“Quem pensa por si só é livre. E ser livre é coisa muito séria.”
Renato Russo – Cantor, compositor, produtor e multi-instrumentista brasileiro, célebre por ter sido líder, vocalista e fundador da banda Legião Urbana.
“Um leitor vive mil vidas antes de morrer. A pessoa que nunca lê vive apenas uma vez.”
Jojen Reed – Personagem de Game of Thrones, membro da Casa Reed e amigo e parceiro de Bran Stark em uma jornada para encontrar o Corvo de Três Olhos, contra os Caminhantes Brancos.
Jojen Reed é o filho do Lorde Howland Reed e o irmão mais novo de Meera. Ele estreia na terceira temporada da série e se torna um companheiro e mentor de Bran Stark. Jojen tem as visões verdes.
Passado
Jojen é o filho de Lorde Howland Reed, um dos vassalos mais leais da Casa Stark, e o irmão mais novo de Meera. Ele é o herdeiro de Atalaia da Água Cinzenta do Gargalo. Jojen tem as visões verdes.
Nos Livros
Em Uma Canção de Gelo e Fogo, Jojen é o único filho homem e herdeiro do Lorde Howland Reed e da sua esposa Jyana.
Ele tem treze anos em O Festim dos Corvos, e é descrito como pequeno, magro e de olhos verdes e cabelos castanhos como sua irmã, Meera.
Jojen é sério demais para sua idade o que fez a Velha Ama chamá-lo de “Pequeno Avô” quando comparece no banquete de Winterfell.
Jojen tem visões do futuro e ajuda Bran com a descoberta de seus poderes.
Diferente da série, Jojen não morre antes de encontrar o Corvo de Três Olhos.
Ele permanece na caverna com o grupo, porém vem ficando cada vez mais fraco e se recusando a comer, o que preocupa sua irmã.
“Todos temos luz e trevas dentro de nós. O que nos define é o lado com o qual escolhemos agir.”
(Harry Potter e a Ordem da Fênix – Lançamento em: 11 de julho de 2007 – Brasil) É o quinto livro dos sete volumes da série de fantasia Harry Potter, com adaptações para outras mídias, como cinema, jogos e audiolivros.
Após um verão desastroso, Harry volta para o seu quinto ano em Hogwarts, um dos mais difíceis que terá de encarar. Pouquíssimos alunos e pais acreditam nele ou em Dumbledore sobre a volta de Voldemort, e uma série interminável de artigos circula dizendo que eles estão completamente malucos.
Ainda por cima, Dolores Umbridge, a nova professora de Defesa Contra as Artes das Trevas, prova ser a pessoa mais repugnante que Harry já conheceu.
Data de lançamento: 11 de julho de 2007 (Brasil) Diretor: David Yates Continuação: Harry Potter e o Enigma do Príncipe Edição: Mark Day Adaptação de: Harry Potter e a Ordem da Fênix Orçamento: US$ 150 milhões
“É loucura jogar fora todas as chances de ser feliz porque uma tentativa não deu certo.”
Antoine de Saint-Exupéry – Escritor e piloto francês, autor do clássico da literatura “O Pequeno Príncipe”, escrito em 1943. (1900-1944)
Por Dilva Frazão – Biblioteconomista e professora
Biografia de Antoine de Saint-Exupéry
Antoine de Saint Exupéry (1900-1944) foi um escritor, ilustrador e piloto francês, é o autor de um clássico da literatura “O Pequeno Príncipe”, escrito em 1943.
Entre as suas diversas frases famosas estão: “Só se vê bem com o coração.
O essencial é invisível para os olhos” e “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”.
Antoine-Marie-Roger de Saint-Exupéry nasceu em Lyon (França), no dia 29 de junho de 1900.
Era o terceiro filho do conde Saint-Exupéry e da condessa Marie Fascolombe, descendente de família aristocrática empobrecida.
Estudou no colégio jesuíta Notre Dame de Saint Croix e no colégio dos Marianistas, em Friburgo, na Suíça.
“A pior forma de desigualdade é tentar tornar iguais coisas desiguais.”
Aristóteles
Filósofo e polímata da Grécia Antiga, foi um dos pensadores mais influentes da história da civilização ocidental. (384 a.C / 322 a.C.)
Aristóteles (em grego clássico: Ἀριστοτέλης; romaniz.: Aristotélēs; Estagira, 384 a.C. – Atenas, 322 a.C.) foi um filósofo e polímata da Grécia Antiga.
Ao lado de Platão, de quem foi discípulo na Academia, foi um dos pensadores mais influentes da história da civilização ocidental.
Aristóteles abordou quase todos os campos do conhecimento de sua época: biologia, física, metafísica, lógica, poética, política, retórica, ética e, de forma mais marginal, a economia.
A filosofia, definida como “amor à sabedoria”, passou a ser compreendida por Aristóteles em sentido mais amplo, buscando se tornar uma ciência das ciências.
Embora o estagira tenha escrito muitos tratados e diálogos formatados para a publicação, apenas cerca de um terço de sua produção original sobreviveu, nenhuma delas destinada à publicação.[3]
Na concepção aristotélica, a ciência compreende três áreas principais: teórica, prática (práxis) e aplicada ou (poética).
Segundo o autor, a ciência teórica é o melhor uso que o homem pode fazer de seu tempo livre e é composta pela “filosofia primeira” (ou metafísica), matemática e física (também chamada de filosofia natural).
A ciência prática, orientada para a ação, é o reino da política e da ética. Por fim, a ciência aplicada consiste no campo da técnica, ou seja, do que pode ser produzido pelo ser humano, tais como a prática da agricultura e da poesia. A lógica, por outro lado, não é considerada por Aristóteles como uma ciência, mas sim um instrumento que permite o progresso científico.
Segundo Aristóteles todos os seres vivos têm alma, ainda que com características distintas.
As plantas teriam apenas uma alma animada por uma função vegetativa, ao passo que a alma dos animais teria uma função vegetativa e sensorial. Já a alma dos humanos possuiria cinco disposições por meio das quais poderia afirmar ou negar a verdade: a arte (téchne), o discernimento (phrónesis), a ciência (epistéme), a sabedoria (sophía) e o intelecto (noús).[4]
A virtude ética, tal como exposta na obra Ética a Nicômaco, se equilibra entre dois extremos. Assim, um homem corajoso não deve ser imprudente nem covarde.
Conclui-se que a ética aristotélica é muito marcada pelas noções de medida e phronesis. Sua ética, assim como sua política e sua economia, está voltada para a “busca do Bem”.
Em conexão com seu naturalismo, o estagirita considera a cidade como uma entidade natural que não pode subsistir sem justiça e amizade (philia). Essa concepção influenciou profundamente os pensadores das gerações seguintes e se reflete até hoje nas concepções finalistas de sociedade e do Estado, que são compreendidas como a busca do bem comum.
A natureza (Physis) ocupa um lugar importante no pensamento aristotélico. A matéria possuiria em si um princípio de movimento (en telos echeïn). Consequentemente, a física se dedica ao estudo dos movimentos naturais causados pelos princípios próprios da matéria.
Em sua metafísica, Aristóteles define o Deus dos filósofos como o primeiro motor imóvel, aquele que põe o mundo em movimento sem ele próprio ser movido.
Segundo o autor, o primeiro motor imóvel e os corpos celestes seriam formados por um elemento incorruptível, o éter, distinguindo-se dos corpos físicos do mundo sublunar.
Após sua morte, seu pensamento foi praticamente esquecido pelo ocidente até o fim da Antiguidade. Durante o Califado Abássida, as obras de Aristóteles foram traduzidas em árabe, influenciando o mundo muçulmano.
A partir do fim do Império Romano o ocidente teve acesso limitado a seus ensinamentos até o Século XII.
Após a redescoberta de seus escritos, o pensamento aristotélico também passou a exercer influência sobre a filosofia e a teologia ocidental durante os cinco séculos seguintes, criando tensões com o pensamento platônico de Agostinho de Hipona que vigorava à época.
Foi durante o Século XII, contudo, que o aristotelismo marcou profundamente a escolástica e, por intermédio da obra de Tomás de Aquino, o cristianismo católico. No Século XVII, o avanço da astronomia científica de Galileu e Newton desacreditou o geocentrismo admitido por Aristóteles.
A partir de então, seguiu-se um profundo recuo do pensamento aristotélico no que se refere à ciência. Sua lógica também foi criticada na mesma época por Francis Bacon e Blaise Pascal.
No século XIX, George Boole deu à lógica de Aristóteles uma base matemática com um sistema de lógica algébrica, e já no século XX, Gottlob Frege criticou e trabalhou em profundidade a silogística.
A filosofia aristotélica, por sua vez, experimentou um ressurgimento de interesse.
No Século XX foi estudado e comentado por Heidegger, que foi seguido por Leo Strauss, Hannah Arendt e contemporaneamente por autores como Alasdair MacIntyre, John McDowell e Philippa Foot.
Mais de 2.300 anos após sua morte, seu pensamento ainda inspira especialistas de variadas áreas e é objeto de pesquisa de diversas disciplinas.
“Somos donos do nosso destino. Somos capitães da nossa alma.”
Winston Churchill – Grande político britânico do século XX que serviu como primeiro-ministro do Reino Unido, além de militar, e escritor. (1874-1965)
Winston Leonard Spencer Churchill (30 de novembro de 1874 – 24 de janeiro de 1965) foi um militar, estadista e escritor britânico que serviu como primeiro-ministro do Reino Unido de 1940 a 1945, durante a Segunda Guerra Mundial, e novamente de 1951 a 1955.
Além de dois anos entre 1922 e 1924, foi membro do Parlamento (MP) de 1900 a 1964 e representou um total de cinco círculos eleitorais. Ideologicamente liberal econômico e imperialista, foi durante a maior parte de sua carreira um membro do Partido Conservador, que liderou de 1940 a 1955.
Também foi membro do Partido Liberal de 1904 a 1924.
De ascendência inglesa e americana mista, Churchill nasceu em Oxfordshire em uma família rica e aristocrática.
Juntou-se ao Exército Britânico em 1895 e viu ação na Índia britânica, a Guerra Madista e a Segunda Guerra dos Bôeres, ganhando fama como correspondente de guerra e escrevendo livros sobre suas campanhas.
Eleito deputado conservador em 1900, desertou para os liberais em 1904.
No governo liberal de Herbert Henry Asquith, Churchill serviu como presidente da Junta de Comércio e secretário de Assuntos Internos, defendendo a reforma prisional e a previdência social dos trabalhadores.
Como Primeiro Lorde do Almirantado durante a Primeira Guerra Mundial supervisionou a Campanha de Galípoli, mas depois que se provou um desastre, foi rebaixado a Chanceler do Ducado de Lancaster.
Renunciou em novembro de 1915 e se juntou aos Fuzileiros Escoceses Reais na Frente Ocidental por seis meses.
Em 1917 retornou sob o governo de David Lloyd George e serviu sucessivamente como Ministro de Munições, Secretário de Estado da Guerra, Estado do Ar e Estado das Colônias, supervisionando o Tratado Anglo-Irlandês e a política externa britânica no Oriente Médio.
Depois de dois anos fora do Parlamento, serviu como Chanceler do Tesouro no governo conservador de Stanley Baldwin, retornando a libra esterlina em 1925 ao padrão-ouro em sua paridade pré-guerra, um movimento amplamente visto como criando pressão deflacionária e deprimindo a economia do Reino Unido.
Fora do governo durante seus chamados “anos selvagens” na década de 1930, Churchill assumiu a liderança ao pedir o rearmamento britânico para combater a crescente ameaça do militarismo na Alemanha Nazista.
Com a eclosão da Segunda Guerra Mundial, ele foi renomeado Primeiro Lorde do Almirantado. Em maio de 1940, tornou-se primeiro-ministro, substituindo Neville Chamberlain.
Churchill formou um governo nacional e supervisionou o envolvimento britânico no esforço de guerra dos Aliados contra as Potências do Eixo, resultando na vitória de 1945.
Após a derrota dos conservadores nas eleições gerais de 1945, tornou-se líder da oposição.
Em meio ao desenvolvimento da Guerra Fria com a União Soviética, alertou publicamente sobre uma “Cortina de Ferro” da influência soviética na Europa e promoveu a unidade europeia.
Entre seus mandatos como primeiro-ministro, ele escreveu vários livros contando sua experiência durante a guerra pela qual foi premiado com o Prêmio Nobel de Literatura em 1953.
Perdeu a eleição de 1950, mas voltou ao cargo em 1951.
No seu segundo mandato preocupou-se com as relações exteriores, especialmente as relações anglo-americanas e a preservação do Império Britânico.
Internamente, seu governo enfatizou a construção de casas e completou o desenvolvimento de uma arma nuclear iniciada por seu antecessor.
Com a saúde em declínio, Churchill renunciou ao cargo de primeiro-ministro em 1955, embora permanecesse como deputado até 1964. Após sua morte em 1965, recebeu um funeral de estado.
Amplamente considerado uma das figuras mais significativas do século XX, Churchill continua popular na anglosfera, onde é visto como um líder vitorioso em tempos de guerra que desempenhou um papel importante na defesa da democracia liberal da Europa contra a disseminação do fascismo.
Por outro lado, foi criticado por alguns eventos de guerra e também por suas visões imperialistas, comentários racistas e a sua alegada aprovação de violações de direitos humanos,nomeadamente na Índia.
“É loucura jogar fora todas as chances de ser feliz porque uma tentativa não deu certo.”
Antoine de Saint-Exupéry – Escritor e piloto francês, autor do clássico da literatura “O Pequeno Príncipe”, escrito em 1943.(1900-1944)
Biografia de Antoine de Saint-Exupéry
Por Dilva Frazão – Biblioteconomista e professora
Antoine de Saint Exupéry (1900-1944) foi um escritor, ilustrador e piloto francês, é o autor de um clássico da literatura “O Pequeno Príncipe”, escrito em 1943.
Entre as suas diversas frases famosas estão: “Só se vê bem com o coração.
O essencial é invisível para os olhos” e “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”.
Antoine-Marie-Roger de Saint-Exupéry nasceu em Lyon (França), no dia 29 de junho de 1900.
Era o terceiro filho do conde Saint-Exupéry e da condessa Marie Fascolombe, descendente de família aristocrática empobrecida.
Estudou no colégio jesuíta Notre Dame de Saint Croix e no colégio dos Marianistas, em Friburgo, na Suíça.
“Caráter é o que você é no escuro, quando não há ninguém olhando.”
Dwight Moody – Mais conhecido como D. L. Moody, evangelista arminiano e editor norte-americano , foi uma das personalidades mais importantes do evangelismo no século XIX.
Dwight Lyman Moody (5 de fevereiro de 1837 – 22 de dezembro de 1899), também conhecido como D.L. Moody, foi um evangelista arminiano e editor norte-americano que fundou a Igreja Moody, a Escola Northfield, a Escola Mount Hermon em Massachusetts (agora chamada Escola Northfield Mount Hermon), o Instituto Bíblico Moody e a Moody Press.
Uma de suas citações mais famosas é “A fé torna tudo possível … O amor torna tudo mais fácil”.
Moody desistiu de seu lucrativo negócio de botas e sapatos para devotar sua vida ao avivamento, trabalhando primeiro na Guerra Civil com as tropas da União.
Em Chicago, ele construiu um dos maiores centros evangélicos do país, que ainda hoje está ativo. Trabalhando com o cantor Ira Sankey, ele percorreu o país e as Ilhas Britânicas, atraindo grandes multidões com um estilo de fala dinâmico.
“Os infelizes são ingratos; isso faz parte da infelicidade deles.”
Victor Hugo – Romancista, poeta, dramaturgo, ensaísta, artista, estadista e ativista pelos direitos humanos francês de grande atuação política em seu país. (1802-1885)
Victor-Marie Hugo (Besançon, 26 de fevereiro de 1802 – Paris, 22 de maio de 1885) foi um romancista, poeta, dramaturgo, ensaísta, artista, estadista e ativista pelos direitos humanos francês de grande atuação política em seu país. É autor de Les Misérables e de Notre-Dame de Paris, entre diversas outras obras clássicas de fama e renome mundial.
“São seus defeitos que fazem de você uma pessoa única.”
A Bela e a Fera
Tradicional conto de fadas francês. Originalmente escrito por Gabrielle-Suzanne Barbot, e adaptado inúmeras vezes para diversas mídias. Incluindo a adaptação para live action do clássico de animação da Disney em 2017.
Nota: Este artigo é sobre o conto de fadas. Para outros significados, veja La Belle et la Bête (desambiguação).
La Belle et la Bête
A Bela e o Monstro (PT)
A Bela e a Fera (BR)
Autor(es)Gabrielle-Suzanne Barbot (1740)
Madame Jeanne-Marie LePrince de Beaumont (versão de 1756)
Idioma: Francês
País: França
Gênero: literatura infantil – conto de fada
Localização espacial: fictício
Lançamento 1740, em “La Jeune Ameriquaine et les Contes Marins”
La Belle et la Bête (bra: A Bela e a Fera; prt: A Bela e o Monstro) é um tradicional conto de fadas francês.
Originalmente escrito por Gabrielle-Suzanne Barbot, Dama de Villeneuve, em 1740, tornou-se mais conhecido em sua versão de 1756, por Jeanne-Marie LePrince de Beaumont, que resumiu e modificou a obra de Villeneuve.
Adaptado, filmado e encenado inúmeras vezes, o conto apresenta diversas versões diferentes do original que se adaptam a diferentes culturas e momentos sociais.