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  • Você nunca deve permitir que seus medos o impeçam de fazer o que é certo: reflexões e ações

     medos impedem agir


    “Você nunca deve permitir que seus medos o impeçam de fazer o que você sabe que é certo”

    (Aung San Suu)


    "Você nunca deve permitir que seus medos o impeçam de fazer o que você sabe que é certo" 
(Aung San Suu)
medos impedem agir

    medos impedem agir

    A frase de Aung San Suu Kyi ressoa poderosamente ao lembrarmos que, muitas vezes, o maior obstáculo entre nós e a ação justa é simplesmente o temor.

    Entretanto, o medo é uma reação humana natural, um alarme interno que surge diante do desconhecido ou do risco. Contudo, quando deixamos que essa emoção dite nossas escolhas, passamos a renunciar àquilo que sabemos ser correto.

    Dessa forma, refletir sobre esse ensinamento nos impulsiona a reconhecer, questionar e, acima de tudo, transcender o medo para agirmos com integridade.

    Aplicação dos ensinamentos na vida cotidiana

    Para transformar o conselho de Suu Kyi em prática, podemos adotar passos simples e diretos:

    • Identificar o medo: nomeie-o para reduzir seu poder e compreendê-lo.
    • Fracionar a ação: divida grandes tarefas em etapas menores, tornando o salto menos amedrontador.
    • Construir coragem: celebre cada avanço, por menor que seja, e use-o como combustível para o próximo passo.
    • Apoiar-se em redes de confiança: busque mentores, amigos ou grupos que reafirmem seu propósito.
    • Cultivar pensamentos alternativos: substitua “e se der errado?” por “e se der certo?”.

    Além disso, assumir a responsabilidade pelas próprias decisões fortalece nossa convicção de que agir bem é sempre mais valioso do que ceder à estagnação induzida pelo medo.

    A contemporaneidade dessa reflexão

    Nos dias atuais, enfrentamos ansiedades variadas: instabilidade econômica, desafios ambientais, decisões profissionais e dilemas éticos.

    Por outro lado, a pandemia escancarou nossa vulnerabilidade e evidenciou a urgência de agir com coragem diante da incerteza.

    Assim, a frase de Suu Kyi continua atualíssima. Seja ao denunciar injustiças, iniciar um projeto de impacto social ou simplesmente comunicar um “não” necessário, refletir sobre o medo nos ajuda a garantir que nossas ações estejam alinhadas com nossos valores.


    Biografia de Aung San Suu Kyi

    "Você nunca deve permitir que seus medos o impeçam de fazer o que você sabe que é certo" 
(Aung San Suu)
medos impedem agir

    medos impedem agir

    Infância e formação

    Aung San Suu Kyi nasceu em Rangoon (atual Yangon), em 19 de junho de 1945, filha do líder da independência de Myanmar, General Aung San, e da diplomata Khin Kyi.

    Durante a infância, estudou em escolas de elite em Rangoon e viajou à Índia, onde sua mãe atuava como embaixadora. Em 1964, graduou-se em Política pela Universidade de Delhi e, em 1967, obteve o BA em Filosofia, Política e Economia em St. Hugh’s College, Oxford.

    Engajamento político e resistência

    Em 1988, Suu Kyi retornou ao país para cuidar da saúde da mãe, mas rapidamente se envolveu no movimento pró-democracia que emergia contra 26 anos de regime militar autoritário.

    Logo tornou-se a principal líder da recém-fundada Liga Nacional para a Democracia (LND), defendendo a não-violência e convocando manifestações pacíficas por eleições livres e respeito aos direitos humanos.

    Prisão domiciliar e reconhecimento internacional

    Entre julho de 1989 e novembro de 2010, Suu Kyi viveu sob confinamento em sua própria casa por quase 15 anos, tornando-se ícone global de resistência pacífica e prisioneira política.

    Em 1991, foi agraciada com o Nobel da Paz pelos esforços não-violentos em prol da democracia e dos direitos humanos em Myanmar.

    Retorno ao parlamento e governo

    Após sua libertação, em 2012, a LND conquistou 43 dos 45 assentos nas eleições parlamentares, e Suu Kyi assumiu cadeira na Câmara Baixa.

    Em 2015, liderou vitória esmagadora que resultou na formação de um governo civil. Com a impossibilidade constitucional de ser presidente, ocupou o cargo de Conselheira de Estado e ainda chefiou os ministérios de Relações Exteriores, Educação, Energia e Presidência (2016-2021).

    Golpe de 2021 e legado

    Em 1º de fevereiro de 2021, as Forças Armadas reverteram o processo democrático e prenderam Suu Kyi, acusando-a de múltiplos crimes políticos considerados fabricados pela comunidade internacional.

    Embora seu legado tenha sido ofuscado por críticas relativas à crise rohingya, Suu Kyi permanece figura central na luta pela liberdade e inspiradora de movimentos pró-democracia em todo o mundo.


    Obras principais e legado

    Aung San Suu Kyi é autora de diversos textos que refletem seu pensamento sobre liberdade e ética política, entre eles:

    • Freedom from Fear and Other Writings (1991)
    • Letters from Burma (1997)
    • The Voice of Hope (1998)

    Seu legado está marcado pela convicção de que a verdadeira liberdade nasce da coragem de enfrentar o medo. Esse princípio continua a inspirar ativistas, líderes comunitários e qualquer pessoa que deseje fazer a diferença em tempos de adversidade.


    Fontes pesquisadas

    medos impedem agir – FozEmDestaque

  • O coração como casa: preenchendo espaços com afeto

    coração como casa – Reflexão Diária Foz em Destaque


    “O coração da gente é como uma casa que não pode ficar vazia.”

    (Menotti del Picchia)

    coração como casa - Reflexão Diária Foz em Destaque
“O coração da gente é como uma casa que não pode ficar vazia." 
(Menotti del Picchia)

    A força de uma imagem familiar

    “O coração da gente é como uma casa que não pode ficar vazia.” Ao ler essa frase, somos convidados a imaginar o interior de nossos sentimentos como cômodos que precisam ser ocupados com cuidado e atenção. Essa metáfora simples traz clareza sobre o valor das nossas conexões emocionais.

    Preencha com afeto e presença

    Quando pensamos no coração como um lar, percebemos que cada pessoa que acolhemos – amigos, familiares, parceiros – traz um móvel novo a esse espaço. Assim, podemos decidir conscientemente quem queremos deixar entrar e com que generosidade oferecemos um abraço, uma palavra de conforto ou companhia.

    A prática do cuidado mútuo

    Para manter o coração habitado, é essencial cultivar hábitos que gerem bem-estar. Basta reservar alguns minutos diários para ouvir um amigo, enviar uma mensagem afetuosa ou dedicar atenção a quem precisa. Essas ações concretas evitam o vazio e fortalecem nossa rede de afeto.

    Combate ao vazio emocional

    Quando deixamos nosso “lar interno” sem ocupação, abrimos espaço para a solidão, o ressentimento ou a culpa. Da mesma forma que mantemos nossas casas limpas e organizadas, precisamos varrer pensamentos negativos e abrir janelas para a empatia e a esperança.

    A contemporaneidade do ensinamento

    Mesmo na era digital, onde o contato é veloz mas nem sempre profundo, a metáfora de Menotti del Picchia convida à presença genuína. Em um mundo de notificações constantes, lembrar que o coração não pode ficar vazio nos ensina a priorizar a qualidade das nossas interações.

    Transformando a teoria em ação

    Por isso, hoje mesmo faça um pequeno gesto: um telefonema, um café compartilhado ou um elogio sincero. Ao oferecer cuidada atenção, você estará decorando seu próprio “lar emocional” com as cores da amizade, da solidariedade e do amor.


    coração como casa - Reflexão Diária Foz em Destaque
“O coração da gente é como uma casa que não pode ficar vazia." 
(Menotti del Picchia)

    Biografia de Menotti del Picchia

    Infância e formação

    Paulo Menotti del Picchia nasceu em 20 de março de 1892, em São Paulo. Filho de Luigi Del Picchia e Corinna Del Corso, ambos imigrantes italianos, teve uma educação marcada pela valorização da escrita e da arte.

    Primeiros passos literários

    Aos cinco anos mudou-se com a família para Itapira (SP), onde iniciou seus estudos em escolas locais. Em 1909 ingressou na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, concluindo o curso em 1913 com a publicação de seu primeiro livro, Poemas do vício e da virtude.

    Aperfeiçoamento poético e “Juca Mulato”

    Em 1917, Menotti lançou o longo poema Juca Mulato, obra que o consolidou como poeta nacionalista e referência no pré-modernismo brasileiro. Nesse mesmo ano, publicou Moisés, estabelecendo seu nome no cenário literário de São Paulo.

    Atuação no Modernismo

    Com Cassiano Ricardo e Plínio Salgado, foi um dos articuladores da Semana de Arte Moderna de 1922, defendendo ali a criação de uma arte genuinamente brasileira e a ruptura com o parnasianismo dominante.

    Jornalismo e vida pública

    Como redator do Correio Paulistano e diretor de jornais como A Gazeta e A Noite, Menotti uniu a pena literária à militância política. Entre 1926 e 1962, exerceu mandatos como deputado estadual e federal por São Paulo, sempre com forte atuação cultural.

    Academia Brasileira de Letras e prêmios

    Candidatou-se em 1940 à ABL, retirou a inscrição em favor de Manuel Bandeira, e foi finalmente eleito em 1943 para a cadeira nº 28, tomando posse em 20 de dezembro daquele ano. Recebeu o Prêmio Jabuti em 1960 e o título de Intelectual do Ano em 1968.

    Vida pessoal e relações afetivas

    Em 1912 casou-se com Francisca Avelina da Cunha Salles, com quem teve sete filhos. A partir de 1934 viveu com a pianista Antonieta Rudge, mantendo intensa parceria cultural até o fim de sua vida.

    Morte e memória

    Menotti del Picchia faleceu em 23 de agosto de 1988, em São Paulo. Seu corpo foi velado na Academia Paulista de Letras e sepultado no Cemitério da Consolação. Em Itapira, a Casa Menotti Del Picchia preserva seu acervo e homenageia seu legado literário.

    Obras principais e legado

    Dentre seus títulos mais destacados estão Juca Mulato (1917), Máscaras (1920), A angústia de D. João (1922) e Salomé (1940). Considerado precursor da primeira geração modernista, deixou influente atuação na literatura, no jornalismo e na política cultural brasileira.


    Fontes consultadas


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  • Reflexão Diária: Amizade e sucesso em equilíbrio

     amizade e sucesso

    “Um amigo é alguém que gosta de você, apesar do seu sucesso.”

     (Murilo Felisberto)


    "Um amigo é alguém que gosta de você, apesar do seu sucesso."  (Murilo Felisberto)

amizade e sucesso

    amizade e sucesso

    Em meio a uma sociedade cada vez mais voltada para resultados e conquistas, a frase “Um amigo é alguém que gosta de você, apesar do seu sucesso” surge como um lembrete poderoso. Ela nos confronta com a ideia de que a verdadeira amizade não se baseia em competição ou inveja. Assim, somos convidados a repensar como cultivamos nossos relacionamentos. Afinal, o sucesso pode aproximar ou afastar.

    Esse ensinamento acende uma luz sobre o valor da empatia e da aceitação incondicional. Além disso, ressalta que o verdadeiro amigo não se intimida diante de nossas conquistas, mas se alegra conosco. Por outro lado, pessoas movidas pela inveja tendem a minimizar nossos avanços. Portanto, a frase nos desafia a buscar amizades autênticas, baseadas no respeito mútuo e na celebração das vitórias alheias.

    Na contemporaneidade, redes sociais e comparações constantes intensificam a competição silenciosa entre amigos e conhecidos. Entretanto, ao aplicar esse conceito, podemos criar um ambiente de apoio e confiança. Logo, dividir nossas alegrias e frustrações de modo transparente fortalece vínculos. Assim, transformamos o sucesso individual em um fator de união, e não de divisão.

    Quando nos permitimos celebrar o sucesso dos outros com genuína alegria, exercitamos a gratidão. Além disso, aprendemos a identificar qualidades únicas em cada pessoa, em vez de nos fixarmos em sintomas de inveja. Consequentemente, passamos a valorizar conquistas que vão além de títulos e cargos, incluindo crescimento pessoal e emocional. Dessa forma, nossas amizades ganham maior profundidade e significado.

    Consequentemente, passamos a valorizar conquistas que vão além de títulos e cargos, incluindo crescimento pessoal e emocional. Dessa forma, nossas amizades ganham maior profundidade e significado.

    Cultivar esse tipo de amizade requer autenticidade. Precisamos mostrar nossas conquistas sem medo de julgamento, assim como expor dúvidas e fragilidades. Por outro lado, também devemos ouvir e apoiar os outros sem críticas disfarçadas. Logo, desenvolver a escuta ativa e a empatia torna-se fundamental para praticar o ensinamento de Felisberto.

    Além de empatia, a generosidade no compartilhar de oportunidades reforça laços. Por exemplo, indicar um contato profissional ou parabenizar publicamente um amigo valoriza suas vitórias.

    Ao agir dessa forma, criamos uma rede de suporte mútuo, na qual o sucesso de um se reflete positivamente nos demais. Assim, todos se sentem acolhidos e motivados a crescer.

    Reconhecer e lidar com a inveja em nós mesmos é outro passo essencial. Portanto, devemos observar pensamentos negativos e transformá-los em curiosidade saudável ou admiração. Quando deixamos de comparar nosso caminho ao dos outros, conquistamos paz interior. Consequentemente, nossas relações se libertam de tensões ocultas, permitindo vínculos mais transparentes.

    Na prática diária, reservar um momento para parabenizar sinceramente cada conquista fortalece hábitos positivos. Além disso, dedicar tempo para ouvir um amigo compartilhar desafios demonstra comprometimento com sua jornada. Logo, gestos simples, como uma mensagem de apoio ou uma celebração conjunta, podem ter grande impacto. Assim, reforçamos o sentido de comunidade em nossas amizades.

    É importante também estabelecer limites saudáveis, evitando amizades que se baseiam apenas em benefício mútuo ou interesses econômicos. Entretanto, isso não significa ser seletivo de forma egoísta, mas sim buscar conexões que promovam crescimento mútuo. Dessa forma, garantimos que nossos círculos sejam compostos por pessoas que genuinamente desejam nosso bem. Assim, cultivamos laços duradouros.

    No ambiente profissional, aplicar essa filosofia reflete-se em mentorias e parcerias colaborativas. Além disso, reconhecer o mérito dos colegas em projetos compartilhados fortalece o espírito de equipe. Por outro lado, a cultura de competição exacerbada pode gerar ambientes tóxicos. Portanto, ser um “amigo”, mesmo em contextos de trabalho, contribui para o sucesso coletivo.

    Em tempos de redes sociais, muitas amizades se tornam superficiais, baseadas em curtidas e comentários pontuais. Entretanto, praticar a reflexão de Felisberto exige ir além das aparências digitais e investir em encontros reais ou diálogos mais profundos. Assim, aproximamo-nos de relações que resistem ao teste do tempo, mesmo diante de trajetórias distintas. Logo, fortalecemos nossa rede de apoio.

    Ao abraçar esse conceito, transformamos nosso círculo íntimo em um verdadeiro refúgio emocional. Além disso, aprendemos a apreciar conquistas sem sentir ameaça pessoal. Consequentemente, o sucesso deixa de ser motivo de isolamento e torna-se combustível para a união. Assim, construímos amizades sólidas e inspiradoras, capazes de resistir a qualquer fase da vida.


    Biografia de Murilo Felisberto

    "Um amigo é alguém que gosta de você, apesar do seu sucesso."  (Murilo Felisberto)
amizade e sucesso

    amizade e sucesso

    Murilo Agostini Felisberto nasceu em Lavras, Minas Gerais, em 1º de novembro de 1939. Desde cedo, demonstrou talento para a escrita e as artes gráficas, o que o levou a mergulhar no universo editorial. Assim, iniciou sua trajetória profissional na Folha de S.Paulo em 1959, onde se destacou por mesclar criatividade e rigor na apuração de fatos.

    Em 1966, ao lado de Mino Carta e de outros colegas, Murilo Felisberto idealizou e lançou o Jornal da Tarde, um veículo revolucionário para a imprensa brasileira.

    Ele foi editor-chefe entre 1968 e 1978, período em que introduziu diagramação moderna, linguagem acessível e pautas culturais originais. Dessa forma, inspirou uma geração de profissionais e consolidou seu nome como referência em inovação jornalística.

    Na década de 1980, Murilo migrou para a publicidade e atuou como diretor de criação na agência DPZ. Ali, sua visão artística e sensibilidade narrativa foram aplicadas em campanhas icônicas, elevando o padrão criativo do mercado.

    Além disso, formou novos talentos, difundindo a importância do storytelling e de estética apurada em anúncios. Assim, ampliou seu legado para o campo da comunicação publicitária.

    Em 2000, o jornalista retornou ao Jornal da Tarde como editor-chefe, conduzindo uma reestruturação gráfica e editorial que buscou aliar tradição e inovação. Permaneceu à frente do projeto até 2003, encerrando um ciclo importante em sua trajetória.

    Paralelamente, era conhecido por seu amor à música clássica, colecionando milhares de discos e tocando piano com maestria.

    Murilo Felisberto faleceu em 11 de maio de 2007, em São Paulo, vítima de falência múltipla de órgãos decorrente de complicações após um tumor no fígado. Seu corpo foi cremado e teve as cinzas espalhadas em Lavras, sua cidade natal. Apesar de sua partida, o impacto de seu trabalho segue vivo, inspirando jornalistas, publicitários e leitores a valorizar criatividade, profundidade e inovação.


    Fontes

    amizade e sucesso-FozEmDestaque


  • Quem não aprecia os prazeres da vida não os merece

    prazeres da vidaFozEmDestaque

    “Quem não aprecia os prazeres da vida não os merece.”

    (Leonardo da Vinci)

    "Quem não aprecia os prazeres da vida não os merece."
 (Leonardo da Vinci)
 prazeres da vida

    “Quem não aprecia os prazeres da vida não os merece.” Esta frase, atribuída a Leonardo da Vinci, nos convida a refletir sobre a importância de valorizar os pequenos e grandes deleites que compõem nossa existência.

    Afinal, a capacidade de perceber o gosto de um alimento, a harmonia de uma canção ou o calor de um afeto traduz respeito pela própria vida e pelo mundo que habitamos.

    A essência da frase

    Em primeiro lugar, da Vinci associa o merecimento dos prazeres ao reconhecimento de sua relevância. Portanto, a chave está em cultivar a atenção plena: assim, cada instante se torna oportunidade de fruir o simples e o extraordinário.

    Além disso, ao reconhecer que a vida é breve, somos levados a abraçar cada apresentação que ela oferece, sejam aromas, palavras ou silêncios compartilhados.

    Aplicações práticas no cotidiano

    Valorização das pequenas coisas

    Em nosso dia a dia acelerado, costumamos ignorar detalhes. Contudo, reservar um momento para saborear o café, sentir o vento ou ouvir o riso de uma criança faz toda a diferença. Consequentemente, cultivamos gratidão e ampliamos nosso bem-estar.

    Equilíbrio entre prazer e responsabilidade

    Por outro lado, nem todo prazer é isento de consequências. Dessa forma, é necessário conciliar escolhas que tragam alegria imediata com decisões que garantam saúde, sustentabilidade e vínculos duradouros. Assim, aplicamos o ensinamento de da Vinci sem negligenciar nossas obrigações.

    Resiliência e gratidão

    Ademais, ao enfrentar desafios, relembrar prazeres vividos oferece consolo e motivação. Logo, a memória de uma paisagem, de um abraço ou de uma conquista se torna recurso interno para superar adversidades, reforçando nossa capacidade de reconstruir sentido.

    A contemporaneidade do ensinamento

    Apesar de séculos terem passado desde a Renascença, a frase mantém sua atualidade. Hoje, imersos em telas e notificações, corremos o risco de perder conexão com sensações reais.

    Dessa maneira, ao reaprender a apreciar, resgatamos o equilíbrio emocional e criamos espaços de pausa. Consequentemente, nos tornamos consumidores mais conscientes – seja de cultura, seja de recursos naturais.


    Biografia de Leonardo da Vinci

    "Quem não aprecia os prazeres da vida não os merece."
 (Leonardo da Vinci)
 prazeres da vida

    Infância e formação

    Leonardo di Ser Piero da Vinci nasceu em 15 de abril de 1452, em Anchiano, perto de Florença, Itália. Filho ilegítimo de um notário e de uma camponesa, passou a maior parte da infância em meio à natureza, o que moldou sua curiosidade pelos fenômenos naturais. Aos 14 anos, tornou-se aprendiz de Andrea del Verrocchio e, ali, recebeu formação em pintura, escultura e fundamentos de engenharia.

    Principais obras e inovações

    Como pintor, deixou clássicos como “Mona Lisa” e “A Última Ceia”. No entanto, sua genialidade estendeu-se à anatomia – com desenhos precisos do corpo humano – e ao estudo de máquinas voadoras, hidrodinâmica e arquitetura futurista.

    Seus cadernos, escritos em “espelho”, revelam invenções como protótipo de helicóptero, paraquedas e máquinas de guerra.

    Legado e morte

    Convidado por Francisco I, Leonardo passou seus últimos anos na França, no Château du Clos Lucé, onde faleceu em 2 de maio de 1519, aos 67 anos. Seu legado ultrapassa a arte: inspirou métodos científicos baseados na observação e na experimentação.

    Assim, tornou-se arquétipo do “homem do Renascimento”, cuja curiosidade insaciável alimentou tanto a arte quanto o conhecimento científico.


    Fontes
    Biografia de Leonardo da Vinci. eBiografia. Disponível em: https://www.ebiografia.com/leonardo_vinci/
    Leonardo da Vinci – Wikipédia, a enciclopédia livre. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Leonardo_da_Vinci
    Quem não aprecia os prazeres da vida não os merece – Leonardo da Vinci. Pensador. Disponível em: https://www.pensador.com/frase/ODkxMzkw/

  • Sem os males que contrastam os bens: como o contraste revela nossa felicidade

    males contrastam bens Reflexão FozEmDestaque

    “Sem os males que contrastam os bens, não nos creríamos jamais felizes por maior que fosse nossa felicidade.”

    (Marquês de Maricá)

    "Sem os males que contrastam os bens, não nos creríamos jamais felizes por maior que fosse nossa felicidade." 
(Marquês de Maricá)
males contrastam bens

    males contrastam bens

    Introdução

    “Sem os males que contrastam os bens, não nos creríamos jamais felizes por maior que fosse nossa felicidade.” Esta frase do Marquês de Maricá destaca a importância do contraste entre dor e prazer para reconhecermos o valor real da felicidade. Sem desafios, sequer imaginaríamos quão afortunados somos, pois o bem só se faz visível diante do mal.

    Por que o contraste é essencial

    Primeiramente, ao enfrentarmos adversidades, desenvolvemos resiliência. É na superação de obstáculos que percebemos o quanto o conforto e a serenidade são preciosos. Além disso, a dor nos torna mais conscientes da fragilidade humana, despertando gratidão pelas pequenas conquistas diárias.

    Entretanto, o alívio que segue um momento difícil não surge por acaso. Ele é fruto da comparação entre estados opostos. Na modernidade, ignoramos essa dinâmica ao buscar prazer contínuo, esquecendo que, sem períodos de escassez — sejam emocionais, físicos ou materiais — não saberíamos definir prazer.

    Como usar esse ensinamento no dia a dia

    • Reconheça pequenos percalços: ao deixar de lado o ideal de felicidade ininterrupta, você valoriza cada fase de pausa e bem-estar.
    • Pratique a gratidão intencional: liste diariamente momentos em que superou um problema e celebre as vitórias, mesmo que discretas.
    • Reflita sobre ciclos naturais: analogamente às estações do ano, a vida alterna dias de chuva e sol. Compreender esse ritmo ajuda a tolerar frustrações e a aproveitar o descanso.
    • Cultive a paciência nas relações: conflitos interpessoais, apesar de desconfortáveis, revelam quais vínculos merecem cuidado e investimento.

    A contemporaneidade do pensamento

    Nos dias atuais, a busca incessante por conforto — estimulada pelas redes sociais e pelo excesso de informações — nos torna intolerantes ao desconforto. Contudo, sem tolerar a dor, tornamo-nos incapazes de saborear um instante de paz. Inclusive, estudos em psicologia positiva apontam que pessoas que reconhecem o valor da adversidade desenvolvem maior bem-estar a longo prazo.

    Por fim, quando administramos crises com pragmatismo e esperança, aprendemos que felicidade não é sinônimo de ausência de problemas, mas de capacidade de extraí-los lições.

    Biografia do autor, vida, morte e obra

    "Sem os males que contrastam os bens, não nos creríamos jamais felizes por maior que fosse nossa felicidade." 
(Marquês de Maricá)
males contrastam bens

    Mariano José Pereira da Fonseca, mais conhecido como Marquês de Maricá, nasceu no Rio de Janeiro em 18 de maio de 1773. Filho de Domingos Pereira da Fonseca, comerciante português, e de Teresa Maria de Jesus, brasileira, formou-se em Filosofia e Matemática pela Universidade de Coimbra em 1793.

    Em 1794, foi preso sob acusação de participar de discussões favoráveis à independência e à Revolução Francesa, permanecendo detido até 1797 na Fortaleza da Conceição. Libertado, trabalhou como tesoureiro da Imprensa Régia e da Fábrica de Pólvora entre 1808 e 1821.

    Após a Independência, integrou o Conselho de Estado e colaborou na elaboração da Constituição de 1824. De 1823 a 1825, exerceu o cargo de Ministro da Fazenda e, em 1826, foi nomeado senador vitalício. Em reconhecimento aos serviços, recebeu os títulos de Visconde de Maricá (1825) e, posteriormente, Marquês de Maricá.

    Entre 1837 e 1848, publicou por conta própria a coletânea “Máximas, Pensamentos e Reflexões”, reunindo milhares de aforismos sobre moral, política e comportamento humano. A obra tornou-se um dos maiores best-sellers do Brasil do século XIX, com várias reedições.

    Viúvo a partir de 1840, dedicou-se exclusivamente à produção de aforismos até sua morte em 16 de setembro de 1848, no Rio de Janeiro. Seu legado inspira reflexões sobre virtude, prudência e o papel das circunstâncias na formação do caráter.

    Legado

    O Marquês de Maricá deixou como herança uma filosofia prática, acessível a qualquer leitor, que mistura estoicismo e moralismo setecentista. Suas máximas mantêm viva a tradição dos aforismos de La Rochefoucauld e Montaigne, lembrando-nos que a compreensão da felicidade passa pelo reconhecimento das adversidades.


    Fontes

    Biografia de Marquês de Maricá – Pensador (https://www.pensador.com/autor/marques_de_marica/biografia/)

    Mariano José Pereira da Fonseca, Marquês de Maricá – AN (https://mapa.an.gov.br/index.php/assuntos/79-producao/70-biografias/444-mariano-jose-pereira-da-fonseca-marques-de-marica)

    O moralista do Império – SciELO Brasil (https://www.scielo.br/j/topoi/a/K37QmMGrByV9KnKV9gPjHWJ/)

    Máximas, Pensamentos e Reflexões – Ebooks Brasil (http://www.ebooksbrasil.org/eLibris/marica.html)

    Frase “Sem os males que contrastam os bens…” – Pensador (https://www.pensador.com/frase/MTQ0MA/)


  • Quando o poder do amor superar o amor pelo poder

    poder do amor

    “Quando o poder do amor superar o amor pelo poder, o mundo conhecerá a paz.”

    (Jimi Hendrix)

    "Quando o poder do amor superar o amor pelo poder, o mundo conhecerá a paz."
 (Jimi Hendrix)
poder do amor

    poder do amor

    Introdução

    Em 17/07/2025, na sessão Reflexão Diária da Foz em Destaque, meditar sobre a frase de Jimi Hendrix nos convida a questionar nossas prioridades. Quando o poder do amor superar o amor pelo poder, o mundo conhecerá a paz. Assim, somos desafiados a ressignificar o afeto e a ambição, refletindo sobre como cada um de nós pode contribuir para um convívio mais harmonioso.


    O significado da frase

    Primeiramente, a expressão “poder do amor” sugere que o afeto possui força transformadora. Em contrapartida, “amor pelo poder” expõe a busca egoísta por domínio. Portanto, Hendrix inverte a lógica cotidiana, pois somente ao valorizar a empatia acima da ambição nasce a verdadeira serenidade.

    Além disso, essa reflexão não se limita ao âmbito íntimo. A frase alcança esferas políticas, econômicas e sociais, mostrando que líderes guiados pelo cuidado tendem a promover justiça. Consequentemente, à medida que o poder do amor predomina, estruturas hierárquicas baseadas na opressão cedem lugar a redes de cooperação.


    Aplicações práticas em nossas vidas

    Por exemplo, no trabalho, podemos substituir competitividade exacerbada por apoio mútuo. Logo, quando um colega avança, celebramos juntos o êxito. Dessa forma, surgem ambientes mais criativos e produtivos.

    Em relacionamentos familiares, o poder do amor se expressa quando ouvimos sem julgar e oferecemos cuidado genuíno, sobretudo em momentos desafiadores. Com isso, fortalecemos vínculos e prevenimos conflitos.

    No âmbito comunitário, ações voluntárias e gentilezas cotidianas ampliam o amor na prática. Portanto, distribuir sorrisos, compartilhar conhecimento e dedicar tempo a quem precisa são gestos que materializam o ensinamento de Hendrix.


    A contemporaneidade desse ensinamento

    Hoje, diante de crises ambientais, polarizações políticas e desigualdades, as palavras de Hendrix soam mais atuais do que nunca. A pandemia escancarou nossas interdependências; assim, percebemos que ninguém vence sozinho. Portanto, cultivar o amor por ação coletiva é imperativo.

    Além disso, as redes sociais podem impulsionar a cultura do ódio ou, ao contrário, disseminar solidariedade. Logo, ao escolhermos falar com respeito e empatia, praticamos o poder do amor no espaço virtual.

    Por fim, ao apoiarmos iniciativas que priorizam sustentabilidade e inclusão, reforçamos que a colaboração supera a exploração. Assim, manifestamos que o amor bem orientado transforma não apenas indivíduos, mas também comunidades inteiras.


    Sobre o autor: Jimi Hendrix

    poder do amor
Sobre o autor: Jimi Hendrix
poder do amor

    poder do amor

    Infância e juventude

    James Marshall “Jimi” Hendrix nasceu em 27 de novembro de 1942, em Seattle, Washington. Filho de Lucille Jeter e James Allen Hendrix, sofreu traumas na infância, como o divórcio dos pais em 1951 e a morte da mãe em 1958. Foi criado, em parte, pela avó materna, que lhe transmitiu orgulho de sua herança nativo-americana.

    Carreira e principais obras

    Em 1961, Hendrix alistou-se ao exército dos Estados Unidos como paraquedista, mas deixou o serviço após menos de um ano. Logo após, passou a tocar como músico de apoio para nomes como Little Richard e The Isley Brothers. Em 1966, transferiu-se para Londres a convite de Chas Chandler, formando a The Jimi Hendrix Experience ao lado de Noel Redding e Mitch Mitchell. O álbum de estreia, Are You Experienced, de 1967, revolucionou o rock com experimentações sonoras e solos inovadores. Em seguida vieram Axis: Bold as Love (1967) e Electric Ladyland (1968), consolidando sua influência no blues-rock e psicodélia.

    Vida pessoal e morte

    Apesar do sucesso, Hendrix enfrentou dependência de álcool e remédios. Em 18 de setembro de 1970, aos 27 anos, foi encontrado morto em Londres, após engasgar-se com o próprio vômito, resultado de consumo excessivo de vinho e comprimidos para dormir. Sua morte prematura o integrou ao “Clube dos 27”, que reúne jovens artistas falecidos nessa idade.

    Legado

    Postumamente, Hendrix foi eleito o maior guitarrista de todos os tempos por publicações como Rolling Stone. Recebeu ingresso no Rock and Roll Hall of Fame em 1992 e no UK Music Hall of Fame em 2005, além de ter seu primeiro álbum americano inserido no Registro Nacional de Gravações em 2006. Sua marca pioneira no uso de efeitos como wah-wah, feedback e estereofonia influenciou gerações de músicos em diversos gêneros, do hard rock ao funk e grunge.


    Fontes

  • Você Não Pode Comer Dinheiro: Um Chamado Urgente

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    A Reflexão Diária

    “Quando a última árvore cair e os rios estiverem envenenados, você não poderá comer dinheiro.”

    — Aurora, em The Seed

    “Quando a última árvore cair e os rios estiverem envenenados, você não poderá comer dinheiro.”
— Aurora, em The Seed

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    Essa frase ecoa como um alerta imprescindível em nossa era. Ela transcende metáforas e nos desafia a repensar prioridades. Afinal, por mais riqueza que acumulemos, não existirá valor monetário capaz de repor florestas abatidas ou purificar águas contaminadas.

    Além disso, em meio à aceleração tecnológica e ao ritmo frenético de consumo, esquecemos que dependemos profundamente dos recursos naturais. Portanto, essa mensagem é uma convocação: só sobrevive quem respeita a vida em seu ambiente.


    A Profundeza da Frase

    Primeiramente, a imagem da “última árvore” remete ao ponto de não retorno. Em seguida, o “rio envenenado” simboliza o colapso dos ecossistemas aquáticos. Consequentemente, o dinheiro perde todo o sentido quando a base da existência humana—ar, água e solo—deixa de ser suportável. Assim, a reflexão propõe uma inversão de valores: o planeta vem antes do lucro.


    Contexto e Contemporaneidade

    Crise Ambiental Global

    Hoje, experimentamos incêndios florestais recordes, secas extremas e poluição em rios e mares. Em 2025, relatórios da ONU apontam que 75% dos recursos hídricos do planeta estão sob risco de escassez ou contaminação. Ainda assim, continuamos explorando de forma predatória, como se a natureza fosse infinita.

    Consumo, Lucro e Valores

    Além disso, modelos econômicos tradicionais valorizam o crescimento sem limites. No entanto, cresce o movimento de empresas e indivíduos que adotam a economia circular e o consumo consciente. Dessa forma, reencontramos um equilíbrio que une prosperidade e respeito ao meio ambiente.


    Ensinamentos para Nossa Vida

    1. Consumo Consciente

    Primeiro, analise suas compras: priorize produtos com processos de produção sustentáveis e embalagens recicláveis. Assim, você colabora para um mercado menos predatório.

    2. Ativismo Local

    Em segundo lugar, participe de mutirões de limpeza de rios e plantio de árvores. Mesmo pequenas ações geram impacto coletivo e inspiram outras pessoas.

    3. Educação Ambiental

    Além disso, compartilhe conhecimento. Oficinas, palestras e rodas de conversa em escolas e comunidades disseminam práticas de preservação e fortalecem a consciência ecológica.

    4. Mudança de Hábitos

    Por fim, reveja seu estilo de vida: utilize transporte público, reduza o consumo de carne e economize água. Cada atitude cotidiana se soma a uma transformação maior.


    “Quando a última árvore cair e os rios estiverem envenenados, você não poderá comer dinheiro.”
— Aurora, em The Seed

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    Biografia de Aurora Aksnes

    Vida e Carreira

    Aurora Aksnes nasceu em 15 de junho de 1996, em Stavanger, Noruega. Desde criança, encantou-se com a natureza e começou a compor aos nove anos. Em 2012, lançou seu primeiro single independente e logo chamou atenção por sua voz etérea e letras introspectivas. Ao longo de sua carreira, colaborou com artistas como The Chemical Brothers e participou de trilhas sonoras de filmes, séries e videogames.

    Obra e Legado

    Em 2019, Aurora lançou “The Seed” como segundo single do álbum A Different Kind of Human (Step 2). Inspirada em um provérbio indígena americano, a canção tornou-se hino de conscientização ambiental, ganhando repercussão internacional. Seu trabalho mescla art pop, folk nórdico e eletrônica, sempre com forte apelo à proteção do planeta. Hoje, Aurora é reconhecida como voz ativa na luta por um futuro sustentável, inspirando jovens e adultos a reverem sua relação com a Terra.


    Fontes Consultadas

    Relatório Mundial das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento de Recursos Hídricos (ONU, 2025). Disponível em https://www.unwater.org/publications/world-water-development-report-2025

    Aurora Aksnes – Wikipédia, a enciclopédia livre. Disponível em https://pt.wikipedia.org/wiki/Aurora_(cantora)

    The Seed (Aurora song) – Wikipedia. Disponível em https://en.wikipedia.org/wiki/The_Seed_(Aurora_song)

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  • O Poder Transformador dos Abraços: A Sabedoria de Virginia Satir

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    🌿 Reflexão Diária: O Abraço como Nutriente da Alma

    “Precisamos de 4 abraços por dia para sobreviver. – Precisamos de 8 abraços por dia para nos manter. Precisamos de 12 abraços por dia para crescer.”

    Virginia Satir

    "Precisamos de 4 abraços por dia para sobreviver. Precisamos de 8 abraços por dia para nos manter. Precisamos de 12 abraços por dia para crescer." — Virginia Satir

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    Essa frase, aparentemente simples, carrega uma profundidade emocional e psicológica que transcende o gesto físico do abraço. Virginia Satir, renomada terapeuta familiar, nos convida a enxergar o afeto como uma necessidade humana básica — tão essencial quanto o alimento e o ar.

    🤝 O Abraço como Ferramenta de Cura

    O abraço é uma forma de comunicação não verbal que transmite segurança, acolhimento e conexão. Estudos em neurociência mostram que o toque afetuoso libera ocitocina, o chamado “hormônio do amor”, que reduz o estresse, fortalece o sistema imunológico e melhora o humor. Satir, ao propor uma “dosagem diária” de abraços, não estava apenas sendo poética — ela estava oferecendo uma prescrição terapêutica.

    Em tempos de hiperconectividade digital e isolamento emocional, o abraço se torna ainda mais relevante. A frase de Satir nos lembra que o contato humano é vital para nossa saúde mental e relacional. Sobreviver, manter-se e crescer são estágios que dependem da qualidade das nossas conexões.

    🌍 A Contemporaneidade da Frase

    No mundo atual, marcado por ansiedade, depressão e relações líquidas, o abraço é um antídoto poderoso. A pandemia de COVID-19, por exemplo, evidenciou o impacto da ausência do toque físico. A frase de Satir ressurge como um manifesto pela reconexão humana.

    Além disso, em ambientes corporativos, educacionais e familiares, o afeto é cada vez mais reconhecido como fator de produtividade, aprendizagem e bem-estar. O abraço, nesse contexto, é símbolo de empatia, escuta e validação.

    🧠 Aplicações Práticas no Cotidiano

    • Família: Incentivar abraços entre pais e filhos fortalece vínculos e promove segurança emocional.
    • Relacionamentos: O toque frequente entre casais aumenta a intimidade e reduz conflitos.
    • Ambiente de trabalho: Embora com limites éticos, gestos de acolhimento como o abraço podem humanizar relações profissionais.
    • Educação: Professores que demonstram afeto criam ambientes mais receptivos à aprendizagem.


    "Precisamos de 4 abraços por dia para sobreviver. Precisamos de 8 abraços por dia para nos manter. Precisamos de 12 abraços por dia para crescer." — Virginia Satir

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    👩‍⚕️ Biografia de Virginia Satir: A Mãe da Terapia Familiar

    Virginia Satir nasceu em 26 de junho de 1916, em Neillsville, Wisconsin, EUA. Desde cedo demonstrou curiosidade sobre as dinâmicas familiares. Aos cinco anos, já dizia que queria ser “detetive de crianças sobre os pais” — uma intuição precoce que moldaria sua carreira.

    Formou-se em Educação pela Milwaukee State Teachers College e, posteriormente, em Serviço Social pela Universidade de Chicago. Em 1959, foi cofundadora do Mental Research Institute (MRI), em Palo Alto, Califórnia, onde desenvolveu o primeiro programa formal de terapia familiar.

    Satir revolucionou a psicoterapia ao propor que os problemas individuais deveriam ser compreendidos no contexto familiar. Seu modelo de Validação Humana enfatizava autoestima, comunicação congruente e afeto como pilares da saúde emocional.

    Entre suas obras mais influentes estão:

    • Conjoint Family Therapy (1964)
    • Peoplemaking (1972)
    • The New Peoplemaking (1988)
    • The Satir Model: Family Therapy and Beyond (1991)

    Ela também inspirou a criação de técnicas da Programação Neurolinguística (PNL), sendo modelada por Richard Bandler e John Grinder.

    Virginia Satir faleceu em 10 de setembro de 1988, aos 72 anos, vítima de câncer pancreático. Seu legado permanece vivo em milhares de terapeutas, educadores e líderes que aplicam seus ensinamentos em prol da paz interior e relacional.

    🌟 Legado e Influência

    Satir acreditava que “ao curar a família, curamos o mundo”. Seu trabalho influenciou gerações de profissionais da saúde mental e inspirou movimentos de educação emocional, constelações familiares e coaching sistêmico.

    Ela foi homenageada com diversos prêmios, incluindo doutorados honorários e reconhecimento como uma das terapeutas mais influentes do século XX.


    📚 Fontes Consultadas


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  • Os vivos governam pelos mais vivos: Reflexão Diária

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    Introdução

    Hoje, mais do que nunca, somos convidados a refletir sobre a potência de quem se faz presente.

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“Os vivos são e serão sempre, cada vez mais, governados pelos mais vivos.”
atribuída ao humorista político Barão de Itararé,

    A frase

    “Os vivos são e serão sempre, cada vez mais, governados pelos mais vivos.”

    atribuída ao humorista político Barão de Itararé, traz à tona a ideia de que a força vital e a capacidade de mobilização determinam quem lidera conversas, decisões e transformações.

    Compreendendo a frase

    De início, a expressão contrapõe “vivos” e “mais vivos”. O autor sugere que, entre todos os que respiram, só prevalecem aqueles que dedicam energia e iniciativa ao que acontece ao redor. Dessa forma, estamos diante de um convite para avaliar quem toma a dianteira na construção de ideias e projetos.

    Entretanto, cabe lembrar que “mais vivos” não é sinônimo de poder bruto, mas de engajamento autêntico. Além disso, o humor de Itararé enfatiza que não basta existir: é preciso agir, comunicar e propor. Por outro lado, quem permanece inerte tende a ser guiado pelos que se envolvem de fato.

    Aplicações na vida contemporânea

    Nas redes sociais, por exemplo, quem comenta com frequência e apresenta argumentos claros exerce influência maior. Enquanto alguns acompanham passivamente, outros intervêm em debates e mobilizam audiências. Consequentemente, essa postura ativa molda narrativas e define agendas.

    Do mesmo modo, no ambiente corporativo, colaboradores que se engajam em projetos, compartilham conhecimentos e propõem soluções tornam-se referências. Se antes bastava cumprir tarefas, hoje valoriza-se quem inova e colabora. Assim, o “mais vivo” não se restringe a idade ou cargo, mas à atitude propositiva.

    Como incorporar esse ensinamento

    Para não ser governado por quem age, precisamos assumir o protagonismo em nossas áreas de atuação. Primeiramente, é fundamental identificar paixões e motivadores pessoais. Em seguida, podemos dedicar tempo para adquirir habilidades e compartilhar aprendizados.

    Além disso, cultivar redes de apoio e diálogo continuo enriquece nosso repertório. Da mesma forma, projetar metas claras e revisar avanços mantém a motivação. Finalmente, ao participar de causas, grupos ou comunidades, exercitamos a liderança cotidiana que Itararé enaltecia.

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“Os vivos são e serão sempre, cada vez mais, governados pelos mais vivos.”
atribuída ao humorista político Barão de Itararé,

    Biografia de Barão de Itararé

    Primeiros anos e formação

    Apparício Fernando de Brinkerhoff Torelly nasceu em 29 de janeiro de 1895, em Rio Grande (RS). Ficou órfão de mãe ainda criança e foi criado em internatos e fazendas familiares. Em 1916, iniciou o curso de Medicina em Porto Alegre, mas abandonou-o para se dedicar à escrita e ao jornalismo.

    Trajetória jornalística

    Em 1925, mudou-se para o Rio de Janeiro e passou a assinar colunas em O Globo sob o pseudônimo Apporelly. No ano seguinte, fundou o semanário humorístico A Manha, onde consolidou seu estilo de sonetos e trocadilhos críticos ao poder político. Por sua irreverência, chegou a ser preso e espancado por oficiais insatisfeitos com suas denúncias.

    Ativismo político

    Em 1935, participou da Aliança Nacional Libertadora, o que o levou novamente à prisão até 1936. Em 1946, elegeu-se vereador no Rio de Janeiro pelo PCB com o slogan “Mais leite! Mais água! Mas menos água no leite!”. Seu mandato, marcado pelo humor e pela denúncia de fraudes, durou até 1947, quando o registro do partido foi cassado.

    Últimos anos e legado

    Nas décadas de 1950 e 1960, dedicou-se ao estudo de filosofia hermética e astrologia, mantendo-se ativo como cronista até a morte, em 27 de novembro de 1971, no Rio de Janeiro. Seu legado se estende à inspiração de jornalistas, humoristas e ativistas que enxergam no engajamento a principal fonte de mudança social.

    Conclusão

    Ao revisitar essa frase, percebemos que ela nos desafia a não observar o mundo de camarote. Pelo contrário, somos convocados a arregaçar as mangas, compartilhar ideias e atuar como agentes de transformação. Em tempos de sobrecarga de informações, essa lição ganha ainda mais relevância: lideram, de fato, quem vive com propósito e mobiliza energias em prol do coletivo.


    Fontes

    Pensador. “os vivos são sempre, e cada vez mais, governados pelos mortos; tal é a lei fundamental da ordem humana” – Auguste Comte. Disponível em: https://www.pensador.com/frase/MjQ2MjMyMA/

    Revista Bula. “50 frases antológicas do Barão de Itararé”. Disponível em: https://www.revistabula.com/13037-50-frases-impagaveis-do-barao-de-itarare/

    Wikipédia. “Barão de Itararé – Wikipédia, a enciclopédia livre”. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Bar%C3%A3o_de_Itarar%C3%A9

    Enciclopédia Itaú Cultural. “Barão de Itararé | Enciclopédia Itaú Cultural”. Disponível em: https://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoas/3817-barao-de-itarare


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  • Filhos Tempo Dinheiro: Reflexão Diária (13/07/2025)

    filhos tempo dinheiro


    REFLEXÃO DIÁRIA

    “Se você deseja que seus filhos acabem bem, gaste o dobro de tempo com eles e metade do dinheiro”  – Abigail Van Buren

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    “Se você deseja que seus filhos acabem bem, gaste o dobro de tempo com eles e metade do dinheiro”

    – Abigail Van Buren

    Introdução

    Hoje, 13 de julho de 2025, paramos um instante para refletir sobre o valor do nosso tempo e dos nossos recursos ao educar a próxima geração. A frase de Abigail Van Buren nos convida a equacionar o cuidado afetivo e financeiro, lembrando que o vínculo construído em momentos compartilhados supera qualquer mimo material.

    Os ensinamentos centrais

    Além do tom direto, a mensagem contém três ensinamentos principais:

    • Prioridade ao convívio: o tempo dedicado a ouvir, brincar e orientar estimula o desenvolvimento emocional dos filhos.
    • Economia consciente: ao reduzir os gastos supérfluos, direcionamos recursos para necessidades reais, como educação e saúde.
    • Equilíbrio afetivo-material: a criança cresce segura quando percebe afeto genuíno, não apenas presentes caros.

    Como aplicar no dia a dia

    Em um mundo de compromissos incessantes, aplicar essa lição exige planejamento:

    1. Agende momentos regulares de qualidade, como passeios, leituras ou refeições sem distrações.
    2. Revise despesas mensais e elimine itens que não agregam valor ao bem-estar familiar.
    3. Utilize o tempo “off” (fins de semana, feriados, noites) para fortalecer a comunicação e a empatia.

    Dessa forma, mesmo com rotina apertada, cada minuto investido rende lembranças significativas e contribui para um lar mais harmonioso.

    A contemporaneidade desta frase

    Na era digital, nossos filhos têm distrações 24/7: redes sociais, jogos online, publicidade segmentada. Portanto, é ainda mais urgente:

    • Desconectar-se para reconectar laços.
    • Ensinar o valor do dinheiro mostrando orçamentos familiares reais.
    • Fomentar projetos conjuntos em vez de atividades individuais superficiais.

    Assim, pais e responsáveis mantêm o diálogo aberto, fortalecendo a autoestima e o senso de responsabilidade dos pequenos.


    “Se você deseja que seus filhos acabem bem, gaste o dobro de tempo com eles e metade do dinheiro”  – Abigail Van Buren

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    Biografia de Abigail Van Buren

    Vida e carreira

    Pauline Esther Friedman Phillips nasceu em 4 de julho de 1918, em Sioux City, Iowa. Formada em jornalismo e psicologia pela Morningside College, ela e a irmã gêmea Esther Pauline (“Eppie”) iniciaram carreiras distintas como colunistas de conselhos. Em 1956, Pauline criou a coluna “Dear Abby” no San Francisco Chronicle, adotando o pseudônimo Abigail Van Buren. Seu estilo direto e bem-humorado tornou-se referência mundial, chegando a 1.400 jornais e 110 milhões de leitores semanalmente.

    Obra e legado

    Além de manter a coluna por quase cinco décadas, Abigail Van Buren escreveu vários livros, entre eles Dear Abby (1958) e The Best of Dear Abby (1981). Seus conselhos pioneiros sobre igualdade de gênero, direitos civis e saúde mental mudaram o panorama dos jornais, transformando o simples “conselho de jornal” em um fórum de debates sociais.

    Morte

    Diagnosticada com Alzheimer em 2002, Pauline transferiu gradualmente as tarefas à filha Jeanne Phillips. Faleceu em 16 de janeiro de 2013, em Minneapolis, aos 94 anos, deixando um legado de empatia, bom senso e ousadia na quebra de tabus sociais.

    Conclusão

    A frase de Abigail Van Buren transcende gerações. Hoje, acentuada pela pressa e pelo consumismo, ela nos lembra que o verdadeiro patrimônio de uma família é o tempo compartilhado e a atenção dedicada. Ao gastar mais tempo e menos dinheiro, construímos memórias sólidas e formamos filhos emocionalmente mais preparados para os desafios do mundo.


    Fontes Consultadas

    [1] “If you want your children to turn out well, spend twice as much time with them, and half as much money,” A–Z Quotes, disponível em https://www.azquotes.com/author/17605-Abigail_Van_Buren.
    [2] “Pauline Phillips,” Wikipedia, disponível em https://en.wikipedia.org/wiki/Pauline_Phillips.
    [3] “Abigail Van Buren,” Jewish Women’s Archive, disponível em https://jwa.org/encyclopedia/article/van-buren-abigail.


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