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  • Reflexão Diária 27 Dezembro

    Reflexão 27 Dezembro 2023

    Reflexão 27 Dezembro 2023 - Reflexão Diária Foz em Destaque

    “Feitos, e não palavras devem me exprimir.” 

    [John Fletcher, Dramaturgo inglês, 1579-1625]


    Reflexão 27 Dezembro 2023 - Reflexão Diária Foz em Destaque
John Fletcher, Dramaturgo inglês, 1579-1625

    Quem foi John Fletcher

    John Fletcher (Rye, 1579Londres, 1625) foi um dramaturgo inglês do período jacobita. Seguindo William Shakespeare como escritor da King’s Men, ele estava entre os dramaturgos mais prolíficos e influentes de sua época; durante sua vida e na Restauração inicial, sua fama rivalizava com a de Shakespeare.

    Junto com William Shakespeare e Ben Jonson, Fletcher foi considerado por seus contemporâneos como um dos dramaturgos mais talentosos e influentes da literatura jacobina. Ele sucedeu Shakespeare como chefe da King’s Men. Ao contrário de William, Fletcher não era acionista da empresa. Tornou-se um dos oito homens que estavam sempre sob contrato para inúmeros teatros na capital britânica, um privilégio que ele compartilhou com Thomas Heywood, Thomas Dekker, Philip Massinger, Shakespeare, James Shirley, William Rowley e Richard Brome.[1] Embora sua reputação tenha sido muito eclipsada desde então, Fletcher continua sendo uma importante figura de transição entre a tradição popular elisabetana e o drama popular da Restauração.

    Referências

    1.     G.E. Bentley, The Profession of Dramatist in Shakespeare’s Time, 1590-1642. Princeton: Princeton University Press, 1971.

    Bibliografia

    ·         Academy, Students’ Famous English Renaissance Dramatist-Five-John Fletcher. N.p.: n.p., 2011. 1–115. Print. ISBN 978-1-257-15766-2

    ·         “Biographical Sketches: Sir Walter Raleigh. Benjamin Jonson. Lord Francis Bacon. Beaumont and Fletcher. John Selden.” The Eclectic Magazine of Foreign Literature (1844–1898), 46.2 (1859): 287.

    ·         Birch, Dinah. “The Oxford Companion to English Literature (7 Ed.).”Oxford Reference. Oxford University Press, 2009. Web. 10 Mar. 2016. ISBN 978-0-19-173506-6

    ·         Finkelpearl, Daniel. Court and Country Politics in the Plays of Beaumont and Fletcher. Princeton: Princeton University Press, 1990.

    ·         Fletcher, Ian. Beaumont and Fletcher. London, Longmans, Green, 1967.

    ·         “Front Cover.” John Fletcher. Charles L. Squier. Boston: Twayne Publishers, 1986. [0]. Twayne’s English Authors Series 433. Gale Virtual Reference Library. Web. 16 Mar. 2016.

    ·         Gurr, Andrew, and Farah Karim-Cooper. Moving Shakespeare Indoors: Performance and Repertoire in the Jacobean Playhouse. n.p.: 2014.

    ·         Hoy, Cyrus H. “The Shares of Fletcher and His Collaborators in the Beaumont and Fletcher Canon.” Studies in Bibliography. Seven parts: vols. 8–9, 11–15 (1956–1962).

    ·         Ide, Arata. “John Fletcher of Corpus Christi College: New Records of His Early Years.” Early Theatre, 14.1 (2011): 63–77.

    ·         “John Fletcher”. Encyclopædia BritannicaEncyclopædia Britannica Online. Encyclopædia Britannica Inc., 2016. Web. 16 Mar. 2016 http://www.britannica.com/biography/John-Fletcher.

    ·         “John Fletcher.” YourDictionary, n.d. Web. 16 March 2016. http://biography.yourdictionary.com/john-fletcher.

    ·         Kirsch, Arthur. “Cymbeline and Coterie Dramaturgy.” ELH 34 (1967), 288–306.

    ·         Leech, Clifford. The John Fletcher Plays. London: Chatto and Windus, 1962.

    ·         Logan, Terence P., and Denzell S. Smith.The Later Jacobean and Caroline Dramatists: A Survey and Bibliography of Recent Studies in English Renaissance Drama. Lincoln, University of Nebraska Press, 1978.

    ·         Masten, Jeffrey A. “Beaumont and/or Fletcher: Collaboration and the Interpretation of Renaissance Drama.” English Literary History 59 (1992): 337–356.

    ·         McMullan, Gordon. ‘Fletcher, John (1579–1625)’, Oxford Dictionary of National Biography, Oxford University Press, September 2004; online edition, May 2006.

    ·         Oliphant, E. H. C. Beaumont and Fletcher: An Attempt to Determine Their Respective Shares and the Shares of Others. London: Humphrey Milford, 1927.

    ·         Sprague, A. C. Beaumont and Fletcher on the Restoration Stage. London: Benjamin Bloom, 1926.

    ·         Waith, Eugene. The Pattern of Tragicomedy in Beaumont and Fletcher. New Haven: Yale University Press, 1952.

    Ligações externas

    ·         Obras de John Fletcher (em inglês) no Projeto Gutenberg

    ·         Obras de ou sobre no Internet Archive

    ·         Obras de (em inglês) no LibriVox (livros falados em domínio público) 

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    Fonte: Wikipédia


    Reflexão 27 Dezembro 2023

    Por Marco Antonio, para a Foz em Destaque.

  • Reflexão Diária 26 Dezembro

    Reflexão Diária 26 Dezembro 23


    “Não espere por uma crise para descobrir o que é importante em sua vida.”

    (Platão – Filósofo Grego)

    Reflexão Diária 26 Dezembro 23


    Quem foi Platão

    Platão foi discípulo de Sócrates e o primeiro teórico idealista. Escreveu sobre diversos temas, como amor, amizade, política, justiça, imortalidade da alma, entre outros.


    Estátua de Platão, um dos maiores pensadores da Grécia Antiga.

    Estátua de Platão, um dos maiores pensadores da Grécia Antiga.


    Platão foi discípulo de Sócrates e um dos mais importantes filósofos da Grécia Antiga.

    No período antropológico, iniciado a partir das ideias socráticas, Platão destacou-se por ter lançado a sua teoria idealista e por ter deixado escrita a maioria dos textos conhecidos hoje sobre Sócrates.

    O idealismo platônico consiste, basicamente, em uma distinção entre conhecimento sensível, inferior e enganoso, que seria obtido pelos sentidos do corpo, e conhecimento inteligível, superior e ideal, que acessaria a verdade sobre as coisas.

    O conhecimento inteligível seria aquele que permite o nosso acesso ao ser e à essência de algo, que seria imutável, ao contrário da aparência, que pode enganar-nos.

    O conhecimento inteligível estaria no Mundo das Ideias e das Formas, enquanto o conhecimento sensível estaria em nossa realidade material.

    O Mundo das Ideias ou das Formas (que deve ser escrito com letra maiúscula) seria a realidade intelectual, verdadeira, eterna e imutável, que pode ser acessada apenas por meio da capacidade racional do ser humano.

    Nessa instância, estariam as essências das coisas, os conceitos, as ideias fixas e imutáveis que descrevem essencialmente cada ser ou objeto existente.

    Já o mundo sensível seria a realidade com a qual nos defrontamos em nosso mundo prático, que experimentamos.

    Essa realidade sensível é ilusória e enganadora, pois, para usar um jargão popular no qual Platão inspirava-se: as aparências enganam.

    Reflexão Diária 26 Dezembro 23

    Resumo sobre Platão

    • Jovem ateniense de família aristocrática.
    • Praticante notável de esportes e interessado por política.
    • Discípulo de Sócrates.
    • Escreveu os diálogos socráticos, as principais fontes de conhecimento sobre os pensamentos de seu professor.
    • Fundou a Academia, instituição de ensino de Filosofia e Política para os jovens atenienses.
    • Escreveu “A República”, primeira grande utopia política ocidental.
    • Fundou o Idealismo, doutrina filosófica que atribui ao conhecimento meramente racional e às Ideias a centralidade na busca pela verdade sem possibilidade de erro.

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    Biografia de Platão

    Platão chamava-se Arístocles. 

    Nascido em Atenas, no ano de 428 a.C., e falecido em 348 a.C., o apelido Platão foi conferido ao filósofo em sua juventude por causa de seus atributos físicos, por ser um homem forte, de ombros largos (a palavra correspondente em grego, Platon, significa “omoplatas largas”, “costas largas”, “ombros grandes”).

    Platão era filho de uma família influente politicamente na Grécia (Platão era descendente de Sólon, um dos legisladores e estadistas de maior destaque da política ateniense).

    Por pertencer a uma família que possuía bens materiais, Platão pôde dedicar-se aos estudos de Filosofia.

    Entre 409 a.C. e 404 a.C., Platão lutou na Guerra do Peloponeso, período final das batalhas entre Atenas e Esparta.

    Tendo sido derrotado (Esparta derrotou Atenas), Platão vivenciou o período denominado Tirania dos 30, quando o regime democrático ateniense deu lugar à tirania oligárquica dos modelos espartanos.

    Platão conheceu o filósofo Sócrates, pensador que foi o seu mestre iniciador na Filosofia, mentor intelectual e amigo, em Atenas.

    A influência de Sócrates sobre Platão é tão grande que a maioria dos textos deixados por Platão é feita de diálogos em que Sócrates é o personagem principal.

    Em 388 a.C., onze anos após a morte de Sócrates, Platão fundou a sua escola filosófica: a Academia.

    Por ser ateniense, o filósofo tinha direitos civis garantidos e podia adquirir terrenos na cidade.

    Ele escolheu um terreno no interior do parque Academia, dedicado ao herói grego Akademus.

    Um lugar onde os jovens reuniam-se para discutir política e praticar exercícios físicos, a Academia era uma espécie de retiro tranquilo e politicamente efervescente dentro da cidade, tendo uma vasta área verde e dois templos.

    Leia também: Aristóteles: felicidade como fim das ações humanas

    Principais ideias de Platão

    → Dialética

    A dialética platônica, de inspiração parmenidiana, era uma técnica de extração de uma conclusão (síntese) com base em duas ideias opostas (tese e antítese).

    → Idealismo

    O idealismo platônico é o que há de mais marcante em sua obra.

    Com base na noção de que o conhecimento das Ideias ou Formas puras, imutáveis e perfeitas é o único conhecimento verdadeiro (obtido pelo intelecto), o filósofo afirmou que o nosso conhecimento sobre a matéria (obtido pelos sentidos) é enganoso.

    Aquilo que conhecemos por meio de nossos sentidos corpóreos são meras ilusões causadas por nossos órgãos do sentido, portanto, são conhecimentos inferiores.

    O conhecimento ideal estaria, segundo o filósofo grego, no Mundo das Ideais, estância metafísica racional que só poderia ser alcançada por nosso intelecto.

    Hoje, utilizamos a expressão “amor platônico”, que se refere a um tipo de amor que nunca se concretiza, ou seja, é ideal.

    → Política

    Para Platão, existem três tipos de caráter que moldam as almas das pessoas.

    Cada tipo, em sua teoria política, deveria ocupar o seu respectivo cargo na sociedade, a fim de formar uma organização perfeita da pólis:

    1. Caráter concupiscível: mais ligado à liberdade e aos desejos, é o caráter de pessoas mais afeitas ao trabalho manual e artesanal.
    2. Caráter irascível: por serem dominadas por impulsos de raiva, essas pessoas estariam aptas ao serviço militar.
    3. Caráter racional: esse tipo de caráter estaria, para Platão, mais próximo da racionalidade e, concomitantemente, da justiça, o que conferiria às pessoas que o têm a capacidade de governar, ou seja, de atuar na política.

    Reflexão Diária 26 Dezembro 23

    Obras de Platão

    A maior parte dos escritos de Platão é composta pelos diálogos socráticos, em que o seu mestre, Sócrates, é a figura central.

    Em geral, os diálogos falam sobre um determinado tema, mas sem grandes delimitações ou especificações, podendo falar sobre outros assuntos.

    Temos conhecimento, hoje, de 35 diálogos deixados por Platão. Abaixo, estão listados os principais textos e suas características gerais:

    1. Apologia de Sócrates: escrito após a morte de Sócrates, o texto narra os últimos momentos do mestre de Platão, quando foi acusado de corrupção da juventude de Atenas, julgado e condenado à morte.

    2. Láques, ou Da coragem: o livro traz uma nova concepção de coragem ao cidadão grego, antes habituado à concepção heroica relacionada a Aquiles e Ulisses, por exemplo. Agora, a concepção de heroísmo ganha uma conotação de ação moralmente equilibrada e justa.

    3. Hípias menor: diálogo em que são tratadas as noções de verdade, mentira e justiça.

    4. Hípias maior: nesse texto, Platão expõe as suas concepções sobre o belo e as artes.

    5. Górgias: livro que fala sobre a Retórica, tomando como interlocutores principais Sócrates e o sofista Górgias.

    6. Fédon: diálogo em que Platão expõe a sua concepção de alma, de reencarnação e assuntos em relação à constituição metafísica do homem.

    7. O Banquete: nesse livro, Platão utiliza a figura de Sócrates para falar sobre o bem e o amor ideal.

    Relação entre Platão, Sócrates e Aristóteles

    Platão foi discípulo de Sócrates.

    As ideias socráticas marcaram a trajetória intelectual de Platão, que, por sua vez, foi mestre de Aristóteles. Aristóteles foi fortemente influenciado por Platão, mas não se manteve na mesma linha de pensamento de seu mestre, tendo modificado e discordado de muitas teorias platônicas.

    Reflexão Diária 26 Dezembro 23

    A República

    “A República” foi escrita, mais ou menos, por volta de 380 a.C. A obra é dividida em dez livros, todos escritos na forma de diálogos em que Sócrates ocupa o lugar de personagem principal. Por meio desses diálogos, Platão apresenta as suas teses sobre a política e o que ele considera como justiça, enquanto conceito puro, eterno e imutável.

    Sócrates partiu em busca do entendimento do conceito de justiça para achar o modo perfeito de governo.

    Por apresentar um modo perfeito de governo, baseado no idealismo, “A República” pode ser considerada a primeira utopia política do Ocidente.

    Uma das mais comentadas passagens dessa obra está localizada no livro VII, no qual Platão apresenta a sua tão comentada Alegoria da Caverna, diálogo em que Sócrates apresenta aos interlocutores uma história alegórica para explicar a superioridade do conhecimento advindo do Mundo das Ideias e do raciocínio intelectual.

    Frases de Platão

    • “As cidades somente alcançarão a felicidade se os filósofos se tornarem reis ou se os reis se tornarem filósofos.”
    • “Tente mover o mundo, mas comece movendo a si mesmo.”
    • “Não eduques as crianças nas várias disciplinas recorrendo à força, mas como se fosse um jogo, para que também possas observar melhor qual a disposição natural de cada uma.”
    • “Muitos odeiam a tirania apenas para que possam estabelecer a sua.”
    • “Boas pessoas não precisam de leis para obrigá-las a agir responsavelmente, enquanto as pessoas ruins encontrarão um modo de contornar as leis.”

    Publicado por Francisco Porfírio


    Reflexão Diária 26 Dezembro 23

    Por Marco Antonio, para a Foz em Destaque.

  • Reflexão Diária: 24 de Dezembro

    Reflexão 24 de Dezembro

    Especialmente para enriquecer o seu dia…

    Reflexão 24 de Dezembro - O Expresso Polar


    Reflexão Diária

    “Às vezes, o que existe de mais real no mundo é o que não podemos ver.” 

    (O Expresso Polar)


    Reflexão 24 de Dezembro Foz em Destaque


    O Expresso Polar é um filme de animação digital de tema natalino estadunidense de 2004, dos gêneros aventura e fantasia, co-escrito e dirigido por Robert Zemeckis, baseado no livro infantil homônimo de Chris Van Allsburg, de 1985, que também atuou como um dos produtores executivos.

    O filme apresenta personagens humanos animados usando animação de captura de movimento live-action

    Conta a história de um jovem que, na véspera de Natal, vê um trem misterioso com destino ao Pólo Norte parar fora de sua janela e é convidado a bordo por seu condutor.

    O menino se junta a várias outras crianças enquanto embarcam em uma jornada para visitar o Papai Noel se preparando para o Natal.

    É estrelado por Tom Hanks, que também foi um dos produtores executivos do filme, em vários papéis distintos, com Daryl Sabara, Nona Gaye, Jimmy Bennett e Eddie Deezen em papéis coadjuvantes.

    The Polar Express foi lançado nos cinemas 3D convencionais e IMAX em 10 de novembro de 2004.

    O filme arrecadou US$ 286 milhões em todo o mundo durante sua execução inicial, e US$ 314 milhões com relançações subsequentes.

    Mais tarde foi listado no Guinness Book of World Records de 2006 como “a primeira e totalmente digitalizada captura de filme”, em que todas as partes foram feitas em captura digital, sendo também este o primeiro a ser lançado simultaneamente em IMAX 3D.

    O filme é dedicado à memória de Michael Jeter, pois foi o último filme em que o ator fez uma participação, como ele havia morrido em 30 de agosto de 2004.

    Prêmios


    Reflexão 24 de Dezembro escolhida por Marco Antonio para o público da Foz em Destaque.

  • Reflexão Diária: 23 de Dezembro

    Pensamento ou Reflexão do dia 23 de Dezembro 23

    “Onde há um desejo, há um caminho.”

    Albert Einstein

    Albert Einstein foi um físico e matemático alemão. Assim, entrou para o rol dos maiores gênios da humanidade ao desenvolver a Teoria da Relatividade.

    Desse modo, estabeleceu a relação entre massa e energia e formulou a equação que se tornou a mais famosa do mundo: E = mc². Recebeu o Prêmio Nobel de Física por suas descobertas sobre a lei dos efeitos fotoelétricos.

    Infância e Formação

    Albert Einstein nasceu em Ulm, na Alemanha, no dia 14 de março de 1879. Filho de um pequeno industrial judeu, em 1880 mudou-se com a família para a cidade de Munique.

    Ademais, com seis anos de idade, incentivado pela mãe, começou a estudar violino. Logo cedo se destacou no estudo da física, matemática e filosofia. Depois do ensino secundário em Ulm, ingressou no Instituto Politécnico de Zurique, na Suíça, onde em 1900 concluiu a graduação em Física.

    Aliás, 1901 escreveu seu primeiro artigo científico, “A Investigação do Estado do Éter em Campo Magnético”. Em fevereiro deste mesmo ano recebeu a cidadania suíça. Aceitou um lugar no departamento de patentes em Berna. Em 6 de janeiro de 1903 casou-se com Mileva Maric, com quem teve três filhos.

    Nascimento: 14 de março de 1879, Ulm, Alemanha

    Falecimento: 18 de abril de 1955, Princeton, Nova Jersey, EUA

    Reflexão 23 de Dezembro 23 – Foz em Destaque

  • Reflexão Diária: 22 de Dezembro

    Pensamento ou Reflexão do dia 22 de Dezembro 23

    “O que não provoca minha morte faz com que eu fique mais forte.”

    Nietzsche

    Friedrich Nietzsche foi um filósofo, escritor e crítico alemão que exerceu grande influência no Ocidente. Sua obra mais conhecida é “Assim Falava Zaratustra”. O pensador estendeu sua influência para além da filosofia, penetrando na literatura, poesia e todos os âmbitos das belas artes.

    Infância e Formação

    Friedrich Wilhelm Nietzsche nasceu em Röcken, na Alemanha, no dia 15 de outubro de 1844. Era filho, neto e bisneto de pastores protestantes. Com cinco anos de idade ele perdeu o pai e ficou aos cuidados da mãe, da avó e da irmã mais velha.

    Durante a juventude pretendia seguir o exemplo do pai e dedicou-se à leitura da Bíblia. Com 10 anos entrou para o Ginásio de Naumburgo, e com 14 anos recebeu uma bolsa de estudos de preparação para o clero. Destacou-se nos estudos religiosos, literatura alemã e estudos clássicos, porém começou a questionar os ensinamentos do Cristianismo.

    Ademais, Friedrich Nietzsche formou-se em 1864 e continuou seus estudos em Teologia e Filologia Clássica, na Universidade de Bonn. Em 1865, transferiu-se para a Universidade de Leipzig, indicado pelo mestre Wilhelm Ritschl.

    Em 1867, Nietzsche foi convocado para o exército prussiano, quase morreu de uma queda de cavalo, e voltou para continuar seus estudos em Leipzig.

    Além disso, em 1869, com 25 anos, foi contratado pela Universidade da Basileia como catedrático de Filologia Clássica. Nessa época, compôs obras musicais à maneira de Schumann, fez amizade com Wagner e conheceu a filosofia de Schopenhauer.

    Em 1870, com a deflagração da Guerra Franco-Prussiana, pediu licença da universidade e retornou para o Exército. Nesse período, Nietzsche contraiu difteria e voltou para Basileia a fim de se restabelecer.

    Assim Falou Zaratustra (1883)

    Em 1883, Nietzsche publicou “Assim Falou Zaratustra”, sua obra mais conhecida, de estilo bíblico e poético, entre o dos pré-socráticos e o dos profetas hebraicos, sob a máscara do lendário sábio persa.

    Na obra, estão as ideias-chaves do pensamento de Nietzsche: a ideia de Super-Homem, a ideia de Transmutação de Valores, a ideia de Espírito Senhoril e a ideia de Eterno Retorno. Que derrotariam a moral cristã e o ascetismo servil.

    Filosofia e principais ideias

    Nietzsche desenvolveu alguns conceitos filosóficos que se tornaram importantes para o pensamento ocidental.

    Ademais, exemplo disso é a ideia de “super-homem”, originalmente “Übermensch”. Para o pensador, existiria um tipo de sujeito capaz de se superar aos demais, não precisando da religião ou da “moral” para suportar a existência.

    Outra ideia de Nietzsche é a do “eterno retorno”. De forma resumida, esse conceito baseia-se na ideia de que a vida de cada pessoa (e tudo o que acontece nela) se repete infinitamente.

    Para ele, se o tempo e o espaço são infinitos, nossa existência se repete constantemente, como se fosse uma roda que sempre gira e volta para o mesmo ponto. Assim, esse pensamento é visto como uma maneira de aceitar os acontecimentos da vida, amando cada momento, pois ele se repetiria infinitamente.

    “Deus está morto” é também uma afirmação feita pelo pensador para questionar o catolicismo. Assim, ele ataca a moral cristã enquanto defende que as pessoas deveriam ser boas sem pensar em recompensas divinas.

    Assim, o niilismo está bastante presente no pensamento de Nietzsche, pois ele tinha profunda descrença nos valores e na moral imposta.

    Nascimento: 15 de outubro de 1844, Röcken, Lützen, Alemanha

    Falecimento: 25 de agosto de 1900, Weimar, Alemanha

    Reflexão 22 de Dezembro 23 – Foz em Destaque

  • Reflexão Diária: 21 de Dezembro

    Pensamento ou Reflexão do dia 21 de Dezembro 23

    “Existe apenas um único erro inato, que é o de acreditarmos que vivemos para sermos felizes.”

    Schopenhauer

    Arthur Schopenhauer foi um filósofo alemão do século XIX, fez parte de um grupo de filósofos considerados pessimistas.

    Arthur Schopenhauer nasceu em Dantzig, na Polônia, no dia 22 de fevereiro de 1788. Filho de um bem sucedido negociante e de uma escritora popular.

    Infância e juventude

    Com cinco anos, Schopenhauer mudou-se com a família para Hamburgo. Com nove anos foi para a França estudar a língua francesa.

    Schopenhauer cresceu em um ambiente de negócios e finanças. Foi preparado para a carreira mercantil.

    Em 1804 viajando através da França e da Austrália, ficou chocado com o caos e a sujeira das vilas, com a pobreza dos fazendeiros e com a inquietação e miséria das cidades.

    Tornou-se um jovem sombrio e desconfiado, era obcecado por temores e visões sinistras, nunca entregou o pescoço à navalha de um barbeiro e dormia com pistolas carregadas ao lado da cama.

    Em 1805 ingressou na Faculdade de Comércio de Hamburgo. Nesse mesmo ano ficou órfão de pai. Mudou-se para Weimar, centro da vida intelectual alemã daquela época.

    Mais tarde, com a herança recebida, abandonou os negócios e pode se dedicar as atividades intelectuais. O difícil convívio com a mãe o levou a deixar Weimar.

    Ademais, em 1809 ingressou no curso de Medicina na Universidade de Gottingen. Em 1811 transferiu-se para a Universidade de Berlim para estudar Filosofia.

    m 1813 ficou dominado pelo entusiasmo do filósofo Fichte por uma guerra de libertação contra Napoleão. Pensou em se apresentar como voluntário, mas desistiu.

    Em vez de partir para guerra se dedicou a escrever sua tese de doutorado de Filosofia. A Quádrupla Razão do Princípio de Razão Suficiente (1813).

    Pessimismo de Schopenhauer

    Segundo Schopenhauer a vontade é a origem do mal e da dor. A consciência descobre a vontade como mal, mas é graças a essa descoberta que ela tem o dom de libertar.

    Essa libertação assume várias formas, incluindo a própria rejeição consciente da vida. Caracteriza-se, desse modo, a perspectiva filosófica proposta como essencialmente pessimista.

    Além disso, sendo um pessimista sensato, ele evitou a armadilha de otimistas – a tentativa de ganhar a vida escrevendo. Ele havia herdado uma participação na firma de seu pai e vivia com conforto razoável.

    Ademais, quando uma das empresas faliu o filósofo alugou dois aposentos em uma pensão e lá viveu os últimos trinta anos de sua vida.

    O reconhecimento da obra de Schopenhauer só veio lentamente. Aos poucos conquistou não só escritores, mas também advogados, médicos, negociantes, artistas e pessoas comuns.

    Todos encontraram nele uma filosofia que lhes oferecia não um mero jargão de irrealidades metafísicas, mas sim um estudo inteligível dos fenômenos da vida real.

    Uma Europa desiludida com os ideais e esforços de 1848, voltou-se para essa filosofia, que interpretava o desespero de 1815.

    Nascimento: 22 de fevereiro de 1788, Gdansk, Polônia

    Falecimento: 21 de setembro de 1860, Cidade Livre de Frankfurt

    Reflexão 21 de Dezembro 23 – Foz em Destaque

  • Reflexão Diária: 20 de Dezembro

    Pensamento ou Reflexão do dia 20 de Dezembro 23

    “Não existem métodos fáceis para resolver problemas difíceis.”

    René Descartes

    René Descartes foi um filósofo, físico e matemático francês. Autor da frase: “Penso, logo existo”. Considerado o criador do pensamento cartesiano, sistema filosófico que deu origem à Filosofia Moderna.

    Ademais, sua preocupação era com a ordem e a clareza. Propôs fazer uma filosofia que nunca acreditasse no falso, fundamentada na única e exclusivamente na verdade.

    Ademais, René du Perron Descartes nasceu em La Hayne, antiga província de Touraine, hoje Descartes, na França, no dia 31 de março de 1596. Ademais, seu pai, Joachim Descartes, era advogado e juiz, proprietário de terras, com o título de escudeiro, primeiro grau de nobreza. Era também conselheiro no Parlamento de Rennes na vizinha cidade de Bretanha.

    Pensamento Cartesiano

    René Descartes fundou o sistema filosófico denominado “Racionalismo” ou “Pensamento Cartesiano” (o termo vem de Cartesius, nome alatinado de Descartes). Além disso, segundo ele, se o homem pretende investigar a verdade, deve examinar seu próprio intelecto, o conhecimento é o mesmo para todos os objetos e o universo espiritual, contém o universo cognitivo da coisa em si.

    Além disso, Descartes parte do ponto de vista, de que na vida se deve duvidar, por princípio, de todas as opiniões recebidas. O fundamento de que parte não é outro senão a autoconsciência.

    O Discurso Sobre o Método

    Além disso, o principal obra de Descartes, “O Discurso Sobre o Método”, é um tratado matemático e filosófico, publicado na França em 1637 e traduzida para o latim em 1656, na qual apresenta o seu método de raciocínio, “Penso, logo existo”, base de toda a sua filosofia e do futuro “racionalismo científico”. Nessa obra expõe quatro regras para se chegar ao conhecimento:

    • Nada é verdadeiro até que venha a ser reconhecido como tal.
    • Os problemas precisam ser analisados e resolvidos sistematicamente.
    • As considerações devem partir do mais simples para o mais complexo.
    • O processo deve ser revisto do começo ao fim para que nada importante seja omitido.

    René Descartes o consideram o pai do racionalismo e ao mesmo tempo, o fundador da moderna metodologia da ciência em sentido crítico. Em 1649, convidado para trabalhar como instrutor da rainha Cristina na Suécia, já com uma saúde frágil. 

    Nascimento: 31 de março de 1596, Descartes, França

    Falecimento: 11 de fevereiro de 1650, Estocolmo, Suécia

    Reflexão 20 de Dezembro 23 – Foz em Destaque

  • Reflexão Diária: 19 de Dezembro

    Pensamento ou Reflexão do dia 19 de Dezembro 23

     “O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele.”

    Kant

    Immanuel Kant foi um filósofo alemão, fundador da “Filosofia Crítica” – sistema que procurou determinar os limites da razão humana. Sua obra é considerada a pedra angular da filosofia moderna.

    Sua obra-prima “Crítica da Razão Pura” deu início a grande era da metafísica alemã. A obra diz respeito a “tudo que transcende o mundo físico que experimentamos”.

    Infância e Formação

    Immanuel Kant nasceu na cidade báltica de Königsberg, então capital da província alemã da Prússia Oriental (atualmente Kaliningrado, na Rússia), no dia 22 de abril de 1724. Filho de um artesão de descendência escocesa era o quarto de nove filhos.

    Na época do nascimento de Kant, a Prússia Oriental se recuperava das devastações trazidas pela guerra e pela peste, que dizimou mais da metade da população.

    Ademais, sua mãe tinha o hábito de levá-lo para passeios no campo e dizer-lhe o nome das plantas e flores. À noite, costumava mostrar-lhe as estrelas indicando o seu nome e as constelações a que pertenciam.

    Kant passou grande parte de sua vida nos arredores de sua cidade natal. Dos pais luteranos recebeu uma severa educação religiosa. Dos oito aos 16 anos frequentou a escola local.

    Ademais, em 1737, sua mãe faleceu. Em 1740, com 16 anos, Kant ingressou na Universidade de Königsberg, como estudante de Teologia. No início, recebeu ajuda financeira da igreja e colaborava dando aulas para alguns alunos mais atrasados.

    Pensamento Filosófico de Kant

    O pensamento filosófico de Kant se distingue por três períodos distintos:

    • Em seu período inicial, Kant sofreu a influência da filosofia de Leibniz e de Christian Wolff e na física de Newton, como fica evidente em seu trabalho: “História Geral da Natureza e Teoria do Céu”.
    • No segundo período, gradativamente, Kant se deixou influenciar pela ética e pela filosofia empírica dos ingleses, sobretudo de David Hume. Segundo o próprio Kant, ele “despertou do sono dogmático.” Passou a adotar uma postura crítica ante a estreita correlação entre conhecimento e realidade. Nessa época publicou; “Sonhos de Um Visionário” (1766).
    • No terceiro período, Kant desenvolveu a sua própria “Filosofia Crítica”, que começou, em 1770, com sua aula inaugural como professor de Filosofia, intitulada: “Sobre a Forma e Os Princípios do Mundo Sensível e Inteligente”, conhecida como “Dissertação”, quando ele estabeleceu as bases sobre as quais se desenvolveria sua obra filosófica.

    A Filosofia de Kant

    O sistema filosófico Kantiano foi concebido como uma síntese e superação das duas grandes correntes da filosofia da época: o “racionalismo” que enfatizava a preponderância da razão como forma de conhecer a realidade, e o “empirismo”, que dava primazia à experiência.

    Além disso, com Kant surge o “Racionalismo Crítico” ou “Criticismo”: sistema que procura determinar os limites da razão humana. Sua filosofia foi sintetizada em suas três obras principais: “Crítica da Razão Pura”, “Crítica da Razão Prática” e “Crítica do Juízo”.

    Além disso, com a publicação de “Crítica da Razão Pura” (1781), sua obra-prima, Kant tratou de fundamentar o conhecimento humano e fixar seus limites. Além disso, diante da questão: “Qual é o verdadeiro valor dos nossos conhecimentos?” Kant colocou a razão num tribunal para julgar o que pode ser conhecido legitimamente e que tipo de conhecimento não tem fundamento. Com isso pretendia superar a dicotomia racionalismo-empirismo.

    Ademais, Kant condenava os empiristas (tudo que conhecemos vem dos sentidos) e, não concordava com os racionalistas (é errado julgar que tudo que pensamos vem de nós): o conhecimento deve constar de juízos universais, da mesma maneira que deriva da experiência sensível.

    Nascimento: 22 de abril de 1724, Königsberg

    Falecimento: 12 de fevereiro de 1804, Königsbe

    Reflexão 19 de Dezembro 23 – Foz em Destaque

  • Reflexão Diária: 16 de Dezembro

    Pensamento ou Reflexão do dia 16 de Dezembro 23

    “A esperança é o sonho do homem acordado.”

    Aristóteles

    Aristóteles foi um importante filósofo para a Grécia Antiga e para o Ocidente em geral, visto que a importância dada por ele ao conhecimento empírico e as suas classificações sistemáticas do conhecimento muito influenciaram a Filosofia Escolástica e Moderna e as ciências modernas que surgiram a partir do século XVI.

    O filósofo grego também se dedicou a estudos de lógica que, inegavelmente, renderam bons resultados para a argumentação, para a linguagem e para a escrita filosófica até a contemporaneidade, quando filósofos da linguagem desenvolvem novos modos de se entender e estudar a lógica.

    Suas Obras

    Escreveu uma série de obras que falavam sobre política, ética, moral e outros campos de conhecimento e, além disso, foi professor de Alexandre, o Grande (356 a.C-323 a.C.).

    Aristóteles nasceu em Estagira, na Macedônia, em 384 a.C. Com 17 anos, partiu para Atenas e então, começou a frequentar a Academia de Platão. Chamado comumente de “o Estagirita”, por conta do local de seu nascimento.

    De origem aristocrática, causou admiração pelo seu comportamento requintado e pela sua inteligência. Logo se tornou o discípulo predileto do mestre, que observou:

    “Minha Academia se compõe de duas partes: o corpo dos estudantes e o cérebro de Aristóteles”.

    Com a morte de Platão, em 347 a.C., o brilhante e famoso aluno se considerava o substituto natural do mestre na direção da Academia. Porém, foi rejeitado e substituído por um ateniense nato.

    Nascimento: 384 a.C., Estagira, GréciaFalecimento: 322 a.C., Euboea Island, Grécia

    Reflexão 16 de Dezembro 23 – Foz em Destaque

  • Reflexão Diária: 15 de Dezembro

    Pensamento ou Reflexão do dia 15 de Dezembro 23

    “O homem nasceu livre, e em toda parte se encontra acorrentado.”

    Rousseau

    Sócrates foi um filósofo da Grécia antiga, o primeiro pensador do trio de antigos filósofos gregos, que incluía Platão e Aristóteles, a estabelecer os fundamentos filosóficos da cultura ocidental. “Conhece-te a ti mesmo” é a essência de todo seu ensinamento.

    Sócrates nasceu em Atenas, Grécia, no ano de 470 a.C. Filho de um escultor e pedreiro e de uma parteira, da sua infância nada se sabe. Em sua juventude, tomou parte de três campanhas militares.

    Além disso, entre 406 e 405 a.C., integrou o conselho legislativo de Atenas. Em 404 a.C. arriscou a vida por recusar-se a colaborar em manobras políticas arquitetadas pela dinastia dos Trinta Tiranos, que governavam a cidade.

    Homem feito, Sócrates chamava atenção não só pela sua inteligência, mas também pela estranheza de sua figura e seus hábitos. Corpulento, baixo, nariz chato, olhos saltados, vestes rotas, pés descalços, vagava pelas ruas de Atenas.

    Sócrates costumava passar horas, mergulhado em seus pensamentos. Quando não estava meditando solitário, conversava com seus discípulos, procurando ajudá-los na busca da verdade.

    Período Socrático

    Antes de Sócrates surgir no panorama intelectual da Grécia, os filósofos estavam voltados para a explicação natural do universo, período que ficou conhecido como “pré-socrático”.

    Ademais, no final do século V a.C. iniciou-se a segunda fase da filosofia grega, que ficou conhecida como “socrática”, onde a preocupação de maior vulto se relacionava com o indivíduo e a organização da humanidade.

    Esses filósofos passaram a perguntar: O que é a verdade? O que é o bem? O que é a justiça?

    Fontes para o estudo de Sócrates

    Além disso, sócrates não deixou obra escrita. Achava mais eficiente o intercâmbio direto das ideias, mediante perguntas e respostas entre duas pessoas.

    Tudo que chegou até nós sobre Sócrates veio através do filósofo Platão, seu discípulo, em cujos Diálogos o mestre figura sempre como personagem central.

    Ademais, a segunda fonte é o historiador Xenofonte, amigo e frequentador das reuniões de que Sócrates participava. Aristófanes cita ou apresenta Sócrates como personagem de algumas de suas comédias, mas sempre o ridiculariza.

    A última fonte é Aristóteles, discípulo de Platão, e que nasceu 15 anos após a morte de Sócrates.

    Nascimento: Alópece

    Falecimento: 15 de fevereiro de 399 a.C., Atenas Clássica

    Reflexão 15 de Dezembro 23 – Foz em Destaque