diversas personalidades – a que ele próprio chamou heterónimos, como Ricardo Reis, Álvaro de Campos e Alberto Caeiro –, sendo estes últimos objeto da maior parte dos estudos sobre a sua vida e obra. Robert Hass, poeta americano, diz: “outros modernistas como Yeats, Pound, Eliot inventaram máscaras pelas quais falavam ocasionalmente… Pessoa inventava poetas inteiros”.[10] Buscou também inspirações nas obras dos poetas William Wordsworth, James Joyce e Walt Whitman.[11]

    Nascimento: 13 de junho de 1888, Lisboa, Portugal

    Falecimento: 30 de novembro de 1935, Lisboa, Portugal

  • Reflexão Diária: 04 de Dezembro

    “Você não consegue esgotar a criatividade. Quanto mais você usa, mais você tem.”

    Oscar Wilde

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    Oscar Fingal O’Flahertie Wills Wilde, ou simplesmente Oscar Wilde foi um influente escritor, poeta e dramaturgo irlandês. Conhecido por sua sagacidade mordaz, pelas vestimentas extravagantes de dândi, pela habilidade de conversação e de ditos espirituosos e ricos em sarcasmo, ironia e cinismo. Autor da obra “O Retrato de Dorian Gray”, seu único romance, considerado uma das mais importantes obras da literatura inglesa.

    Wilde tornou-se uma das personalidades mais famosas de sua época e um dos dramaturgos mais populares de Londres, em 1890, após escrever de diversas formas na década de 1880. 

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    Nascimento: 16 de outubro de 1854, Westland Row, Dublin, Irlanda

    Falecimento: 30 de novembro de 1900, Paris, França

  • Reflexão Diária 11-29

    “É ter fome, é ter sede de Infinito!Por elmo, as manhãs de oiro e de cetim…É condensar o mundo num só grito.”  (Florbela Espanca)

    Florbela Espanca (Vila Viçosa, 8 de dezembro de 1894Matosinhos, 8 de dezembro de 1930),[1] batizada como Flor Bela Lobo, e que opta por se autonomear Florbela d’Alma da Conceição Espanca,[2] foi uma poetisa portuguesa. A sua vida, de apenas 36 anos, foi plena, embora tumultuosa, inquieta e cheia de sofrimentos íntimos, que a autora soube transformar em poesia da mais alta qualidade, carregada de erotização, feminilidade[3] e panteísmo. Há uma biblioteca com o seu nome em Matosinhos.

    Filha de Antónia da Conceição Lobo e do republicano João Maria Espanca (1866-1954), nasceu no dia 8 de dezembro de 1894 em Vila Viçosa, no Alentejo. O seu pai foi sobretudo um antiquário e um fotógrafo, tendo também ganho a vida com outras atividades, como a de projeção de filmes. De facto, foi um dos introdutores do “Vitascópio de Edison” em Portugal.

    Nascimento: 8 de dezembro de 1894, Vila Viçosa, PortugalFalecimento: 8 de dezembro de 1930, Matosinhos, Portugal

  • Reflexão Diária 11-28

    “A personalidade assemelha-se a um perfume de qualidade: quem o usa é o único que o não sente.” (Gilbert Cesbron)

    Gilbert Cesbron (Paris, 13 de janeiro de 1913 — 12 de agosto de 1979) foi um escritor francês de inspiração católica.

    Nascimento: 13 de janeiro de 1913, Paris, França
    Falecimento: 12 de agosto de 1979, Paris, França
  • Reflexão Diária: 26 de Novembro

    “A injustiça em qualquer lugar é uma ameaça à justiça em todo lugar.”

    Martin Luther King Jr.

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    Martin Luther King Jr. foi um dos principais líderes negros dos Estados Unidos contra a segregação racial e pela igualdade social. Entre as décadas de 1950 e 1960, Luther King teve atuação de destaque ao se posicionar de forma pacífica contra a segregação racial.

    Pastor protestante e dono de uma oratória ímpar, ele conseguiu agregar multidões em torno da luta pela igualdade racial e pelos direitos civis para os negros. Sua morte em 1968 foi lamentada pelo mundo todo. E, apesar das várias conquistas, como a aprovação dos direitos civis para negro, havia muito a ser feito para acabar com o racismo nos Estados Unidos. O dia do seu nascimento, 15 de janeiro, transformou-se em feriado nacional, uma forma de homenageá-lo e recordar sua luta pelo fim da desigualdade.

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    Nascimento: 15 de janeiro de 1929, Atlanta, Geórgia, EUA

    Assassinato: 4 de abril de 1968, Memphis, Tennessee, EUA

  • Reflexão Diária 11-09

    “Uma pitada de poesia é suficiente para perfumar um século inteiro.” (José Martí)

    José Julián Martí Pérez (Havana, 28 de janeiro de 1853 — Dos Ríos, 19 de maio de 1895) foi um político nacionalista,[1] intelectual, jornalista, ensaísta, tradutor, professor, editor, poeta e maçom cubano, considerado um herói nacional cubano por causa de seu papel na libertação de seu país da Espanha. Ele também foi uma figura importante na literatura latino-americana. Foi muito politicamente ativo e é considerado um importante filósofo e teórico político.[2][3] Através de seus escritos e atividade política, ele se tornou um símbolo da tentativa de independência de Cuba do Império Espanhol no século XIX, e é conhecido como o “Apóstolo da Independência Cubana” (em seu país natal, também chamado como «El apóstol»).[4]

    Foi criador do Partido Revolucionário Cubano (PRC) e organizador da Guerra de 1895 ou Guerra Necessária. Seu pensamento transcendeu as fronteiras de sua Cuba natal para adquirir um caráter universal. Desde a adolescência, dedicou sua vida à promoção da liberdade, independência política para Cuba e independência intelectual para todos os hispano-americanos; sua morte foi usada como um grito pela independência cubana da Espanha tanto pelos revolucionários cubanos quanto pelos cubanos anteriormente relutantes em iniciar uma revolta.

    Nascimento: 28 de janeiro de 1853, Havana, Cuba

    Falecimento: 19 de maio de 1895, Cauto, Cuba

  • Reflexão Diária: 13 de Novembro

    “Nenhum gesto de gentileza, por menor que seja, é perdido.”

    Esopo

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    Esopo foi um fabulista grego, que viveu na Grécia antiga. Figura supostamente lendária, passou para a história como o primeiro criador de fábula.

    Foi-lhe atribuído um conjunto de pequenas estórias, onde os animais desempenhavam papéis que faziam sentido do ponto de vista moral, ou seja, eles tomavam o lugar dos homens, mas viviam os seus dramas comuns.

    Tornou-se célebre por suas fábulas, que chegaram até nós e são conhecidas hoje em todas as literaturas. A coleção de Esopo era lida no século V em Atenas, uma das épocas de maior efervescência cultural grega. Seus escritos fizeram parte da tradição oral, assim como as obras de Homero, por isso, só reuniram e escreveram depois de 200 anos.

    Esopo inspirou muitos poetas medievais. As suas coleções de fábulas também influenciaram La Fontaine, escritor e fabulista francês. Entre os títulos mais famosos figuram: A Raposa e as Uvas, A Lebre e a Tartaruga, A Cigarra e a Formiga, O Lobo e o Cordeiro, entre outros.

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    Nascimento: 620 a.C. Mesembria (Pontus)

    Falecimento: 564 a.C., Delfos, Grécia