Sua filosofia central é a “afirmação da vida”, que envolve o questionamento de qualquer doutrina que drene energias expansivas, não importando o quão histórica e socialmente predominantes sejam essas ideias.[2]
Suas ideias de superação individual e transcendência tiveram um impacto profundo sobre diversos pensadores entre o final do século XIX e o início do século XX, que usaram tais conceitos como pontos de partida para suas próprias filosofias.[3][4]
Recentemente, as reflexões de Nietzsche foram recebidas em várias abordagens filosóficas que se movem além do humanismo (por exemplo, o transumanismo).
Nietzsche começou sua carreira como filólogo clássico — um estudioso da crítica textual grega e romana — antes de se voltar para a filosofia.
Em 1869, aos vinte e quatro anos, foi nomeado para a cadeira de Filologia Clássica na Universidade de Basileia, a pessoa mais jovem a ter alcançado esta posição.[5]
Em 1889, com quarenta e quatro anos de idade, sofreu um colapso mental. O incidente foi posteriormente atribuído à paresia geral atípica devido à sífilis terciária, mas esse diagnóstico tem sido enfrentado pelos leitores e estudiosos da obra de Nietzsche.[6]
Nietzsche viveu seus últimos anos sob os cuidados de sua mãe até a morte dela em 1897. Depois, caiu sob os cuidados de sua irmã, Elisabeth Förster-Nietzsche, até morrer em 1900.
Como sua cuidadora, sua irmã assumiu o papel de curadora e editora de seus manuscritos. Elizabeth era casada com um proeminente nacionalista e antissemita alemão, Bernhard Förster, e retrabalhou escritos inéditos de Nietzsche para adequá-los à ideologia de seu marido de maneira contrária às opiniões expressas por seu irmão, que estavam forte e explicitamente opostas ao antissemitismo e ao nacionalismo.
Através das edições de Förster-Nietzsche, o nome de Friedrich tornou-se associado ao militarismo alemão e ao nazismo, mas, desde o século XX, analistas literários vêm tentando neutralizar esse equívoco das ideias de Nietzsche.[7]
Embora mais conhecido por sua fórmula de equivalência massa-energia, E = mc² — que foi chamada de “a equação mais famosa do mundo” —, foi laureado com o Prêmio Nobel de Física de 1921 “por suas contribuições à física teórica” e, especialmente, por sua descoberta da lei do efeito fotoelétrico, que foi fundamental no estabelecimento da teoria quântica.
Nascido em uma família de judeus alemães, mudou-se para a Suíça ainda jovem e iniciou seus estudos na Escola Politécnica de Zurique.
Em 1905, publicou uma série de artigos acadêmicos revolucionários. Uma de suas obras era o desenvolvimento da teoria da relatividade especial.
Percebeu, no entanto, que o princípio da relatividade também poderia ser estendido para campos gravitacionais, e com a sua posterior teoria da gravitação, de 1916, publicou um artigo sobre a teoria da relatividade geral.
Enquanto acumulava cargos em universidades e instituições, continuou a lidar com problemas da mecânica estatística e teoria quântica, o que levou às suas explicações sobre a teoria das partículas e o movimento browniano.
Também investigou as propriedades térmicas da luz, o que lançou as bases da teoria dos fótons.
Em 1917, aplicou a teoria da relatividade geral para modelar a estrutura do universo como um todo.
Suas obras renderam-lhe o status de celebridade mundial enquanto tornava-se uma nova figura na história da humanidade, recebendo prêmios internacionais e sendo convidado de chefes de estado e autoridades.
“Apesar de tudo, ainda acredito na bondade humana.”
(Anne Frank)
Adolescente alemã de origem judaica, vítima do Holocausto (1929-1945)
Annelies Marie Frank foi uma adolescente alemã de origem judaica, vítima do Holocausto. Tornou-se uma das figuras mais discutidas da história após a divulgação póstuma do Diário de Anne Frank.
“O fracasso é uma oportunidade de começar de novo com mais inteligência.” (Henry Ford)
Empresário e engenheiro mecânico, fundador da Ford Motor Company (1863 – 1947)
Henry Ford
Henry Ford foi um empresário e engenheiro mecânico estadunidense, fundador da Ford Motor Company, autor dos livros Minha filosofia de indústria e Minha vida e minha obra, e o primeiro empresário a aplicar a montagem em série de forma a produzir em massa automóveis em menos tempo e a um menor custo.
“Imagine uma nova história para sua vida e acredite nela.”
(Paulo Coelho)
Escritor, letrista, jornalista e compositor brasileiro nascido em 24 de agosto de 1947 no Rio de Janeiro.
PAULO COELHO
Paulo Coelho de Souza é um escritor, letrista, jornalista e compositor brasileiro. Ocupa a 21° cadeira da Academia Brasileira de Letras.
O livro O Alquimista é considerado como um importante fenômeno literário do século XX, e já vendeu mais de 150 milhões de cópias, superando livros como Le Petit Prince.
Sêneca foi simultaneamente dramaturgo de sucesso, uma das pessoas mais ricas de Roma, estadista famoso e conselheiro do imperador. Sêneca teve que negociar, persuadir e planejar seu caminho pela vida.
Ao invés de filosofar da segurança da cátedra de uma universidade, ele teve que lidar constantemente com pessoas não cooperativas e poderosas e enfrentar o desastre, o exílio, a saúde frágil e a condenação à morte.
Seguindo William Shakespeare como escritor da King’s Men, ele estava entre os dramaturgos mais prolíficos e influentes de sua época; durante sua vida e na Restauração inicial, sua fama rivalizava com a de Shakespeare.
Junto com William Shakespeare e Ben Jonson, Fletcher foi considerado por seus contemporâneos como um dos dramaturgos mais talentosos e influentes da literatura jacobina.
Ele sucedeu Shakespeare como chefe da King’s Men. Ao contrário de William, Fletcher não era acionista da empresa.
Embora sua reputação tenha sido muito eclipsada desde então, Fletcher continua sendo uma importante figura de transição entre a tradição popular elisabetana e o drama popular da Restauração.
“A diferença fundamental entre o homem comum e o guerreiro, é que o guerreiro encara tudo como desafio, enquanto o homem comum encara tudo como bênção ou maldição.”
Como relata em entrevista para Sam Keen, pensando em ir para o curso de antropologia, buscava a publicação de um artigo científico para dar início à carreira acadêmica.
Foi então para o estado de Arizona, onde conheceu o índio bruxo conhecido como Don Juan Matus. Este viria a ser seu guia, e é personagem central nos livros autobiográficos que escreveu.
O encontro com o índio foi um episódio marcante, que é recontado várias vezes na sua obra.
Numa estação rodoviária, indicado por um colega da faculdade, Castaneda aproximou-se e apresentou-se como especialista em peiote, convidando o índio a lhe conceder uma entrevista. Como não sabia virtualmente nada a respeito do cacto, segundo relata, Don Juan teria captado sua mentira e devolvido-a com um olhar.
Este olhar foi bastante significativo, pois Castaneda, normalmente um homem falante e extrovertido, ficou sem ação e tímido ao ser perscrutado. Nas explanações posteriores, diz que Don Juan o havia capturado com o olhar mostrando-lhe o nagualismo, pois havia percebido que Castaneda poderia ser o homem que ele procurava para lhe passar seu conhecimento. Depois de mais alguns encontros,
Don Juan lhe anuncia sua decisão e decide levá-lo a experimentar as plantas medicinais que Castaneda tanto pedia.
Aos poucos, o jovem latino e acadêmico foi sendo posto ao encontro de experiências cognitivas que desafiavam o poder de explicação de sua razão, sendo forçado finalmente a mudar toda a sua concepção de mundo em prol das novas explicações que o mestre lhe fornecia e que ia compreendendo, gradualmente.
A Erva do Diabo, seu primeiro livro, também tese de mestrado, tornou-se um best-seller entre os jovens do movimento hippie e da contracultura, que, rapidamente, elegeram Castaneda um guru da nova era, formando legiões de admiradores que queriam, por conta própria, reviver as experiências descritas no livro.
O livro também era bastante prezado no meio acadêmico, sobretudo porque, em seu princípio, era considerado uma obra de cunho científico. Foi muito criticada por, supostamente, atrair os jovens para o mundo das drogas e do crime.
Uma controvérsia formou-se em torno de sua figura tanto por parte de admiradores, que queriam encontrar Don Juan pessoalmente e, de alguma forma, fazer parte do processo de aprendizado, quanto de céticos, que queriam encontrar motivos para desacreditá-lo academicamente, argumentando que o testemunho fornecido em seus escritos era ficcional e apontando a escassez de fontes documentais sobre sua pesquisa de campo [junto ao] com o mestre indígena.
Em 1973, no auge de sua fama, a conhecida revista norte-americana Time publicou uma extensa matéria de capa sobre o autor. Esta só foi conseguida depois de muita insistência [junto aos] com os agentes literários do autor, que, inclusive, imploraram para Castaneda posar para fotos em ângulos parciais, o que sempre evitava a todo custo.
A abrangente matéria notabilizou-se por publicar o resultado de uma suposta investigação envolvendo a biografia de Castaneda antes da fama, a qual tinha, entre seus objetivos implícitos e explícitos, o propósito de retratá-lo como um mentiroso.
A reportagem alega que Castaneda era peruano, nascido na andina cidade de Cajamarca. A reportagem cita amigos da terra natal e mesmo uma irmã de Castaneda, falando sobre traços da personalidade de Castaneda, como sendo alguém dono de imaginação fértil e entregue ao vício do jogo e das drogas.
Segundo ela, Castaneda seria filho de um relojoeiro e teria nascido no ano de 1925. Aos 24 anos, em 1951, teria decidido imigrar para os Estados Unidos após a traumática morte da mãe, assassinada por seu pai, o que teria sido testemunhado por Castaneda em seus seis anos de vida.
No livro de entrevistas “Conversando com Carlos Castaneda”, da jornalista Carmina Fort, Castaneda, décadas depois, lamenta a decisão da TIME de publicar estes dados, que teriam sido inseridos porque ela “precisava de uma história”. O autor ironiza o esforço da matéria em situar sua ascendência [junto a] de índios sul-americanos.
Em 1973, revisou os conceitos apresentados na primeira obra em uma versão de sua tese de doutorado em filosofia intitulada Journey to Ixtlan – Lessons of Don Juan (Viagem a Ixtlan). Como explica no sexto livro, O Presente da Águia, o sistema de interpretações e crenças que se dispôs a estudar terminou por engalfiná-lo, ao se revelar tão ou mais complexo que o sistema “ocidental” de interpretações do mundo.
Um 13° livro chamado Magical Passes (Passes Mágicos) foi lançado, destoando aparentemente do conjunto da obra, pois parece se aproximar mais de um manual prático de aplicação de exercícios corporais de educação física, embora não o seja.
“Coragem – A coragem, isto é, a dúvida na ordem teórica e a ação na ordem prática.”
Jean Lacroix – Pensador e escritor francês. (1900/1986)
Jean Lacroux é autor de vinte obras curtas e densas, numerosos artigos e conferências. Por um lado, foi um pensador plenamente aderente à Igreja Católica, mas por outro lado, tinha fortes inclinações ao pensamento crítico e à adesão a posições de esquerda.
Em 1932 fundou a revista Esprit , com o amigo Mounier. Entre 1945 e 1980 foi colaborador regular do jornal Le Monde . Ele ensinou filosofia no instituto de Lyon.
Um aspecto central do seu pensamento é a ideia da pessoa como doação, como presente ao próximo. Isto significa uma tentativa de pensar na pessoa que supera o individualismo e se abre aos outros. Nessa perspectiva, Lacroux abordou o humanismo contido nos escritos juvenis de Marx .
“Aprender a controlar seu medo e libertar-se dele é o verdadeiro objetivo.”
Divergente – Série de longas-metragens baseada nos romances Divergentes da autora americana Veronica Roth, lançada no Brasil em 2014.
Filme e série
A Série Divergente é uma série de longas-metragens baseada nos romances Divergentes da autora americana Veronica Roth.
Distribuída pela Summit Entertainment e Lionsgate Films, a série consiste em três filmes de ação de ficção científica ambientados em uma sociedade distópica: Divergente, Insurgente e Convergente.
Na futurística cidade de Chicago, ao completar 16 anos, Beatrice precisa escolher entre as diferentes facções em que a cidade está dividida.
Cada uma representa um valor diferente e, ao contrário de sua família, a jovem opta pela facção dos destemidos, a Audácia.
Ela então se torna Tris e inicia uma jornada para afastar seus medos e descobrir quem realmente é.
Durante essa jornada, acaba conhecendo o jovem Quatro, um rapaz experiente que tem o dom de intrigá-la e de encantá-la ao mesmo tempo.