Retornou a libra esterlina em 1925 ao padrão-ouro em sua paridade pré-guerra, um movimento amplamente visto como criando pressão deflacionária e deprimindo o economia do Reino Unido.
Fora do governo durante seus chamados “anos selvagens” na década de 1930, Churchill assumiu a
liderança ao pedir o rearmamento britânico para combater a crescente ameaça do militarismo na Alemanha Nazista.
Com a eclosão da Segunda Guerra Mundial, ele foi renomeado Primeiro Lorde do Almirantado.
Em maio de 1940, tornou-se primeiro-ministro, substituindo Neville Chamberlain. Churchill formou um governo nacional e supervisionou o envolvimento britânico no esforço de guerra dos Aliados contra as Potências do Eixo, resultando na vitória de 1945.
Em meio ao desenvolvimento da Guerra Fria com a União Soviética, alertou publicamente sobre uma “Cortina de Ferro” da influência soviética na Europa e promoveu a unidade europeia.
Entre seus mandatos como primeiro-ministro, ele escreveu vários livros contando sua experiência durante a guerra pela qual foi premiado com o Prêmio Nobel de Literatura em 1953.
Internamente, seu governo enfatizou a construção de casas e completou o desenvolvimento de uma arma nuclear iniciada por seu antecessor. Com a saúde em declínio,
Churchill renunciou ao cargo de primeiro-ministro em 1955, embora permanecesse como deputado até 1964. Após sua morte em 1965, recebeu um funeral de estado.
Amplamente considerado uma das figuras mais significativas do século XX, Churchill continua popular na anglosfera, onde é visto como um líder vitorioso em tempos de guerra.
Por outro lado, foi criticado por alguns eventos de guerra e também por suas visões imperialistas, comentários racistas e a sua alegada aprovação de violações de direitos humanos,[3] nomeadamente na Índia.[4]
A história segue um robô chamado WALL-E, criado no ano de 2100 para limpar a Terra coberta por lixo.
Ele se apaixona por um outro robô, chamado EVA, que tem a missão de encontrar pelo menos uma planta na superfície do planeta Terra. Ele a segue para o espaço em uma aventura que irá mudar seu destino e o destino da humanidade.
Depois de dirigir Finding Nemo, Stanton achou que a Pixar havia criado simulações críveis de físicas submarinas e estava disposto a dirigir um filme que se passasse em sua maior parte no espaço.
A maioria dos personagens não possui uma voz humana, se comunicando apenas por linguagem corporal e sons que lembram vozes, criados por Ben Burtt.
Além disso, é o primeiro filme da Pixar a ter segmentos com atores reais.
Arrecadou um total de US$ 23.2 milhões em seu primeiro dia, e US$ 63.1 milhões no primeiro fim de semana em 3.992 cinemas, estreando em primeiro lugar nas bilheterias.
Seguindo a tradição do estúdio, o curta-metragem Presto foi anexado as cópias de WALL-E em seu lançamento.
Foi o primeiro filme da Pixar sem a logotipo customizada da Walt Disney Pictures criada especialmente para os filmes da Pixar, já que foi usada nos filmes da Pixar desde Toy Story até Ratatouille.
“Eu não sou louco. Minha realidade é apenas diferente da sua.”
Alice no País das Maravilhas – Obra infantil de Lewis Carroll, uma das mais célebres do gênero literário nonsense. É também um filme da Disney.
ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
As Aventuras de Alice no País das Maravilhas, frequentemente abreviado para Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland) é a obra infantil mais conhecida de Charles Lutwidge Dodgson, publicada a 4 de julho de 1865 sob o pseudônimo de Lewis Carroll.
O livro conta a história de uma menina chamada Alice que cai numa toca de coelho que a transporta para um lugar fantástico povoado por criaturas peculiares e antropomórficas, revelando uma lógica do absurdo, característica dos sonhos.
Este está repleto de alusões satíricas dirigidas tanto aos amigos como aos inimigos de Carroll, de paródias a poemas populares infantis ingleses ensinados no século XIX e também de referências linguísticas e matemáticas frequentemente através de enigmas que contribuíram para a sua popularidade.
É assim uma obra de difícil interpretação pois contém dois livros num só texto: um para crianças e outro para adultos.
“Eu nunca olho para trás, querido. Isso distrai do agora.”
Edna Mode, de “Os Incríveis”
Personagem fictícia do filme de super-heróis de animação Os Incríveis, da Pixar.
(Traduzido do inglês) – Edna “E” Mode é uma personagem fictícia do filme de super-heróis de animação da Pixar Os Incríveis e sua sequência Incríveis 2. Ela é uma estilista excêntrica conhecida por criar fantasias de vários super-heróis famosos, tendo trabalhado particularmente em estreita colaboração com o Sr. de quem ela permaneceu amiga.
Pinóquio – personagem de ficção do romance “As Aventuras de Pinóquio”, escrito pelo escritor Carlo Collodi. (1826-1890 – Florença, Itália)
PINÓQUIO
Pinóquio (em italiano Pinocchio) é uma personagem de ficção cuja primeira aparição se deu em 1883, no romance As Aventuras de Pinóquio escrito por Carlo Collodi, e que desde então teve muitas adaptações. Esculpido a partir do tronco de uma árvore por um entalhador chamado Geppetto numa pequena aldeia italiana, Pinóquio nasceu como um boneco de madeira, mas que sonhava em ser um menino de verdade. O nome Pinocchio é uma palavra típica do italiano falado na Toscana e significa pinhão (em italiano padrão seria pinolo).
No romance, Geppetto explica que se chama Pinóquio porque é um nome muito conhecido:
“
Que nome lhe darei? — disse para si mesmo — Quero chamar-lhe Pinóquio. O nome dar-lhe-á sorte. Conheci uma família inteira de Pinóquios. Pinóquio o pai, Pinóquia a mãe e Pinóquios os meninos e todos estavam bem. O mais rico deles pedia esmola.
”
A origem do nome não é clara: se é verdade que pinóquio significa pinhão,[1] existem muitos outros nomes similares com pin, que derivam de Pino, alcuna diminutiva de Giuseppino (diminutivo de Giuseppe – José em italiano) como o próprio Geppetto ou também de Filipino (de Filipe) e Iacopino (de Iacopo – Jacó).[2] Por outro lado, Pinóquia indicava, no dialeto toscano antigo, uma galinha ou uma mulher pequena e um pouco gorducha, mas bem proporcionada.[3]
No sentido de pinhão, pode-se resumir simbolicamente as características do personagem, como evidenciou também Gérard Génot: A “semente” como valor “filial, infantil”, no seu próprio ser “de madeira”, enfim “a carne na madeira, a germinação na dureza”.[nota 1]
Outros preferem reclamar algum topônimotoscano que poderia ter sugerido o nome a Collodi. Em Colle di Val d’Elsa, onde foi aluno do seminário episcopal local[nota 2] havia uma fonte chamada “Fonte do Pinóquio”.[nota 3] Segundo alguns poderia ter tomado também do moderno San Miniato Basso, que se chamava na época “Pinóquio”, que é também o nome do rio que corre no meio da vila. Era uma localidade que Collodi conhecia bem: o pai de Carlo Lorenzini, Domenico, tinha morado por muitos anos na zona de Pinóquio trabalhando como cozinheiro em casa de uma rica família do lugar.[4]
“O maior poder da natureza é o da verdadeira transformação.”
Malévola
Malévola
Maleficent (também chamada de Malévola) é a principal vilã do filme da Walt Disney’s, A Bela Adormecida (1959). Caracterizada como a “senhora de todo o mal”. Contudo, após não ser convidada a um batismo, amaldiçoa a princesa Aurora, ainda bebê, a “alfinetar seu dedo no fuso de uma roda de giro e morrer” antes que o sol se ponha em seu aniversário de 16 anos.
Porém, também é um filme estadunidense de aventura, drama e fantasia, dirigido por Robert Stromberg e produzido pela Walt Disney Pictures, a partir de um roteiro escrito por Linda Woolverton. Estrelado por Angelina Jolie como a vilã da Disney, o filme é um remake do clássico da Walt Disney Pictures, A Bela Adormecida de 1959. E certamente retrata a história a partir da perspectiva da antagonista, Malévola, que é considerada uma das mais icônicas e famosas vilãs da Disney.
Filme
Baseado no conto da Bela Adormecida, o filme conta a história de Malévola (Angelina Jolie), a protetora do reino dos Moors. Embora, desde pequena, esta garota com chifres e asas mantém a paz entre dois reinos diferentes, até se apaixonar pelo garoto Stefan (Sharlto Copley). Os dois iniciam um romance, mas Stefan tem a ambição de se tornar líder do reino vizinho, e abandona Malévola para conquistar seus planos. A garota torna-se uma mulher vingativa e amarga, que decide amaldiçoar a filha recém-nascida de Stefan, Aurora (Elle Fanning). Aos poucos, no entanto, Malévola começa a desenvolver sentimentos de amizade em relação à jovem e pura Aurora.
O filme começou a ser filmado em junho de 2012, e foi lançado pela Walt Disney Pictures no Reino Unido em 9 de maio de 2014 e nos EUA em 30 de maio de 2014, nos formatos Disney Digital 3-D, RealD 3D, e IMAX 3D, bem como nas salas de cinema convencionais.
“A diferença entre ganhar e perder é muitas vezes… não desistir.”
Walt Disney
Walt Disney
Infância e juventude
Walt Disney nasceu no dia 5 de dezembro de 1901, em Chicago. Passou a maior parte de sua infância numa fazenda em Marceline, no Missouri. Foi um período muito difícil para o menino, devido aos castigos impostos pelo pai, Elias Disney (1859-1941), homem bastante severo. Depois de descobrir que não tinha uma certidão de nascimento, alimentou a ideia de que era filho adotivo. Esse fato iria influenciar algumas de suas atitudes posteriormente.[4]
Aos 16 anos, começou a estudar arte, além de ter participado da Ordem Demolay. Como não havia atingido a maioridade, foi-lhe recusada permissão quando procurou alistar-se no Exército durante a Primeira Guerra Mundial. Conjuntamente com um amigo, decidiu então juntar-se à Cruz Vermelha. Pouco tempo depois, foi enviado para França, onde passou um ano a dirigir ambulâncias da Cruz Vermelha.
De volta aos Estados Unidos, matriculou-se na Kansas City Arts School.
Com o irmão Roy e o amigo Ub Iwerks, criou a pequena produtora Laugh-O-Gram, que animava contos de fadas. Esses desenhos animados exibidos no cinema local antes dos filmes. Em 1923, mudaram-se para Hollywood, em Los Angeles. Em Hollywood, Walt Disney contratou a distribuidora de filmes M. J. Wrinkler, dizendo que o seu estúdio de animação tinha diversos filmes para vender. Wrinklers não só aceitou a oferta como também aceitou pagar 1 500 dólares por cada filme.
Logo após de angariar dinheiro, adquirir material, contratar pessoal, Walt começa a fazer planos: Alice, uma série em que uma menina convivia com personagens de cenário animado. Foi durante este tempo de imenso trabalho em que Walt conheceu sua futura esposa, Lillian Bounds Disney. Logo depois de Alice, veioOswald, o coelho sortudo, também conhecido em português como Coelho Osvaldo, foi um grande sucesso que levou à reavaliação dos valores dos contratos quanto aos preços dos filmes. Foi para Nova Iorque, apanhado de surpresa. O patrão para quem Walt desenhou Alice e Oswald, roubou-lhe as personagens, a equipe de desenhistas e as encomendas, porque as mesmas não foram assinadas em seu nome. Walt enviou um telegrama ao irmão dizendo que tudo estava certo e para não se preocupar, pois ele já tinha em mente um personagem espetacular: Mickey Mouse.
“Quem diz que não pode ser feito nunca deve interromper aquele que está fazendo.”
Luffy, One Piece – Série de Mangá, Anime e Série Live Action na Netflix.
Monkey D. Luffy (モンキーディールフィー Monkī Dī Rufi?, também conhecido como Luffy do Chapéu de Palha)
É um personagem fictício e o protagonista da franquia One Piece criada por Eiichiro Oda. Ele é apresentado como um jovem cujo corpo ganha as propriedades de borracha após ter comido a Gomu-Gomu no Mi,[nota 1] uma das várias frutas amaldiçoadas conhecidas como Akuma no Mi ou Frutas do Diabo.
Em busca de seu sonho de ser o Rei dos Piratas, Luffy navega pelo mundo procurando o lendário tesouro One Piece que foi deixado por Gol D. Roger, o antigo Rei dos Piratas.
Alegre e aventureiro, Luffy cria seu próprio bando chamado os Piratas do Chapéu de Palha e eles são constantemente antagonizados pela marinha do Governo Mundial.
Em batalha, Luffy usa a elasticidade de seu corpo para se esticar e lutar.[10]
Um protótipo de Luffy apareceu pela primeira vez no one-shot Romance Dawn lançado por Eiichiro Oda em 1996 enquanto ele ainda era um assistente de outros mangakás.
O personagem foi refinado e reutilizado para o mangá de One Piece um ano depois e então adaptado para anime, consequentemente aparecendo em seus filmes, OVAs e especiais de TV.
Com as crescentes vendas e popularidade do mangá, bem como sua longevidade, Luffy se tornou um ícone da cultura otaku e um dos personagens mais famosos de anime.
Além de produtos licenciados da série, ele já foi destaque de inúmeras mídias e formas de arte diferentes e participou de crossovers com vários personagens de outras franquias. Conforme One Piece se tornou o mangá mais vendido da história, a fama de Luffy também foi celebrada pelo mundo.
Mesmo com anos de publicação, Luffy se mantém o personagem mais popular de sua obra.[11]
Em outubro de 2016, a Disney anunciou que Ritchie iria dirigir um remake de Aladdin. Smith foi o primeiro membro do elenco a participar, assinando para o papel de Gênio em julho de 2017, e Massoud e Scott foram confirmados para os dois papéis principais no final daquele mês. A filmagem principal começou em 6 de setembro de 2017 em Longcross Studios em Surrey, Inglaterra, sendo que também houve cenas filmadas no Uádi de Rum, na Jordânia; e durou até janeiro de 2018. Filmagens adicionais e pick-ups ocorreram em agosto de 2018.
O título faz parte de um ambicioso projeto da Disney na produção de remakes em live-action de clássicos animados do estúdio após os êxitos de Alice in Wonderland (2010), Maleficent (2014), Cinderella (2015), The Jungle Book (2016) e Beauty and the Beast (2017).[9] No mesmo ano, também ocorreram as estreias das novas adaptações de Dumbo e The Lion King.Aladdin chegou aos cinemas em 24 de maio de 2019 nos Estados Unidos.[10] No Brasil e em Portugal, o filme foi lançado no dia 23 de maio de 2019.[4][5] Ele já arrecadou US$1 bilhão em todo o mundo, tornando-se o sexto filme com maior bilheteria de 2019 e atualmente é o 43º filme com maior bilheteria de todos os tempos. O filme recebeu avaliações mistas dos críticos, que elogiaram as performances de Smith, Massoud e Scott, os figurinos e a partitura musical, mas criticaram a direção de Ritchie, os efeitos CGI do Gênio e a atuação de Kenzari como Jafar. Os críticos também se dividiram quanto aos desvios do filme de animação original.[11]